Resumo Executivo

Imagem Acessibilidade em bibliotecas de fotografia: gestão e diretrizes

06 de abril de 2026

Acessibilidade em bibliotecas de fotografia: gestão e diretrizes

Bruna Acylina Gallo; Rafael Guem Murakami

Resumo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.

A pauta da acessibilidade assumiu papel de destaque nas políticas públicas e nas discussões acadêmicas brasileiras nas últimas décadas, refletindo o reconhecimento do direito à inclusão como princípio fundamental da cidadania. Esse movimento é assegurado por instrumentos legais robustos, como a Lei 13.146 de 2015, conhecida como Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, que estabelece parâmetros normativos para a promoção da igualdade de oportunidades. Complementarmente, a norma ABNT NBR 9050 de 2020 oferece diretrizes detalhadas para a adequação arquitetônica e comunicacional de espaços públicos e privados, reforçando o compromisso social com a eliminação de barreiras que dificultam a participação social plena. No campo biblioteconômico, a acessibilidade relaciona-se diretamente ao princípio da democratização da informação e da cultura, uma vez que as bibliotecas constituem espaços fundamentais para o desenvolvimento educacional e social das comunidades. Compete aos profissionais da informação identificar as demandas dos usuários, planejando e implementando produtos e serviços que garantam o atendimento qualificado e o acesso à informação para diferentes públicos (Silva e Spudeit, 2020).

Ainda que as bibliotecas desempenhem função central no acesso ao conhecimento, persistem desafios significativos para tornar esse papel efetivo. Mesmo com a existência de normas técnicas, obstáculos diversos limitam o acesso à informação e a participação social. Sassaki (2009) classifica essas barreiras em seis dimensões principais: arquitetônicas, metodológicas, comunicacionais, atitudinais, instrumentais e programáticas. Essa classificação evidencia que a acessibilidade transcende mudanças físicas, exigindo a revisão de práticas institucionais, processos comunicativos e o uso de tecnologias assistivas. O desafio torna-se ainda mais evidente em bibliotecas especializadas em livros de fotografia, onde a predominância da linguagem visual demanda estratégias inclusivas específicas. Livros de fotografia apresentam composições em que a imagem assume o protagonismo, como em fotolivros, portfólios e catálogos (Ramos, 2017), exigindo recursos de mediação cognitiva e cultural para garantir que o conteúdo seja acessível a todos.

A literatura acadêmica ainda carece de estudos consistentes sobre acessibilidade em bibliotecas especializadas, permanecendo voltada sobretudo para contextos escolares e universitários (Carneiro, 2020). Diante dessa lacuna, a gestão de projetos oferece um referencial útil para organizar iniciativas de inclusão de forma planejada e verificável. A utilização do guia Project Management Body of Knowledge, em suas sexta e sétima edições, permite estruturar a implementação da acessibilidade em etapas claras, desde o diagnóstico até a elaboração de uma Estrutura Analítica do Projeto. O objetivo central reside em analisar a acessibilidade em uma biblioteca especializada em livros de fotografia, mapeando barreiras e compreendendo as percepções dos usuários para sistematizar diretrizes fundamentadas em normas técnicas e boas práticas de gestão.

A metodologia adotada fundamenta-se em uma abordagem qualitativa e descritiva, conduzida por meio de um estudo de caso único em uma biblioteca especializada em livros de fotografia situada em uma instituição cultural na cidade de São Paulo. A escolha pelo estudo de caso justifica-se pela possibilidade de investigar fenômenos contemporâneos em seu contexto real, especialmente quando não se dispõe de condições para manipular variáveis relevantes (Yin, 2015). A instituição em questão ocupa um edifício vertical de 12 pavimentos, composto por dois subsolos, andar térreo e nove andares superiores. A biblioteca localiza-se especificamente no primeiro andar, e a análise concentrou-se exclusivamente nesse espaço para assegurar profundidade e evitar dispersões que comprometeriam a consistência dos resultados.

O delineamento metodológico estruturou-se em três etapas principais. A primeira consistiu em uma revisão bibliográfica exaustiva de publicações científicas, legislações e normas técnicas. A segunda etapa envolveu a aplicação de questionários a dois grupos distintos. O primeiro grupo foi composto por usuários da biblioteca, visando identificar barreiras percebidas e levantar sugestões de melhoria. O questionário, contendo questões abertas e fechadas, foi disponibilizado em formato digital via plataforma Google Forms entre 15 de abril e 15 de maio de 2025. O acesso foi facilitado por meio de códigos QR disponibilizados nas mesas de estudo da unidade. O segundo grupo foi formado por bibliotecas brasileiras que já desenvolveram iniciativas de acessibilidade, selecionadas a partir de publicações e contatos profissionais, com o intuito de mapear boas práticas comparativas.

A aplicação dos questionários ocorreu de forma voluntária, sem registro de informações pessoais, em conformidade com a Resolução CNS 510 de 2016, que isenta de avaliação por comitê de ética estudos em ciências humanas que não identifiquem os sujeitos. A terceira etapa metodológica consistiu na observação direta e não participante do espaço físico. O registro contemplou aspectos arquitetônicos, comunicacionais e instrumentais in loco, verificando a presença de elementos como piso tátil, iluminação, mobiliário e recursos tecnológicos. Essa técnica funcionou como complemento para a combinação de dados, ampliando a robustez da análise qualitativa. A análise das informações foi orientada pelas categorias de barreiras de Sassaki (2009), articuladas às evidências da observação e às respostas dos questionários. Sob a perspectiva da gestão de projetos, a elaboração da Estrutura Analítica do Projeto e de seu dicionário apoiou-se nas contribuições do guia do Project Management Institute, organizando o escopo em componentes menores e manejáveis.

A fundamentação teórica sobre acessibilidade em bibliotecas ressalta que a inclusão abrange dimensões que vão além da eliminação de obstáculos físicos. As barreiras arquitetônicas referem-se a impedimentos como ausência de rampas, elevadores ou mobiliário inadequado. As comunicacionais envolvem fatores que dificultam o acesso à informação para pessoas com deficiência sensorial ou intelectual. As metodológicas dizem respeito à organização de serviços que ignoram necessidades específicas. As programáticas revelam a carência de políticas institucionais permanentes. As atitudinais manifestam-se em preconceitos e falta de sensibilização, enquanto as instrumentais referem-se à inadequação de equipamentos e tecnologias assistivas. Recentemente, acrescentou-se a categoria de barreira tecnológica para abranger limitações no uso de softwares e interfaces digitais (Biff e Ramos, 2024).

No contexto de acervos fotográficos, a centralidade da imagem como elemento estruturante impõe limites de acesso quando não existem recursos de mediação que traduzam a experiência imagética. Torna-se indispensável pensar em estratégias que ampliem os modos de acesso, como fluxos de atendimento planejados e protocolos estruturados (Nunes e Melo Filho, 2020). A inclusão não depende apenas de ajustes estruturais, mas da atuação proativa dos profissionais na oferta de serviços adaptados (Silva e Spudeit, 2020). A gestão de projetos, por meio da Estrutura Analítica do Projeto, permite organizar esse escopo complexo em unidades gerenciáveis, integrando requisitos técnicos e práticas adaptativas no contexto institucional.

Os resultados obtidos a partir do questionário aplicado aos usuários, que contou com 22 respostas válidas, forneceram subsídios para uma análise qualitativa profunda. Embora nenhum participante tenha se declarado pessoa com deficiência, esse dado foi interpretado como um indício de barreiras simbólicas de pertencimento e comunicação que podem desestimular a participação desse público. A percepção registrada reflete o olhar dos usuários frequentadores, mas aponta para a necessidade de tornar o apoio acessível uma parte orgânica do serviço, e não uma exceção. No espaço físico da biblioteca analisada, observou-se a existência de elevadores, sanitário acessível e sinalização em Braille nas estantes, porém persistem fragilidades. O piso tátil, por exemplo, está instalado apenas em pontos isolados, como o final da escada e em frente ao elevador, restringindo sua função de orientação contínua.

As estantes de livros ultrapassam os limites de alcance visual e manual previstos na norma ABNT NBR 9050 de 2020, tanto para pessoas em pé quanto para cadeirantes, o que reduz a autonomia no acesso ao acervo. Usuários relataram dificuldades em alcançar materiais e sugeriram a utilização de prateleiras mais baixas. Quanto ao mobiliário, as mesas seguem o padrão normativo, mas as cadeiras não comportam adequadamente pessoas obesas, evidenciando a falta de assentos adaptados. O balcão de referência apresenta adequação apenas parcial, com superfícies que excedem a altura recomendada. Além disso, o piso não é antiderrapante e recebe polimento periódico, prática desaconselhada pelas normas de segurança. Embora o corredor principal possua largura para manobras, a presença de obstáculos como carrinhos de livros e bancos dificulta a mobilidade em situações de maior ocupação.

A iluminação artificial mostrou-se insuficiente ao entardecer, comprometendo a permanência no espaço. Comparativamente, outras bibliotecas respondentes apresentaram realidades distintas: enquanto uma unidade comunitária relatou dispor apenas de rampas improvisadas, uma biblioteca pública destacou que a acessibilidade foi considerada desde o projeto arquitetônico inicial, garantindo maior integração. A literatura reforça que a permanência de barreiras arquitetônicas representa não apenas uma inadequação funcional, mas uma violação de direitos legalmente previstos (Nunes e Melo Filho, 2020). Como encaminhamento, recomenda-se um programa contínuo de adequação e manutenção preventiva, articulado ao domínio de desempenho de trabalho do projeto conforme descrito no guia de gestão de projetos.

No âmbito comunicacional, a biblioteca adotou uma nova identidade visual com contraste adequado, mas parte das informações utiliza letras minúsculas e carece de Braille ou Libras, contrariando recomendações normativas. Usuários relataram dificuldades na clareza da comunicação institucional, embora tenham avaliado positivamente a postura da equipe. A base de dados e o site oferecem recursos básicos de acessibilidade digital, e os colaboradores estão em processo de capacitação em Libras. Situação semelhante foi identificada em outras instituições, onde a participação de pessoas com deficiência permanece reduzida devido à falta de estratégias de comunicação estruturadas. É fundamental a elaboração de um plano de comunicação acessível que contemple sinalização tátil e visual, produção de materiais em múltiplos formatos e compatibilidade dos sites com leitores de tela (Biff e Ramos, 2024).

As barreiras metodológicas revelaram-se fragmentadas. Enquanto algumas bibliotecas participam de treinamentos, a ausência de protocolos e monitoramento impede a consolidação de práticas sistêmicas. Na biblioteca estudada, os recursos tecnológicos existentes não foram incorporados às rotinas de uso, e a comunicação acessível depende frequentemente da iniciativa individual dos colaboradores. Esse cenário contrasta com experiências mais robustas, onde o mapeamento das condições é feito com base em listas de verificação de federações profissionais e consultas a especialistas (Araújo et al., 2022). A deficiência de planejamento compromete a previsibilidade e a continuidade das ações, conectando-se à necessidade de protocolos consolidados previstos no domínio de desempenho de planejamento da gestão de projetos.

Quanto às barreiras programáticas, observou-se a ausência de políticas formais de acessibilidade na maioria das instituições pesquisadas. Ações isoladas, como a formação em Libras, não estão vinculadas a um plano institucional estruturado, o que revela uma distância entre o previsto no Estatuto da Pessoa com Deficiência e a realidade prática. A falta de institucionalização impede que a acessibilidade seja tratada como um compromisso estratégico. O sucesso de iniciativas de inclusão depende da combinação de diagnóstico, execução coordenada e acompanhamento sistemático, transformando ações pontuais em políticas duradouras que assegurem valor contínuo para usuários e instituições.

As barreiras atitudinais emergiram de forma sutil, manifestando-se na invisibilidade e na naturalização da exclusão. Embora o atendimento seja considerado respeitoso, a ausência de solicitações de ajuda por parte dos usuários pode indicar que o apoio acessível não é percebido como parte integrante do serviço. A persistência de estigmas sutis e olhares de estranhamento sugere que o atendimento inclusivo ainda é visto como exceção, e não como direito. A carência de atitudes inclusivas funciona como uma barreira simbólica de pertencimento, afastando o público com deficiência do cotidiano da biblioteca. A conscientização permanente e a aproximação com a comunidade são essenciais para conhecer as demandas reais e atualizar as práticas bibliotecárias (Wellichan e Manzini, 2021).

Sob a ótica legal, a Lei Brasileira de Inclusão proíbe qualquer forma de discriminação por omissão e atribui às instituições a responsabilidade de garantir o acesso à cultura e à informação. A solução requer um programa permanente que inclua capacitação contínua e protocolos de acolhimento que substituam a lógica assistencialista pela afirmação de direitos. Esse conjunto de ações dialoga com o domínio de desempenho de equipe da gestão de projetos, incorporando práticas inclusivas ao cotidiano e convertendo responsabilidades compartilhadas em instrumentos de consolidação cultural.

As barreiras instrumentais configuraram-se como uma limitação central. A ausência de uso de materiais adaptados não decorre da falta de demanda, mas da indisponibilidade de acervos diversificados. A oferta de lupas e softwares de apoio é insuficiente se não houver livros em formatos compatíveis com tecnologias assistivas. A especificidade do acervo fotográfico reforça a urgência de disponibilizar conteúdos em múltiplos suportes. Algumas bibliotecas públicas já utilizam impressoras Braille para produção sob demanda, demonstrando que práticas estruturadas dependem de investimentos estáveis. A fragilidade na oferta de formatos alternativos impacta diretamente o direito de acesso à informação (Stroparo e Moreira, 2021).

Para reduzir a discrepância entre a previsão legal e a execução, é necessário criar programas contínuos de aquisição e divulgação de acervos acessíveis, sustentados por recursos orçamentários. Estratégias como a produção de audiolivros narrados por especialistas em fotografia, versões multissensoriais com relevo ou textura e conteúdos em Libras integrados às coleções devem ser incorporadas ao ciclo regular de funcionamento da biblioteca. No que tange às barreiras tecnológicas, a biblioteca dispõe de softwares como VLibras, Dosvox, NVDA e recursos de ampliação, mas a maioria dos usuários desconhece sua existência. Isso demonstra que a acessibilidade digital depende de mediação ativa e formação, não apenas da instalação de ferramentas.

Tecnologias inovadoras como pranchas de comunicação personalizada e aplicativos que possibilitam a vocalização de mensagens por meio do movimento ocular oferecem novas possibilidades para pessoas com limitações severas. No entanto, tais ferramentas ainda não foram incorporadas à rotina institucional, reforçando o hiato entre inovação e prática. A barreira tecnológica decorre, portanto, da falta de políticas de gestão que incluam manutenção preventiva e atualização periódica. Essa situação relaciona-se ao domínio de desempenho da incerteza, exigindo o gerenciamento de riscos de obsolescência e a qualificação da equipe.

A mudança desse cenário exige a adoção de uma estratégia integrada à gestão de projetos. A Estrutura Analítica do Projeto assume papel central ao traduzir o diagnóstico em entregas estruturadas e metas verificáveis. A estrutura proposta contempla fases de iniciação, planejamento, execução e monitoramento. Na fase de iniciação, definem-se objetivos e identificam-se as partes interessadas, incluindo pessoas com deficiência. O planejamento abrange adequações arquitetônicas, comunicacionais, metodológicas, programáticas, atitudinais e instrumentais. A execução traduz esses planos em ações concretas, como a reorganização do mobiliário e a instituição de políticas internas. O monitoramento e controle garantem a conformidade com as normas técnicas e a avaliação contínua da eficácia das medidas.

A aplicação da Estrutura Analítica do Projeto mostrou-se útil para organizar os achados em um plano estruturado, permitindo que a biblioteca avance de iniciativas circunstanciais para um planejamento integrado. A adoção desses artefatos de gestão constitui um passo fundamental para consolidar a acessibilidade como política institucional, em consonância com o compromisso social das bibliotecas. Os resultados confirmam que, mesmo diante de marcos legais consolidados, a acessibilidade em bibliotecas especializadas ainda carece de uma abordagem sistêmica que aproxime a biblioteconomia da gestão de projetos para transformar avanços pontuais em práticas replicáveis e duradouras.

Conclui-se que o objetivo foi atingido ao propor diretrizes para a implementação da acessibilidade na biblioteca especializada em livros de fotografia, utilizando a Estrutura Analítica do Projeto e seu dicionário como ferramentas eficazes para organizar os achados em um plano estruturado de ações. O estudo evidenciou que, embora existam avanços em infraestrutura básica e capacitação pontual, a ausência de políticas institucionais formais e de protocolos sistematizados compromete a plena inclusão dos usuários. A identificação de barreiras arquitetônicas, comunicacionais e instrumentais reforça a necessidade de uma gestão integrada que transcenda ações isoladas. Como perspectivas futuras, recomenda-se ampliar a participação de pessoas com deficiência na coleta de dados e avançar para a execução e o monitoramento da estrutura proposta em contextos reais, consolidando a acessibilidade como um compromisso contínuo e superando a lógica de respostas fragmentadas.

Referências Bibliográficas:

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Biff, V. L.; Ramos, G. T. 2024. Acessibilidade em bibliotecas: guia de orientações para atendimento às pessoas com deficiência. p. 7-31. In: Biff, V. L.; Ramos, G. T. Acessibilidade em Bibliotecas: guia de orientações para atendimento às pessoas com deficiência. Editora IFSul, Pelotas, RS, Brasil. Disponível em: <http://omp.ifsul.edu.br/index.php/portaleditoraifsul/catalog/download/278/111/389-1?inline=1> Acesso em: 01 set. de 2025

Brasil. 2015. Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Diário Oficial da União, Brasília, 7 jul. 2015. Seção 1, p. 2.

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Carneiro, K. 2020. Acessibilidade e informação: A produção científica das universidades públicas brasileiras sobre acessibilidade em bibliotecas. Revista Bibliomar, 19(2): 25–36. Disponível em <https://periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/bibliomar/article/view/14738> Acesso 08 de ago. de 2025.

Nunes, A. V. de N., Melo Filho, I. J. de. 2020. Observação diagnóstica sobre a acessibilidade e a inclusão do espaço físico das bibliotecas na educação profissional e tecnológica para suporte aos estudantes com deficiência visual no IFPE. Revista Valore, 5, e-5011. Disponível em:< https://revistavalore.emnuvens.com.br/valore/article/view/284/354> Acesso em 01 de set. de 2025

Ramos, M.F. 2017. Conhecer fotolivros: (in) definições, histórias e processos de produção. Dissertação de Mestrado em Comunicação do Programa de Pós-graduação em Comunicação. Universidade Federal de Pernambuco, Recife, PE, Brasil. Disponível em: <https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/28352>. Acesso em 07 de ago. de 2025.

Sassaki, R.K. 2009. Inclusão: acessibilidade no lazer, trabalho e educação. Revista Nacional de Reabilitação (Reação), 12, mar./abr: 10-16

Silva, A.F.; Spudeit, D. 2020. Bibliotecas inclusivas: o que posso fazer para a inclusão das pessoas com deficiência visual?. ABECIN Editora, Brasília, DF, Brasil.

Yin, R.K. 2015. Estudo de caso: planejamento e métodos. 5. ed. Bookman, Porto Alegre, RS, Brasil.

Resumo executivo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso de Especialização em Gestão de Projetos do MBA USP/Esalq

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