Resumo Executivo

31 de março de 2026

Just in Time na infraestrutura viária: eficiência e custos

Anna Eduarda Rocha Madureira; Beatriz Cristina de Freitas

Resumo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.

A construção civil caracteriza-se como um setor fundamental para o desenvolvimento econômico brasileiro, exercendo um papel estratégico na composição do Produto Interno Bruto e na manutenção de elevados índices de empregabilidade (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, 2021). Entretanto, a relevância macroeconômica do segmento contrasta com desafios operacionais históricos, marcados por baixos índices de produtividade, desperdícios acentuados de insumos e falhas recorrentes na gestão logística que culminam no descumprimento sistemático de cronogramas (Silva, 2021). O modelo tradicional de planejamento, frequentemente adotado em canteiros de obras, baseia-se em práticas pouco inovadoras e carece de alinhamento com princípios modernos de eficiência produtiva. Essa estagnação metodológica resulta em elevação descontrolada de custos e perda de competitividade, entregando empreendimentos com qualidade técnica muitas vezes comprometida (Boeriz e Filho, 2022). Nesse cenário, a busca por metodologias derivadas da filosofia Lean Construction surge como uma alternativa viável para mitigar ineficiências, propondo a eliminação rigorosa de atividades que não agregam valor ao produto final e a otimização contínua dos processos construtivos (Hengen et al., 2023).

Dentro do arcabouço teórico do Lean Construction, o conceito de Just in Time destaca-se como um pilar essencial para a racionalização da produção. A premissa fundamental dessa prática consiste na produção, transporte e utilização de insumos estritamente no momento em que são necessários, o que permite a redução drástica de estoques intermediários e a simplificação da gestão de suprimentos (Santos e Vasconcelos, 2021). Embora a difusão dessas práticas tenha avançado no Brasil, observa-se ainda uma lacuna significativa na aplicação sistemática do modelo em obras de infraestrutura viária, especialmente no que tange à comprovação empírica de benefícios quantitativos relacionados a custos e prazos (Lohn e Martins, 2021). A validação da efetividade do modelo em contextos reais de engenharia pesada é crucial, visto que a ausência de dados práticos limita a aceitação da metodologia por empresas do setor, que muitas vezes hesitam em abandonar métodos convencionais por receio de instabilidades operacionais (Câmara Brasileira da Indústria da Construção, 2022). Portanto, a análise detalhada da aplicação desses conceitos em obras de artes especiais e infraestrutura viária torna-se necessária para fundamentar a transição para modelos de gestão mais enxutos e eficientes.

A fundamentação teórica que sustenta a aplicação do Just in Time na construção civil repousa na capacidade de sincronizar o fluxo de materiais com o ritmo de execução das frentes de serviço. Ao contrário do modelo tradicional, que preconiza a estocagem antecipada como forma de proteção contra incertezas, o modelo enxuto foca na previsibilidade e na confiabilidade dos processos (Santos e Gravatá, 2024). Em obras de infraestrutura, onde as distâncias geográficas entre os pontos de aplicação podem ser extensas, a logística assume um papel preponderante no custo final. A gestão de estoques, quando realizada de forma descentralizada e sem planejamento rigoroso, gera custos ocultos relacionados à movimentação excessiva, perdas por manuseio e ocupação desnecessária de áreas de canteiro. A implementação de uma lógica de fluxo contínuo exige uma mudança de paradigma na relação com fornecedores e na programação interna das atividades, garantindo que cada etapa receba apenas o necessário para a continuidade imediata do trabalho.

O delineamento metodológico adotado para a investigação do fenômeno baseia-se em uma abordagem exploratória e descritiva, utilizando o estudo de caso como ferramenta central de análise. A pesquisa exploratória permite estabelecer um vínculo estreito com o problema de gestão, auxiliando na formulação de hipóteses sobre a eficiência produtiva, enquanto a pesquisa descritiva detalha as variáveis observadas sem a manipulação direta do objeto (Cesario, 2020). O estudo de caso, por sua vez, proporciona uma investigação profunda de fatos inseridos em seu contexto real, permitindo a compreensão detalhada das dinâmicas operacionais de uma obra de infraestrutura de grande porte. A combinação dessas abordagens é comum em estudos de gestão de projetos, pois oferece uma visão sistêmica e objetiva do desempenho organizacional.

O cenário analisado compreende a linha de produção de pré-armação de uma obra de infraestrutura viária localizada na Grande Florianópolis. O processo de coleta de dados envolveu o levantamento minucioso de informações orçamentárias e executivas, confrontando o planejamento inicial com os resultados obtidos após a implementação da metodologia Just in Time. Para garantir a precisão da análise, os dados foram tratados de maneira quantitativa, focando em índices de desempenho que permitem a mensuração objetiva de desvios. O controle foi estruturado a partir de composições de preços unitários que englobam equipamentos, mão de obra, materiais, atividades auxiliares, tempo fixo e transporte. O cruzamento dessas informações permitiu a geração do Índice de Desempenho de Custos e do Índice de Desempenho de Prazos, métricas fundamentais para o monitoramento da saúde financeira e cronológica do projeto.

A técnica de Gerenciamento do Valor Agregado foi a base para o monitoramento do progresso da obra. Nessa metodologia, o Valor Agregado representa o valor do trabalho efetivamente realizado em relação ao orçamento autorizado para aquele período (Project Management Institute, 2021). O Índice de Desempenho de Custos é calculado pela razão entre o Valor Agregado e o Custo Real incorrido, indicando a eficiência financeira da execução. Já o Índice de Desempenho de Prazos resulta da comparação entre o Valor Agregado e o Valor Planejado, medindo a aderência ao cronograma original. Para a operacionalização desses cálculos, elaborou-se uma planilha eletrônica detalhada onde foram inseridos os valores contratuais distribuídos ao longo do horizonte executivo previsto. As medições foram realizadas mensalmente, considerando ciclos de 30 dias de forma cumulativa, o que permitiu identificar tendências e variações ao longo do tempo.

O detalhamento dos procedimentos operacionais incluiu a análise das etapas de fornecimento, preparo e colocação de armaduras em aço CA-50. No modelo inicial, o orçamento previa a aquisição de aço cortado e dobrado diretamente de fornecedores externos. A análise metodológica exigiu a decomposição desse custo unitário para entender o impacto de cada variável, como o custo horário de ajudantes e armadores, o preço do kg do aço e do arame recozido, além das despesas com locação de espaços para armazenamento e logística de transporte. A coleta de dados documentais garantiu a confiabilidade das informações, eliminando riscos éticos e assegurando que a análise refletisse a realidade técnica do canteiro (Trindade e Souza, 2023). A abordagem sistemática e replicável permitiu identificar com clareza os pontos de estrangulamento que prejudicavam o desempenho antes da mudança metodológica (Reinbold et al., 2025).

A obra em questão apresentava uma extensão linear de 15 km, com um prazo de execução estipulado em 12 meses, iniciado em agosto de 2023. O escopo abrangia a construção de diversas obras de artes especiais, incluindo pontes e viadutos em variados estágios, desde a fundação até o acabamento final. No modelo tradicional de gestão adotado nos primeiros cinco meses, a estratégia de suprimentos baseava-se na compra de aço cortado e dobrado de fábrica. Embora o preço de aquisição inicial parecesse vantajoso, o prazo de entrega médio de 45 dias e os atrasos constantes geravam uma instabilidade crítica. Para mitigar o risco de paralisação das frentes de serviço, a gestão optava por realizar pedidos com grande antecedência, o que resultava na necessidade de manter 12 áreas distintas de estoque ao longo do trecho da obra. Essa descentralização forçada elevava os custos logísticos, pois exigia um transporte interno adicional do estoque até o ponto exato de aplicação, muitas vezes realizado de forma desordenada e sem uma rota otimizada (Bento, 2024).

A análise dos dados dos primeiros cinco meses revelou um cenário preocupante em termos de eficiência de custos. Enquanto o Índice de Desempenho de Prazos se mantinha próximo a 1,00 devido ao adiantamento excessivo de materiais, o Índice de Desempenho de Custos apresentava valores extremamente baixos, variando de 0,14 em setembro de 2023 a 0,60 em dezembro do mesmo ano. Esse fenômeno ocorria porque o desembolso financeiro para a compra antecipada de aço superava em muito o valor do trabalho efetivamente realizado, causando danos severos ao fluxo de caixa da empresa. A tendência de custos superiores ao previsto nas fases iniciais é um desafio comum em obras de grande porte, onde o planejamento original frequentemente subestima a complexidade operacional e os riscos logísticos (Mirda e Calahorra-Jimenez, 2025; Oliveira, 2021).

Diante da necessidade de reverter esse quadro, a alternativa adotada foi a implementação da metodologia Just in Time a partir de janeiro de 2024. A mudança estrutural consistiu na criação de um pátio central de corte e dobra de aço localizado estrategicamente no eixo do trecho da obra. Com essa centralização, instituiu-se um cronograma rigoroso de controle prévio e uma programação de entregas de aço bruto em ciclos quinzenais. Essa estratégia permitiu reduzir o estoque de material para apenas o volume necessário para o consumo dos 15 dias subsequentes, eliminando a necessidade das 12 áreas de estocagem anteriores e concentrando toda a logística em um único ponto. A redução da infraestrutura de apoio resultou em economia direta com locação de espaços e vigilância, além de permitir um controle visual mais efetivo das tarefas (Santos, 2024).

A logística interna também foi profundamente reestruturada com a adoção do modelo centralizado. A rota de entrega do material processado passou a seguir a sequência lógica do trajeto da obra, o que permitiu reduzir pela metade a quantidade de caminhões de grande porte necessários para o transporte interno. No modelo anterior, a desorganização das entregas e a multiplicidade de pontos de estoque geravam um movimento errático de veículos, aumentando o consumo de combustível e o tempo de ciclo de transporte. Com a centralização, o transporte tornou-se uma atividade planejada, integrada ao ritmo de montagem das armaduras nas pontes e viadutos. Essa integração entre planejamento e execução é um dos pilares para a redução de desperdícios e aumento da produtividade em canteiros (Costa, 2024).

Os resultados financeiros da mudança foram imediatos e expressivos. Mesmo com os custos adicionais decorrentes da instalação de máquinas de corte e dobra e da contratação de uma equipe própria para a operação da central de armação, o valor do preço unitário do aço foi reduzido. A composição de custos revelou que o valor por kg de aço, que era de R$ 12,81 no modelo externo, caiu para R$ 12,51 com a produção interna sob a lógica Just in Time. Essa redução de R$ 0,30 por kg pode parecer pequena isoladamente, mas ao ser aplicada ao volume total de aço do contrato, resultou em uma economia de R$ 522.803,82, representando uma redução de 1,85% nos custos previstos para as atividades de fornecimento, corte, dobra e montagem.

A análise dos índices de desempenho após a implantação do Just in Time confirmou a eficácia da metodologia. Já no primeiro mês de operação da central única, em janeiro de 2024, o Índice de Desempenho de Custos saltou para 1,01, mantendo-se estável e superior a 1,00 nos meses seguintes, atingindo 1,02 em julho de 2024. Simultaneamente, o Índice de Desempenho de Prazos permaneceu em níveis adequados, oscilando entre 0,98 e 1,00, o que demonstra que a redução de estoques não comprometeu o ritmo de execução da obra. A estabilização desses indicadores é coerente com evidências teóricas que apontam que o Just in Time auxilia na racionalização das entregas e no sincronismo entre suprimentos e produção, simplificando a gestão logística e reduzindo estoques desnecessários (Santos e Vasconcelos, 2021).

A aplicação dos princípios de controle de perdas de insumos reflete-se diretamente na melhoria da eficiência global do canteiro. Estudos anteriores já haviam verificado que a adoção de práticas enxutas reduz perdas de produtividade e melhora a qualidade final do produto (Hengen et al., 2023). No contexto brasileiro, a ausência de metodologias eficientes de gestão é um fator que acarreta baixa produtividade crônica, tornando a padronização de processos e a busca pela melhoria contínua elementos indispensáveis para a competitividade das empresas (Boeriz e Filho, 2022; Lohn e Martins, 2021). A experiência na obra da Grande Florianópolis reforça que a mitigação de problemas logísticos através do Just in Time é uma estratégia robusta para assegurar o equilíbrio entre custo e prazo, especialmente em períodos de instabilidade no fornecimento de materiais.

É importante ressaltar que a efetividade do modelo Just in Time depende de condições gerenciais sólidas, incluindo a seleção de fornecedores confiáveis e uma integração profunda entre os agentes envolvidos no projeto. A necessidade de maturidade na gestão é um fator determinante para o sucesso da implementação, visto que falhas na coordenação podem levar a interrupções na linha de produção (Cesario, 2020). No caso estudado, a centralização da produção permitiu um domínio maior sobre a montagem das estruturas, possibilitando uma execução sem interrupções e um desenvolvimento contínuo do fluxo de trabalho. O monitoramento contínuo por meio de indicadores de desempenho permitiu realizar ajustes precisos nos cronogramas, contribuindo para a redução de desvios e para a previsibilidade financeira (Moura, 2024).

A aplicação de técnicas de Lean Construction demonstra ser uma estratégia eficaz para minimizar desperdícios e aumentar a integração entre as equipes de planejamento e execução. Essa abordagem pode ser replicada em outros tipos de obras de infraestrutura que enfrentam desafios semelhantes de dispersão geográfica e complexidade logística (Reinbold et al., 2025). Contudo, a interpretação dos resultados deve considerar as limitações do estudo, que se baseou em dados documentais de uma obra específica. Fatores externos, como variações climáticas severas, mudanças em políticas regionais de suprimentos ou instabilidades macroeconômicas, podem influenciar os resultados e devem ser objeto de atenção em pesquisas futuras. A análise não incluiu variáveis climáticas detalhadas, que sabidamente impactam o ritmo de obras viárias e a logística de transporte em solo natural.

A transição do modelo de compra externa para a produção interna centralizada sob a lógica Just in Time provou ser o diferencial para a recuperação da saúde financeira do projeto. A redução do número de áreas de estoque de 12 para apenas uma não apenas diminuiu custos diretos, mas também reduziu a complexidade da gestão patrimonial e os riscos de extravio ou deterioração de materiais. A otimização do transporte interno, com rotas planejadas e redução da frota necessária, evidenciou que a eficiência logística é um componente vital da engenharia de custos. O domínio sobre o processo de corte e dobra permitiu que a obra respondesse com agilidade às demandas das frentes de serviço, garantindo que o aço chegasse ao local de aplicação exatamente quando necessário para a montagem.

A análise detalhada das obras de artes especiais, como as passagens inferiores e superiores e os viadutos distribuídos ao longo dos 15 km, mostrou que a padronização dos processos de armação facilitou a curva de aprendizado da mão de obra. Com a produção centralizada, os armadores e ajudantes puderam especializar-se em tarefas repetitivas dentro de um ambiente controlado, o que elevou a produtividade em comparação ao trabalho realizado de forma dispersa em múltiplos pontos da obra. Essa especialização, aliada ao fornecimento contínuo de material, eliminou tempos de espera e movimentações desnecessárias, que são considerados dois dos principais desperdícios na construção civil segundo a filosofia Lean.

Conclui-se que o objetivo foi atingido, uma vez que a aplicação da metodologia Just in Time na obra de infraestrutura viária na Grande Florianópolis demonstrou ser altamente eficaz na melhoria dos índices de desempenho de custo e prazo. A centralização do corte e dobra de aço, aliada à programação quinzenal de suprimentos, permitiu uma redução de 1,85% nos custos da atividade, gerando uma economia real de R$ 522.803,82 e elevando o Índice de Desempenho de Custos de patamares críticos para níveis de eficiência superiores a 1,00. A estratégia possibilitou a eliminação de múltiplas áreas de estoque e a otimização drástica do transporte interno, reduzindo desperdícios logísticos e garantindo a continuidade do fluxo produtivo sem comprometer o cronograma global. O estudo evidencia que a adoção de modelos de gestão enxutos é uma alternativa viável e lucrativa para mitigar as ineficiências históricas do setor de infraestrutura, proporcionando maior controle sobre os recursos e elevando a qualidade final dos empreendimentos.

Referências Bibliográficas:

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Resumo executivo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso de Especialização em Gestão de Projetos do MBA USP/Esalq

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