15 de maio de 2026
Liderança e Desempenho de Vendas no Agronegócio
Rúbia Jordana Alves Silva; Luís Filippe Serpe
Resumo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.
O agronegócio desempenha um papel fundamental na economia brasileira, representando uma parcela expressiva do Produto Interno Bruto e gerando milhões de empregos diretos e indiretos. Dentro desse contexto, as equipes de vendas ocupam uma posição estratégica para alavancar resultados e promover o relacionamento com produtores rurais, cooperativas e demais agentes da cadeia produtiva. A dinâmica comercial no setor agrícola é marcada por fatores como sazonalidade, complexidade técnica dos produtos e serviços ofertados, além de constantes variações de mercado. Essa conjuntura evidencia a necessidade de líderes capacitados para gerenciar e motivar as equipes de vendas, que atuam em um ambiente altamente competitivo e em constante transformação. A liderança envolve a capacidade de conduzir indivíduos e grupos em direção a objetivos comuns, criando um ambiente favorável ao desenvolvimento das potencialidades de cada membro (Kotter, 2023). No âmbito das vendas, essa competência se torna ainda mais relevante, pois o alcance das metas comerciais depende tanto do conhecimento técnico dos profissionais quanto de sua motivação e engajamento (Lafley e Charan, 2008). Assim, líderes de vendas eficazes tendem a empregar práticas que conciliam acompanhamento de metas, feedback contínuo e incentivos adequados, considerando as particularidades do setor agrícola, como a necessidade de constante atualização quanto a tecnologias e inovações no campo (Chiavenato, 2014). A relevância dessa temática reside nos desafios práticos enfrentados por empresas do agronegócio, como cooperativas, revendas de insumos e agroindústrias, que atuam em um mercado altamente competitivo, marcado por sazonalidade, variações de preços, exigências logísticas e clientes cada vez mais informados. Nessas organizações, a ausência de lideranças preparadas compromete não apenas a motivação e o engajamento das equipes de vendas, mas também a capacidade de estruturar processos eficientes e tomar decisões rápidas diante de imprevistos climáticos, econômicos ou de mercado, resultando em perda de contratos e redução da competitividade. Investigar a influência dos estilos e práticas de liderança sobre o desempenho comercial das equipes torna-se fundamental para subsidiar a adoção de modelos de gestão mais eficazes, capazes de fortalecer os resultados, fidelizar clientes e sustentar a competitividade do setor. A estratégia de análise permite compreender, em profundidade, as práticas cotidianas, os estilos de liderança percebidos e os impactos gerados na motivação, no engajamento e no desempenho de indivíduos que atuam, direta ou indiretamente, nas vendas do setor. Ao evidenciar como a liderança pode contribuir para a melhoria dos processos comerciais, busca-se oferecer subsídios relevantes para o fortalecimento da competitividade do agronegócio no cenário nacional e internacional. O cerne da investigação reside em compreender como diferentes estilos e práticas de liderança impactam o engajamento dos profissionais e estudantes da área, bem como os resultados alcançados nas atividades comerciais do agronegócio.
A presente investigação caracteriza-se como uma pesquisa de natureza qualitativa, de caráter exploratório e descritivo com potencial de aplicação prática, cujo objetivo central é compreender de que forma a liderança influencia o desempenho de equipes de vendas no contexto do agronegócio (Yin, 2016). A abordagem qualitativa é adequada para estudos que visam analisar percepções, interpretações e significados atribuídos pelos participantes a fenômenos sociais, como é o caso da liderança em ambientes comerciais (Thiollent, 2011). Para a coleta de dados, utilizou-se um questionário estruturado com perguntas fechadas, disponibilizado por meio da plataforma Google Forms entre os meses de maio e junho de 2025. O instrumento de coleta foi composto por cinco perguntas objetivas criteriosamente elaboradas para abranger as dimensões fundamentais da gestão de vendas. A primeira dimensão focou nas práticas de liderança e sua percepção imediata no cotidiano operacional. A segunda dimensão abordou os vetores de motivação e engajamento, buscando identificar o que realmente mobiliza a força de vendas no campo. A terceira dimensão avaliou a percepção de impacto direto nos resultados comerciais, enquanto a quarta dimensão explorou a adaptabilidade estratégica frente às oscilações do mercado agrícola. Por fim, a quinta dimensão buscou identificar as características mais valorizadas em um líder dentro do ecossistema do agronegócio. A escolha por perguntas fechadas visou garantir maior uniformidade nas respostas e facilitar a organização dos dados para análise estatística descritiva e qualitativa. Os participantes da pesquisa foram selecionados por amostragem intencional, buscando-se alcançar profissionais atuantes no setor agronegócio com experiência ou vivência em equipes comerciais. A divulgação do formulário ocorreu por meio de redes sociais, grupos profissionais e contatos diretos, priorizando o alcance a diferentes perfis do segmento agrícola, desde o nível técnico até a gestão superior. Ao todo, participaram da pesquisa 28 respondentes. Os dados obtidos foram organizados de forma descritiva, possibilitando identificar tendências e padrões nas respostas fornecidas. A análise buscou compreender as percepções sobre práticas de liderança, motivação, engajamento e resultados comerciais, relacionando essas informações com o referencial teórico adotado. O anonimato dos participantes foi rigorosamente assegurado, sem a coleta de dados pessoais identificáveis, garantindo o uso exclusivo das informações para fins acadêmicos. A análise dos resultados não se restringiu à apresentação estatística das frequências, mas foi complementada pela discussão crítica à luz de estudos prévios, de forma a evidenciar convergências e divergências em relação às práticas de liderança observadas no agronegócio. Esse procedimento permitiu compreender não apenas a percepção dos participantes, mas também a forma como essas percepções dialogaram com os referenciais teóricos utilizados, possibilitando identificar implicações práticas para a gestão de equipes de vendas. Por tratar-se de uma pesquisa qualitativa, os resultados obtidos possuem caráter interpretativo e contextual, refletindo as percepções dos participantes no momento da coleta, oferecendo reflexões relevantes que podem subsidiar futuras investigações e práticas de gestão em vendas no agronegócio. O detalhamento do processo operacional de coleta envolveu a validação prévia das perguntas para evitar ambiguidades, garantindo que termos técnicos do setor fossem empregados corretamente para facilitar a compreensão dos respondentes.
A análise dos dados revela que a maioria dos participantes é do sexo masculino, representando 75% da amostra, o que reflete uma característica comum no ramo do agronegócio, ainda predominantemente ocupado por homens. Esse dado é relevante pois pode influenciar nas dinâmicas de liderança e gestão de equipes, considerando aspectos socioculturais e estilos de liderança mais comuns entre os gêneros. O gênero exerce influência significativa nas relações estabelecidas no ambiente profissional, geralmente beneficiando os homens e desfavorecendo as mulheres, sendo o agronegócio um dos setores nos quais a predominância masculina é mais evidente (Hirata e Kergoat, 2020). Pesquisas que analisaram a trajetória de mulheres formadas em Agronomia evidenciaram a presença de desigualdades de gênero nesse contexto, o que reforça a necessidade de políticas de inclusão e diversidade na liderança (Szöllösi e Dias, 2017). A amostra apresentou forte aderência ao público-alvo, com 100% dos respondentes atuando ou estudando no segmento do agronegócio, sendo 75% profissionais da área, 17,9% estudantes e 7,1% produtores rurais. Para compreender as complexidades do setor, é essencial vivenciar suas práticas no dia a dia, o que confere grande relevância às percepções dos participantes envolvidos (Rosario, 2024). As mudanças ocorridas no meio rural brasileiro têm originado novos perfis de atuação profissional, o que torna ainda mais pertinente considerar a visão de quem vivencia essa realidade em sua rotina (Buainain et al., 2014). Quanto ao impacto da liderança nas operações, 42,9% dos respondentes indicaram que a organização do trabalho é o fator mais afetado, seguida pela agilidade nas decisões com 35,7%. A motivação aparece em terceiro lugar com 17,9%, sugerindo que, embora importante, é menos priorizada em comparação à estrutura e à operacionalidade. Esses resultados estão alinhados com a necessidade de uma liderança com perfil proativo na organização das atividades e na adaptação rápida frente às exigências do mercado, característica especialmente relevante em cadeias produtivas de alta dinamicidade, como as do setor agroindustrial (Abreu, 2019). A organização do trabalho apresenta-se como uma dimensão central para o bom desempenho das equipes de vendas, ao proporcionar definição clara de funções, metas bem estabelecidas e maior eficiência nos processos internos. Já a rapidez nas tomadas de decisão está intimamente ligada ao nível de autonomia concedido pelos gestores, fator-chave para a eficiência comercial em contextos marcados por alta competitividade e variações sazonais (Alexandre e Morais, 2021). A habilidade de decidir com agilidade contribui diretamente para a negociação, o fechamento de contratos e o atendimento ao cliente. A motivação, embora reconhecida, não ocupa posição de destaque imediato frente à organização e à agilidade decisória, o que difere parcialmente de visões que consideram a motivação como elemento central da liderança em vendas (Coimbra, 2023). Essa discrepância pode estar associada às particularidades do segmento agronegócio, onde desafios relacionados à logística, ao gerenciamento do tempo e à cobertura territorial demandam maior foco inicial na estruturação organizacional.
A percepção sobre o impacto da liderança nos resultados de vendas é contundente: 92,9% dos participantes afirmam que a liderança influencia muito os resultados comerciais. Esse achado confirma que líderes devidamente capacitados costumam fomentar ambientes mais favoráveis ao alto desempenho, especialmente por meio de comunicação eficiente, definição clara de objetivos e retorno contínuo às equipes (Santos, 2024). No cenário do agronegócio, caracterizado por negociações desafiadoras e mercados instáveis, o papel da liderança torna-se ainda mais estratégico, exigindo que gestores competentes demonstrem habilidade para ajustar suas abordagens, fortalecer a confiança interna e manter a equipe engajada, mesmo frente a obstáculos operacionais e condições climáticas adversas (Oliveira et al., 2024). O líder é visto como alguém que vai além da mera coordenação de tarefas, influenciando diretamente a motivação, o engajamento e o rendimento do grupo (Chiavenato, 2014). No contexto comercial do agronegócio, isso se reflete em decisões mais rápidas, maior alinhamento com as metas institucionais e uma resposta mais ágil às exigências dos clientes. Uma liderança estratégica, baseada em habilidades interpessoais e em uma compreensão ampla do sistema, representa um diferencial competitivo. Investir na capacitação de líderes que conheçam profundamente as particularidades do agronegócio é fundamental para alcançar resultados sustentáveis e eficazes nas operações comerciais. Sobre a influência da liderança na melhoria dos resultados da equipe, observou-se unanimidade entre os participantes, com 100% de respostas positivas. Embora esse resultado reforce a importância da liderança, é necessário reconhecer uma possível fragilidade metodológica, pois a questão tende a induzir respostas afirmativas, o que deve ser considerado na interpretação dos achados. Gestores com postura participativa e foco em resultados costumam estimular maior comprometimento e unidade entre os membros da equipe, o que contribui para o fortalecimento de práticas comerciais eficazes (Alves et al., 2023). A adoção de modelos de liderança eficazes no contexto do agronegócio tem se mostrado uma alternativa promissora para elevar os índices de produtividade em ambientes de alta competitividade (Thiago et al., 2020). A principal característica esperada de um líder eficaz, segundo 57,1% dos respondentes, é a capacidade de adaptar estratégias conforme as mudanças do mercado. A motivação e o reconhecimento do desempenho aparecem com 32,1%, enquanto o fornecimento de treinamento constante e a adaptação para atender o cliente somam percentuais menores. O ambiente do agronegócio exige lideranças com capacidade de resposta rápida e adaptação estratégica às condições em constante mudança (Moraes et al., 2021). Ainda que o estímulo das equipes seja importante, ele se mostra secundário frente à exigência de uma liderança dinâmica e voltada para resultados diante dos desafios externos (Souza e Oliveira, 2020). Há uma maior valorização das competências voltadas à obtenção de desempenho efetivo por meio de decisões assertivas, em detrimento de um foco exclusivo em aspectos emocionais ou de relacionamento interpessoal. Em segmentos marcados por elevada concorrência e demanda por desempenho, o líder é mais reconhecido por sua aptidão em lidar com cenários incertos do que por sua capacidade de promover conforto emocional aos colaboradores (Silva e Ferreira, 2019). O tipo de liderança mais apreciado é aquele que consegue alinhar o engajamento da equipe a uma postura estratégica, ágil e direcionada ao mercado. O sucesso comercial no agronegócio está fortemente associado a lideranças capazes de unir visão estratégica, agilidade nas decisões e organização eficiente das atividades. A disseminação de práticas já consolidadas e a capacitação contínua de gestores despontam como caminhos essenciais para fortalecer o desempenho das equipes e garantir vantagem competitiva sustentável. A liderança no agronegócio é percebida como um elemento multifacetado, que integra aspectos técnicos, estratégicos e interpessoais, exigindo equilíbrio entre foco operacional, capacidade adaptativa e gestão de pessoas.
Conclui-se que o objetivo foi atingido, uma vez que se evidenciou a valorização de características como organização do trabalho, agilidade na tomada de decisões e adaptabilidade estratégica, superando a motivação como prioridade imediata nas equipes de vendas do agronegócio. A liderança exerce um papel decisivo no desempenho comercial, atuando como um articulador estratégico capaz de alinhar objetivos e estruturar processos diante da sazonalidade e das complexidades logísticas do setor. A preferência por líderes que priorizam a adaptação estratégica reflete as demandas de um mercado marcado por instabilidades climáticas e econômicas, onde a rapidez decisória é um diferencial competitivo. Embora a amostra reduzida limite a generalização, os dados indicam que investir na formação de líderes que compreendam a realidade do campo e possuam visão de mercado ampliada é fundamental para sustentar resultados e fortalecer a posição das empresas no cenário nacional e internacional. Sugere-se que futuras investigações ampliem o escopo amostral e utilizem métodos qualitativos complementares para aprofundar a compreensão sobre os estilos de gestão que melhor respondem aos desafios específicos das diferentes regiões produtivas do Brasil.
Referências Bibliográficas:
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Resumo executivo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso da Especialização em Gestão de Vendas do MBA USP/Esalq
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