10 de setembro de 2026
Desafios da Comunicação Assertiva em Equipes Multidisciplinares: Como Garantir Colaboração Eficaz para Resultados Mais Satisfatórios
Erika Edington Anselmo Santos; Gleison De Souza
DOI: 10.22167/2675-6528-202602209
Artigo derivado de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), com conteúdo baseado no trabalho original do aluno e adaptado ao formato editorial da Revista E&S com apoio da ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege para síntese e organização textual.
Resumo
O estudo analisou a importância da comunicação assertiva e sua influência no sucesso de projetos, especialmente em equipes multidisciplinares, e identificou os principais impactos de falhas comunicacionais no ambiente organizacional. Para isso, realizou-se uma pesquisa por meio da aplicação de um questionário, que buscou compreender a percepção dos profissionais sobre a comunicação entre equipes. Os resultados indicaram que a maioria dos participantes considerou a comunicação assertiva extremamente importante no trabalho, mas a avaliação da comunicação atual entre as áreas mostrou um nível intermediário de aplicação prática. Observou-se que a fase de levantamento de requisitos apresentou maior propensão a falhas comunicacionais, e o retrabalho foi identificado como um dos principais impactos. Como alternativas para mitigar esses problemas, os participantes apontaram a adoção de documentação padronizada, o aprimoramento da clareza e o envolvimento de todos os membros da equipe na promoção de uma comunicação assertiva. Concluiu-se que a comunicação assertiva é um fator essencial no contexto de projetos, exigindo a implementação de práticas que garantam clareza, alinhamento e eficiência para mitigar falhas, retrabalho e impactos negativos nas atividades.
Palavras-chave: Ambiente organizacional; Falhas na comunicação; Gestão de projetos; Levantamento de requisitos; Retrabalho.
1. Introdução
A comunicação é um meio essencial para a interação humana, permitindo a troca de informações e a construção de entendimento comum. No entanto, esse processo nem sempre ocorre de maneira fluida, e a presença de ruídos pode distorcer a mensagem original, como na analogia do “telefone sem fio” (Bertolani e Souza, 2024; Matos, 2024). Tais interferências comprometem a clareza e a eficácia da transmissão, dificultando a compreensão entre as partes envolvidas (Quirino, 2008).
No ambiente organizacional, a comunicação deixou de ser um recurso isolado para se tornar um pilar fundamental das operações e processos diários (Kunsch, 2016; Torquato, 2015). Em projetos, a comunicação clara e objetiva é primordial para o sucesso, exigindo sua prática em todas as etapas para garantir que as informações sejam transmitidas e compreendidas por todos os membros da equipe. Essa necessidade se intensifica em equipes multidisciplinares, formadas por profissionais de diversas áreas com culturas e experiências distintas, onde o potencial para desentendimentos é elevado.
A ineficácia da comunicação em equipes multidisciplinares gera desafios significativos, pois a falta de clareza pode comprometer qualquer processo e levar a falhas (Bianchi, 2018). Projetos malsucedidos frequentemente apresentam falhas de comunicação como um dos principais fatores contribuintes, resultando em interpretações equivocadas, ausência de clareza nas orientações e dificuldades no cumprimento de prazos (Litz e Souza, 2024; Dickel et al., 2018; PMI, 2017; Freitas et al., 2018). Essas falhas podem gerar retrabalho, atrasos no cronograma e prejuízos financeiros, comprometendo a qualidade das entregas e o desempenho geral do projeto (Silva, 2016).
Nesse contexto, a comunicação assertiva emerge como uma habilidade crucial, caracterizada pela capacidade de expressar ideias de forma clara, respeitosa e objetiva, sem agressividade ou omissões. Ela é fundamental para garantir que a mensagem seja compreendida conforme a intenção real (Souza e Souza, 2023). Historicamente, a gestão preditiva de projetos limitava a comunicação, tornando-a burocrática e prejudicando o alinhamento de expectativas. Contudo, metodologias ágeis e híbridas, que promovem comunicação diária e flexibilidade, têm se mostrado eficazes para mitigar falhas e retrabalhos (Bianchi, 2018).
A relevância da comunicação assertiva é igualmente importante quanto às competências técnicas para o sucesso dos projetos (Coutinho e Souza, 2024). A ausência de práticas comunicacionais eficazes, especialmente na fase de levantamento de requisitos, é um fator crítico que demanda atenção, pois é onde a maioria dos ruídos comunicacionais ocorre e impacta diretamente a qualidade das entregas (Sommerville, 2019). Diante desse cenário, a presente pesquisa justifica-se pela necessidade de compreender e abordar os desafios comunicacionais em equipes multidisciplinares. Desta forma, o objetivo principal da pesquisa é identificar os desafios da comunicação entre equipes multidisciplinares e propor práticas de comunicação assertiva que possam ser aplicadas com o intuito de aumentar a produtividade e otimizar o desempenho dos projetos.
2. Material e Métodos
A metodologia da pesquisa compreendeu um levantamento bibliográfico e a aplicação de um formulário. O levantamento bibliográfico teve como objetivo fundamentar teoricamente os conceitos de comunicação assertiva, ruídos comunicacionais e atuação de equipes multidisciplinares em projetos, baseando-se em artigos científicos e publicações acadêmicas pertinentes ao tema.
O formulário foi composto por 10 questões, sendo 9 objetivas e 1 pergunta aberta, com a finalidade de identificar a percepção dos participantes sobre falhas na comunicação em projetos e seus impactos no desempenho das equipes. A questão aberta permitiu a livre expressão de experiências e interpretações, enriquecendo a compreensão dos dados.
A análise dos dados coletados incluiu uma abordagem quantitativa para identificar e classificar problemas de comunicação em equipes multidisciplinares, e uma análise qualitativa do conteúdo das respostas da pergunta aberta, organizando as informações em padrões e categorias temáticas. Essa análise permitiu correlacionar a fundamentação teórica com a realidade prática vivenciada pelos profissionais.
A partir da análise dos dados e da revisão da literatura, verificou-se que a comunicação em equipes multidisciplinares deve ser estruturada de forma clara, objetiva e validada continuamente. Para sua eficácia, é essencial a definição precisa de responsabilidades, alinhamento de expectativas, registro formal de requisitos e validação constante com os “stakeholders” envolvidos. A comunicação deve ser apoiada por processos estruturados que garantam entendimento compartilhado entre as áreas.
Para promover organização, rastreabilidade e transparência das informações, recomenda-se a utilização de instrumentos como plataformas de gestão de projetos (sistemas de acompanhamento de tarefas e controle de escopo), ferramentas de documentação colaborativa para registro de requisitos e decisões, e canais formais de comunicação corporativa. Assim, a comunicação assertiva, aliada ao uso adequado de ferramentas e processos estruturados, configura-se como um elemento estratégico para a melhoria do desempenho das equipes e para a entrega de resultados mais satisfatórios nos projetos.
3. Resultados e Discussão
A análise qualitativa das respostas obtidas indicou que a maioria dos participantes já vivenciou situações em que falhas comunicacionais impactaram negativamente o desenvolvimento de projetos. Os relatos evidenciaram padrões recorrentes de ruído, especialmente relacionados à ambiguidade de requisitos, ausência de validação com stakeholders e desalinhamento entre áreas técnicas e de negócio. Conforme o modelo clássico de comunicação de Shannon e Weaver (1949), observou-se predominância de ruídos semânticos e estruturais, caracterizados por interpretações divergentes e informações incompletas. Tais falhas resultaram em retrabalho significativo, atrasos no cronograma e prejuízos financeiros.
Os dados obtidos reforçaram a importância da comunicação como fator crítico de sucesso em projetos. Diversos relatos indicaram a necessidade de refatoração completa de funcionalidades e realocação de equipes, confirmando que falhas no gerenciamento da comunicação comprometem diretamente os resultados organizacionais. Além disso, conforme destaca o PMI (2017), a ausência de processos estruturados de coleta e validação de requisitos contribui para a instabilidade no escopo. Esse fenômeno foi amplamente observado nos relatos que mencionaram mudanças tardias e funcionalidades não previstas inicialmente.
No que se refere à comunicação assertiva, os dados indicaram que sua ausência favorece conflitos, inseguranças e retrabalho, evidenciando a importância da clareza e da objetividade na comunicação interna para o bom desempenho das equipes e o alinhamento organizacional. Dessa forma, os resultados demonstraram convergências significativas entre teoria e prática, evidenciando que a comunicação assertiva e estruturada constitui um elemento estratégico para a eficiência de equipes multidisciplinares.
Figura 1. Nuvem de palavras

Fonte: Resultados originais da pesquisa
A Figura 1 apresenta um diagrama de palavras construído a partir das respostas à pergunta aberta do formulário, evidenciando a recorrência dos principais termos associados aos ruídos comunicacionais, como “Retrabalho”, “Atrasos”, “Conflitos” e “Desalinhamento”.
A maioria dos participantes (61,0%) percebe problemas de comunicação entre as áreas (negócio, QA, design e desenvolvimento) “Frequentemente”, e 24,4% “Às vezes”, conforme a Figura 2. Este resultado evidencia a presença de falhas no fluxo comunicacional entre equipes multidisciplinares, o que pode impactar diretamente o alinhamento das atividades, a eficiência dos processos e a qualidade das entregas. Segundo Souza e Souza (2023), a comunicação clara e bem compreendida contribui diretamente para a organização e o alinhamento das atividades ao longo do desenvolvimento dos projetos.
Figura 2. Com que frequência você percebe problemas de comunicação entre áreas (ex: negócio, QA, design, desenvolvimento)?

Fonte: Resultados originais da pesquisa
Em relação aos impactos gerados por falhas de comunicação, o retrabalho foi a consequência mais frequentemente apontada pelos participantes (36,6%), seguido por atraso na entrega (24,4%) e queda na qualidade do produto (14,6%), conforme a Figura 3. Silva e Souza (2025) sugerem que o retrabalho pode estar relacionado a lacunas de definição de responsabilidades, falta de clareza na comunicação e insuficiência de acompanhamento das atividades.
Figura 3. Quando ocorrem falhas de comunicação, qual é o principal impacto percebido?

Fonte: Resultados originais da pesquisa
A etapa de levantamento de requisitos foi identificada pela maioria dos respondentes (48,8%) como a mais suscetível à ocorrência de ruídos de comunicação, como ilustrado na Figura 4. Essa fase é essencial para o êxito do projeto, pois nela são estabelecidos os fundamentos que orientam todo o desenvolvimento (Sommerville, 2019). A falta de integração efetiva da equipe técnica nesse processo pode contribuir para falhas de entendimento. Conforme o PMI (2017), falhas na comunicação impactam negativamente o desempenho do projeto, tornando a comunicação assertiva, aliada à prática contínua de feedback, essencial para garantir o alinhamento e reduzir erros.
Figura 4. Em qual etapa do projeto os ruídos de comunicação são mais comuns?

Fonte: Resultados originais da pesquisa
Ao identificar uma falha de comunicação, a prática mais comum é a necessidade de refazer parte do trabalho (36,6%), seguida pela comunicação do problema ao gestor/PO (24,4%) e a resolução rápida com diálogo direto (26,8%), conforme a Figura 5. Este resultado evidencia que a comunicação ineficaz leva a retrabalho, implicando aumento de tempo, esforço e custo. A ausência de comunicação assertiva contribui diretamente para o retrabalho, enquanto sua aplicação pode reduzir erros de interpretação, melhorar o alinhamento entre stakeholders e aumentar a eficiência na execução das atividades.
Figura 5. Quando você identifica uma falha de comunicação, o que costuma acontecer na prática?

Fonte: Resultados originais da pesquisa
A avaliação da comunicação atual entre áreas no ambiente de trabalho revelou uma percepção mediana, com 51,2% dos respondentes atribuindo nota 3 (“Moderadamente assertiva”) em uma escala de 1 a 5, e 34,1% atribuindo nota 4 (“Muito assertiva”), como mostra a Figura 6. Isso sugere que, embora existam práticas estabelecidas, há espaço significativo para melhorias em clareza e assertividade, reforçando a necessidade de aprimorar as práticas de comunicação assertiva entre áreas.
Figura 6. Em uma escala de 1 a 5, avalie o quanto a comunicação atual entre áreas no seu ambiente de trabalho é assertiva e clara

Fonte: Resultados originais da pesquisa
Entre as práticas que poderiam melhorar a comunicação, a maioria dos respondentes (34,1%) apontou a necessidade de uma documentação mais padronizada, seguida por reuniões mais objetivas e claras (26,8%), conforme a Figura 7. A ausência de padrões e a falta de documentação podem contribuir para falhas de entendimento e inconsistências. O PMI (2017) destaca a importância de processos de comunicação estruturados e documentação adequada para assegurar a transmissão clara e consistente das informações. Wiegers (2013) complementa que a padronização e a definição adequada da documentação de requisitos contribuem para a redução de erros e retrabalho, promovendo maior clareza e rastreabilidade. A padronização da documentação está diretamente relacionada à comunicação assertiva, promovendo maior clareza, objetividade e alinhamento entre partes envolvidas, reduzindo ruídos e aumentando a eficiência.
Figura 7. Qual prática você acredita que poderia melhorar a comunicação entre áreas no desenvolvimento de projetos?

Fonte: Resultados originais da pesquisa
A responsabilidade pela melhoria da clareza na comunicação dentro da equipe foi atribuída de forma igualitária a todos os membros por 48,8% dos respondentes, conforme a Figura 8. Isso demonstra uma compreensão coletiva de que a comunicação no ambiente de projetos não é responsabilidade de um único indivíduo ou área, mas sim de todos os participantes. Conforme Shannon e Weaver (1949), a comunicação está sujeita à ocorrência de ruídos, o que evidencia a importância de que todos os envolvidos priorizem a clareza e a precisão na transmissão e interpretação das mensagens. Assim, a melhoria da comunicação deve ser tratada como uma responsabilidade compartilhada, com todos os membros adotando práticas assertivas para reduzir ruídos, retrabalhos e falhas.
Figura 8. Em sua percepção, quem mais precisa melhorar a clareza na comunicação dentro da equipe?

Fonte: Resultados originais da pesquisa
A importância da comunicação assertiva no ambiente de trabalho é amplamente reconhecida, com 87,8% dos respondentes atribuindo nota máxima (5 – “Extremamente importante”) e 12,2% atribuindo nota 4 (“Muito importante”), como apresentado na Figura 9. A predominância de avaliações máximas indica que os participantes reconhecem a comunicação assertiva como um fator essencial para o bom desempenho da equipe. Contudo, os resultados evidenciam que, embora sua importância seja reconhecida, a aplicação prática ainda requer atenção, considerando os impactos observados em outros aspectos analisados, como a ocorrência de ruídos e retrabalhos.
Figura 9. Em uma escala de 1 a 5, o quanto você considera que a comunicação assertiva é importante no ambiente de trabalho atual?

Fonte: Resultados originais da pesquisa
Os benefícios diretos da comunicação assertiva para equipes de desenvolvimento foram destacados, com a maioria dos respondentes apontando a “Maior clareza nas entregas” (39,0%) como principal vantagem, seguida por “Aumento da produtividade” (31,7%) e “Redução de retrabalho” (17,1%), conforme a Figura 10. Este resultado evidencia que a comunicação assertiva contribui diretamente para o adequado entendimento das demandas, reduzindo ambiguidades e garantindo que as atividades sejam executadas conforme esperado. A clareza nas entregas está associada à qualidade da transmissão e da compreensão das informações, favorecendo uma definição mais precisa de requisitos, tarefas e expectativas, promovendo maior eficiência na execução das atividades e minimizando retrabalhos.
Figura 10. Na sua opinião, quais benefícios diretos uma comunicação assertiva traz para uma equipe de desenvolvimento?

Fonte: Resultados originais da pesquisa
Em síntese, os resultados da pesquisa evidenciaram que a comunicação assertiva é um elemento crucial para o sucesso de projetos em equipes multidisciplinares. Apesar de ser amplamente reconhecida como importante, sua aplicação prática ainda apresenta lacunas, especialmente na fase de levantamento de requisitos, onde a ausência de clareza e validação gera retrabalho e atrasos. A melhoria da comunicação é uma responsabilidade compartilhada, que pode ser alcançada por meio de documentação padronizada, alinhamentos frequentes e feedback contínuo, visando reduzir ruídos e otimizar a eficiência dos projetos.
4. Conclusão
O presente estudo analisou os desafios da comunicação em equipes multidisciplinares e buscou propor práticas assertivas para otimizar o desempenho de projetos. Verificou-se que a comunicação assertiva é amplamente reconhecida como um fator essencial no ambiente de trabalho, embora sua aplicação prática tenha sido avaliada como intermediária pelos profissionais. Identificou-se que a fase de levantamento de requisitos é a mais suscetível a ruídos comunicacionais, e o retrabalho emergiu como o principal impacto negativo decorrente dessas falhas. Os achados indicaram a predominância de ruídos semânticos, relacionados à ambiguidade na linguagem e falta de clareza nos requisitos, e ruídos processuais, associados à ausência de documentação adequada e validações. Esses problemas comprometem o alinhamento, a eficiência e a qualidade das entregas, gerando atrasos e prejuízos.
A principal contribuição deste trabalho reside na explicitação de que a comunicação assertiva transcende uma mera habilidade interpessoal, configurando-se como um elemento estratégico para o sucesso de projetos. Para mitigar os desafios identificados, o estudo apontou a necessidade de implementar práticas como a padronização da documentação, a realização de alinhamentos frequentes, o incentivo ao feedback contínuo e o desenvolvimento de habilidades de comunicação assertiva. Observou-se que a melhoria da comunicação é uma responsabilidade compartilhada por todos os membros da equipe, e não uma atribuição isolada. A adoção dessas práticas é fundamental para reduzir ruídos, minimizar retrabalhos e, consequentemente, aumentar a produtividade e otimizar o desempenho geral dos projetos.
Referências Bibliográficas
Bertolani, J.G.N.; Souza, G. 2024. Comunicação Efetiva: Como diminuir os ruídos e barreiras de comunicação no ambiente de trabalho. Trabalho de Conclusão de Curso. Especialização em Gestão de Projetos. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, Universidade de São Paulo, Piracicaba, SP, Brasil.
Bianchi, I. 2018. Gestão Ágil de Projetos. Editora Atlas, São Paulo, SP, Brasil.
Countinho, J.O.; Souza, G. 2024. Comunicação Assertiva como Potencializadora do Sucesso em Projetos de Implementação de Softwares. Trabalho de Conclusão de Curso. Especialização em Gestão de Projetos. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, Universidade de São Paulo, Piracicão, SP, Brasil.
Kunsch, Μ.Μ.K. 2016. Comunicação Organizacional Estratégica: Aportes Conceituais e Aplicados. Summus Editorial, São Paulo, SP, Brasil.
Project Management Institute [PMI]. 2017. Um guia do conhecimento em gerenciamento de projetos. 6ed. Project Management Institute, Newtown Square, PA, EUA.
Shannon, C.E.; Weaver, W. 1949. The Mathematical Theory of Communication. The University of Illinois Press, Urbana, Library of Congress Catalog Card, United States of America.
Silva, M.C.; Souza, G. 2025. Diagnóstico do impacto do plano de comunicação interna no cronograma da implantação do controle de acesso. Trabalho de Conclusão de Curso. Especialização em Gestão de Projetos. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, Universidade de São Paulo, Piracicaba, SP, Brasil.
Sommerville, I. 2019. Engenharia de Software. 10ed. Pearson, São Paulo, SP, Brasil.
Torquato, G. 2015. Comunicação nas Organizações. Summus Editorial, São Paulo, SP, Brasil.
Wiegers, K.; Beatty, J. 2013. Software Requirements. 3ed. Microsoft Press. Redmond, Washington, EUA.
Artigo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso da Especialização em Gestão de Projetos do MBA USP/Esalq
Para saber mais sobre o curso, clique aqui e acesse a plataforma MBX Academy

