Resumo Executivo

18 de maio de 2026

Gestão de Riscos em Usinas Solares: Diagnóstico e Melhoria

Virna Mota Lima; Leticia Franceschini Rodrigues

Resumo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.

A gestão de riscos configura-se como uma das áreas mais estratégicas da gestão de projetos, sendo indispensável em contextos caracterizados por alto grau de complexidade e incerteza, como ocorre nos empreendimentos de usinas solares. A literatura especializada destaca que, em projetos dessa natureza, a variabilidade de fatores técnicos, regulatórios, ambientais e humanos impõe a necessidade de uma abordagem sistemática e proativa para lidar com eventos adversos. O gerenciamento de riscos é composto por sete processos que abrangem desde o planejamento até o monitoramento e controle dos riscos ao longo do ciclo de vida do projeto (PMI, 2021). A adoção dessa abordagem permite não apenas a mitigação de impactos negativos, mas também a identificação de oportunidades que podem agregar valor ao resultado final (Ramanathan et al., 2012). No caso específico da energia solar, essa necessidade acentua-se devido ao fato de que tais empreendimentos envolvem fases críticas como planejamento, licenciamento, construção, comissionamento e operação, todas expostas a riscos específicos (Yao e Zhou, 2023). A multiplicidade de partes interessadas envolvidas, incluindo órgãos reguladores, fornecedores, prestadores de serviço terceirizados, investidores e comunidades locais, demanda uma articulação precisa entre os agentes para que os riscos sejam compartilhados, absorvidos e tratados de forma eficiente. Além disso, a natureza descentralizada e geograficamente dispersa dos projetos solares, especialmente em países de grande extensão territorial, acentua os desafios logísticos e operacionais (Maka e Alabid, 2022).

Os riscos associados à implantação de usinas solares organizam-se em cinco grandes categorias: técnicos, operacionais, financeiros, ambientais e institucionais (Akrofi e Okitasari, 2022). Riscos técnicos geralmente referem-se a falhas em equipamentos como módulos fotovoltaicos, inversores, transformadores ou sistemas de monitoramento, podendo comprometer a eficiência energética do sistema ou causar paralisações. Já os riscos operacionais englobam desafios relacionados à escassez de mão de obra qualificada, baixa integração entre setores, falhas no cronograma ou gestão inadequada de fornecedores e contratados, o que impacta diretamente o tempo e o custo do projeto (Narjabadifam et al., 2024). Por sua vez, os riscos financeiros abrangem questões como variações cambiais, elevação de custos com insumos, incertezas na previsão de receitas e dificuldade de acesso a crédito, aspectos frequentemente agravados por contextos macroeconômicos instáveis. Os riscos ambientais incluem tanto aspectos relacionados à conformidade legal, como a obtenção de licenças ambientais, quanto fatores de origem natural, como chuvas intensas, ventos fortes ou altas temperaturas, que afetam diretamente a execução das obras e a segurança dos trabalhadores (Li e Pilz, 2023). Os riscos institucionais envolvem a dependência de marcos regulatórios claros e estáveis, a complexidade dos processos de licenciamento e eventuais mudanças nas políticas públicas de incentivo à geração de energia. Dessa forma, a gestão de riscos deve considerar tanto os elementos internos da organização quanto os fatores exógenos que exercem influência significativa sobre o sucesso do projeto (Li e Pilz, 2023). Metodologias estruturadas, como a matriz de probabilidade e impacto, a análise SWOT e o uso de ferramentas como o registro de riscos, facilitam o mapeamento e o acompanhamento contínuo das ameaças (Cintra et al., 2022). A integração entre as equipes de engenharia, planejamento e segurança do trabalho surge como fator determinante para o sucesso da mitigação de riscos (Paz et al., 2023). A comunicação interna e o apoio da alta gestão são aspectos recorrentes nas boas práticas identificadas (Fonseca e Belchior, 2025).

A metodologia adotada compreende uma abordagem qualitativa, de caráter exploratório-descritivo, com o objetivo de compreender e avaliar as práticas de gestão de riscos em projetos de usinas solares a partir da percepção dos profissionais atuantes em campo. A vertente quantitativa permite mensurar a frequência e a intensidade das percepções por meio de escalas estruturadas, possibilitando a análise estatística dos dados coletados e a identificação de padrões de comportamento (Pisa e Oliveira, 2014). Caracteriza-se como uma pesquisa de levantamento, ou survey, que consiste na interrogação direta das pessoas cujo comportamento e opiniões se deseja conhecer (Ponto, 2020). O instrumento de coleta de dados consistiu em um questionário estruturado com 13 perguntas, aplicado a profissionais responsáveis pela supervisão de obras de usinas solares. O objetivo foi identificar e analisar a percepção desses colaboradores em relação às práticas adotadas pela empresa, avaliando pontos fortes, fragilidades, fatores externos críticos e possíveis melhorias no processo. O estudo ocorreu em uma empresa do setor de implantação de usinas solares que utiliza a estratégia de terceirização da execução das obras, mantendo profissionais próprios para a fiscalização em campo. A coleta de dados direcionou-se especificamente aos colaboradores responsáveis por essa supervisão direta, visando compreender como a organização conduz suas práticas de mitigação ao longo dos projetos.

As obras analisadas tiveram início nos meses de janeiro, junho e julho de 2024. A amostra da pesquisa incluiu dois supervisores de cada um dos três projetos em andamento, totalizando seis respondentes qualificados. A aplicação do instrumento ocorreu mediante a adesão ao Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, em formulário virtual hospedado na plataforma Google Forms, com tempo estimado de resposta entre cinco e sete minutos. Respeitando as diretrizes éticas vigentes e considerando o caráter técnico da pesquisa sem envolvimento de grupos vulneráveis, o estudo seguiu os preceitos da Resolução nº 510/2016 do Conselho Nacional de Saúde. Para a análise dos dados, utilizou-se o software GraphPad Prism para a construção de gráficos de colunas representativos das variáveis analisadas, organizadas por blocos temáticos como planejamento, controle, garantia da qualidade, cultura organizacional e maturidade. Após a coleta, os dados foram submetidos a uma análise por meio da matriz SWOT, mapeando forças, fraquezas, oportunidades e ameaças. Posteriormente, realizou-se o mapeamento do processo atual de gestão de riscos, estruturando as etapas praticadas desde a identificação até a comunicação. A etapa final consistiu na aplicação da ferramenta 5W2H para propor ações práticas de melhoria, definindo o que deve ser feito, a justificativa, os responsáveis, o cronograma, o local, o método e o custo estimado para cada ação proposta.

A análise dos dados obtidos revela um cenário de gestão de riscos marcado por fragilidades estruturais e práticas ainda incipientes. Metade dos respondentes, totalizando 50%, afirmou que a organização não possui um processo definido para gestão de riscos nos projetos, enquanto 33,3% indicaram que essa estrutura apresenta-se apenas parcialmente consolidada. Apenas 16,7% dos profissionais emitiram uma afirmação positiva sobre a existência de um processo formalizado. Esse dado demonstra que, embora existam esforços em direção à formalização, persiste uma lacuna significativa na padronização e institucionalização desses processos. A ausência de um sistema estruturado dificulta a identificação precoce de ameaças e oportunidades, comprometendo o desempenho global do projeto (PMI, 2021). No que tange às práticas positivas, as ações mais reconhecidas estão relacionadas à segurança do trabalho. Os profissionais mencionaram recorrentemente a realização de Análises Preliminares de Risco e Diálogos Diários de Segurança antes do início das atividades, além da fiscalização rigorosa do uso de Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva. Tais práticas indicam um esforço institucional em garantir ambientes seguros, em consonância com as normas regulamentadoras que reforçam a importância da antecipação e controle de riscos nos canteiros de obras.

A comunicação aberta e transparente sobre os riscos foi destacada como um ponto forte, onde os colaboradores sentem-se à vontade para relatar situações críticas sem receio de retaliação. Uma comunicação eficaz é vista como um dos pilares fundamentais para a maturidade em gestão de riscos, pois facilita o fluxo de informações críticas e o engajamento dos trabalhadores nos processos decisórios (Karjalainen, 2020). Outro ponto relevante mencionado foi a integração entre os responsáveis pelas fases iniciais e finais dos projetos, o que contribui para a mitigação de riscos ao evitar a repetição de erros já identificados anteriormente. Essa troca de conhecimento é essencial para o aprendizado organizacional e a retroalimentação de processos em projetos complexos (Natu e Aparicio, 2022). Em contrapartida, observou-se uma crítica ao fato de que as práticas de mitigação são muitas vezes implementadas de forma reativa e em caráter emergencial. A gestão de riscos deve ser proativa e integrada ao planejamento geral desde a concepção, e não apenas acionada em momentos de crise. A adoção de medidas em última hora revela um déficit de antecipação que pode aumentar os custos operacionais (Hadjinicolaou e Dumrak, 2017).

Outro aspecto crítico apontado foi a concentração das ações quase exclusivamente na dimensão da segurança do trabalho, com pouca ênfase em categorias como prazos, custos, escopo e qualidade. Embora a segurança física seja inegociável, uma abordagem robusta precisa considerar múltiplas dimensões simultaneamente. A limitação à segurança operacional indica uma gestão compartimentalizada, o que compromete a visão sistêmica necessária para a sustentabilidade dos projetos de engenharia. A percepção quanto ao envolvimento da alta gestão reforça essa lacuna, visto que apenas 33,3% dos profissionais acreditam que a liderança apoia e prioriza ações preventivas. Para a maioria, esse apoio ocorre de forma parcial ou é inexistente, o que reflete uma limitação no engajamento institucional fundamental para o fortalecimento da cultura de riscos. As respostas indicam ainda a falta de integração entre as equipes de implantação e os setores de Saúde, Segurança e Meio Ambiente, o que compromete a efetividade das ações preventivas. Esse desalinhamento é uma barreira comum em projetos com baixa maturidade em gestão (PMI, 2021). A ausência de um plano operacional padrão para lidar com riscos de forma sistemática evidencia uma atuação reativa, em desacordo com as melhores práticas que defendem abordagens proativas e estruturadas (Sepasgozar et al., 2019).

A falta de mão de obra qualificada nos canteiros foi relatada como um fator que agrava os riscos técnicos e operacionais, podendo comprometer a qualidade e os prazos do projeto (Pisa e Oliveira, 2014). Riscos regulatórios e falhas em projetos também foram citados, reforçando a importância de uma gestão ampla que vá além da segurança do trabalho. A dificuldade em identificar e acompanhar os riscos nas obras é presente para 50% dos respondentes, evidenciando a ausência de mecanismos sistemáticos de monitoramento. Métodos como análise SWOT e matrizes de probabilidade e impacto são eficazes na identificação de riscos em projetos com múltiplos fornecedores e atividades descentralizadas (Oliveira, 2025). A comunicação interna mostrou-se um ponto sensível, pois apenas 16,7% dos profissionais a consideram clara e eficaz. Falhas de comunicação são causas frequentes de insucesso em projetos multidisciplinares, exigindo a criação de canais estruturados e a adoção de ferramentas colaborativas (Sepasgozar et al., 2019). Observou-se também uma baixa percepção de abertura da empresa para a inovação, com apenas 16,7% dos respondentes acreditando na disposição da organização em modernizar seus processos. Empresas que incorporam tecnologias emergentes conseguem ganhos significativos em confiabilidade e resiliência operacional (Nascimento et al., 2022).

Sugestões de melhoria incluíram a adoção de Procedimentos Operacionais Padrão preventivos baseados em históricos anteriores, o que permite padronizar a resposta a situações recorrentes (PMI, 2021). O uso de tecnologias imersivas, como realidade virtual para treinamentos de segurança, traz benefícios na capacitação de equipes em ambientes de risco elevado (Pei et al., 2023). A implantação de indicadores de risco e auditorias internas permitiria o monitoramento contínuo e a identificação antecipada de falhas, transformando dados operacionais em ações preventivas (Andriansyah e Nulhakim, 2020). O dado mais crítico refere-se à capacidade de lidar com imprevistos como mudanças climáticas e variações de custo, onde nenhum profissional avaliou a empresa como plenamente preparada. O fator externo mais preocupante é o clima, sobretudo chuvas intensas e ventos fortes, que atrasam cronogramas e afetam a produtividade (PMI, 2021). A logística e a cadeia de suprimentos também são críticas, devido à dependência de equipamentos importados sujeitos a burocracias portuárias e atrasos no transporte rodoviário (Sepasgozar et al., 2019). Riscos regulatórios e ambientais, como a necessidade de cumprir exigências legais rigorosas, podem resultar em paralisações se não forem mapeados desde o início (Silva e Crispim, 2014).

A análise SWOT consolidada revela como forças as práticas de segurança consolidadas e a comunicação aberta entre equipes operacionais. Como fraquezas, destacam-se a ausência de um plano operacional padrão, a baixa integração entre setores e a gestão de riscos pouco difundida. As oportunidades residem na implementação de ferramentas como o registro de riscos, uso de tecnologias inovadoras e ampliação do relacionamento com partes interessadas. As ameaças concentram-se em fatores climáticos imprevisíveis, problemas logísticos na importação, incertezas regulatórias e riscos financeiros associados a terceirizadas. O mapeamento do processo atual indica que a identificação de riscos ocorre de forma parcial e não padronizada, concentrada em atividades operacionais e baseada na experiência empírica, sem suporte de ferramentas estruturadas. O planejamento e tratamento dos riscos são pouco sistematizados, tornando o processo de tomada de decisão mais reativo. O fluxo de informação entre os níveis operacionais e a gestão é fragmentado, restringindo a troca de informações e o desenvolvimento de uma cultura organizacional voltada ao risco. A etapa de avaliação e melhoria contínua é praticamente inexistente, impedindo a construção de um histórico confiável para embasar decisões futuras (Clemente e Domingues, 2023).

Para mitigar essas lacunas, propõe-se um plano de ação baseado na ferramenta 5W2H. A primeira ação é a implementação de um Procedimento Operacional Padrão de riscos para padronizar a identificação e resposta em todas as frentes de obra. A segunda ação foca na integração entre as equipes de implantação e segurança, por meio de reuniões conjuntas e revisões cruzadas de planos de risco. A terceira ação envolve treinamentos recorrentes para disseminar uma cultura preventiva em todos os níveis da organização. Propõe-se também a implantação de um registro de riscos estruturado para acompanhar a evolução e o controle de cada ameaça identificada. A criação de indicadores de desempenho e a realização de auditorias trimestrais permitirão mensurar a efetividade das ações e identificar áreas vulneráveis. É fundamental formalizar a etapa de lições aprendidas ao final de cada projeto para institucionalizar o aprendizado e evitar a repetição de erros. A avaliação prévia da qualificação técnica e financeira de parceiros terceirizados deve ser rigorosa para evitar interrupções e retrabalhos (Green e Dikmen, 2022). O planejamento de contingências climáticas e logísticas, com apoio de dados históricos, visa reduzir impactos em cronogramas e custos. Por fim, a adoção de tecnologias de monitoramento remoto e realidade virtual pode melhorar substancialmente a preparação das equipes e a capacidade de resposta a situações adversas.

Conclui-se que o objetivo foi atingido, uma vez que as práticas de gestão de riscos na empresa foram diagnosticadas, revelando um foco predominante em segurança do trabalho, mas com carências severas em integração setorial, padronização de processos e uso de ferramentas tecnológicas. A identificação de fragilidades como a atuação reativa e a falha na comunicação interna permitiu a estruturação de propostas de melhoria fundamentadas em ferramentas de gestão consagradas, como o 5W2H e o mapeamento de processos. A pesquisa demonstrou que a maturidade organizacional no setor de energia solar depende da transição de uma cultura de conformidade básica para uma gestão estratégica e integrada, capaz de antecipar riscos regulatórios, climáticos e logísticos. As recomendações apresentadas oferecem um caminho viável para o fortalecimento da resiliência operacional e para a garantia da sustentabilidade econômica e social dos projetos de usinas solares.

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Resumo executivo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso da Especialização em Gestão de Projetos do MBA USP/Esalq

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