03 de agosto de 2026
Choque de gerações em Squads: desafios e oportunidades na colaboração entre equipes multigeracionais
Gabriel Ferreira Dos Santos; Rosa Maria Maia Lavio de Oliveira
DOI: 10.22167/2675-6528-202600827
Artigo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.
Resumo
Analisou-se o choque de gerações em squads e seus impactos na comunicação, colaboração e desempenho em equipes ágeis, considerando a crescente diversidade etária nas organizações. O estudo objetivou identificar os principais desafios e oportunidades da convivência entre diferentes perfis profissionais, além de propor práticas de gestão para aprimorar a integração. A metodologia adotada foi exploratória, com abordagem quali-quantitativa. Os dados foram coletados por meio de questionário estruturado, aplicado a 29 participantes, dos quais 28 foram considerados válidos após exclusão de um respondente sem experiência em squads. As variáveis analisadas incluíram comunicação, produtividade, inovação, percepção de conflitos e hierarquia, mensuradas por escala Likert de cinco pontos e questões objetivas. Os resultados indicaram que o choque de gerações, quando presente, associou-se mais a diferenças de experiência, expectativas profissionais e maturidade organizacional do que exclusivamente à idade. Observou-se que a diversidade etária contribuiu positivamente para a inovação, embora desafios na comunicação persistissem. Concluiu-se que a implementação de práticas estruturadas, como mentoria e onboarding orientado à cultura organizacional, pode reduzir conflitos e potencializar o desempenho dos squads.
Palavras-chave: Comunicação; Diversidade etária; Diversidade geracional; Gestão de projetos; Squads.
1. Introdução
O ambiente organizacional contemporâneo tem sido profundamente transformado pela adoção de metodologias ágeis. Este movimento, consolidado com o Manifesto Ágil em 2001, representou uma mudança paradigmática dos modelos tradicionais de gestão de projetos para abordagens mais flexíveis, colaborativas e focadas na entrega contínua de valor. Dentro desse panorama, os squads emergiram como uma estrutura organizacional proeminente, caracterizada por equipes pequenas, multidisciplinares e autônomas, essenciais para ambientes que demandam inovação constante (Kniberg e Ivarsson, 2012).
Paralelamente à ascensão das metodologias ágeis, as organizações contemporâneas observam um aumento significativo na diversidade etária de suas forças de trabalho. A convivência de diferentes gerações no ambiente corporativo impõe novos desafios e oportunidades, exigindo das empresas uma compreensão aprofundada das particularidades de cada grupo. A gestão de pessoas, nesse cenário, precisa considerar as diferenças individuais, que englobam aspectos geracionais, culturais e comportamentais (Chiavenato, 2021).
Neste contexto, o termo “choque de gerações” é empregado para descrever situações em que as distinções entre perfis etários podem gerar conflitos, falhas de comunicação ou desalinhamento de expectativas no ambiente de trabalho. É fundamental reconhecer que essas diferenças não são unicamente determinadas pela idade cronológica, mas também por fatores como a experiência profissional, a cultura organizacional e o nível de maturidade individual (Robbins e Judge, 2020). Assim, o conceito é abordado com cautela, entendendo-o como parte de um conjunto mais amplo de tensões intergeracionais que podem surgir em equipes ágeis.
Apesar do potencial inerente às equipes multigeracionais para a inovação e o aprendizado contínuo, a coexistência de diferentes perspectivas e estilos pode, sem uma gestão adequada, resultar em desafios significativos. A falta de mecanismos eficazes de integração e alinhamento pode levar a dificuldades de comunicação, atritos e, consequentemente, impactar a produtividade e o desempenho dos squads. Essa lacuna na gestão das dinâmicas intergeracionais representa um ponto crítico para as organizações que buscam otimizar o potencial de suas equipes ágeis.
A relevância de investigar essas dinâmicas reside na necessidade de transformar potenciais conflitos em oportunidades de sinergia e crescimento. Compreender como as diferenças geracionais se manifestam e influenciam a colaboração é crucial para desenvolver estratégias que promovam um ambiente de trabalho mais inclusivo e produtivo. A gestão eficaz da diversidade geracional não apenas mitiga os riscos de conflitos, mas também potencializa a troca de conhecimentos, a criatividade e a capacidade de adaptação das equipes a novos cenários.
Diante desse cenário, este trabalho se justifica pela necessidade de aprofundar o entendimento sobre as interações em equipes multigeracionais e tem como objetivo analisar o choque de gerações em squads e seus impactos na comunicação, produtividade e desempenho, além de propor práticas de gestão voltadas à melhoria da integração entre os membros das equipes.
2. Material e Métodos
A presente pesquisa foi delineada com uma abordagem quali-quantitativa, caracterizando-se como um estudo exploratório e descritivo. Essa escolha metodológica mostrou-se adequada para investigar fenômenos sociais complexos, como as dinâmicas intergeracionais em ambientes de trabalho ágeis, conforme as diretrizes de pesquisa social (Gil, 2019). O objetivo central foi analisar o choque de gerações em squads e seus impactos, além de propor práticas de gestão.
Inicialmente, realizou-se uma pesquisa bibliográfica abrangente, que serviu como base para a fundamentação teórica do estudo. Foram consultados livros, artigos científicos e diversas publicações acadêmicas. Os temas abordados incluíram gestão de projetos, metodologias ágeis, a estrutura de squads e a diversidade geracional no contexto organizacional, fornecendo o arcabouço conceitual necessário para a investigação empírica.
Na etapa empírica, a coleta de dados primários foi efetuada por meio de um questionário estruturado. Este instrumento foi desenvolvido e aplicado utilizando a plataforma Google Forms, visando facilitar o acesso e a participação dos respondentes. O questionário foi concebido para capturar percepções e experiências relacionadas às interações geracionais em equipes ágeis.
O instrumento de coleta foi composto por questões fechadas, que incluíram itens estruturados em uma escala Likert de cinco pontos. Adicionalmente, foram inseridas perguntas objetivas para complementar a coleta de informações. Essa combinação permitiu a análise tanto de aspectos quantitativos quanto de elementos qualitativos das percepções dos participantes sobre os fenômenos estudados.
A pesquisa contou com a participação de 29 respondentes. Para garantir a relevância dos dados, foram estabelecidos critérios de elegibilidade. Após a verificação desses critérios, 28 respostas foram consideradas válidas para a análise, sendo excluído um respondente que não possuía experiência prévia em squads, assegurando que todos os dados analisados proviessem de indivíduos com vivência no contexto investigado.
A participação no estudo foi estritamente voluntária e anônima, com a garantia de que nenhuma informação pessoal que pudesse identificar os participantes seria coletada. A confidencialidade dos dados foi assegurada em todas as etapas da pesquisa. Todos os procedimentos éticos foram seguidos, em conformidade com os princípios da pesquisa científica e as diretrizes do Formulário de Direcionamento Ético (FDE).
As variáveis investigadas incluíram comunicação, produtividade, inovação, percepção de conflitos e hierarquia dentro dos squads. Essas variáveis foram mensuradas por meio da escala Likert de cinco pontos e das questões objetivas presentes no questionário. A seleção dessas variáveis permitiu uma avaliação multifacetada dos impactos da diversidade geracional no desempenho e nas dinâmicas das equipes ágeis.
Os dados coletados foram organizados e submetidos a uma análise que combinou abordagens quantitativas e qualitativas. As respostas da escala Likert foram tabuladas para identificar padrões e tendências nas percepções dos participantes. As questões objetivas e as respostas abertas, quando presentes, foram analisadas para aprofundar a compreensão dos contextos e nuances das interações geracionais nos squads.
3. Resultados e Discussão
Os resultados obtidos a partir da aplicação do questionário evidenciam que a atuação em squads multidisciplinares, compostos por profissionais de diferentes perfis, está associada tanto a desafios quanto a oportunidades relevantes para a gestão de projetos e para a colaboração organizacional. As principais dificuldades percebidas pelos participantes relacionam-se a diferenças de comportamento, estilos de comunicação, expectativas profissionais e percepções sobre hierarquia e responsabilidade. Esses fatores tendem a gerar conflitos pontuais no cotidiano dos squads, especialmente em contextos onde não há clareza na definição de papéis, objetivos e formas de atuação, indicando a complexidade das dinâmicas intergeracionais.
A pesquisa contou com a participação de 28 respondentes válidos, todos com experiência prévia em squads multidisciplinares e/ou equipes ágeis. A amostra revelou uma predominância de profissionais entre 20 e 39 anos, representando majoritariamente as gerações Millennials e Geração Z, embora também houvesse a presença de profissionais da Geração X e, em menor proporção, Baby Boomers. Quanto ao gênero, 57,1% dos respondentes identificaram-se como feminino e 42,9% como masculino. A área de atuação demonstrou forte concentração em Tecnologia da Informação, com 78,6% dos participantes, seguida por Marketing, Recursos Humanos, Finanças, Educação e Design, o que reflete um ambiente predominantemente tecnológico e alinhado às práticas ágeis.
Em relação à experiência profissional em squads, 96,4% dos participantes afirmaram já ter atuado em equipes ágeis, com 46,4% tendo integrado de dois a três squads diferentes e 25% participado de mais de cinco squads. Esse dado evidencia um elevado nível de vivência prática dos respondentes nesse modelo de trabalho. No que tange à diversidade geracional nos squads, 78,6% dos respondentes indicaram atuar em equipes com pouca diversidade de faixas etárias, enquanto 17,9% afirmaram haver diversidade geracional significativa. Apesar da percepção de baixa diversidade por parte da maioria, a coexistência de diferentes gerações, como Geração Z, Millennials, Geração X e Baby Boomers, caracteriza o ambiente dos squads como potencialmente multigeracional, conforme observado no estudo.
Quando questionados sobre a percepção de diferenças de comportamento entre gerações, 64,3% dos participantes afirmaram perceber tais diferenças ocasionalmente, e 25% relataram percebê-las com frequência. Os principais aspectos nos quais essas diferenças se manifestam referem-se à responsabilidade, senso de dono, disposição para entrega, ideias e inovação, bem como à proatividade e maturidade na gestão. Esses dados indicam que o choque geracional está mais relacionado a aspectos comportamentais e culturais do que exclusivamente técnicos, corroborando a visão de Robbins e Judge (2020) de que o comportamento organizacional é influenciado por múltiplos fatores, não apenas pela idade.
Comunicação entre Gerações nos Squads
A comunicação entre diferentes gerações no squad foi avaliada como boa por 53,6% dos respondentes, enquanto 25% a classificaram como regular. Contudo, uma parcela significativa, 42,9%, afirmou que as diferenças geracionais impactam negativamente a comunicação, e 32,1% apontaram impactos tanto positivos quanto negativos. Esse resultado sugere que, mesmo em ambientes estruturados sob metodologias ágeis, a comunicação ainda representa um dos principais desafios na integração das equipes, demandando atenção específica para mitigar potenciais atritos e garantir a fluidez das interações.
As respostas abertas dos participantes indicaram que as dificuldades de comunicação estão associadas a diferenças de linguagem, expectativas, valores profissionais e estilos de feedback. Por outro lado, alguns participantes destacaram que, quando existe alinhamento e um ambiente seguro, a diversidade geracional favorece a troca de experiências e o aprendizado mútuo. Essa dualidade ressalta a importância de estratégias que promovam o entendimento e a adaptação entre os membros, transformando potenciais barreiras em oportunidades de enriquecimento para o squad.
Impactos na Produtividade e na Inovação
No que se refere aos impactos do choque de gerações na produtividade dos squads, 46,4% dos respondentes afirmaram que o impacto é positivo, 25% consideraram negativo e 28,6% acreditam que o efeito depende do contexto. Essa percepção indica que a diversidade pode contribuir para o desempenho das equipes, mas sua efetividade está condicionada ao nível de organização, maturidade do squad e capacidade de gestão das diferenças. A produtividade, portanto, não é intrinsecamente afetada de forma negativa pela diversidade, mas sim pela forma como ela é gerenciada dentro da equipe.
Em relação à inovação, observou-se um forte consenso entre os participantes quanto à contribuição positiva da diversidade de perfis para a geração de ideias, resolução de problemas e aprendizado contínuo. Um expressivo percentual de 96,4% dos participantes concordou total ou parcialmente que a diversidade etária contribui para melhores resultados no squad, e 96,4% concordaram que equipes multigeracionais tendem a ser mais inovadoras. Esse achado evidencia o potencial estratégico da diversidade dentro dos squads, corroborando a visão de Chiavenato (2021) sobre a diversidade como elemento estratégico para o desenvolvimento organizacional.
Análise Cruzada dos Dados
A análise cruzada das variáveis permitiu aprofundar a compreensão dos resultados obtidos. No cruzamento entre faixa etária e percepção de comunicação, observou-se que profissionais mais jovens tendem a identificar maior impacto negativo nas interações. Em contraste, profissionais mais experientes apresentaram uma visão mais contextualizada, associando as dificuldades a fatores como maturidade organizacional e alinhamento de processos, em vez de atribuí-las exclusivamente à idade. Essa distinção sugere que a experiência profissional pode modular a percepção dos desafios intergeracionais.
No que diz respeito à relação entre experiência em squads e percepção de produtividade, verificou-se que respondentes com maior vivência em equipes ágeis demonstram maior capacidade de adaptação às diferenças, percebendo menor impacto negativo no desempenho. Esse resultado sugere que a experiência contribui para o desenvolvimento de competências colaborativas e maior tolerância à diversidade, o que é crucial para a eficácia dos squads. Além disso, o cruzamento entre área de atuação e percepção de hierarquia indicou que profissionais da área de tecnologia tendem a perceber menor rigidez hierárquica, enquanto respondentes de outras áreas apontam maior presença de estruturas formais, influenciando a dinâmica de interação e tomada de decisão.
Gestão e Liderança
Quanto à capacidade das organizações em gerenciar equipes multigeracionais, 96,4% dos respondentes discordaram total ou parcialmente da afirmação de que as empresas sabem lidar adequadamente com as diferentes gerações. Adicionalmente, 50% consideraram que o modelo de squad é neutro na redução de conflitos geracionais, enquanto 28,6% acreditam que ele contribui parcialmente para essa redução. Esses dados reforçam a necessidade de práticas estruturadas de gestão de pessoas, conforme Drucker (2018) aponta como um dos principais desafios das organizações contemporâneas, destacando a importância da capacidade de gerenciar pessoas e suas diferenças de forma eficaz.
Proposta de Melhoria: Programa de Mentoria para Integração em Squads
Com base nos resultados obtidos, que evidenciaram a ocorrência de dificuldades de comunicação, alinhamento de expectativas e adaptação entre profissionais com diferentes perfis, propõe-se a implementação de um programa estruturado de mentoria voltado à integração de novos integrantes em squads. O objetivo principal do programa é reduzir os impactos do choque de gerações por meio do alinhamento cultural, compartilhamento de conhecimento e desenvolvimento de competências colaborativas, independentemente da idade ou experiência prévia do profissional, promovendo um ambiente mais coeso e produtivo.
A proposta de mentoria está diretamente alinhada aos resultados obtidos neste estudo, que indicaram que as principais dificuldades nos squads estão associadas à falta de alinhamento, comunicação e adaptação entre diferentes perfis profissionais. O programa prevê um “Onboarding Inicial” com recepção e apresentação da empresa, seguido pela “Atribuição de Mentor”, onde um membro experiente do squad é designado. Posteriormente, ocorre o “Treinamento e Orientação” sobre métodos ágeis e cultura da equipe, e um “Acompanhamento Contínuo” com avaliação de progresso e reuniões regulares para alinhamento e suporte, culminando na “Integração Completa” do novo membro, adaptado ao squad.
Dessa forma, a mentoria atua como um mecanismo estruturado para minimizar os impactos do choque de gerações, promovendo integração e desenvolvimento contínuo. Este programa visa transformar as diferenças geracionais em um fator positivo para o desempenho das equipes, ao facilitar a troca de experiências e a construção de um entendimento comum sobre os objetivos e a cultura do squad. A implementação de tais práticas pode, portanto, potencializar os benefícios da diversidade e mitigar os desafios identificados, contribuindo para squads mais eficazes e harmoniosos.
Em síntese, os resultados da pesquisa indicam que o choque de gerações em squads não pode ser compreendido como um fenômeno exclusivamente associado à idade dos profissionais, sendo influenciado por fatores como experiência, maturidade em metodologias ágeis, cultura organizacional e alinhamento de expectativas. Verificou-se que a diversidade de perfis apresenta potencial significativo para contribuir com a inovação, a troca de conhecimento e o desenvolvimento das equipes. No entanto, quando não há mecanismos adequados de integração, essa diversidade pode gerar dificuldades de comunicação e conflitos pontuais, ressaltando a importância de estratégias de gestão eficazes para otimizar o desempenho e a colaboração em ambientes ágeis.
4. Conclusão
Este estudo analisou o choque de gerações em squads e seus impactos na comunicação, produtividade e desempenho, buscando propor práticas de gestão para aprimorar a integração entre os membros das equipes. Verificou-se que o choque de gerações, quando presente, associou-se mais a diferenças de experiência, expectativas profissionais e maturidade organizacional do que exclusivamente à idade cronológica. Observou-se que a diversidade etária contribuiu positivamente para a inovação e a troca de conhecimento, com um consenso expressivo entre os participantes sobre seu potencial estratégico. Contudo, desafios na comunicação persistiram, sendo frequentemente relacionados a distinções de linguagem, valores profissionais e estilos de feedback, indicando que a produtividade das equipes é condicionada pela forma como essas diferenças são gerenciadas.
A principal contribuição deste trabalho reside na proposição de um programa estruturado de mentoria, concebido para mitigar os impactos negativos do choque de gerações e potencializar a integração em squads. Este programa visa promover o alinhamento cultural, o compartilhamento de conhecimento e o desenvolvimento de competências colaborativas, independentemente da idade ou experiência prévia dos profissionais. Como limitação, aponta-se o viés de autopercepção inerente ao uso de questionários subjetivos, e a amostra apresentou concentração majoritária no setor de Tecnologia da Informação e baixa representatividade de profissionais Baby Boomers. Para estudos futuros, recomenda-se a adoção de uma abordagem longitudinal e a expansão da pesquisa para outros setores e faixas etárias, a fim de conferir maior robustez e generalização aos achados sobre a gestão eficaz da diversidade geracional.
Referências Bibliográficas
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas organizações. 4. ed. Barueri: Manole, 2014.
DRUCKER, Peter. Desafios gerenciais para o século XXI. São Paulo: Pioneira, 2000.
GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2019.
KNIBERG, H.; IVARSSON, A. Scaling Agile @ Spotify. Spotify Engineering Culture, 2012. Disponível em: https://blog.crisp.se/wp-content/uploads/2012/11/SpotifyScaling.pdf. Acesso em: 7 abr. Acesso em: 2026.
ROBBINS, S. P.; JUDGE, T. A. Comportamento organizacional. 18. ed. São Paulo: Pearson, 2020.
Artigo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso da Especialização em Gestão de Projetos do MBA USP/Esalq
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