05 de maio de 2026
Impactos da transição energética no mercado brasileiro de lubrificantes
Lucas Ramos Correia Lima; Cristiane Meneghel Dorizotto Colpas
Resumo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.
O desenvolvimento sustentável consolidou-se como um tema central nas discussões corporativas contemporâneas, à medida que as organizações buscam equilibrar o crescimento econômico com a preservação ambiental. Esse equilíbrio, que visa atender às necessidades atuais sem comprometer os recursos das futuras gerações, enfrenta desafios significativos, como a transição energética. A busca pela substituição de combustíveis fósseis por fontes de energia de baixo carbono é fundamental para reduzir as emissões de gases de efeito estufa, setor no qual o transporte se destaca como um dos maiores contribuintes (ANFAVEA, 2024). De acordo com dados globais, os cinco maiores mercados de transporte do mundo, compostos por Estados Unidos, Europa, Brasil e China, foram responsáveis por 15% das emissões globais de gases de efeito estufa em 2022, totalizando aproximadamente 4250 milhões de toneladas. No cenário brasileiro, o setor de transporte responde por 13% das emissões nacionais, sendo o modal rodoviário o principal responsável, com 94% desse total. Diante do impacto significativo do transporte no meio ambiente, políticas sustentáveis e movimentos globais que visam a mitigação dos impactos ambientais do setor automotivo impulsionam a demanda por veículos menos poluentes. Iniciativas como o Acordo Verde Europeu estabelecem como objetivo zerar as emissões de gases de efeito estufa no transporte rodoviário da União Europeia até 2050, o que acaba por impulsionar a adoção de veículos elétricos e alternativas não poluentes em escala global.
No Brasil, o Programa Nacional de Mobilidade Verde e Inovação, denominado MOVER e lançado pelo Governo Federal em 2023, visa incentivar a indústria nacional a adotar práticas mais sustentáveis, promovendo eficiência energética e a redução de emissões em 50% até o ano de 2030. O programa sucede iniciativas anteriores como o Rota 2030, instituído em 2018, e o Inovar Auto, de 2012, consolidando esforços contínuos para a descarbonização do setor automotivo nacional. Além disso, o MOVER prevê incentivos fiscais que podem chegar a 19 bilhões de reais para empresas que investirem em tecnologias sustentáveis e atenderem aos requisitos ambientais e regulatórios do programa. Tais movimentos, impulsionados por políticas públicas e incentivos fiscais, associados aos avanços tecnológicos e à mudança na preferência dos consumidores por transportes mais sustentáveis, modificaram a dinâmica do mercado automobilístico brasileiro nos últimos anos. Segundo dados da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE, 2025), 177358 veículos leves eletrificados foram vendidos no Brasil no ano de 2024, o que representou um aumento de 89% em relação às vendas do ano anterior. Com esse avanço, os veículos leves eletrificados passaram a corresponder a 7,14% da frota brasileira total.
Apesar dos desafios atuais relacionados à autonomia das baterias, à infraestrutura limitada de recarga e à predominância de veículos com mais de 10 anos na frota brasileira, as projeções indicam um crescimento significativo da eletrificação no setor automotivo. Conforme dados da ANFAVEA (2024), espera-se que os veículos elétricos leves representem 86% das vendas e 35% da frota circulante até o ano de 2040. Para os veículos pesados, a estimativa é que alcancem 44% das vendas e 15% da frota circulante no mesmo período, consolidando a transição energética no país. Esse movimento de aumento de veículos elétricos no território nacional impactará o consumo e a oferta de produtos das empresas do mercado de lubrificantes, uma vez que as necessidades dos motores híbridos e elétricos possuem características distintas dos usuais motores a combustão. A transição para veículos elétricos e híbridos exige mudanças significativas nos lubrificantes utilizados, passando a demandar fluidos especializados com maior eficiência térmica, proteção contra corrosão e compatibilidade com componentes elétricos (Tung et al., 2020). Com a substituição dos motores de combustão, no caso dos elétricos puros, o consumo de lubrificantes tende a ser reduzido, já que há menos peças mecânicas a serem lubrificadas. A redução do uso de motores a combustão nos híbridos também implica em uma diminuição no consumo de lubrificantes convencionais, uma vez que esses veículos exigem menos componentes mecânicos e operam com sistemas de propulsão mais eficientes.
Dado que cerca de 50% do volume de lubrificantes comercializados no Brasil é destinado a óleos de motor para veículos a combustão de gasolina e diesel, conforme dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP, 2024), evidencia-se uma grande dependência do mercado nesses produtos. Dessa forma, a mudança nas especificações exigida pela transição energética e no perfil do consumo terá um impacto considerável nas receitas das empresas. Embora essa transformação não seja imediata e o Brasil ainda possua desafios para a consolidação do veículo elétrico, é essencial que as organizações compreendam que a transição energética avança rapidamente. O planejamento estratégico torna-se, portanto, uma ferramenta indispensável para que as empresas não apenas enfrentem os desafios impostos por essa mudança, mas também aproveitem as novas oportunidades que surgirão com o crescimento de veículos elétricos e híbridos. A análise das adaptações estratégicas necessárias permite que as empresas do segmento se mantenham competitivas e sustentáveis em um cenário de incertezas tecnológicas e regulatórias.
A metodologia aplicada para a análise do setor caracterizou-se como um estudo de abordagem quantitativa, conduzido por meio de uma pesquisa de levantamento do tipo survey. O instrumento de coleta foi um questionário estruturado e desenvolvido especificamente para este fim, fundamentado nos conceitos e na estrutura das ferramentas de planejamento estratégico SWOT e matriz de Ansoff integradas. A análise SWOT é amplamente utilizada para avaliar fatores internos, compreendendo forças e fraquezas, e fatores externos, abrangendo oportunidades e ameaças que afetam uma organização. Essa ferramenta é essencial para compreender o contexto competitivo e orientar decisões estratégicas (Kotler, 2012). O desdobramento tático da SWOT ocorre por meio da combinação entre os fatores, permitindo formular estratégias que exploram oportunidades com base em forças ou enfrentam ameaças superando fraquezas (Sammut-Bonnici et al., 2015). Complementarmente, a matriz de Ansoff é uma ferramenta que analisa opções de crescimento com base em dois eixos principais: produtos e mercados. Ela propõe quatro estratégias fundamentais: penetração de mercado, desenvolvimento de mercado, desenvolvimento de produto e diversificação. Essas estratégias auxiliam a empresa na decisão entre expandir em mercados existentes ou novos, e com produtos existentes ou novos, para alcançar o crescimento desejado (Ecobici, 2017).
A integração dessas ferramentas permitiu uma avaliação estruturada, combinando a análise de ambiente com as opções de crescimento. Embora tradicionalmente considerada uma ferramenta qualitativa, a análise SWOT foi adaptada para uma abordagem quantitativa com o objetivo de fortalecer a base analítica e reduzir o grau de subjetividade. Essa adaptação utilizou indicadores com pesos e notas atribuídos por especialistas, associados aos quadrantes da SWOT, para orientar a avaliação de estratégias de maneira mais objetiva e mensurável (Chock et al., 2022). O questionário utilizado na pesquisa foi estruturado com um total de 32 perguntas, permitindo a coleta de dados comparativos entre as diferentes percepções dos participantes. As perguntas relacionaram-se com os principais fatores internos e externos que impactam o mercado de lubrificantes, referenciando-se aos elementos específicos de cada quadrante da SWOT e da matriz de Ansoff. A estrutura do questionário foi definida em duas seções principais. A primeira seção, dedicada à SWOT, contou com 16 perguntas distribuídas igualmente entre os quatro quadrantes, formuladas para capturar percepções específicas dos respondentes. A segunda seção, referente à matriz de Ansoff, também contou com 16 perguntas organizadas nos quatro quadrantes da matriz, visando avaliar a viabilidade e atratividade de cada estratégia no cenário atual.
As respostas e os pesos foram registrados por meio de uma escala tipo Likert de quatro pontos, variando de um, representando discordo totalmente ou irrelevante, a quatro, representando concordo totalmente ou muito relevante. A opção por uma escala com número par de pontos visou evitar a neutralidade e incentivar a tomada de posição por parte dos respondentes. A escala Likert é reconhecida por sua simplicidade de aplicação e capacidade de mensurar atitudes e percepções com consistência (Rokeman, 2024). Antes da aplicação definitiva, foi realizado um pré-teste do questionário com um grupo restrito de cinco profissionais do setor para verificar a clareza das perguntas e a adequação da linguagem. Com base nas observações, ajustes pontuais foram realizados, como a inclusão da menção ao impacto nas operações e a especificação dos tipos de lubrificantes, sejam eles automotivos ou industriais. As perguntas foram formuladas com base em evidências técnicas da literatura sobre os impactos da transição energética, como a necessidade de lubrificantes para veículos híbridos lidarem com temperaturas mais baixas e condições de operação variadas, incluindo o uso de tecnologia start-stop e frenagem regenerativa (Armioni et al., 2025).
A coleta de dados foi conduzida de forma online, direcionada a profissionais de equipes multidisciplinares do setor de lubrificantes, incluindo gestores, executivos, engenheiros e especialistas em planejamento estratégico. Os participantes foram selecionados por amostragem por conveniência, com base em sua experiência no mercado brasileiro e atuação nas cinco principais empresas do segmento, que juntas representam aproximadamente 70% da participação nacional (ANP, 2024). O questionário foi disponibilizado via plataforma Google Forms, garantindo o anonimato total dos respondentes e a segurança no tratamento dos dados, em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados. A análise dos dados coletados baseou-se em cálculos de nota ajustada, onde cada nota recebida foi multiplicada pelo respectivo peso atribuído à pergunta. Posteriormente, calculou-se a média ponderada por quadrante para cada respondente e, por fim, a média ponderada final por quadrante, consolidando as percepções de toda a amostra. Esse procedimento permitiu identificar quais quadrantes das ferramentas estratégicas foram considerados mais relevantes pelos profissionais consultados.
Ao final do período de coleta, foram obtidas 44 respostas válidas. Observou-se certa resistência inicial por parte de alguns profissionais em compartilhar percepções estratégicas, o que evidencia o caráter sensível das informações frente à concorrência. No entanto, a amostra obtida permitiu uma análise robusta do cenário. Ao avaliar os resultados relacionados aos fatores estratégicos da ferramenta SWOT, o quadrante de forças internas apresentou a maior média ponderada final, com valor de 3,57. Os respondentes reconheceram que as empresas do setor brasileiro de lubrificantes dispõem de capacidades internas relevantes, sendo os fatores mais valorizados o reconhecimento da marca, a qualidade do portfólio e a atuação diversificada fora do segmento automotivo. Esse reconhecimento de força interna é corroborado por movimentos recentes do mercado. No primeiro trimestre de 2025, as principais empresas do setor realizaram o lançamento de produtos em conformidade com a nova especificação API SQ ILSAC GF-7, otimizada para garantir o desempenho de motores híbridos, reduzindo o desgaste e as emissões. Esse movimento demonstra a capacidade de pesquisa e desenvolvimento das empresas para se adaptarem às mudanças tecnológicas.
Outro ponto que reforça a percepção de força interna é a representatividade de segmentos além dos óleos de motor. Os lubrificantes industriais correspondem a cerca de 20% das vendas do mercado, enquanto lubrificantes para transmissões e sistemas hidráulicos representam aproximadamente 25% (ANP, 2024). Esses dados sustentam a visão de que as empresas já atuam de forma diversificada. O quadrante de oportunidades obteve a segunda maior média na análise SWOT, com 3,11. A percepção de que é viável desenvolver produtos voltados à mobilidade elétrica, como fluidos térmicos e graxas dielétricas, foi o ponto de maior destaque, sinalizando que os profissionais enxergam viabilidade técnica e comercial nessas novas frentes. Por outro lado, o quadrante de fraquezas internas registrou a menor média ponderada, 2,78, indicando que os participantes não consideram suas empresas excessivamente vulneráveis ou dependentes de um número restrito de canais. Contudo, houve a constatação de que o portfólio atual ainda carece de maior alinhamento com as tendências de sustentabilidade e que a estrutura comercial precisa evoluir para atender aos novos perfis de consumo de veículos híbridos e elétricos.
Na análise da matriz de Ansoff, o quadrante de penetração de mercado obteve a maior média ponderada, atingindo 3,36. Esse resultado indica que os profissionais do setor acreditam fortemente no potencial de crescimento com os produtos já existentes, especialmente no mercado tradicional brasileiro. Essa percepção é reforçada pelo cenário de incentivos ao uso de etanol e pela preferência dos consumidores por veículos híbridos em detrimento dos puramente elétricos. De acordo com dados da FENABRAVE (2025), o número de novos veículos leves híbridos cresceu aproximadamente 55% entre 2023 e 2024. Como os veículos híbridos ainda possuem motores a combustão que requerem lubrificação similar aos modelos convencionais, há espaço para o crescimento do mercado com produtos existentes, especialmente óleos sintéticos de baixa viscosidade. Outro dado relevante é o aumento contínuo do emplacamento de motocicletas, com crescimento médio anual de aproximadamente 17%, representando cerca de 40% de todos os emplacamentos de veículos no Brasil. Em contrapartida, o número de motocicletas elétricas apresentou queda de cerca de 7% em relação ao ano anterior, sugerindo que os lubrificantes tradicionais ainda possuem um nicho de crescimento vigoroso nesse segmento.
Além disso, mais de 40% da frota brasileira de veículos leves possui mais de 10 anos de uso, tendo sido fabricada sob legislações anteriores (ANFAVEA, 2024). A renovação dessa frota ocorre de forma gradual, o que mantém a demanda por lubrificantes convencionais no curto e médio prazo. Programas como o MOVER também fomentam discussões para o aumento do percentual de etanol na gasolina, que pode chegar a 35%, representando uma alternativa viável à eletrificação total e contribuindo para a redução da pegada de carbono sem eliminar a demanda por lubrificantes. No contexto da matriz de Ansoff, o quadrante de desenvolvimento de mercado obteve a segunda maior média, 3,24, influenciado pelo potencial de expansão das vendas para mercados internacionais com soluções já existentes no portfólio. Já o quadrante de desenvolvimento de produto apresentou a menor média, 2,96, o que sugere que a inovação em produtos voltados exclusivamente à eletrificação veicular ainda não é percebida como uma prioridade urgente para o setor no Brasil, possivelmente devido à falta de infraestrutura de suporte aos veículos elétricos.
Diante das evidências, a estratégia mais recomendada para o curto e médio prazo no mercado brasileiro de lubrificantes é a do tipo forças-oportunidades. Essa abordagem sugere o uso das capacidades internas consolidadas para explorar as oportunidades externas identificadas (Sammut-Bonnici et al., 2015). Em consonância, a estratégia de penetração de mercado mostra-se a mais aderente ao cenário atual, buscando aumentar as vendas e a participação com os produtos existentes em um mercado que ainda não está saturado (Ecobici, 2017). Na prática, isso implica intensificar ações comerciais e de marketing, expandir redes de distribuição para ampliar a capilaridade logística e conquistar novos clientes aproveitando a credibilidade técnica já estabelecida. Recomenda-se investir na eficiência da cadeia de suprimentos para reduzir custos e aumentar a competitividade dos lubrificantes tradicionais, especialmente nos segmentos de motocicletas e veículos leves. Estabelecer parcerias estratégicas com montadoras para fidelizar clientes por meio da associação de marca e desenvolver soluções conjuntas para acompanhar o crescimento da frota de veículos híbridos também é uma ação prioritária.
Embora a percepção dos participantes não aponte o desenvolvimento de novos produtos como urgente, é prudente avaliar a estratégia do tipo forças-ameaças no longo prazo. Essa abordagem visa utilizar as capacidades internas para mitigar riscos associados à redução da demanda provocada pela eletrificação futura e ao surgimento de novos concorrentes (Sammut-Bonnici et al., 2015). Entre as possibilidades, destacam-se os investimentos em aplicações alternativas e a adaptação gradual do discurso técnico-comercial às exigências da agenda ambiental. É fundamental estabelecer parcerias estratégicas com fornecedores de aditivos para programas de desenvolvimento tecnológico voltados a fluidos específicos para veículos elétricos, antecipando-se à mudança do perfil da frota. A capacitação contínua das equipes comercial e técnica é necessária para identificar oportunidades e adaptar as ofertas de acordo com a evolução da eletrificação. Avaliar o potencial das linhas de produção existentes para viabilizar a introdução de novos itens, como fluidos térmicos e graxas dielétricas, sem comprometer a fabricação de produtos convencionais, é um passo estratégico importante.
A pesquisa permitiu identificar que, sob a ótica dos profissionais do setor, os principais desafios e oportunidades são moldados por uma transição energética que, no Brasil, possui características próprias. Os resultados evidenciaram que, apesar do avanço da eletrificação, há espaço considerável para o crescimento dos lubrificantes tradicionais, alicerçado nas capacidades já estabelecidas e no ambiente favorável aos veículos híbridos. A menor prioridade atribuída ao desenvolvimento imediato de novos produtos para elétricos pode indicar uma visão de longo prazo limitada ou uma adaptação ao ritmo da infraestrutura nacional. Como implicação prática, destaca-se a necessidade de um equilíbrio entre a maximização dos recursos no presente e a implementação de estratégias preparatórias para os desafios futuros. Um aspecto adicional que merece atenção são os impactos da transição energética sobre a cadeia de suprimentos, especialmente no que se refere ao aumento da demanda por óleos básicos de maior desempenho, necessários para a produção de lubrificantes de baixa viscosidade. Esse possível desequilíbrio na oferta de matérias-primas pode gerar pressões sobre a capacidade de refino e impactar a estrutura de custos das empresas brasileiras.
Conclui-se que o objetivo foi atingido ao identificar que a estratégia de penetração de mercado, apoiada nas forças internas das organizações, é a mais adequada para o cenário atual de transição energética no Brasil, visto que a frota de veículos híbridos e a longevidade dos veículos a combustão garantem a relevância dos lubrificantes convencionais no curto e médio prazo, enquanto as empresas devem monitorar gradualmente as oportunidades em fluidos especializados para veículos elétricos para assegurar a sustentabilidade competitiva futura.
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Associação Brasileira do Veículo Elétrico [ABVE]. 2025. ABVE Data. Disponível em: <https://abve.org.br/bi-geral/>. Acesso em: 15 mar. 2025.
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Chock, R.Y.; Miller, W.B.; King, S.N.D.; Brehme, C.S.; Fisher, R.N.; Sin, H.; Wilcox, P.; Terp, J.; Tremor, S.; Major, M.R.; Merrill, K.; Spencer, W.D.; Sullivan, S.; Shier, D.M. 2022. Quantitative SWOT analysis: A structured and collaborative approach to reintroduction site selection for the endangered Pacific pocket mouse. Journal for Nature Conservation 70.
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Tung, S.C.; Woydt, M.; Shah, R. 2020. Global insights on future trends of hybrid/EV driveline lubrication and thermal management. Frontiers in Mechanical Engineering 6.
Resumo executivo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso da Especialização em Gestão de Negócios do MBA USP/Esalq
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