Resumo Executivo

30 de abril de 2026

Motivação Docente e a Teoria de Herzberg: Estudo de Caso

Joana D´arc Manente Capareli; Silvia Renata de Oliveira Santos

Resumo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.

A motivação docente ocupa um lugar de destaque nas discussões contemporâneas sobre a qualidade do sistema educacional, uma vez que exerce influência direta no nível de engajamento dos professores, na configuração do clima organizacional e, consequentemente, nos resultados de aprendizagem dos estudantes. No campo da administração, a análise de como o impulso interno dos colaboradores afeta a produtividade é um ponto central para a compreensão do sucesso das organizações (Chiavenato, 2014). Sob a ótica da sociologia, investiga-se a maneira como fatores sociais e culturais moldam as interações e os vínculos dentro de grupos específicos (Durkheim, 2004). Já a neurologia dedica-se ao estudo dos mecanismos cerebrais que impulsionam o comportamento humano e a tomada de decisão (Damásio, 1996). No contexto específico da educação, a análise de como a satisfação das necessidades humanas impacta o desempenho dos educadores é fundamental para garantir um ambiente propício ao desenvolvimento integral dos alunos (Maslow, 1970).

A realidade laboral docente tem sido marcada por desafios crescentes, onde a insatisfação, a alta rotatividade e o esgotamento profissional comprometem o rendimento e a saúde mental. O aumento nos diagnósticos de burnout, síndrome do pânico e crises de ansiedade entre profissionais da educação reflete condições de trabalho muitas vezes inadequadas. Dados da Organização Mundial da Saúde e da Organização Internacional do Trabalho indicam que ambientes que negligenciam o bem-estar dos funcionários geram prejuízos significativos, estimando-se que 12 bilhões de dias de trabalho sejam perdidos anualmente devido a quadros de depressão e ansiedade, o que representa um custo aproximado de 1 trilhão de dólares para a economia global (OMS, 2022). No cenário brasileiro, estudos realizados com professores do Ensino Fundamental em escolas públicas do interior de São Paulo identificaram que 56,6% dos docentes apresentavam sintomas de estresse, incluindo desgaste físico, irritabilidade e problemas de memória (Goulart Jr. & Lipp, 2008). Outras investigações corroboram esses índices, apontando que 58,1% dos professores em amostras similares sofrem com o estresse ocupacional (Rossa, 2004), enquanto em turmas multisseriadas esse valor atinge 57% (Silveira, Enumo & Batista, 2014).

Diante desse panorama, torna-se imperativo compreender a dinâmica entre motivação, satisfação e saúde no ambiente escolar para promover espaços que valorizem o equilíbrio emocional e o engajamento (Ryan & Deci, 1987). A etimologia da palavra motivação, derivada do latim *movere*, sugere uma ligação intrínseca com a ação e o movimento em direção a objetivos determinados. O conceito abrange o conjunto de fatores que interagem para determinar a conduta individual (Aurélio, 2002). No âmbito das teorias organizacionais, a motivação está relacionada a ações que possuem um significado pessoal profundo, não se originando apenas de estímulos externos, mas de uma busca interna por propósito (Herzberg, 1959). A Teoria dos Dois Fatores propõe que o comportamento no trabalho é explicado por dois grupos distintos: os fatores higiênicos e os fatores motivacionais. Os fatores higiênicos, como salário, condições físicas, políticas da empresa e tipo de chefia, são externos ao indivíduo e controlados pela organização. Quando são adequados, apenas evitam a insatisfação, mas não possuem a capacidade de sustentar a satisfação por longos períodos. Por outro lado, os fatores motivacionais estão ligados ao conteúdo do cargo, aos sentimentos de crescimento, ao reconhecimento e à autorrealização. Quando estes são precários, geram desmotivação, mas quando presentes, elevam o engajamento de forma duradoura (Chiavenato, 2014).

A gestão escolar desempenha um papel decisivo na articulação entre a dimensão humana e a estrutura organizacional, devendo promover políticas que priorizem o bem-estar e a valorização dos educadores (Libâneo, 2004). Criar condições para a motivação não é apenas uma tarefa administrativa, mas uma necessidade pedagógica para garantir um clima saudável e práticas educativas eficazes. A compreensão dessas relações permite que a gestão atue de forma estratégica, identificando quais elementos do cotidiano escolar atuam como redutores de insatisfação e quais funcionam como verdadeiros motores de engajamento. Assim, a investigação das propostas implementadas em unidades escolares, analisadas sob a luz da Teoria dos Dois Fatores, oferece subsídios para o aprimoramento das estratégias de gestão de pessoas e para o fortalecimento da percepção de satisfação das professoras.

A fundamentação metodológica desta investigação baseia-se em uma abordagem qualitativa, de natureza exploratória e descritiva, focada na análise de propostas desenvolvidas por uma instituição de ensino específica. A escolha pela abordagem qualitativa justifica-se pela necessidade de compreender fenômenos e contextos sociais em profundidade, permitindo um mergulho detalhado nos dados coletados (Lüdke & André, 2013). O caráter exploratório possibilitou a identificação de aspectos relevantes da gestão de pessoas, enquanto o viés descritivo favoreceu a organização clara da relação entre os fatores motivacionais e higiênicos na percepção das docentes. Como procedimento principal, adotou-se o estudo de caso, que é indicado para investigações de focos bem delimitados e singulares, permitindo encontrar ligações estreitas entre o objeto de estudo e o seu contexto real (Gil, 2017).

O instrumento de coleta de dados consistiu na análise documental, técnica que permite a construção de um panorama rico sobre o objeto investigado (Flick, 2009). Os documentos analisados incluíram o Plano de Carreiras de 2009, os Critérios de Premiação estabelecidos em 2011, registros de Auxílios Financeiros a Cursos e cinco Relatórios de Avaliação de funcionários e gestores datados de 2019. A coleta ocorreu entre janeiro de 2024 e fevereiro de 2025, após a devida autorização do mantenedor da instituição. A unidade escolar pesquisada pertence à rede privada de ensino no município de Vinhedo, São Paulo, atendendo aproximadamente 150 crianças, desde o berçário até o 5º ano do Ensino Fundamental. A proposta pedagógica da escola é fundamentada na filosofia construtivista e sociointeracionista, integrando a Pedagogia de Projetos e temas propostos pela UNESCO (2019).

O quadro de colaboradores da instituição é composto por seis professoras da educação infantil e quatro do ensino fundamental, todas com formação em Pedagogia e a maioria com pós-graduação. A equipe conta ainda com cinco professoras do programa bilíngue, três especialistas (teatro, música e educação física), 18 auxiliares de classe, duas coordenadoras e uma diretora pedagógica. A infraestrutura dispõe de salas amplas, biblioteca, áreas externas de recreação e espaços para artes. Os dados obtidos foram submetidos à análise de conteúdo, buscando organizar as informações e associá-las aos conceitos de Herzberg (1959). Essa análise sistemática visou classificar os efeitos das ações institucionais em fatores higiênicos ou motivacionais, identificando seu impacto no clima organizacional e na satisfação docente (Bardin, 2016).

A compreensão da motivação docente exige que a escola não seja reduzida a uma unidade de produção de resultados, mas vista como um espaço de desenvolvimento humano. A Teoria da Hierarquia das Necessidades indica que a motivação evolui conforme necessidades básicas são supridas, permitindo o surgimento de sentimentos de autoestima e autorrealização (Maslow, 1943). No contexto escolar, a diferenciação entre elementos higiênicos, como remuneração, e motivacionais, como reconhecimento e responsabilidade, é essencial. Estudos com docentes da rede pública demonstram que, embora a insatisfação salarial atue como um fator higiênico negativo, o fortalecimento do engajamento ocorre por meio de relacionamentos saudáveis, autonomia e reconhecimento (Silva et al., 2022). Além disso, a Teoria da Expectativa sugere que a motivação depende da percepção de que o esforço conduz ao desempenho e este gera recompensas com valor positivo para o professor (Vroom, 1964). Portanto, a clareza de metas e a transparência nos benefícios são cruciais para o compromisso docente.

A primeira proposta analisada na instituição é a premiação financeira anual, implementada há 12 anos. Esse incentivo é oferecido aos colaboradores bem avaliados pela gestão em critérios como pontualidade, assiduidade, entrega de planejamentos e cuidados com os alunos. O valor pode atingir até 100% do salário do profissional. Segundo a Teoria dos Dois Fatores, essa premiação é classificada como um fator higiênico, pois é um estímulo externo controlado pela gestão. No entanto, para que produza efeitos duradouros, deve estar articulada ao reconhecimento simbólico e ao feedback construtivo. Para as professoras, a premiação representa o reconhecimento de boas práticas, mas a falta de transparência ou critérios subjetivos pode gerar percepções de desigualdade. É fundamental que a divulgação dos critérios seja prévia e que existam canais de feedback contínuos para reduzir subjetividades e evitar penalizações injustas.

A segunda estratégia identificada é a conversa anual entre o mantenedor e os funcionários. Essa prática desempenha um papel relevante na valorização da equipe, permitindo que os colaboradores expressem opiniões e sejam ouvidos. Uma administração eficaz depende da superação de paradigmas ultrapassados e da adoção de uma liderança que estimule a motivação (Guillon & Mirshawka, 1994). Relações de poder fundamentadas apenas no controle podem ser prejudiciais, sendo necessário que os colaboradores sintam que suas vozes têm utilidade (Tragtenberg, 1985). Uma gestão intimidadora gera insegurança e inibe a participação efetiva (De Almeida, 2016). As funções da gestão escolar incluem coordenar o clima de trabalho, assegurar processos participativos e articular relações interpessoais (Libâneo, 2004). Durante esses encontros, a gestão da escola em Vinhedo mostrou-se aberta ao diálogo, resultando em melhorias concretas, como a criação de um espaço adequado para refeições e uma sala de descanso, atendendo a uma demanda direta das professoras que antes almoçavam nas salas de aula.

Outra melhoria decorrente desses diálogos foi a alteração da periodicidade das avaliações de bimestrais para semestrais, reduzindo a sobrecarga burocrática e permitindo um foco maior nas dinâmicas pedagógicas. Também houve a digitalização dos diários de classe via Google Planilhas, aumentando a eficiência na análise de dados de desempenho dos alunos. Essas ações demonstram como fatores motivadores, como o espaço de escuta e reconhecimento, entrelaçam-se com fatores higiênicos, como a melhoria da infraestrutura e das ferramentas de trabalho. O diálogo gera pertencimento, enquanto as ações concretas reduzem a insatisfação. Sugere-se que esses encontros sejam transformados em processos contínuos, com registros formais e acompanhamento das pautas, ocorrendo ao menos semestralmente para evitar que as demandas se percam no tempo.

A terceira proposta consiste na realização de workshops formativos. A atuação do coordenador pedagógico como formador da equipe é essencial para promover um ambiente de qualidade e articular o currículo com a prática (De Araujo, 2022). Esses momentos favorecem o aprimoramento do Projeto Político-Pedagógico e a constituição de comunidades de aprendizagem baseadas na reflexão coletiva. Na instituição pesquisada, os workshops abordaram temas como a História da Escola da Ponte, Filosofia e Escola, Educação Não Violenta e Aprendizagem Criativa. A oferta desses cursos pela gestão atua inicialmente como um fator higiênico, mas quando os temas se conectam às necessidades reais das docentes e possuem aplicabilidade prática, tornam-se poderosos fatores motivacionais. A ampliação do repertório pedagógico constrói uma confiança maior na capacidade individual de cada professora. Para maximizar o impacto, é recomendável a realização de diagnósticos prévios de interesse e a aplicação de questionários de feedback para verificar a utilidade das formações.

A quarta iniciativa refere-se ao subsídio para educação formal continuada. A escola oferece um auxílio financeiro para cursos de especialização, cujo percentual aumenta conforme o tempo de serviço: a cada ano trabalhado, a professora recebe 10% de subsídio sobre o valor da mensalidade. Assim, uma profissional com oito anos de casa possui 80% do curso custeado pela instituição. Mais do que garantir o acesso, é preciso considerar como essas formações impactam a prática cotidiana (Galindo & Inforsato, 2016). Muitas vezes, programas de formação são estruturados sem sintonia com as dificuldades reais das escolas, carecendo de acompanhamento sistemático (Gatti, 2009). Na escola estudada, o subsídio é vinculado à relação do curso com a atuação profissional e ao desempenho acadêmico da docente. Exemplos incluem especializações em alfabetização, neuropsicopedagogia e gestão educacional. Essa iniciativa responde ao desejo de crescimento na carreira, configurando um fator motivacional sustentado por um suporte higiênico financeiro. A aplicação prática dos novos conhecimentos em sala de aula potencializa o engajamento e a qualidade do ensino.

A quinta proposta aborda questões estruturais e a arquitetura escolar. O ambiente físico influencia diretamente a experiência de trabalho e a qualidade das interações pedagógicas. A edificação escolar deve atender a múltiplos usuários e integrar espaços de ensino, esporte e recreação de forma eficiente (Brasil & Silva, 2018). Aspectos como conforto térmico, lumínico e sonoro são fundamentais. Na instituição de Vinhedo, as salas são amplas, bem iluminadas, arejadas e equipadas com ar-condicionado, apresentando isolamento acústico satisfatório. A flexibilidade na reorganização da mobília permite que as professoras adaptem o espaço às suas estratégias de aula, favorecendo metodologias ativas como a aprendizagem por estações. A existência de estantes individuais para os alunos amplia a autonomia e reduz a necessidade de cobranças constantes. A multiplicidade de espaços externos, como jardim, horta, pomar e parques, estimula a criatividade e reduz o estresse originado pela monotonia. A decoração das salas com produções dos alunos fortalece o sentimento de pertencimento. Assim, a arquitetura ultrapassa o suporte físico e atua como fator higiênico que favorece práticas motivadoras.

A sexta ação identificada foi a promoção interna, exemplificada pelo convite para que duas professoras com anos de casa assumissem cargos de direção e coordenação pedagógica. Essa iniciativa é um fator motivacional clássico, pois representa reconhecimento, ampliação de responsabilidades e oportunidade de crescimento. O vínculo de confiança entre a coordenação e o corpo docente é essencial, e o tempo é um elemento fundamental para a construção dessa base (Mate, 1998). A abertura para compartilhar inseguranças contribui para a confiança mútua (Sartori & Pagliarin, 2016). As professoras promovidas possuem vasta prática em sala de aula e especializações em gestão, mantendo um vínculo significativo com a equipe. Embora a promoção interna não possa ser aplicada a todos simultaneamente, a criação de ferramentas que permitam aos docentes liderar projetos e iniciativas extracurriculares pode evitar a sensação de estagnação. É importante que as professoras percebam que estão evoluindo em sua prática a cada ciclo letivo.

A análise sistemática dessas seis propostas permite classificá-las e compreender sua interconexão. A premiação financeira, embora inicialmente higiênica por reduzir a insatisfação salarial, só se torna motivacional quando acompanhada de reconhecimento simbólico. A conversa anual com o mantenedor gera motivação pelo reconhecimento da escuta ativa, mas também resulta em melhorias higiênicas estruturais. Os workshops formativos criam condições externas de desenvolvimento (higiênico), mas possibilitam o crescimento profissional (motivacional) quando o tema é relevante. O subsídio para cursos e a arquitetura escolar seguem lógica semelhante, onde a base material higiênica sustenta o potencial motivador da autonomia e do crescimento. A promoção interna exige suporte institucional e remuneração adequada (higiênico), mas foca primordialmente no reconhecimento da trajetória (motivacional).

A motivação docente não se restringe a aspectos financeiros, sendo afetada por um conjunto multifatorial que envolve valorização, condições adequadas de trabalho, formação contínua e cuidado com a saúde mental. A implementação de políticas sistemáticas de prevenção do estresse, como programas de acompanhamento psicológico e rodas de conversa sobre autocuidado, alinha-se às recomendações internacionais para ambientes de trabalho saudáveis (OMS, 2022). A adoção de ações integradas contribui para o aumento dos níveis de satisfação, fortalecendo tanto o clima organizacional quanto a qualidade do ensino oferecido pela instituição. A interdependência entre os fatores de Herzberg mostra que negligenciar a base higiênica torna os esforços motivacionais ineficazes, enquanto focar apenas no higiênico não garante o engajamento de longo prazo necessário para a excelência educativa.

Conclui-se que o objetivo foi atingido, uma vez que a investigação demonstrou que a motivação docente na instituição analisada manifesta-se de forma multifacetada, exigindo a articulação equilibrada entre condições externas que evitem a insatisfação e iniciativas que promovam o crescimento profissional. Os fatores higiênicos, como a remuneração variável e a infraestrutura de alta qualidade, oferecem a estabilidade necessária e reduzem desconfortos imediatos, mas a sustentação do engajamento reside nos fatores motivacionais, especialmente no investimento em formação continuada, na autonomia pedagógica e no reconhecimento simbólico das práticas docentes. A sistematização das propostas à luz da Teoria dos Dois Fatores revelou que os elementos não atuam de forma isolada, mas se complementam no cotidiano escolar, onde o diálogo e a escuta ativa funcionam como pontes entre as necessidades materiais e a valorização profissional. Embora os achados estejam circunscritos a um estudo de caso específico em uma escola privada, eles reforçam a importância de políticas de gestão que conciliem o cuidado com o ambiente físico e o apoio ao desenvolvimento da carreira, contribuindo para uma cultura escolar colaborativa e para a melhoria contínua da qualidade educacional.

Referências Bibliográficas:

Chiavenato, I. Comportamento organizacional: a dinâmica do sucesso das organizações. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014.

Damásio, A. R. O erro de Descartes: emoção, razão e o cérebro humano. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.

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Ferreira, A. B. H. O mini dicionário da língua portuguesa. 4. ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2002.

Flick, U. Introdução à pesquisa qualitativa. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009.

Gil, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Editora Atlas S.A., 2017.

Goulart Jr., E.; Lipp, M. E. N. Estresse entre professoras do ensino fundamental de escolas públicas estaduais. Psicologia em estudo, v. 13, p. 847-857, 2008.

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Libâneo, J. C. Organização e gestão da escola: teoria e prática. 5. Ed. Goiânia: Alternativa, 2004.

Lüdke, M.; Andre, M.E.D.A. A pesquisa em educação: abordagens qualitativas. 2. ed. Rio de Janeiro: E.P.U., 2013.

Maslow, A. H. Motivação e personalidade. São Paulo: Harper & Row do Brasil, 1970.

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Rossa, E. G. O. Relação entre estresse e burnout em professores de ensino fundamental e médio. In M. E. N. Lipp (Org.),O estresse no Brasil: Pesquisas (pp. 131-138). Campinas: Papirus, avançadas, 2004.

Ryan, R. M.; Deci, E. L. The support of autonomy and the control of behavior. Journal of Personality and Social Psychology, v. 53, n. 6, p. 1024-1037, 1987.

Silveira, K. A. et al. Estresse e enfrentamento em professores: uma análise da literatura. Educação em Revista, Belo Horizonte, v. 30, n. 4, p. 15-36, 2014.

UNESCO, Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura. Associated Schools Network: guide for members. França, 2019.

Resumo executivo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso da Especialização em Gestão Escolar do MBA USP/Esalq

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