Resumo Executivo

24 de abril de 2026

Desenvolvimento de aplicativo para autonomia e inclusão no TEA

Francielly Rodrigues Hammerich; Gabriela Missassi

Resumo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.

O Transtorno do Espectro Autista é compreendido como uma condição do neurodesenvolvimento que se manifesta por meio de desafios qualitativos na interação social, dificuldades persistentes na comunicação e a presença de padrões de comportamento repetitivos ou interesses restritos. Tais características frequentemente impõem barreiras significativas ao estabelecimento de conexões interpessoais e à plena participação em atividades cotidianas, o que impacta de forma direta a qualidade de vida e o bem-estar emocional dos indivíduos diagnosticados (Lustosa et al., 2023). A manifestação dos sintomas ocorre de maneira heterogênea, compondo um espectro no qual as necessidades de suporte variam consideravelmente entre cada pessoa. Nesse cenário, o diagnóstico realizado de forma criteriosa e o acesso a intervenções adequadas são fundamentais para o desenvolvimento de habilidades sociais e comunicativas que favoreçam a autonomia ao longo da vida (American Psychiatric Association, 2013).

A inclusão digital surge como um pilar essencial para a promoção da independência, permitindo que a integração de tecnologias assistivas e plataformas digitais personalize o suporte às necessidades específicas de cada usuário. O uso de dispositivos móveis e aplicativos customizados possui o potencial de mitigar barreiras de comunicação, estimular o sentimento de pertencimento e apoiar a interação social em diversos contextos, desde o ambiente educacional até o mercado de trabalho (Lira, 2022). Entre as alternativas tecnológicas exploradas na literatura, destacam-se os jogos digitais como ferramentas de suporte e os aplicativos educacionais que priorizam a acessibilidade, evidenciando a relevância de um design orientado às particularidades sensoriais e cognitivas do público autista (Pereira et al., 2023).

Apesar da expansão do mercado de softwares voltados à saúde e educação, observa-se uma carência de soluções que abordem as demandas complexas de pessoas com autismo de maneira integrada. Grande parte das ferramentas disponíveis foca em aspectos isolados, como apenas a comunicação alternativa ou exclusivamente a organização de calendários, negligenciando a necessidade de recursos para modulação sensorial e suporte emocional em uma mesma interface (Moresi et al., 2018). Existe, portanto, uma demanda latente por plataformas unificadas que associem funcionalidades distintas, favorecendo a previsibilidade da rotina, a redução de níveis de ansiedade e o fortalecimento da autonomia do usuário (Sales, 2023).

O desenvolvimento de tecnologias assistivas eficazes exige uma abordagem interdisciplinar que combine conhecimentos da psicologia, do design de experiência do usuário e da engenharia de software. Diretrizes de acessibilidade devem nortear a construção de interfaces que sejam intuitivas e funcionais, evitando a sobrecarga cognitiva que muitas vezes afasta o público neurodivergente de soluções digitais convencionais (França et al., 2022). Enquanto a psicologia contribui para a compreensão dos desafios emocionais e cognitivos, o design de experiência garante a navegabilidade e a atratividade da ferramenta, e a engenharia de software assegura a robustez técnica necessária para o desempenho adequado do sistema (Silva, 2024).

A gestão da qualidade desempenha um papel indispensável para garantir que as soluções tecnológicas atinjam os requisitos dos usuários e minimizem falhas operacionais. A aplicação de ferramentas como o ciclo de planejamento, execução, verificação e ação, além da análise de causa-raiz por meio do diagrama de causa e efeito, oferece suporte à melhoria contínua dos processos de desenvolvimento (Santos et al., 2013). A combinação entre práticas de qualidade e a escuta ativa dos usuários finais mostra-se essencial para a criação de produtos que realmente ampliem a inclusão social e a independência de adolescentes e adultos autistas. O objetivo central reside no desenvolvimento de um aplicativo inclusivo que reúna ferramentas de comunicação, organização de rotina e regulação emocional, incorporando rigorosas diretrizes de usabilidade em seu protótipo.

A metodologia adotada para a condução desta investigação possui caráter aplicado, utilizando uma abordagem que combina métodos qualitativos e quantitativos para o desenvolvimento e a avaliação de uma solução tecnológica voltada à inclusão digital. O processo foi estruturado em duas etapas principais de coleta e análise de dados, complementadas pela criação de protótipos e pela aplicação de ferramentas de gerenciamento da qualidade para assegurar a aderência aos requisitos identificados. A primeira fase consistiu em uma pesquisa de levantamento de requisitos, realizada por meio de um questionário online disponibilizado entre os dias 15 e 17 de janeiro de 2025. O instrumento de coleta foi elaborado com base em uma revisão da literatura técnica e em uma análise comparativa de aplicativos já existentes no mercado, visando identificar lacunas e oportunidades de inovação.

A amostra da primeira etapa foi composta exclusivamente por adultos autistas, selecionados por conveniência em grupos de apoio digital. A participação ocorreu de forma voluntária e anônima, garantindo a ética na coleta das informações. O questionário foi organizado em sete seções temáticas abrangentes: informações demográficas para caracterização do perfil; detalhes sobre o diagnóstico e nível de suporte necessário; experiência prévia e atual com o uso de tecnologias; identificação de necessidades cotidianas não atendidas; priorização de funcionalidades desejadas em um novo aplicativo; interesse em temas de acessibilidade e direitos legais; e relatos de experiências pessoais. As questões fechadas foram analisadas por meio de estatística descritiva, enquanto as respostas abertas passaram por uma análise de conteúdo para a identificação de padrões e demandas recorrentes.

Para organizar os dados coletados e garantir que as vozes dos usuários fossem traduzidas em funcionalidades técnicas, utilizou-se uma matriz de rastreabilidade de requisitos. Essa ferramenta permitiu correlacionar cada necessidade apontada na pesquisa com um requisito específico de software, documentando a origem, o objetivo e o status de decisão de cada item. A matriz serviu como guia para a criação de um wireframe de baixa fidelidade, desenvolvido na ferramenta de design Balsamiq. O wireframe permitiu a visualização inicial das telas e dos fluxos de navegação, facilitando a organização lógica das funcionalidades validadas, como o calendário personalizado, as ferramentas de comunicação assistiva e os recursos de regulação sensorial, antes do investimento em um desenvolvimento mais complexo.

Na sequência do processo operacional, foi elaborado um protótipo de média fidelidade utilizando a plataforma Rocket. Essa ferramenta possibilitou a construção de interfaces interativas que simulam a experiência de uso tanto em ambiente web quanto mobile de forma ágil. O protótipo incorporou os requisitos priorizados na matriz de rastreabilidade, permitindo que os usuários validassem a usabilidade e a acessibilidade do aplicativo mesmo sem a implementação completa de todas as funcionalidades de retaguarda. Esta etapa de prototipação é considerada crítica para a redução de erros e para o alinhamento de expectativas entre o que foi planejado e o que é percebido pelo usuário final (Barbosa e Silva, 2019).

A segunda etapa da pesquisa, focada na validação e no refinamento da solução, ocorreu entre os dias 17 e 27 de setembro de 2025. Nesta fase, aplicou-se um formulário de avaliação estruturado a um grupo de pessoas diagnosticadas com autismo, seguindo os mesmos critérios de inclusão da etapa inicial. O instrumento foi desenvolvido para avaliar aspectos de usabilidade, satisfação e eficácia das funcionalidades implementadas. O questionário contou com 12 seções temáticas, incluindo a escala de usabilidade de sistema, conhecida como escala SUS, que fornece uma métrica padronizada para a percepção de facilidade de uso. A análise dos dados desta etapa foi complementada pelo uso do diagrama de Ishikawa para identificar causas de possíveis dificuldades relatadas e pelo ciclo de melhoria contínua para estruturar os ajustes necessários no produto final.

Os resultados obtidos no levantamento de requisitos contaram com a participação de 16 adultos autistas, formando uma amostra diversificada em termos de idade e gênero. A distribuição etária revelou uma concentração significativa em duas faixas: jovens adultos entre 18 e 24 anos e indivíduos de meia-idade entre 35 e 44 anos. Quanto à identidade de gênero, observou-se uma predominância de participantes do gênero feminino e não-binário. A inclusão de diferentes faixas etárias é um fator determinante no desenho de tecnologias inclusivas, uma vez que as demandas por suporte e as formas de interação com ferramentas digitais sofrem alterações ao longo do ciclo de vida do indivíduo (Kientz et al., 2013).

No que tange ao perfil clínico, todos os respondentes possuíam laudo formal, com uma presença majoritária de 94% de indivíduos com Nível 1 de suporte. Esse dado indica que o público-alvo possui um grau elevado de autonomia nas atividades diárias, mas ainda enfrenta desafios específicos que requerem apoio tecnológico. A ênfase no Nível 1 de suporte é consistente com estudos que apontam uma maior familiaridade e engajamento desse grupo com ferramentas digitais, tornando-os usuários prioritários para o desenvolvimento inicial de soluções de autoajuda e organização (Gillespie-Lynch et al., 2017). A experiência tecnológica relatada pelos participantes mostrou o uso frequente de aplicativos de organização geral, como calendários e gerenciadores de tarefas, porém evidenciou uma baixa adesão a softwares desenvolvidos especificamente para o autismo. Essa lacuna sugere que as soluções atuais podem apresentar interfaces pouco intuitivas ou funcionalidades fragmentadas que não atendem às necessidades sensoriais desse público (Hayes et al., 2020).

As principais dificuldades relatadas pelos participantes envolveram a desorganização da rotina, desafios na comunicação interpessoal em ambientes públicos e a ausência de estratégias eficazes para a autorregulação emocional. Tais achados convergem com a literatura especializada, que reforça a importância da previsibilidade e da estruturação do ambiente para reduzir a sobrecarga cognitiva em pessoas autistas (Müller et al., 2015). Na priorização de funcionalidades, os usuários demonstraram maior interesse por calendários altamente personalizáveis, ferramentas para monitoramento de estados emocionais, técnicas de respiração guiada e espaços seguros para o armazenamento de documentos importantes, como laudos e receitas médicas. O interesse por recursos digitais que auxiliem no manejo da ansiedade e no fortalecimento da memória de trabalho é corroborado por pesquisas que destacam a eficácia dessas ferramentas na promoção da autonomia (Bölte et al., 2021).

A pesquisa também identificou uma forte demanda por informações acessíveis sobre direitos e legislação vigente. Cerca de 94% dos participantes manifestaram interesse em ter acesso simplificado a conteúdos jurídicos dentro do aplicativo. Essa necessidade aponta para a importância de expandir a cidadania digital, garantindo que o indivíduo autista tenha conhecimento sobre seus direitos para melhor exercer sua defesa e inclusão social (Pellicano et al., 2014). Além disso, os relatos pessoais enfatizaram a necessidade de personalização estética da interface, incluindo ajustes de cores, tamanhos de fontes e recursos de alto contraste, evidenciando que a flexibilidade visual é um fator essencial para a acessibilidade sensorial.

A partir da análise dos 13 requisitos identificados, nove foram selecionados para desenvolvimento imediato, incluindo o calendário de rotina diária, ferramentas de comunicação assistiva, técnicas de relaxamento, jogos de regulação sensorial e a organização de documentos. A decisão de priorizar esses itens baseou-se na convergência entre os desejos dos usuários e as evidências da literatura sobre autocuidado e adesão a rotinas de saúde (Costa e Almeida, 2021). Requisitos de maior complexidade técnica, como assistentes virtuais baseados em inteligência artificial e mapas de locais públicos acessíveis, foram registrados para implementações futuras, garantindo que o escopo inicial do projeto permanecesse viável e focado em entregas concretas de curto prazo.

O desenvolvimento do wireframe de baixa fidelidade permitiu traduzir a matriz de requisitos em elementos visuais claros. O uso dessa técnica é fundamental para facilitar a comunicação entre os envolvidos no projeto e antecipar ajustes de usabilidade antes da fase de programação (Barbosa e Silva, 2019). A organização lógica das telas priorizou a redução da sobrecarga visual, seguindo diretrizes que recomendam interfaces consistentes e com opções de personalização para usuários neurodivergentes (Lemos et al., 2021). A etapa de prototipação inicial, quando guiada por princípios de psicologia e design de experiência, favorece a criação de ambientes digitais que respeitam os limites sensoriais do usuário, um fator crítico para o sucesso de tecnologias assistivas (França et al., 2022).

O protótipo de média fidelidade marcou a transição para um artefato interativo capaz de simular a navegação real. A tela inicial foi projetada com uma saudação personalizada e blocos visuais de acesso rápido para as funções de comunicação, respiração, emoções e rotina. A implementação de ferramentas de respiração revelou a necessidade de feedbacks multimodais, combinando estímulos visuais, textuais e auditivos para atender a diferentes perfis sensoriais. Durante os testes, a simplificação de ícones e o aumento do contraste mostraram-se necessários para evitar a confusão visual, confirmando a importância de um design minimalista para este público.

A pesquisa de validação contou com 11 participantes, mantendo o perfil de predominância do Nível 1 de suporte. As avaliações foram amplamente positivas, com uma média geral de 8,8 pontos em uma escala de zero a 10. A maioria dos usuários relatou que o aplicativo é fácil de aprender e que a organização das telas é consistente, o que demonstra alinhamento com os princípios clássicos de usabilidade (Nielsen, 1994). No entanto, foram identificadas áreas de melhoria, especialmente na funcionalidade de adicionar novas atividades à rotina, onde alguns usuários sentiram falta de fluxos mais claros. Esse feedback é essencial para o refinamento do produto, destacando que interfaces excessivamente complexas podem gerar barreiras de uso (França et al., 2022).

No que diz respeito à comunicação e emoções, os cartões de comunicação assistiva foram bem recebidos, mas houve sugestões para a inclusão de pictogramas de comunicação alternativa e ampliada para aumentar o alcance da ferramenta. A funcionalidade de registro de emoções foi valorizada como um espaço de autorregulação, embora alguns participantes tenham relatado dificuldade em nomear sentimentos sem um apoio visual ou explicativo adicional. Tais observações reforçam a necessidade de oferecer múltiplas formas de expressão emocional em ferramentas voltadas ao autismo (Müller et al., 2015). O exercício de respiração, utilizando uma animação de bola expansível, foi considerado intuitivo e eficaz para o manejo imediato do estresse.

A aplicação do diagrama de causa e efeito permitiu identificar que as principais dificuldades de uso estavam relacionadas à complexidade de alguns fluxos de configuração e à falta de guias explicativos em certas seções. Para endereçar essas questões, utilizou-se o ciclo de melhoria contínua, estruturando um plano de ação que inclui a simplificação de processos, a revisão de contrastes visuais e a integração de novos recursos de acessibilidade. Esse processo metodológico reafirma o caráter iterativo do desenvolvimento de software, onde a escuta ativa e a validação constante com o público-alvo garantem a qualidade e a relevância social da solução tecnológica (Barbosa e Silva, 2019). O trabalho demonstra que a integração entre diferentes áreas do conhecimento fortalece a criação de ferramentas que realmente apoiam a autonomia e a participação social de pessoas autistas.

Conclui-se que o objetivo foi atingido por meio do desenvolvimento e da validação de um protótipo de aplicativo que integra funcionalidades essenciais para a rotina e o bem-estar de pessoas com autismo. A pesquisa evidenciou que a participação direta dos usuários no processo de levantamento de requisitos e na validação das interfaces é fundamental para garantir que a tecnologia atenda às demandas reais de acessibilidade e usabilidade. O protótipo obteve avaliações elevadas, confirmando a eficácia da unificação de recursos de comunicação, organização e regulação emocional em uma única plataforma. A aplicação de ferramentas de gestão da qualidade e a abordagem interdisciplinar mostraram-se determinantes para a consistência metodológica do projeto. Os resultados reforçam o potencial das tecnologias assistivas como instrumentos de inclusão digital e social, oferecendo uma base sólida para o aprimoramento contínuo da ferramenta e para futuras investigações que visem ampliar a autonomia da comunidade autista.

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Resumo executivo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso da Especialização em Gestão de Projetos do MBA USP/Esalq

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