Artigo

28 de julho de 2026

Os impactos da diversidade cultural na gestão de projetos: Estudo de caso de uma multinacional chinesa no Brasil

Diego Da Silva Fernandes; Gleison De Souza

DOI: 10.22167/2675-6528-202600722

Artigo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.

Resumo

Em um cenário globalizado, marcado pela crescente internacionalização de empresas e pelo aumento das relações sino-brasileiras, a compreensão das diferenças culturais tornou-se crucial para o sucesso de projetos. Este estudo analisou os impactos da diversidade cultural na gestão de projetos, por meio de um estudo de caso em uma multinacional chinesa recém-instalada no Brasil. O objetivo foi mapear e analisar, sob a perspectiva da equipe brasileira, como a diversidade cultural influencia aspectos centrais da gestão de projetos, como comunicação, tomada de decisão, planejamento, execução e gestão de stakeholders. A metodologia empregou uma pesquisa qualitativa e descritiva, apoiada em revisão bibliográfica e estudo de caso. A coleta de dados realizou-se por meio de questionários e entrevistas com seis profissionais brasileiros do setor de engenharia, envolvidos em projetos multiculturais com equipes chinesas. Os dados foram analisados pela técnica de análise de conteúdo, com suporte de ferramentas de Inteligência Artificial para identificação de padrões. Os resultados indicaram que as diferenças culturais impactaram diretamente os processos de gestão de projetos, principalmente na comunicação, hierarquia, ritmo de trabalho e tomada de decisão. Apesar dos desafios iniciais, a maioria dos participantes percebeu a diversidade cultural como um fator positivo, desde que bem gerenciada. Concluiu-se que a gestão intercultural deve ser tratada como uma competência indispensável para gestores de projetos, sendo recomendada a adoção de práticas estruturadas de alinhamento cultural e o desenvolvimento de habilidades interculturais.

Palavras-chave: Equipes Multiculturais; Gestão Intercultural; Habilidades Interculturais.

1. Introdução

O cenário contemporâneo é marcado por uma crescente globalização e internacionalização das empresas, impulsionando um aumento significativo nas relações comerciais entre nações como China e Brasil. Nesse contexto, grandes corporações asiáticas têm buscado estabelecer-se no território brasileiro, muitas vezes como uma estratégia para mitigar barreiras comerciais e tarifárias. Dados do Conselho Empresarial Brasil China (CEBC), uma instituição bilateral sem fins lucrativos, revelam que somente no ano de 2022, empresas chinesas investiram em trinta e dois grandes projetos no Brasil, evidenciando a relevância desse fluxo de capital e expertise.

Nesse ambiente dinâmico, o sucesso de um projeto está intrinsecamente ligado à capacidade do gestor de adaptar seu estilo de liderança e comunicação ao contexto cultural em que o projeto é inserido. Conforme o Project Management Institute (PMI, 2021), a gestão de projetos transcende a mera aplicação de metodologias e ferramentas padronizadas. Em contextos de diversidade cultural, ou mesmo em organizações com subculturas internas distintas, o gerente de projetos deve ajustar sua forma de liderar, comunicar e tomar decisões. Isso implica compreender e considerar aspectos como o nível de formalidade nas interações, a percepção da hierarquia, a abertura ao diálogo e a tolerância a riscos, aumentando significativamente a efetividade da comunicação, o engajamento da equipe e, consequentemente, as chances de sucesso na entrega dos resultados do projeto.

A cultura organizacional exerce uma influência direta e profunda sobre a maneira como os projetos são concebidos, planejados, executados e controlados. Na perspectiva de Hofstede (2010), a cultura pode ser entendida como uma programação coletiva da mente que distingue os membros de um grupo ou nação de outros. No domínio da gestão de projetos, essas diferenças culturais impactam diretamente os estilos de liderança, os padrões de comunicação, os processos de tomada de decisão e a percepção de riscos. Kerzner (2017) ressalta que projetos conduzidos em ambientes internacionais apresentam uma complexidade acentuada, dada a necessidade de harmonizar valores culturais, sistemas de crenças e práticas de trabalho distintos. Assim, a competência técnica do gerente de projetos deve ser complementada por habilidades interpessoais e interculturais.

Considerando esse panorama, a cultura não pode ser subestimada no ambiente de gestão de projetos. Gestores e equipes que compreendem e valorizam as diferenças culturais podem alcançar resultados superiores em comparação com equipes homogêneas. Equipes de projeto que utilizam positivamente a diversidade cultural podem obter vantagens distintas, desde que consigam diferenciar problemas decorrentes de diferenças culturais de problemas baseados em desempenho. É fundamental, portanto, criar uma cultura de equipe onde as diferenças sejam tratadas de forma positiva e respeitosa (Kerzner, 2011).

Diante da crescente complexidade dos projetos multiculturais, torna-se essencial analisar os impactos da diversidade cultural na gestão de projetos. A problemática central não reside na diversidade em si, mas na ausência de planejamento e preparo adequados para lidar com ela desde as fases iniciais do projeto. A justificativa para esta pesquisa reside na necessidade de aprofundar a compreensão sobre como as diferenças culturais afetam processos críticos de gestão, como comunicação, hierarquia, ritmo de trabalho e tomada de decisão. A gestão intercultural, quando bem compreendida e administrada, deixa de ser um obstáculo e se transforma em um diferencial competitivo, sendo uma competência indispensável para gestores em ambientes cada vez mais globalizados.

Nesse contexto, o presente estudo foi conduzido por meio de um estudo de caso em uma multinacional de origem chinesa recentemente estabelecida no Brasil, que para fins de confidencialidade será referida como Empresa Xi. O objetivo deste estudo consiste em mapear e analisar, sob a perspectiva do time brasileiro, como a diversidade cultural impacta a gestão de projetos em uma empresa chinesa recém-instalada no Brasil.

2. Material e Métodos

A presente pesquisa caracterizou-se por sua natureza descritiva, buscando detalhar as características de populações e fenômenos específicos, conforme preconizado por Gil (2010). Adicionalmente, a abordagem metodológica adotada foi qualitativa, fundamentada na observação e análise sistemática dos fatos da realidade, sem interferência nos dados coletados (Campos, 2008). Essa escolha alinhou-se ao objetivo de compreender as percepções e experiências dos participantes sobre os impactos da diversidade cultural na gestão de projetos.

A estratégia de pesquisa empregou uma revisão bibliográfica abrangente e um estudo de caso. O estudo de caso foi selecionado por sua capacidade de investigar um fenômeno contemporâneo em seu contexto real, permitindo uma análise aprofundada (Gil, 2017; Yin, 2015; Miguel, 2007). A unidade de análise consistiu em uma multinacional de origem chinesa, recentemente estabelecida no Brasil, referida neste estudo como Empresa Xi, para preservar sua identidade e garantir a confidencialidade.

A população da pesquisa foi composta por profissionais brasileiros do setor de engenharia da Empresa Xi. A amostra incluiu seis participantes, representando aproximadamente 50% do quadro total do departamento de engenharia. Todos os participantes eram do sexo masculino, com formação superior em engenharia, e atuavam em funções diretamente relacionadas à liderança e execução de projetos multiculturais.

Os critérios de seleção dos participantes incluíram faixa etária entre 28 e 38 anos e tempo de empresa inferior a um ano. Essa composição da amostra permitiu capturar a perspectiva de profissionais com experiência recente na organização e em projetos com equipes chinesas, em um contexto cultural e organizacional ainda em fase inicial de consolidação no Brasil.

Para a coleta de dados, utilizaram-se dois instrumentos principais: um questionário estruturado e entrevistas semiestruturadas. O questionário foi elaborado para coletar informações iniciais e padronizadas, enquanto as entrevistas visaram aprofundar as respostas e explorar nuances das experiências dos participantes.

O questionário foi disponibilizado aos participantes por meio da plataforma “Google Forms” e permaneceu acessível por um período de uma semana. Após a coleta das respostas iniciais, foram agendados encontros individuais. As entrevistas semiestruturadas tiveram duração média de 30 minutos cada, permitindo um diálogo mais detalhado sobre os temas abordados.

O instrumento de pesquisa foi composto por sete questões abertas que abordaram aspectos como a importância da identificação de diferenças culturais na fase inicial de projetos, os principais impactos do trabalho em equipes multiculturais, a influência da diversidade no desempenho das atividades, a percepção sobre vantagens e desvantagens de equipes multiculturais, fatores fundamentais de sucesso, habilidades essenciais para líderes de projetos multiculturais e fatores comportamentais motivadores de colegas de outras culturas.

A coleta de dados ocorreu no período de 5 a 19 de dezembro de 2025. Após a consolidação das respostas, a análise dos dados foi realizada por meio da técnica de análise de conteúdo. Para auxiliar na identificação de recorrências temáticas e padrões nas percepções dos participantes, foram empregados recursos de Inteligência Artificial.

Em conformidade com os princípios éticos de pesquisa, a identidade da empresa estudada foi preservada, sendo referida como Empresa Xi. Similarmente, a participação dos profissionais foi voluntária e anônima, garantindo a confidencialidade das informações fornecidas e o respeito à privacidade dos envolvidos no estudo.

3. Resultados e Discussão

A pesquisa foi conduzida no período de 5 a 19 de dezembro de 2025, em uma multinacional chinesa que se destaca como líder mundial em seu segmento de produtos. A amostra do estudo foi composta por seis profissionais brasileiros, todos do sexo masculino, com formação em engenharia e atuação direta na gestão e execução de projetos. Os participantes possuíam idade entre 28 e 38 anos e contavam com menos de um ano de experiência na empresa, refletindo o contexto de uma organização recém-instalada no Brasil, em fase inicial de consolidação cultural e organizacional. Todos os profissionais interagiam diretamente com equipes chinesas em seus projetos.

A caracterização individual dos participantes da pesquisa revelou que todos eram do sexo masculino e possuíam formação em engenharia. As idades variaram entre 28 e 38 anos, com um tempo de empresa relativamente curto, entre seis e dez meses. Os cargos ocupados incluíam Engenheiro, Analista e Especialista, indicando uma atuação diversificada dentro do setor de engenharia da empresa. Essa homogeneidade na amostra, embora restritiva para generalizações, permitiu uma análise aprofundada das percepções de um grupo específico de profissionais brasileiros em um contexto multicultural desafiador, conforme detalhado em:

Participante

Gênero

Idade (Anos)

Tempo de Empresa (Meses)

Cargo/Função

A

Masculino

32

7

Engenheiro

B

Masculino

35

6

Analista

C

Masculino

28

10

Engenheiro

D

Masculino

31

9

Especialista

E

Masculino

38

6

Analista

F

Masculino

35

9

Engenheiro

Um dos achados mais significativos da pesquisa foi a concordância unânime dos entrevistados sobre a importância de identificar as diferenças culturais básicas dos integrantes da equipe logo na fase de iniciação do projeto, durante a definição do escopo. Todos os participantes, representando 100% da amostra, expressaram que o problema central não reside na diversidade cultural em si, mas na ausência de planejamento e preparo adequados para gerenciá-la desde o início. Essa percepção alinha-se à literatura que enfatiza a influência da cultura organizacional no sucesso dos projetos, como apontado por Carvalho (2015) e PMI (2021), sugerindo que a consideração das nuances culturais nas etapas iniciais pode mitigar riscos de comunicação e integração entre as partes interessadas, conforme ilustrado em:

Na sequência da análise, foram identificados os principais desafios que as diferenças culturais impõem à gestão de projetos, com base nas respostas dos participantes. A comunicação emergiu como o “gargalo” mais frequente, sendo apontada por 28% dos entrevistados como o principal impacto negativo. A hierarquia e os conflitos foram igualmente citados por 22% dos participantes cada um, consolidando-se como os três maiores desafios percebidos pela equipe brasileira. Esses resultados sublinham a complexidade das interações em ambientes multiculturais e a necessidade de estratégias específicas para cada uma dessas áreas, como demonstrado em?

A comunicação, de fato, revelou-se um dos elementos mais sensíveis em projetos internacionais. A cultura chinesa, caracterizada por ser de alto contexto, valoriza mensagens implícitas, a hierarquia e as relações de longo prazo, enquanto a cultura brasileira, de baixo contexto, tende à informalidade e flexibilidade comunicacional (Hofstede, 2010). Os brasileiros, por exemplo, buscam compreender o contexto e a importância das ações antes de executá-las, enquanto os chineses frequentemente priorizam a execução rápida, com menor foco nos motivos subjacentes. Essa distinção de estilos gera ruídos e mal-entendidos que afetam diretamente o fluxo de trabalho e a tomada de decisões.

A valorização da hierarquia na cultura chinesa é significativamente mais elevada em comparação com a brasileira. Estudos de Hofstede (2010) indicam que a China possui um índice de 80 na dimensão de Distância do Poder (Power Distance Index – PDI), refletindo uma forte centralização das decisões em posições de autoridade. Embora o Brasil também apresente um PDI elevado (69), demonstra uma maior inclinação à informalidade nas relações interpessoais e uma estrutura hierárquica menos rígida. Essa diferença cultural implica que profissionais chineses tendem a adotar posturas mais formais e a respeitar a autoridade de forma mais acentuada, enquanto os brasileiros buscam relações mais flexíveis, o que pode gerar atritos na dinâmica da gestão de projetos multiculturais, conforme observado por Trompenaars e Turner (2012)

Os conflitos, identificados como o terceiro maior desafio, são frequentemente atribuídos à falta de alinhamento cultural. Os entrevistados relataram que discussões e atrasos nos projetos muitas vezes decorrem de divergências culturais não gerenciadas adequadamente. Essa percepção reforça a ideia de que, embora a diversidade possa trazer benefícios, sua má gestão pode levar a impasses e ineficiências. A capacidade de mediar e resolver esses conflitos é, portanto, uma competência crucial para o sucesso de projetos em ambientes multiculturais, minimizando impactos negativos no desempenho da equipe e nos prazos de entrega.

Ao investigar as habilidades essenciais para um líder de projetos em equipes multiculturais, a adaptação e empatia foram as mais valorizadas, citadas por 67% dos participantes. Essa habilidade reflete a capacidade de compreender diferentes perspectivas culturais e ajustar comportamentos, sendo considerada o principal fator de eficácia na liderança intercultural. Em segundo lugar, a comunicação clara foi destacada por 50% dos entrevistados, enfatizando a necessidade de transmitir informações de forma objetiva para reduzir ambiguidades e ruídos. Os participantes ressaltaram que o líder deve atuar como um “tradutor” de expectativas entre as diferentes culturas, garantindo o entendimento mútuo, como evidenciado em:

A inteligência emocional e a mediação de conflitos foram apontadas por 33% dos participantes cada uma, como competências igualmente relevantes. A inteligência emocional é vista como fundamental para a manutenção de relações saudáveis e produtivas, permitindo que o líder gerencie suas próprias emoções e as da equipe em situações de estresse cultural. A mediação de conflitos, por sua vez, complementa as demais habilidades ao reconhecer que divergências são inerentes à diversidade cultural e que a capacidade de administrá-las é crucial para evitar que se tornem obstáculos intransponíveis para o progresso do projeto.

Em relação aos fatores comportamentais que os colegas chineses poderiam adotar para motivar os brasileiros, a flexibilidade hierárquica foi o aspecto mais desejado, mencionado por 72% dos participantes. A mente aberta foi citada por 50%, e a clareza nas explicações por 37%. Esses dados revelam uma clara diferença de expectativas na condução dos projetos: enquanto os brasileiros valorizam o diálogo, a abertura e a flexibilidade nas relações de trabalho, o modelo chinês é percebido como mais centrado na hierarquia e na rapidez da execução. Esse desalinhamento gera ruídos na comunicação e atrasos nas atividades, indicando que pequenas adaptações comportamentais poderiam melhorar significativamente o relacionamento intercultural e o desempenho dos projetos, conforme ilustrado em:

Os achados validam que aspectos comportamentais, especialmente aqueles relacionados à comunicação e ao exercício da autoridade, desempenham um papel relevante na dinâmica de equipes multiculturais. As diferenças culturais, quando não gerenciadas adequadamente, podem comprometer o desempenho dos projetos, como apontado por Müller e Turner (2004) e Anbari et al. (2010). A adoção de práticas mais flexíveis e empáticas, alinhadas ao contexto cultural, pode melhorar o alinhamento entre as partes, fortalecer o relacionamento interpessoal e contribuir positivamente para os resultados do projeto.

Em síntese, o estudo confirmou que a diversidade cultural tem um impacto direto na gestão de projetos da organização analisada, especialmente nos processos de comunicação, hierarquia, ritmo de trabalho e tomada de decisão. A pesquisa demonstrou que, embora a diversidade cultural apresente desafios iniciais, a maioria dos participantes a percebe como um fator positivo quando bem gerenciada. Concluiu-se que a gestão intercultural deve ser considerada uma competência indispensável para gestores de projetos em ambientes globalizados, exigindo a adoção de práticas estruturadas de alinhamento cultural e o desenvolvimento contínuo de habilidades interculturais para transformar potenciais obstáculos em diferenciais competitivos.

4. Conclusão

O presente estudo buscou mapear e analisar, sob a perspectiva da equipe brasileira, como a diversidade cultural influencia aspectos centrais da gestão de projetos em uma multinacional chinesa recém-instalada no Brasil. Verificou-se que as diferenças culturais impactam diretamente os processos de gestão de projetos, com a comunicação, a hierarquia e os conflitos emergindo como os principais desafios percebidos. Observou-se que a comunicação, em particular, constitui um gargalo significativo devido às distinções entre culturas de alto e baixo contexto, enquanto a valorização da hierarquia chinesa, mais acentuada que a brasileira, gera atritos na dinâmica de trabalho. Apesar desses desafios, a maioria dos participantes percebeu a diversidade cultural como um fator positivo quando bem gerenciada. A principal contribuição do estudo reside em demonstrar que a gestão intercultural é uma competência indispensável para gestores de projetos, exigindo a adoção de práticas estruturadas de alinhamento cultural e o desenvolvimento contínuo de habilidades interculturais para transformar potenciais obstáculos em diferenciais competitivos.

Contudo, este estudo apresenta limitações inerentes ao seu desenho metodológico. A amostra, restrita a seis profissionais brasileiros do setor de engenharia de uma única organização, impede a generalização dos resultados para outros contextos organizacionais e culturais. Adicionalmente, a ausência da perspectiva dos profissionais chineses, por determinação da empresa, constitui uma restrição relevante, pois a análise reflete exclusivamente a percepção do time brasileiro. Para pesquisas futuras, recomenda-se a ampliação da amostra e a inclusão da perspectiva dos profissionais chineses, o que possibilitaria análises comparativas mais abrangentes e uma compreensão mais holística dos impactos da diversidade cultural na gestão de projetos.

Referências Bibliográficas

Anbari, F.T.; Khilji, S.E.; Ali, S. 2010. Cultural differences in projects. PMI Research Conference, Washington, EUA.

Campos, J. 2008. Métodos e técnicas de pesquisa social. Atlas, São Paulo, SP, Brasil.

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Gil, A.C. 2010. Como elaborar projetos de pesquisa. 5ed. Atlas, São Paulo, SP, Brasil.

Gil, A.C. 2017. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6ed. Atlas, São Paulo, SP, Brasil.

Hofstede, G. 2010. Cultures and organizations: Software of the mind. 3ed. McGraw-Hill, New York, NY, Estados Unidos.

Kerzner, H. 2011. Project management: A systems approach to planning, scheduling, and controlling. 10ed. John Wiley & Sons, Hoboken, NJ, Estados Unidos.

Kerzner, H. 2017. Gestão de projetos: As melhores práticas. 2ed. Bookman, Porto Alegre, RS, Brasil.

Miguel, P.A.C. 2007. Estudo de caso na engenharia de produção: Estruturação e recomendações para sua condução. Produção, São Paulo, SP, Brasil.

Müller, R.; Turner, J.R. 2004. Cultural differences in project owner-manager communication. PMI Research Conference, London, Inglaterra.

Project Management Institute [PMI]. 2021. A guide to the project management body of knowledge (PMBOK® Guide). 7ed. Project Management Institute, Newtown Square, PA, Estados Unidos.

Trompenaars, F.; Turner, C.H.H. 2012. Riding the waves of culture: Understanding diversity in global business. 3ed. McGraw-Hill, New York, NY, Estados Unidos.

Yin, R.K. 2015. Estudo de caso: Planejamento e métodos. 5ed. Bookman, Porto Alegre, RS, Brasil.

Artigo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso da Especialização em Gestão de Projetos do MBA USP/Esalq

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