
26 de março de 2026
Lucro Real ou Presumido: Análise Tributária no Setor de Climatização
André Fiorini Aurichi; Nayara Regina Cavinato
Resumo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.
A gestão tributária exerce papel determinante no desempenho financeiro e estratégico das organizações contemporâneas, influenciando diretamente a competitividade, a sustentabilidade e a capacidade de investimento no longo prazo. Um planejamento tributário eficiente, quando aliado à aplicação rigorosa dos princípios da contabilidade societária, torna-se indispensável para a redução de custos fiscais e a otimização dos recursos financeiros disponíveis (Santos et al., 2022). A análise criteriosa das demonstrações contábeis fundamenta a compreensão dos impactos tributários e orienta as decisões empresariais, permitindo que a escolha do regime de apuração deixe de ser uma obrigação burocrática para se tornar uma decisão estratégica (Borges, 2015). No cenário brasileiro, a definição entre o Lucro Real ou o Lucro Presumido repercute na carga tributária efetiva, na transparência fiscal perante o mercado e nas margens de lucro líquido. Tal escolha deve considerar não apenas o volume nominal de tributos pagos, mas também os reflexos sobre a estrutura de capital e a eficiência operacional da entidade (Schoueri, 2020). O sistema tributário nacional é marcado por elevada complexidade normativa e uma carga burocrática expressiva, o que exige das empresas uma postura ativa e estratégica na gestão fiscal (Machado, 2019).
No contexto específico do setor de instalação de sistemas de ar-condicionado central, observa-se a atuação de empresas que combinam atividades comerciais de fornecimento de equipamentos com a prestação de serviços técnicos especializados. Essas organizações frequentemente se envolvem em projetos de engenharia com diferentes graus de complexidade técnica, atendendo demandas de segmentos diversos como saúde, varejo, indústria e o setor corporativo em abrangência nacional. A diversidade operacional exige um domínio técnico apurado e uma gestão tributária eficaz, capaz de lidar com a complexidade fiscal decorrente das distintas naturezas das receitas e despesas. A transparência financeira é frequentemente exigida por clientes institucionais de grande porte, que demandam governança e a demonstração de solidez contábil, o que afeta diretamente as relações com fornecedores e parceiros financeiros. A contabilidade gerencial, quando integrada ao planejamento tributário, atua como ferramenta decisiva para assegurar a conformidade e a sustentabilidade do negócio (Marion, 2022).
A relevância da análise comparativa entre regimes tributários reside na necessidade de compreender como o modelo adotado impacta a eficiência econômica. O segmento de climatização enfrenta desafios específicos, como a gestão de receitas variáveis e a execução de projetos em diferentes escalas, o que exige decisões fiscais alinhadas à realidade operacional. A análise dos impactos financeiros associados à adoção do Lucro Real ou do Lucro Presumido revela-se essencial para embasar escolhas que promovam a competitividade. O planejamento tributário deve ser dinâmico e adaptado às características de cada organização, considerando o ambiente econômico e a legislação vigente (Sabbag, 2021). O objetivo central reside na análise dos balanços financeiros de uma empresa do setor de ar-condicionado para compreender os efeitos decorrentes da adoção de cada regime, identificando qual modelo oferece maior eficiência gerencial e propondo orientações para a otimização da gestão fiscal.
A fundamentação teórica que sustenta a análise tributária brasileira divide-se, primordialmente, entre os regimes de lucro presumido e lucro real. O regime de Lucro Real é obrigatório para empresas com faturamento anual superior a 78 milhões de reais, mas pode ser adotado opcionalmente por empresas de menor porte que busquem maior aderência à realidade contábil. Nesse modelo, o Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) são calculados com base no lucro contábil líquido, ajustado por adições e exclusões previstas na legislação tributária, conforme a Lei 9.430/96. Embora seja considerado mais complexo por exigir escrituração contábil completa e detalhada, o Lucro Real pode ser vantajoso para empresas com margens de lucro reduzidas ou que apresentem elevado volume de despesas dedutíveis (Oliveira, 2017). Por outro lado, o Lucro Presumido é um regime simplificado no qual o lucro tributável é estimado com base em percentuais fixos aplicados sobre a receita bruta, variando conforme a atividade exercida. A principal vantagem reside na simplificação dos cálculos, contudo, empresas com margens de lucro reais inferiores aos percentuais de presunção podem sofrer uma tributação desproporcional e onerosa (Carrazza, 2018).
A metodologia adotada para a investigação possui natureza aplicada, com foco na resolução de problemas práticos enfrentados por empresas do setor de climatização. A pesquisa classifica-se como descritiva e exploratória, utilizando o procedimento de estudo de caso para permitir uma investigação aprofundada de fenômenos dentro de seu contexto real (Gil, 2017; Yin, 2015). A empresa selecionada para o estudo atua na instalação de sistemas de ar-condicionado central na região metropolitana de São Paulo, realizando operações que envolvem tanto a prestação de serviços técnicos quanto o fornecimento de materiais e equipamentos. A escolha da organização justificou-se pela disponibilidade de dados contábeis confiáveis e pela representatividade no setor, permitindo a simulação dos efeitos tributários de forma concreta com base em sua estrutura operacional real entre os anos de 2018 e 2024.
O processo de coleta de dados envolveu o levantamento de demonstrativos de resultado, balancetes mensais, livros fiscais e relatórios gerenciais detalhados. Esses documentos permitiram a apuração minuciosa dos tributos incidentes em cada regime, respeitando as regras vigentes para IRPJ, CSLL, PIS, COFINS, ISS e a contribuição previdenciária patronal. A análise respeitou rigorosamente os critérios legais estabelecidos pela Receita Federal, incluindo a Instrução Normativa RFB 1700/2017 e demais normativas aplicáveis ao setor de serviços e comércio. No regime de Lucro Presumido, aplicaram-se as alíquotas de presunção sobre a receita bruta de mercadorias e serviços separadamente, conforme o enquadramento da atividade. Já no regime de Lucro Real, a apuração foi realizada com base no lucro líquido ajustado, considerando as adições de despesas não dedutíveis e as exclusões de receitas não tributáveis previstas na legislação.
A operacionalização dos cálculos foi estruturada em planilhas eletrônicas, onde se aplicaram as alíquotas específicas de cada tributo para simular os efeitos sobre indicadores financeiros fundamentais, como o lucro líquido final, a carga tributária efetiva e a margem operacional. A metodologia de cálculo seguiu os princípios da contabilidade societária e as orientações do Conselho Federal de Contabilidade, garantindo a integração entre a contabilidade e a tributação (Iudícibus et al., 2022). A abordagem também considerou aspectos de governança e transparência fiscal, elementos essenciais para a manutenção de contratos com clientes institucionais que exigem solidez contábil (Torres, 2021). A triangulação entre os dados empíricos colhidos, as simulações técnicas realizadas e a fundamentação teórica conferiu robustez à análise, permitindo a validação dos achados e a interpretação dos resultados à luz da literatura especializada (Lopes, 2020).
O detalhamento dos procedimentos operacionais incluiu a análise da sazonalidade das receitas, visto que o setor de climatização apresenta variações significativas de demanda ao longo do ano. Para cada exercício financeiro, procedeu-se à verificação das despesas operacionais, custos dos produtos vendidos e custos dos serviços prestados. No Lucro Real, a atenção concentrou-se na identificação de despesas que poderiam ser utilizadas como créditos tributários ou deduções da base de cálculo, enquanto no Lucro Presumido, o foco recaiu sobre a exatidão da aplicação dos percentuais de presunção sobre as diferentes fontes de receita. A análise comparativa buscou identificar qual regime oferecia maior eficiência econômica em cada cenário anual, considerando as flutuações do mercado e as mudanças na estrutura de custos da empresa.
Os resultados obtidos a partir da análise dos balancetes entre 2018 e 2024 revelam padrões de comportamento financeiro que influenciam diretamente a escolha tributária. Em 2018, a empresa apresentou uma receita bruta de mercadorias de 1.631.171,01 e uma receita bruta de serviços de 16.083.115,45. O resultado antes do Imposto de Renda e da Contribuição Social foi de 4.106.502,13. Ao simular a tributação pelo Lucro Presumido para esse ano, o IRPJ totalizou 791.563,59, acrescido de um adicional de 503.709,06, enquanto a CSLL atingiu 480.810,37. No regime de Lucro Real, para o mesmo período, o IRPJ foi de 615.975,32 com adicional de 386.650,21 e CSLL de 369.585,19. Nota-se que, já no primeiro ano analisado, o Lucro Real apresentou uma carga tributária nominal inferior, resultando em um lucro líquido de 2.734.291,41 contra 2.330.419,10 do Lucro Presumido.
No exercício de 2019, a empresa experimentou um crescimento expressivo, com a receita bruta de serviços saltando para 18.339.061,81 e o resultado antes dos impostos atingindo 12.917.572,52. Sob o regime de Lucro Presumido, a carga tributária foi severa, com IRPJ e adicional somando 1.525.830,73 e CSLL de 572.826,10. No Lucro Real, a tributação acompanhou a alta lucratividade, com IRPJ e adicional totalizando 3.205.393,13 e CSLL de 1.162.581,53. Nesse cenário de alta margem operacional, o Lucro Presumido mostrou-se financeiramente mais vantajoso, gerando um resultado líquido de 10.818.915,68, superior aos 8.549.597,86 apurados no Lucro Real. Esse fenômeno ocorre porque a margem de lucro real da empresa superou significativamente os percentuais de presunção estipulados pelo fisco, evidenciando a característica de “teto tributário” que o Lucro Presumido pode oferecer em momentos de bonança operacional.
Entretanto, a análise dos anos de 2020 e 2021 revela a fragilidade do regime presumido diante de crises econômicas. Em 2020, o resultado antes do IR/CSLL caiu para 5.770.046,68. No Lucro Presumido, a empresa pagaria 1.037.507,19 entre IRPJ e adicional, enquanto no Lucro Real esse valor seria de 1.418.511,67. A vantagem do Lucro Presumido manteve-se, mas com margem reduzida. O cenário alterou-se drasticamente em 2021, ano em que a empresa registrou um prejuízo contábil de 2.062.087,13. No regime de Lucro Real, a empresa não teria base de cálculo para IRPJ e CSLL, resultando em tributação zero sobre o lucro e gerando um prejuízo fiscal que poderia ser compensado em anos futuros. Contudo, no Lucro Presumido, a tributação é calculada sobre a receita bruta, independentemente da existência de lucro líquido. Assim, mesmo operando no prejuízo, a empresa seria obrigada a recolher 685.376,49 de IRPJ e adicional, além de 274.779,98 de CSLL. Essa situação resultou em um prejuízo líquido de 3.022.243,60 no Lucro Presumido, agravando a crise financeira da organização, enquanto no Lucro Real o prejuízo líquido seria limitado a 2.787.196,75.
A recuperação iniciada em 2022 consolidou a importância da flexibilidade tributária. Com a receita bruta de serviços em 10.108.158,88 e mercadorias em 4.217.498,94, o resultado antes dos impostos foi de 6.715.036,41. O Lucro Real apresentou um resultado líquido de 4.455.924,03, enquanto o Lucro Presumido gerou 5.509.369,76. Nos anos subsequentes, 2023 e 2024, a empresa manteve resultados positivos robustos. Em 2023, o resultado antes do IR/CSLL foi de 9.544.441,27, com o Lucro Presumido gerando um lucro líquido de 7.721.626,72 frente a 6.323.331,24 do Lucro Real. Em 2024, com resultado de 6.842.266,84, o Lucro Presumido resultou em 5.310.311,51 e o Lucro Real em 4.539.896,11. A análise longitudinal demonstra que o Lucro Presumido tende a ser mais benéfico em períodos de estabilidade e altas margens, mas o Lucro Real oferece uma proteção vital em períodos de retração ou aumento desproporcional de custos.
A discussão dos dados evidencia que a escolha do regime tributário não pode ser estática. O Lucro Presumido, embora ofereça simplicidade administrativa e menor custo de conformidade, ignora a realidade das despesas operacionais. Em anos como 2021, a rigidez do modelo comprometeu a liquidez da empresa ao tributar uma rentabilidade inexistente. Conforme observa Silva (2020), a carga tributária efetiva pode ser distorcida quando não há alinhamento entre a presunção legal e a margem real. O Lucro Real, por sua vez, demonstrou maior aderência à capacidade contributiva da organização, permitindo que a tributação refletisse o desempenho financeiro efetivo. Essa flexibilidade é um diferencial estratégico em contextos de instabilidade econômica, permitindo a absorção de prejuízos fiscais e a desoneração em momentos críticos (Alexandre, 2020).
Além dos impactos quantitativos, elementos qualitativos devem ser considerados. A adoção do Lucro Real exige uma estrutura contábil mais robusta, com controles internos rigorosos e profissionais capacitados para lidar com a complexidade das adições e exclusões. Essa exigência, embora represente um custo administrativo maior, reverte-se em benefício para a governança corporativa. A transparência gerada pela escrituração contábil completa fortalece a reputação da empresa perante instituições financeiras e clientes de grande porte, facilitando o acesso a crédito e a participação em licitações complexas (Costa e Lima, 2019). A gestão tributária, portanto, deve ser vista como uma extensão da estratégia de negócios, onde a economia de impostos é apenas um dos pilares, sendo acompanhada pela mitigação de riscos fiscais e pelo fortalecimento da estrutura organizacional.
A comparação entre os indicadores financeiros revela que a margem líquida no Lucro Presumido variou de negativos 26,55% em 2021 a positivos 52,38% em 2019. No Lucro Real, a margem líquida no ano de prejuízo foi de negativos 24,49%, evidenciando que o regime real suavizou o impacto negativo da crise. O EBITDA (Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) também apresentou variações significativas, atingindo 15.052.432,45 em 2019 e caindo para negativos 4.563.143,68 em 2021 sob a ótica do Lucro Real. Esses números reforçam a volatilidade do setor de instalação de ar-condicionado, que é altamente dependente de grandes contratos e sensível às variações dos custos de insumos e mão de obra especializada.
A análise detalhada das despesas operacionais mostra que, em anos de baixa rentabilidade, o volume de despesas dedutíveis no Lucro Real foi fundamental para reduzir a base de cálculo dos tributos. Em contrapartida, no Lucro Presumido, essas despesas não influenciaram o montante de impostos a pagar, o que penalizou a empresa justamente quando ela mais precisava de fôlego financeiro. Esse descompasso entre o lucro presumido e o lucro efetivo evidencia uma fragilidade estrutural do regime simplificado para empresas com custos operacionais elevados ou instáveis (Carrazza, 2018). A decisão entre os modelos deve, portanto, ser precedida por simulações orçamentárias que considerem diferentes cenários de faturamento e despesas, garantindo que a escolha do regime para o ano-calendário seguinte seja fundamentada em dados e não apenas em tradições administrativas.
A implementação de sistemas integrados de gestão (ERP) e o uso de ferramentas tecnológicas para a simulação tributária podem potencializar a eficiência do planejamento fiscal. A tecnologia permite um controle mais rigoroso sobre os dados financeiros e facilita a identificação de oportunidades de planejamento, como a correta classificação de despesas e a recuperação de créditos tributários. No contexto da empresa estudada, a transição para uma gestão tributária mais analítica permitiu identificar que, embora o Lucro Presumido tenha sido vantajoso na maioria dos anos de alta, o risco assumido em anos de crise foi elevado. O planejamento tributário dinâmico, que revisita a escolha do regime anualmente, mostra-se como a prática mais recomendada para garantir a sustentabilidade econômica e a vantagem competitiva no mercado de climatização.
Reconhece-se que o estudo apresenta limitações por focar em uma única organização, o que restringe a generalização dos resultados. Contudo, os achados servem como um modelo de análise para outras empresas do setor que enfrentam desafios semelhantes. Pesquisas futuras poderiam ampliar a amostra para incluir empresas de diferentes portes e localizações geográficas, além de investigar o impacto de possíveis reformas tributárias sobre a viabilidade de cada regime. A integração de aspectos jurídicos e tecnológicos na análise da gestão fiscal também representa um campo fértil para novos estudos, visando oferecer subsídios ainda mais abrangentes para a tomada de decisão empresarial no complexo ambiente tributário brasileiro.
Conclui-se que o objetivo foi atingido, uma vez que a análise comparativa demonstrou que a escolha entre o Lucro Real e o Lucro Presumido impacta significativamente a performance financeira da instaladora de ar-condicionado, revelando que o Lucro Presumido oferece vantagens em períodos de alta lucratividade e estabilidade, enquanto o Lucro Real atua como um mecanismo de proteção e justiça fiscal em períodos de retração econômica ou prejuízo operacional. A pesquisa evidenciou que a gestão tributária estratégica, fundamentada em dados contábeis reais e projeções financeiras, é essencial para garantir a liquidez, a conformidade legal e a sustentabilidade da organização, reforçando o papel do contador como agente de inteligência fiscal capaz de transformar obrigações tributárias em diferenciais competitivos.
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Resumo executivo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso de MBA em Gestão Tributária
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