Resumo Executivo

13 de maio de 2026

Trabalho remoto farmacêutico: perspectivas geracionais

Rafael Pedroso Costa; Juliana Moletta

Resumo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.

A dinâmica do mercado de trabalho contemporâneo é profundamente influenciada pelo encontro de diferentes gerações, cada uma moldada por eventos históricos e sociais específicos que definem suas crenças, valores e atitudes (Westerman e Yamamura, 2007). A literatura reconhece seis gerações principais: Tradicionalistas, nascidos entre 1922 e 1946; Baby Boomers, situados entre 1946 e 1966; Geração X, compreendida entre 1967 e 1979; Geração Y ou Millennials, de 1979 a 1995; Geração Z, de meados de 1990 em diante; e a Geração Alfa, a partir de 2010. Embora todas possam coexistir no ambiente profissional, a maior parte da força de trabalho ativa atualmente se concentra entre as gerações Baby Boomers e Z (Grubb, 2018). Com a pandemia de COVID-19 (Dourado, 2020), o trabalho remoto ou Home Office deixou de ser uma tendência e se tornou uma necessidade global. Essa modalidade de trabalho, embora já prevista na Consolidação das Leis do Trabalho pela reforma de 2017, por meio da Lei n. 13.467/2017, foi implementada em larga escala, expondo trabalhadores de todas as idades a um novo paradigma profissional (Martins, 2024). Essa transição abrupta revelou desafios significativos, especialmente em relação à estrutura de trabalho em casa e ao acesso a tecnologias de informação e comunicação. Estudos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada já apontavam que apenas uma pequena parcela dos trabalhadores brasileiros, correspondente a 22,7%, possuía condições ideais para o trabalho remoto (Goes et al., 2020). Essa dificuldade é ampliada quando se considera a necessidade de adaptação de profissionais mais experientes, como os das gerações Baby Boomers e Tradicionalistas, que cresceram em um contexto de trabalho predominantemente presencial. Muitos desses profissionais, que muitas vezes permanecem no mercado de trabalho por questões como a baixa remuneração da aposentadoria, enfrentam obstáculos na adaptação às novas tecnologias (Raymundo, 2019). Diante do cenário de coexistência intergeracional e da crescente adoção do trabalho remoto, surge a necessidade de analisar as percepções e os desafios enfrentados por diferentes gerações de trabalhadores do setor farmacêutico, identificando as vantagens e desvantagens percebidas por cada grupo.

A investigação caracteriza-se como de natureza quantitativa, buscando mensurar e analisar, por meio de dados numéricos, as percepções de profissionais da área farmacêutica, tanto do setor público quanto do privado, sobre o trabalho remoto. O método adotado foi o de pesquisa de levantamento, que se mostra adequado para coletar informações diretamente de um grupo específico de respondentes, permitindo a identificação de padrões, tendências e correlações entre variáveis. A abordagem utilizada é descritiva e exploratória, conforme os pressupostos de Lakatos et al. (2003), pois visa não apenas descrever o perfil geracional dos participantes, mas também explorar suas opiniões, experiências e expectativas em relação à modalidade de trabalho remoto. Essa combinação metodológica possibilita uma compreensão mais ampla e detalhada do tema estudado, contribuindo para o debate sobre adaptações na nova modalidade de trabalho e os impactos dela para esses grupos de pessoas. O público-alvo foi composto por trabalhadores ativos no mercado de trabalho, com idade compatível com as gerações mencionadas, que tiveram experiência com o trabalho remoto. A população do estudo é considerada infinita, correspondendo a trabalhadores ativos que atendem aos critérios definidos. A amostra caracteriza-se como não probabilística, por conveniência, composta por 105 indivíduos de empresas públicas, privadas e das Forças Armadas, com foco especial no setor farmacêutico e integrantes agentes do Ministério da Saúde. Para a inclusão dos participantes, foram considerados critérios como ser trabalhador ativo, pertencer a uma das gerações em estudo, ter experiência prévia ou atual com o trabalho remoto e aceitar participar de forma voluntária e anônima.

A coleta de dados ocorreu entre 26 de maio e 10 de junho de 2025, realizada por meio de um questionário online estruturado na ferramenta Google Forms. O link do instrumento foi divulgado em grupos de aplicativos de mensagens, correios eletrônicos e perfis de redes profissionais de trabalhadores administrativos das indústrias farmacêuticas. O questionário foi adaptado a partir do instrumento desenvolvido por Zagati (2022), aproveitando-se 15 questões que se alinhavam diretamente aos objetivos desta análise. O instrumento final foi dividido em três seções principais: levantamentos sociodemográficos e profissionais, conhecimentos e treinamentos em tecnologias de informação e comunicação, e percepções sobre o trabalho remoto. Para medir o grau de concordância ou discordância, utilizou-se a escala Likert de cinco pontos, uma das ferramentas mais utilizadas para medir percepções e opiniões (Hair Jr. et al., 2009). A análise estatística incluiu o cálculo de média, moda e mediana. A utilização do questionário original foi realizada mediante autorização formal e o instrumento já havia sido aprovado por Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos, sob o protocolo CAAE: 44539021.0.0000.5154. A coleta foi conduzida em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados, garantindo o anonimato e o tratamento agregado das informações.

Dos 105 respondentes iniciais, 98 foram considerados para a análise final, pois sete indivíduos nunca haviam trabalhado no modelo remoto. A classificação geracional revelou que 3,1% pertencem aos Tradicionalistas, 22,4% aos Baby Boomers, 12,2% à Geração X, 45,9% à Geração Y e 16,3% à Geração Z. Quanto ao estado civil, a maioria é casada, representando 57,1% do total, seguidos por solteiros com 22,4%, separados com 11,2%, viúvos com 7,1% e 2% que não informaram. Esse perfil é compatível com estudos realizados em instituições federais, que apontaram 56,41% de casados ou em união estável (Araújo, 2020). No que tange à escolaridade, constatou-se que 98% dos respondentes possuem ensino superior ou grau maior, sendo 59,2% com graduação completa e 33,7% com especialização lato sensu. Esses números seguem a tendência observada por Zagati (2022), onde também 98% da amostra possuía alta qualificação acadêmica. Geograficamente, a pesquisa atingiu todas as regiões do país, com 61,2% no Sudeste, 14,3% no Sul, 11,2% no Centro-Oeste, 10,2% no Norte e 3,1% no Nordeste. Sobre a experiência com o sistema Home Office, apenas 13,3% relataram pouca experiência, enquanto 86,7% afirmaram possuir de média a bastante experiência, o que contrasta com dados de 2022, onde 69,9% das pessoas não tinham experiência remota antes da pandemia (Zagati, 2022).

A análise dos equipamentos físicos utilizados revelou que o notebook ou laptop e o smartphone são os dispositivos centrais para a produtividade. A Geração Y liderou o uso de notebooks com média de 4,82, enquanto os Tradicionalistas e a Geração Z apresentaram preferência pelo uso de smartphones, com médias de 4,67 e 4,25, respectivamente. Equipamentos como tablets e apoios para os pés registraram as menores médias, indicando não serem essenciais para a maioria. Diferenças significativas surgiram no uso de periféricos tradicionais; as gerações mais antigas, como Tradicionalistas e Baby Boomers, mostraram maior dependência da impressora, com médias de 3,00 e 3,27, em comparação com as gerações mais jovens, que possuem fluxos de trabalho mais digitalizados. A preocupação com a ergonomia também variou, sendo que os Tradicionalistas foram os que mais utilizaram a cadeira ergonômica, com média de 4,33. É fundamental destacar que a Norma Regulamentadora n. 17 estabelece a importância das condições ergonômicas para o bem-estar do trabalhador, e a falta de equipamentos adequados é um fator negativo para a realização das atividades (Mendes et al., 2020).

Quanto à satisfação com ferramentas de software, o correio eletrônico e o aplicativo WhatsApp destacaram-se com os maiores índices em quase todas as faixas etárias. Os Tradicionalistas alcançaram a satisfação máxima de 5,0 com o WhatsApp, sugerindo preferência por ferramentas de comunicação rápida e uso pessoal. No quesito colaboração, ferramentas como Google Documentos e Google Drive mantiveram médias acima de quatro para a maioria, indicando forte adesão a soluções em nuvem entre os mais jovens. Em contrapartida, plataformas corporativas como Microsoft Teams apresentaram satisfação variada, sendo menos favorecidas pelos Tradicionalistas e pela Geração Z. Ferramentas menos populares ou mais antigas, como o Sistema Eletrônico de Informações, receberam as menores notas, com os Tradicionalistas expressando insatisfação extrema, avaliando-o com nota 1,0. Essa discrepância demonstra que a familiaridade e a modernidade das interfaces são fatores-chave para a satisfação geracional. A implantação do trabalho remoto foi desejada pela maioria após a pandemia, conforme corroborado por Brizante (2021).

As dificuldades vivenciadas no Home Office revelaram uma clara clivagem geracional. As gerações mais antigas relataram desafios significativamente maiores, especialmente a falta de treinamento específico e problemas com a conexão de internet. A Geração Tradicionalista e os Baby Boomers vivenciaram a falta de treinamento de forma intensa, com média de 4,68 para os primeiros, enquanto a Geração Z considerou essa dificuldade mínima, com média de 1,75. Essa tendência se repetiu nas dificuldades em utilizar tecnologias de informação e comunicação, onde Baby Boomers e Tradicionalistas relataram obstáculos frequentes, com médias acima de 3,0, enquanto as gerações X, Y e Z apresentaram médias geralmente abaixo de 2,0. A falta de recursos ergonômicos e de espaço adequado em casa foram dificuldades moderadamente sentidas por todos, com médias entre 2,0 e 3,5, sugerindo que questões de infraestrutura física são desafios universais. Souza (2023) destaca que posturas inadequadas e estresse físico e psicológico são prejudiciais à vida do trabalhador, reforçando a necessidade de suporte institucional.

No âmbito das vantagens, a redução do gasto com transporte e a diminuição do tempo de deslocamento foram apontadas de forma consistente por todas as faixas etárias. Para as gerações Y e Z, esses fatores alcançaram médias de até 4,69, reforçando a valorização da economia e da otimização do tempo. O maior nível de concentração e a menor interrupção também foram considerados benefícios importantes, especialmente pela Geração Z e pelos Baby Boomers, que percebem o ambiente doméstico como propício à produtividade focada. A flexibilidade de horário foi vista como uma grande vantagem pelas gerações mais jovens, lideradas pela Geração Y, enquanto os Tradicionalistas deram pouca importância a esse aspecto, refletindo o costume com rotinas fixas e modelos tradicionais de trabalho. A percepção de que os recursos ergonômicos não são uma vantagem do trabalho remoto, com médias abaixo de 3,0, indica que os profissionais arcam com esses custos e não consideram o ambiente doméstico naturalmente ideal.

As desvantagens mais acentuadas para os Tradicionalistas foram a falta de contato direto com outras pessoas e com a própria instituição, com médias de 4,67 e 4,33. A possibilidade de realizar atividades além do horário determinado também foi vista como um ponto negativo significativo por essa geração. Já as gerações mais jovens, embora sintam a falta de contato social, veem isso como um problema menos extremo, preocupando-se mais com a sobrecarga de trabalho e a dificuldade em separar os espaços profissional e doméstico. A Geração X destacou-se pela preocupação com a diminuição das possibilidades de ascensão profissional. Rodrigues (2019) já havia apontado que a ausência de contato físico dificulta a troca de experiências e conhecimentos entre colegas. Rocha (2018) reforça que o trabalho remoto era um tema em expansão antes mesmo da crise sanitária. A pesquisa indicou que apenas 21,43% dos respondentes receberam cursos de capacitação da instituição para o uso de tecnologias, enquanto 78,57% nunca receberam tal treinamento. No estudo de Zagati (2022), 82% dos participantes também não haviam realizado capacitação. Apesar dos desafios, a maioria dos entrevistados considerou viável a adesão ao trabalho remoto, em concordância com Baccili e Cruz (2021). A análise por gerações mostrou que, quanto mais jovem o grupo, maior a tendência de aprovação, evidenciando que a falta de treinamentos afeta desproporcionalmente os mais velhos, enquanto os mais jovens se adaptam melhor aos avanços tecnológicos (Magano et al., 2020).

Conclui-se que o objetivo foi atingido, uma vez que se identificou que as gerações mais jovens, como Y e Z, possuem maior adaptabilidade e preferência pelo trabalho remoto, valorizando a economia de tempo e a flexibilidade, enquanto as gerações mais experientes, como Baby Boomers e Tradicionalistas, enfrentam barreiras significativas relacionadas à carência de treinamento tecnológico e à falta de interação social presencial. A investigação demonstrou que a ausência de suporte ergonômico adequado e a falta de capacitação institucional em tecnologias de informação e comunicação são os principais pontos de atrito para os profissionais mais velhos, o que demanda das empresas do setor farmacêutico o planejamento de modelos híbridos ou remotos que incluam programas de mentoria intergeracional, fornecimento de equipamentos em conformidade com as normas de saúde e estratégias de integração que mitiguem o isolamento social, garantindo que a transição digital seja inclusiva e produtiva para todos os colaboradores, independentemente da faixa etária.

Referências Bibliográficas:

Araújo, T. S. 2020. Universidade em tempos de pandemia: um estudo sobre os impactos da adoção do teletrabalho na percepção de servidores públicos. Dissertação de mestrado. Natal/RN.

Baccili, S.; Cruz, N. J. T. 2021. Virtualização do trabalho durante a pandemia do COVID 19: avaliação da experiência dos servidores de uma instituição federal de ensino superior. Florianópolis/SC 11: 01-15.

Brizante J. N. F. 2021. Teletrabalho no serviço público: estudo de caso em um campus do Instituto Federal de Educação de São Paulo. Dissertação de Mestrado em Gestão de Organizações e Sistemas Públicos da Universidade Federal de São Carlos. São Carlos/SP.

Dourado, S. P. da C. 2020. A pandemia de COVID-19 e a conversão de idosos em “grupo de risco”. Cadernos De Campo (São Paulo – 1991), 29(supl), 153-162. Disponível em: < http://revistas.usp.br/cadernosdecampo/article/view/169970 >. Acesso em 31 mar. 2025.

Goes, Geraldo S.; Martins, Felipe S.; Nascimento, José A. S. 2020. Nota Técnica: potencial de teletrabalho na pandemia: um retrato no Brasil e no mundo. Carta de Conjuntura, n. 47. Disponível em: <https://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/conjuntura/200608_nt_cc47_teletrabalho.PDF>. Acesso em 31 mar. 2025.

Grubb, Valerie M. Conflito de gerações: desafios e estratégias para gerenciar quatro gerações no ambiente de trabalho. São Paulo: Autêntica Business, 2018. E-book. p.8. ISBN 9788551304051. Disponível em: https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788551304051/. Acesso em: 26 set. 2025.

Hair, Joseph F. Jr. 2009. Análise multivariada de dados (recurso eletrônico). Tradução Adonai Schlup Sant’Anna. – 6. Ed. – Dados eletrônicos. – Porto Alegre/RS. Editora Bookman. Disponível em <http://ia903108.us.archive.org/33/items/kupdf.net_hair-j-f-anaacutelise-multivariada-de-dados-6ordf-ediccedilatildeopdf/kupdf.net_hair-j-f-anaacutelise-multivariada-de-dados-6ordf-ediccedilatildeopdf.pdf>. Acesso em 15 jun. 2025.

Lakatos, Eva Maria; Marconi, Marina de Andrade 2003. Fundamentos de metodologia científica. 5. ed. Atlas. São Paulo/SP.

Magano, J.; Silva, C.; Figueiredo, C.; Vitória, A.; Nogueira, T.; Pimenta Dinis, M.A. 2020. Generation Z: Fitting project management soft skills competencies. A Mixed-Method approach. Education Sciences, v. 10, n. 7: 187. Disponível em: <https://www.mdpi.com/2227-7102/10/7/187>. Acesso em: 31 mai. 2025.

Martins, Alef Augusto 2024. A flexibilização, a reforma trabalhista e o teletrabalho sob a COVID-19: uma reflexão histórica e teórica. UNIFESP. Guarulhos/SP. Disponível em: <https://repositorio.unifesp.br/items/4b713ce3-dc24-4ced-b145-30655d142a06>. Acesso em: 31 mar. 2025.

Mendes, R. A. O.; Oliveira, L. C. D.; Veiga, A. G. B. 2020. A viabilidade do teletrabalho na administração pública brasileira. Brazilian Journal of Development. Disponível em: https://www.brazilianjournals.com/index.php/BRJD/article/view/7725/6698. Acesso em 31 mai. 2025.

Raymundo TM, Santana CS 2019. Specific ICT training of older Brazilian workers. Gerontechnology. 18(3): 168-179. Disponível em: <https://doi.org/10.4017/gt.2019.18.3.004.00>. Acesso em 12 jun. 2025.

Rocha, C. T. M.; Amador, F. S. 2018. O teletrabalho: conceituação e questões para análise. Cad. EBAPE.BR, Rio de Janeiro/RJ, v. 16, n. 1: 152-162. Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679-39512018000100152&lng=en&nrm=iso. Acesso em 31 mai. 2025.

Rodrigues, I. M. S. 2019. Trabalho remoto: tecnologias e adaptações no trabalho e o cômputo das horas. Centro Universitário São Lucas. Ji-Paraná/RO: 01-25.

Souza, S.R.R.K. 2003. A rotatividade e as condições de trabalho dos profissionais de enfermagem: um enfoque da ergonomia. Dissertação (mestrado). Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Florianópolis/SC.

Westerman, J. W.; Yamamura, J. H. 2007. Generational preferences for work environment fit: effects on employee outcomes. Career Development International, v. 12, n. 2: 150-161. Disponível em: <https://psycnet.apa.org/record/2007-07534-003>. Acesso em: 31 mai. 2025.

Zagati, Suzana da Silva 2022. Trabalho remoto: análise sobre as características e percepções de técnicos administrativos atuantes durante a pandemia do novo coronavírus. Uberaba/MG. Disponível em: <http://bdtd.uftm.edu.br/handle/123456789/1254>. Acesso em 31 mai. 2025.

Resumo executivo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso da Especialização em Gestão de Negócios do MBA USP/Esalq

Para saber mais sobre o curso, clique aqui e acesse a plataforma MBX Academy

Quem editou este artigo

Mais recentes

Você também pode gostar

Quer ficar por dentro das nossas últimas publicações? Inscreva-se em nossa newsletter!

Receba conteúdos e fique sempre atualizado sobre as novidades em gestão, liderança e carreira com a Revista E&S.

Ao preencher o formulário você está ciente de que podemos enviar comunicações e conteúdos da Revista E&S. Confira nossa Política de Privacidade