Resumo Executivo

23 de abril de 2026

Treinamento e Impactos na Avicultura de Corte em Minas Gerais

Gabriela Jordão Carvalho; Stefano Francisco Pereira Duarte

Resumo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.

A avicultura no Brasil consolidou-se como um dos pilares fundamentais do agronegócio nacional, apresentando um crescimento vigoroso e constante ao longo das últimas décadas. Este avanço é particularmente notável no segmento de frangos de corte, posicionando o país como o segundo maior produtor mundial e o líder absoluto nas exportações dessa proteína animal (ABPA, 2024). No cenário de 2024, as projeções da Food and Agriculture Organization indicam que a oferta brasileira superou a demanda interna, impulsionando ainda mais o volume de embarques para o mercado externo (FAO, 2024). Esse sucesso produtivo não é aleatório, mas sim o resultado de uma evolução sistêmica que envolve o melhoramento genético, a nutrição de precisão, o rigor sanitário e o aprimoramento constante das técnicas de manejo (Pessôa et al., 2012). A interdependência desses fatores implica que falhas em qualquer uma dessas áreas podem comprometer severamente o desempenho zootécnico das aves e, por extensão, a viabilidade financeira das propriedades rurais.

Nesse contexto, a manutenção de elevados padrões de biosseguridade surge como uma exigência inegociável para a sustentabilidade do setor. A biosseguridade é compreendida como um conjunto de normas e procedimentos técnicos destinados a prevenir, controlar e limitar a exposição de planteis a agentes patogênicos. De acordo com os fundamentos estabelecidos por Sesti (2004), um programa de biosseguridade robusto é estruturado sobre nove componentes essenciais que devem operar de forma integrada: o isolamento físico da granja, o controle rigoroso de tráfego de pessoas e veículos, a higienização sistemática das instalações, a quarentena para novos animais, protocolos de medicação e vacinação, o monitoramento constante com registro de resultados, a erradicação de doenças endêmicas, a educação continuada dos colaboradores e um plano de contingência bem definido. A fragilidade em qualquer um desses pilares expõe a produção a riscos sanitários que podem resultar em barreiras comerciais e perdas econômicas catastróficas.

Paralelamente à sanidade, a eficiência alimentar representa o principal indicador de desempenho econômico na avicultura de corte. A conversão alimentar, que mensura a capacidade da ave em transformar o consumo de ração em ganho de peso vivo, é diretamente influenciada pelo manejo da ambiência (Aviagen Brief, 2011). Fatores como o manejo incorreto de comedouros, a qualidade da água, o controle térmico e a própria biosseguridade impactam diretamente esse índice. Uma ambiência ideal, que harmonize temperatura, umidade e ventilação, proporciona o conforto térmico necessário para que a ave direcione sua energia metabólica para o crescimento, em vez de utilizá-la para a termorregulação (Aviagen, 2018). Diante das rápidas transformações tecnológicas e das exigências de mercado, a reciclagem de conhecimentos e a transferência de tecnologias tornam-se estratégias vitais para garantir a empregabilidade e a sustentabilidade dos produtores (Abbad e Borges-Andrade, 2014).

A indução da aprendizagem no meio rural ocorre prioritariamente por meio de ações planejadas de treinamento, desenvolvimento e educação. Essas intervenções visam a aquisição sistemática de conhecimentos e habilidades que permitam aos produtores superar deficiências operacionais e adaptar-se a novas tecnologias (Abbad e Borges-Andrade, 2014). No entanto, a eficácia dessas ações depende da capacidade de absorção do conteúdo e da aplicação prática das orientações recebidas no cotidiano das granjas. Assim, torna-se necessário avaliar não apenas a retenção teórica da informação, mas também o impacto real dessas capacitações nos indicadores zootécnicos e nas práticas de biosseguridade adotadas no campo.

Para investigar essa dinâmica, realizou-se um estudo detalhado em nove propriedades integradas de frango de corte, identificadas pelas letras de A a I, situadas nos municípios de Jacuí e São Sebastião do Paraíso, na região Sul de Minas Gerais. O delineamento metodológico contemplou a aplicação de dois treinamentos técnicos distintos: o primeiro com foco em manejo e ambiência, visando a otimização da conversão alimentar, e o segundo direcionado ao programa de biosseguridade. A caracterização das unidades produtivas revelou uma heterogeneidade tecnológica significativa. Sete propriedades operam com galpões de pressão positiva, sistema no qual a pressão do ar é direcionada de fora para dentro do aviário por meio de ventiladores longitudinais e cortinas laterais, permitindo a troca de ar por múltiplos pontos da instalação (Embrapa, 2021). Em contrapartida, duas propriedades utilizam a tecnologia de pressão negativa, onde exaustores forçam a saída do ar, criando um fluxo unidirecional que exige isolamento rigoroso e sistemas de refrigeração por painéis evaporativos para o controle preciso da temperatura e umidade (Aviagen, 2009).

A tecnologia das instalações exerce influência direta sobre a capacidade do produtor em manter o conforto térmico do plantel, afetando a produtividade. No entanto, no que tange à biosseguridade, os protocolos são padronizados para todos os tipos de propriedade, tornando a qualificação da mão de obra o fator determinante para o sucesso das medidas preventivas. Os treinamentos foram administrados presencialmente em cada fazenda no dia 21 de abril de 2025, utilizando apresentações em slides baseadas nas diretrizes técnicas da empresa integradora. Cada sessão teve a duração de 30 minutos e contou com a participação obrigatória dos proprietários e granjeiros. Durante as exposições, foram utilizadas fotografias que contrastavam as expectativas técnicas com as realidades observadas no campo, além de dados planilhados sobre os resultados de conversão alimentar de cada produtor, permitindo a identificação visual e quantitativa dos gargalos operacionais.

Os temas abordados no treinamento de ambiência incluíram ventilação mínima, controle de umidade e manejo da cama de aviário. Para a biosseguridade, o foco recaiu sobre a limpeza externa, controle de pragas, desinfecção de veículos e isolamento perimetral. A avaliação da aprendizagem foi conduzida 15 dias após as capacitações, em 05 de maio de 2025, por meio de questionários estruturados na plataforma Google Forms. O formulário de conversão alimentar consistiu em oito questões de múltipla escolha e verdadeiro ou falso, abrangendo temas como aquecimento inicial, funcionamento de fornalhas e a relação entre umidade e sensação térmica. O questionário de biosseguridade conteve sete perguntas focadas em componentes do programa sanitário, qualidade da água, estrutura de cercamento e controle de roedores. A participação foi voluntária, garantindo o anonimato dos dados pessoais, mantendo-se apenas a identificação da propriedade para fins de correlação com os resultados zootécnicos.

Para mensurar o impacto prático, coletaram-se dados oficiais da Conversão Alimentar Corrigida de dois lotes por produtor: um alojado antes do treinamento e outro após a intervenção. O critério de sucesso foi definido pela manutenção ou redução do índice de conversão alimentar em relação ao lote anterior, tendo como meta de referência o valor de 1,430 estipulado pela integradora. Complementarmente, a avaliação da biosseguridade adotou uma abordagem qualitativa, utilizando registros fotográficos comparativos captados antes e depois das instruções técnicas em pontos críticos como arcos de desinfecção, cercas de isolamento e áreas de armazenamento de insumos. Os dados quantitativos dos questionários foram exportados para planilhas eletrônicas para análise descritiva, permitindo o cálculo de percentuais de acerto e médias de desempenho por propriedade.

A análise dos resultados revelou que a estrutura das propriedades variava consideravelmente em termos de escala e tecnologia. A fazenda E, por exemplo, destacou-se pelo maior volume de produção, contando com quatro aviários de pressão negativa e um alojamento de 177.200 aves. Em contraste, propriedades como a C e a F possuíam apenas um galpão com menos de 20.000 aves. No total, 77,8% dos produtores utilizavam pressão positiva, enquanto 22,2% operavam com pressão negativa. Quanto ao desempenho teórico nos questionários, apenas as propriedades B e D atingiram 100% de acerto em ambos os formulários, demonstrando uma assimilação plena dos conceitos apresentados. As demais propriedades apresentaram resultados heterogêneos, com notas em ambiência variando de 25% (fazenda F) a 100% (fazenda H), e em biosseguridade de 42,85% (fazendas E e G) a 100% (fazenda I). A média geral de acertos evidenciou que os conceitos de biosseguridade eram, em geral, mais familiares aos produtores do que os detalhes técnicos de manejo de ambiência.

Um ponto crítico identificado foi o manejo do aquecimento inicial. Embora todos os participantes tenham reconhecido a importância do aquecimento para o desempenho zootécnico, corroborando a literatura que aponta este como um fator vital para a otimização de granjas (Tinôco, 2001), houve confusão quanto à operação das fornalhas. Aproximadamente 44,4% dos produtores responderam incorretamente sobre a possibilidade de desligamento manual da fornalha, ignorando que as aves jovens possuem capacidade limitada de termorregulação e dependem de uma fonte de calor estável. Da mesma forma, a ventilação mínima foi compreendida por 66,7% dos participantes, enquanto a ventilação como fator de desempenho geral obteve 88,9% de assertividade. Esses dados sugerem que, embora a importância macro da ventilação seja conhecida, a aplicação técnica específica para controle de temperatura interna ainda carece de maior clareza.

A relação entre umidade e sensação térmica revelou-se o maior desafio conceitual. Apenas 33,3% dos produtores compreenderam que quanto maior a umidade, maior é a sensação térmica percebida pela ave, uma vez que a alta saturação do ar dificulta a perda de calor por evaporação respiratória (Oliveira, 2006). Este desconhecimento é preocupante, pois o manejo da cama de aviário depende diretamente desse entendimento. A cama desempenha funções cruciais como absorção de umidade, isolamento térmico e provimento de uma superfície macia para evitar calos de peito e patas (Hernandes e Cazetta, 2001). No entanto, falhas na identificação das consequências de uma cama mal manejada foram observadas em diversos participantes, que deixaram de associar o problema à elevação da conversão alimentar ou ao pouco aquecimento das instalações.

Ao confrontar o desempenho teórico com a evolução da Conversão Alimentar Corrigida, observou-se que 66,7% das propriedades (B, C, D, G, H e I) apresentaram melhora ou manutenção de bons índices após o treinamento. As fazendas B e D, que gabaritaram os testes, confirmaram a eficácia da capacitação ao manterem resultados práticos sólidos. Por outro lado, as fazendas A, E e F não atingiram as metas de conversão alimentar da integradora. Nas propriedades A e F, o baixo desempenho teórico (37,5% e 25% de acertos, respectivamente) correlacionou-se diretamente com a persistência de falhas operacionais no campo. Já a fazenda E apresentou um caso singular: apesar de não melhorar a conversão alimentar e obter uma nota baixa em biosseguridade (42,85%), demonstrou o maior avanço prático visual nas medidas sanitárias, com melhorias significativas na limpeza da área externa, manutenção da cerca de isolamento e higienização do arco de desinfecção.

Essa discrepância entre o saber teórico e o fazer prático reforça a complexidade da extensão rural. O produtor A, por exemplo, obteve 71,42% de acertos no questionário de biosseguridade, mas as inspeções pós-treinamento revelaram cercas com mato alto, ausência de controle de roedores e má qualidade da água. Esse cenário indica que o conhecimento formal não se traduz automaticamente em mudança de comportamento ou priorização de investimentos na granja. A resistência em adotar mudanças e as barreiras na transferência de conhecimento são desafios persistentes no meio rural (Crepaldi et al., 2015). Além disso, o sucesso na implementação de melhorias pode ser influenciado por fatores extrínsecos ao treinamento, como a disponibilidade de capital para reformas ou a motivação pessoal do produtor.

A questão do controle de roedores exemplifica a subestimação de riscos econômicos. Embora a maioria dos produtores tenha identificado o risco sanitário, muitos ignoraram o impacto estrutural e o desperdício de ração causado por esses animais. Roedores podem consumir até 10% do total de ração fornecido e contaminar o restante com fezes e urina, além de danificar cortinas, fiações e tubulações (Embrapa, 2021). A presença desses animais eleva o risco de transmissão de patógenos tanto para as aves quanto para os trabalhadores, configurando um problema de saúde pública. A falha em reconhecer a gravidade desse fator demonstra que os treinamentos devem enfatizar não apenas o “como fazer”, mas o “porquê fazer”, conectando a prática ao impacto financeiro direto.

Outro ponto de atenção foi o controle de tráfego. Mais de 55% dos produtores ainda veem o arco de desinfecção e o registro de visitantes como exigências burocráticas da empresa integradora, e não como medidas sanitárias essenciais. De acordo com Sesti (2004), o controle de tráfego é um dos pilares para evitar a introdução de agentes patogênicos por meios mecânicos. A percepção de que tais normas são apenas para monitoramento interno da empresa revela uma falha na conscientização sobre a responsabilidade compartilhada na cadeia produtiva. Em contrapartida, a limpeza pós-lote foi o único tema com 100% de consenso e aplicação, o que sugere que práticas rigorosamente cobradas e fiscalizadas pela integradora ao longo de anos acabam sendo internalizadas como parte indissociável da rotina produtiva.

A análise comparativa entre os sistemas de pressão positiva e negativa não indicou que a tecnologia, por si só, garanta o sucesso do treinamento. Embora estudos sugiram que aviários de pressão negativa possam apresentar conversão alimentar até 3% superior devido ao controle ambiental mais preciso (Caldas, 2014), os produtores A e E, que utilizam essa tecnologia, não obtiveram os melhores resultados práticos após a intervenção. Isso sugere que a qualificação da mão de obra e o acompanhamento técnico contínuo são mais determinantes para a eficiência do que o nível de automação das instalações. A eficácia de um treinamento é potencializada quando há um suporte pós-capacitação que auxilie o produtor na transição da teoria para a prática cotidiana (Alcântara et al., 2023).

A experiência com a fazenda E demonstra que a avaliação visual e prática é um instrumento complementar indispensável. Se a análise fosse restrita ao desempenho no questionário, o produtor seria classificado como pouco engajado. No entanto, a evidência fotográfica de melhorias estruturais e de limpeza provou o contrário. Isso corrobora a necessidade de abordagens mistas para mensurar o impacto real das ações de extensão rural (Caldas, 2014). O diagnóstico preciso das fragilidades, como a dificuldade em compreender o papel da umidade no aviário, permite que futuras capacitações sejam personalizadas, focando nos pontos de maior resistência técnica e ajustando a linguagem às características do público-alvo.

Conclui-se que o objetivo foi atingido, uma vez que a avaliação demonstrou que os treinamentos técnicos promovem avanços significativos na percepção teórica e nos resultados zootécnicos de frangos de corte, embora a eficácia varie conforme o perfil do produtor e o acompanhamento posterior. A pesquisa evidenciou que a maioria das propriedades obteve melhorias na conversão alimentar corrigida, mas persistem lacunas críticas no entendimento de conceitos complexos como a relação entre umidade e sensação térmica e a operação manual de sistemas de aquecimento. A biosseguridade, apesar de apresentar melhor absorção teórica, enfrenta barreiras na implementação prática de medidas de isolamento e controle de tráfego, muitas vezes percebidas como burocracia. O estudo reforça que a transformação do conhecimento em melhoria produtiva não é linear, exigindo programas de extensão rural que integrem teoria, demonstração prática e monitoramento técnico contínuo para consolidar mudanças comportamentais e garantir a sustentabilidade operacional no campo.

Referências Bibliográficas:

Abbad, G. S., e Borges-Andrade, J. E. 2014. Aprendizagem humana em organizações de trabalho. In J. C., Zanelli, J.

Alcântara, R. L. C. et al. 2023 Gerenciamento de riscos na cadeia agroindustrial de frango: análise da perspectiva dos avicultores em Ubá, Minas Gerais. Academia.edu. Disponível em: <https://www.academia.edu/109939540>. Acesso em: 3 jun. 2025

Associação Brasileira de Proteína Animal [ABPA]. 2024: Relatório Anual 2024. Disponível em: <https://abpa-br.org/wp-content/uploads/2024/04/ABPA-Relatorio-Anual2024_capa_frango.pdf>. Acesso em: 12 mar. 2025

Aviagen Brief. 2011. Otimizando a taxa de conversão alimentar do frango de corte. Disponível em: <https://aviagen.com/assets/Tech_Center/BB_Foreign_Language_Docs/Portuguese/Otimizando-a-Taxa-de-Converso-Alimentar-do-Frango-de-Corte.pdf>. Acesso em: 12 mar. 2025

Aviagen™ Brasil. 2009: Conceitos de aviário “pressão negativa”. Disponível em: <https://en.aviagen.com/assets/Tech_Center/BB_Foreign_Language_Docs/Portuguese/junho2009-conceitosdeaviariospressaonegativa.pdf>. Acesso em: 12 mar. 2025

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Caldas, E. O. L. 2014. Análise econômica da produção industrial de frangos de corte: estudo sob a ótica do produtor integrado. 2014. 134 f. Dissertação (Mestrado em Zootecnia) – Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte. Disponível em: <https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/BUOS-9MYL4Q>. Acesso em: 3 jun. 2025.

Crepaldi, m. L. S.; Echeverria, e. L.; Bianchi, E. 2013. O Recrutamento, seleção e treinamento e seu impacto no desempenho da função na linha de produção. Revista de Administração Faipe, Cuiabá. Disponível em: <https://www.academia.edu/25431632>. Acesso em: 3 jun. 2025.

Embrapa Suínos e Aves. 2021. Ambiência no Aviário. Disponível em: <https://www.embrapa.br/agencia-de-informacao-tecnologica/criacoes/frango-decorte/producao/manejo/ambiencia-no-aviario>. Acesso em: 12 mar. 2025

Food and Agriculture Organization [FAO]. 2024. Meat market review – Emerging trends and outlook in 2024. Disponível em: <https://openknowledge.fao.org/server/api/core/bitstreams/0d3971d1-2fba-4381-8bacb3a251ee716a/contente>. Acesso em: 07 mar. 2025

Hernandes, R.; Cazetta, J.O. 2001.Método simples e acessível para determinar amônia liberada pela cama aviária. Revista Brasileira de Zootecnia, v.30, p.824-829.

Oliveira, Rita Flavia Miranda de. Et al. 2006. Efeitos da temperatura e da umidade relativa sobre o desempenho e o rendimento de cortes nobres de frangos de corte de 1 a 49 dias de idade. R. Bras. Zootec., v.35, n.3, p.797-803.

Pessôa, Gabriel Borges Sandt; TAVERNARI, Fernando de Castro; VIEIRA Rodolfo Alves, ALBINO; Luiz Fernando Texeira. 2012. Novos conceitos em nutrição de aves. Rev. Bras. Saúde Prod. Anim. V.13, n.3, p.755-774.

Sesti, L. A.C. 2004. Biosseguridade em granjas de frangos de corte: conceitos e princípios gerais. In: Simpósio brasil sul de avicultura, Chapecó. Núcleo Oeste de Médicos Veterinários. Anais […]. p. 55.

Tinôco, I.F.F. 2001. Avicultura industrial: novos conceitos de materiais, concepções e técnicas construtivas disponíveis para galpões avícolas brasileiros. Revista Brasileira de Ciência Avícola, v.3, n.1, p.1-26.

Resumo executivo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso da Especialização em Agronegócios do MBA USP/Esalq

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