Resumo Executivo

Imagem Seguro Rural da Soja no Paraná: Evolução e Riscos (2015-2023)

24 de março de 2026

Seguro Rural da Soja no Paraná: Evolução e Riscos (2015-2023)

Ana Paula Batista Ferreira de Marchi; Mariza de Almeida

Resumo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.

O Produto Interno Bruto do agronegócio brasileiro em 2024 representou 22% da economia nacional, totalizando um montante de 11 trilhões e 700 bilhões de reais, dos quais 1 trilhão e 840 bilhões de reais foram provenientes especificamente do ramo da agricultura (IBGE, 2024). Dentro desse cenário, a cultura da soja exerce um papel de extrema relevância, visto que a cadeia produtiva do grão e do biodiesel correspondeu a 20,8% do PIB do agronegócio e a 4,5% da economia brasileira total no mesmo período (CEPEA, 2025). No entanto, a despeito da elevada representatividade econômica, o cultivo de grãos, com ênfase na soja, é caracterizado por uma vulnerabilidade intrínseca a eventos naturais adversos. Tais fenômenos climáticos resultam em perdas severas de produtividade e, consequentemente, na redução da lucratividade dos produtores rurais. Para mitigar esses riscos, o seguro de safra surge como uma ferramenta estratégica fundamental, permitindo a transferência do risco do negócio para uma entidade seguradora mediante o pagamento de um prêmio, visando a garantia de indenização em caso de sinistros (Pacheco et al., 2013).

Entre os anos de 2015 e 2023, o Brasil registrou a contratação de mais de 900 mil apólices de seguro rural nas modalidades de custeio e produtividade. O seguro de custeio tem como finalidade cobrir o valor investido diretamente na lavoura, enquanto o seguro de produtividade assegura a receita esperada com base em uma produção estimada e um preço previamente fixado. Em ambas as modalidades, a indenização é acionada quando a produtividade real da lavoura fica abaixo do nível estabelecido na apólice (MAPA, 2025). Do volume total de contratos realizados no país, 78% foram destinados à cultura de grãos, sendo que a soja isoladamente respondeu por 374 mil apólices, o que equivale a 53% do total. Nesse contexto, o estado do Paraná destacou-se como a unidade federativa de maior representatividade, acumulando 189 mil e 900 apólices contratadas para grãos no período analisado (MAPA, 2025).

A relevância do Paraná no cenário agrícola nacional é evidenciada pela sua posição como segundo maior produtor de soja do país. Na safra 2023/2024, o estado cultivou aproximadamente 5 milhões e 820 mil hectares de soja, dos quais 1 milhão e 200 mil hectares contaram com a proteção do seguro rural subvencionado pelo governo federal. Esse número representa uma cobertura de 20,62% da área total plantada no estado. Em termos comparativos, o estado de Mato Grosso, que lidera a produção nacional com 12 milhões e 740 mil hectares, apresentou apenas 1,69% de sua área segurada sob o regime de subvenção federal na mesma safra (CONAB, 2025; MAPA, 2025). Tal disparidade reforça a cultura histórica de adesão ao seguro rural presente entre os produtores paranaenses. Contudo, a concentração de riscos em áreas extensas pode gerar impactos sistêmicos, forçando as seguradoras a lidarem com volumes vultosos de indenizações simultâneas. Como os sinistros agrícolas não são eventos independentes, as companhias seguradoras tendem a ajustar os preços dos prêmios para garantir a manutenção de sua solvência financeira (Maia et al., 2010).

A avaliação de riscos por parte das seguradoras deve, portanto, integrar fatores internos e externos, analisando a probabilidade de ocorrência de eventos climáticos e o impacto direto nas operações financeiras (SUSEP, 2021). Embora a literatura acadêmica apresente estudos sobre o seguro rural, a análise específica sobre a atuação das seguradoras e seus resultados financeiros diante das mudanças climáticas recentes ainda carece de aprofundamento. Pozzo, Zorzi e Ozaki (2025) investigaram o seguro agrícola na soja para identificar fatores de impacto nos resultados das companhias, mas a dinâmica acelerada das variações climáticas nos últimos anos exige monitoramento contínuo. O objetivo central desta análise consiste em examinar a evolução do seguro agrícola subvencionado para a soja no Paraná entre 2015 e 2023, compreendendo os elementos que influenciam o desempenho financeiro das seguradoras que operam nesse mercado regional altamente especializado.

Para a realização deste estudo, adotou-se uma metodologia de pesquisa exploratória com abordagem quantitativa, fundamentada na análise de dados secundários obtidos em bases oficiais. A escolha do método exploratório justifica-se pela necessidade de proporcionar maior familiaridade com o fenômeno da sinistralidade e da adesão ao seguro, contribuindo para a delimitação de padrões de comportamento do mercado (Gil, 2010). Os dados foram extraídos do Atlas do Seguro Rural, mantido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), além de informações complementares do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA) e da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP). A coleta concentrou-se no Portal de Dados Abertos do MAPA, abrangendo o intervalo temporal de 2015 a 2023. O recorte geográfico limitou-se aos municípios do estado do Paraná que registraram contratações de apólices de seguro agrícola nas modalidades de custeio e produtividade, especificamente para a cultura da soja, contando com o benefício da subvenção federal.

A definição do Paraná como foco do estudo decorre de sua liderança histórica no setor de seguros agrícolas e de sua importância na produção nacional de soja. As modalidades de produtividade e custeio foram selecionadas por representarem a vasta maioria das contratações no período. É importante salientar que a base de dados utilizada contempla exclusivamente os seguros vinculados ao Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), uma vez que dados de contratações sem subvenção não são disponibilizados de forma aberta e detalhada pelas seguradoras ou pela SUSEP. Embora o planejamento inicial previsse a inclusão do ano de 2024, a ausência de dados consolidados sobre sinistros para esse exercício no momento da análise restringiu o escopo até o final de 2023.

O processo operacional de análise envolveu a segregação dos dados por ano e por tipo de seguro. As variáveis selecionadas incluíram o número de apólices, a área total segurada em hectares, o valor do prêmio total, o prêmio pago pelo produtor, o valor da subvenção federal, o número de municípios segurados e o montante total de indenizações pagas. Além disso, detalhou-se a causa dos sinistros, categorizando-os em seca, chuvas fortes, granizo e outros motivos. Para identificar os municípios que geraram resultados negativos para as seguradoras, calculou-se o prêmio total (soma do prêmio do produtor com a subvenção) e subtraiu-se o valor das indenizações pagas. A partir dessa operação, estabeleceu-se o índice de sinistralidade, que representa a relação percentual entre as indenizações pagas e os prêmios arrecadados. Esse indicador é vital para mensurar a sustentabilidade financeira das operações e o equilíbrio atuarial do sistema.

A amostra foi refinada para garantir a integridade dos dados, removendo registros que continham nomes de propriedades rurais no campo destinado ao município, mantendo-se a análise restrita aos 399 municípios oficiais do Paraná, conforme a classificação do IBGE. Além da análise agregada do mercado, realizou-se um exame individualizado de cinco grandes companhias seguradoras: Brasilseg, Swiss Re, Fairfax, Allianz e Mapfre. Juntas, essas instituições concentraram aproximadamente 60% do volume total de apólices emitidas, da importância segurada e dos prêmios auferidos no estado durante o período em estudo. Essa segmentação permitiu observar estratégias distintas de mercado e como a ocorrência de sinistros impactou cada empresa de forma diferenciada, considerando sua distribuição geográfica e carteira de clientes.

Na safra 2023/2024, a área plantada de soja no Brasil atingiu 46 milhões de hectares. O Paraná contribuiu com cerca de 5 milhões e 800 mil hectares, o que representa 12% da área nacional, consolidando-se como o terceiro estado em extensão de cultivo e o segundo em volume de produção (CONAB, 2025). No âmbito do seguro agrícola, a representatividade paranaense é ainda mais acentuada. Em 2024, o estado foi responsável por 31,59% de todas as apólices de soja contratadas no país, ocupando a liderança isolada no acumulado dos últimos nove anos. Ao analisar a distribuição entre as modalidades de seguro, observa-se uma clara preferência pelo seguro de produtividade em detrimento do seguro de custeio. Essa tendência pode ser explicada pela maior simplicidade no cálculo das indenizações, que utiliza o valor fixo da saca multiplicado pela área e pela diferença entre a produtividade garantida e a colhida. Adicionalmente, a modalidade de custeio exige frequentemente a apresentação de notas fiscais de insumos, o que pode atuar como uma barreira burocrática para o produtor.

O panorama das contratações revelou flutuações significativas ao longo dos anos. Após um crescimento entre 2015 e 2016, houve uma redução nos dois anos subsequentes. A partir de 2019, o mercado experimentou uma expansão progressiva, atingindo picos de cobertura em 2020 e 2021. Entretanto, a severa onda de sinistralidade ocorrida em 2021 provocou uma retração momentânea, seguida por uma recuperação discreta em 2022 e 2023. O ano de 2021 registrou os maiores índices de contratação, área segurada e prêmios pagos, mas também o maior volume histórico de indenizações. O número de apólices sinistradas em 2021 foi 673,4% superior ao registrado em 2018, que até então era considerado um ano crítico. O fenômeno climático La Niña foi o principal responsável por esse cenário, causando uma seca prolongada na região Sul que resultou em quase 3 bilhões de reais em indenizações apenas para esse risco no Paraná (INMET, 2021; MAPA, 2025). Além da seca, o granizo e as chuvas excessivas também geraram pagamentos significativos, totalizando 140 milhões e 900 mil reais e 154 milhões e 800 mil reais, respectivamente.

No sub-ramo do seguro de custeio, observou-se uma tendência de crescimento na quantidade de municípios com contratos ativos, com uma Taxa de Crescimento Anual Composta de 4,14%. Em 2021, 371 dos 399 municípios paranaenses possuíam apólices desse tipo, cobrindo quase 93% do território estadual. Contudo, os anos de 2018 e 2021 foram deficitários para as seguradoras nessa modalidade. Em 2018, o déficit foi de 19 milhões e 500 mil reais, enquanto em 2021 o prejuízo saltou para 2 bilhões e 400 milhões de reais, com indenizações que superaram amplamente os 741 milhões e 400 mil reais arrecadados em prêmios. Espacialmente, os prejuízos concentraram-se nas mesorregiões Centro Ocidental e Noroeste Paranaense. Um dado alarmante revelado pela pesquisa é o aumento do custo do seguro por hectare. No seguro de custeio, o valor médio passou de 289 reais e 40 centavos em 2015 para 445 reais e 68 centavos em 2021, refletindo a necessidade de readequação das seguradoras diante da volatilidade climática.

O seguro de produtividade apresentou um comportamento semelhante, com crescimento acentuado na adesão a partir de 2016. Em 2020 e 2021, a cobertura alcançou 91% dos municípios do estado. No entanto, a sinistralidade em 2021 atingiu o patamar crítico de 514,51%, resultando em um prejuízo de 1 bilhão e 600 milhões de reais para as seguradoras apenas nessa modalidade. Geograficamente, as regiões Noroeste e Norte do estado apresentaram a maior frequência de resultados negativos. O custo por hectare no seguro de produtividade também sofreu elevação expressiva, saltando de 380 reais e 49 centavos para 495 reais e 79 centavos ao longo do período analisado. Esse aumento está diretamente correlacionado à intensificação dos riscos e à necessidade de garantir a continuidade da oferta do produto no mercado.

A análise individualizada das seguradoras permitiu identificar nuances nas estratégias operacionais. O grupo Banco do Brasil, operando através da Brasilseg e Aliança do Brasil, apresentou variações na sua participação de mercado, com ambas as empresas atuando simultaneamente apenas em anos específicos como 2019, 2020, 2021 e 2023. Em 2020, a companhia registrou um crescimento de 743% no número de apólices. Contudo, os anos de 2018 e 2021 foram marcados por prejuízos severos. Em 2021, a Brasilseg arrecadou 202 milhões e 300 mil reais em prêmios, mas pagou 644 milhões e 900 mil reais em indenizações, gerando um saldo negativo de 442 milhões e 500 mil reais, sendo a seca a causa predominante.

A Mapfre, por sua vez, demonstrou uma oferta equilibrada entre custeio e produtividade, embora tenha focado exclusivamente em produtividade no início da série histórica em 2015. A empresa atingiu seu pico de contratações em 2021 e 2023, com cerca de 3 mil apólices anuais. O ano de 2021 também foi o mais desafiador para a Mapfre, com um déficit de 187 milhões e 800 mil reais, impulsionado pela seca que afetou 1 mil e 400 apólices da sua carteira. A Allianz apresentou um crescimento expressivo de 198% em 2016, mantendo uma trajetória de expansão até 2023, onde atingiu 3 mil e 500 apólices. A modalidade de produtividade representou 98% do seu volume de negócios entre 2018 e 2023. Financeiramente, a Allianz registrou um déficit de 97 milhões e 200 mil reais em 2021, com a seca sendo responsável por indenizações que somaram 156 milhões e 500 mil reais.

A seguradora Swiss Re focou massivamente no seguro de produtividade, que representou 91% das suas 25 mil e 200 apólices totais no período. A empresa teve seus maiores volumes de contratação em 2016 e 2017, mas enfrentou um saldo negativo de 223 milhões e 700 mil reais em 2021. Já a Fairfax destacou-se por oferecer exclusivamente o seguro de produtividade durante todo o período. Apesar de não ter registrado operações no Paraná em 2022, a empresa retomou as atividades em 2023. Em 2021, a Fairfax enfrentou o cenário mais adverso da sua série, com um prejuízo de 544 milhões e 200 mil reais, resultante de indenizações que totalizaram 568 milhões e 800 mil reais frente a uma arrecadação de 125 milhões e 400 mil reais.

Os dados evidenciam que a sustentabilidade do seguro rural no Paraná está intrinsecamente ligada à capacidade de gestão de riscos climáticos extremos. A recorrência de eventos como o La Niña impõe desafios severos à precificação dos prêmios e à manutenção das reservas financeiras das seguradoras. A predominância do seguro de produtividade indica uma convergência do mercado para produtos mais simples e de fácil execução, mas que também expõem as companhias a perdas maiores em anos de quebra de safra generalizada. O aumento contínuo do custo por hectare pago pelo produtor, somado à redução proporcional da subvenção federal para a soja, cria um cenário de pressão econômica que pode limitar a expansão da cobertura nos próximos anos. A dependência de recursos públicos para a viabilização do seguro rural é um ponto de vulnerabilidade, pois a imprevisibilidade na liberação das verbas do PSR gera incertezas tanto para agricultores quanto para as seguradoras.

Diante da magnitude dos prejuízos observados em anos críticos, torna-se evidente a necessidade de aprimoramentos nos modelos de cobertura e na gestão de dados. A concentração espacial dos danos sugere que estratégias de diversificação de carteira em diferentes regiões geográficas poderiam mitigar os impactos de eventos climáticos localizados. Além disso, a transparência na política de subvenção e a estabilidade na oferta de recursos são fundamentais para que o seguro rural cumpra seu papel de estabilizador da renda no campo. A evolução dos custos operacionais e a intensificação da sinistralidade exigem que as seguradoras adotem tecnologias de monitoramento mais precisas e modelos atuariais que considerem as novas dinâmicas climáticas globais.

Conclui-se que o objetivo foi atingido, demonstrando que a evolução do seguro rural para a soja no Paraná entre 2015 e 2023 foi marcada por uma elevada volatilidade, com a adesão dos produtores sendo fortemente influenciada pela ocorrência de eventos climáticos extremos e pela disponibilidade de subvenção federal. A seca consolidou-se como o principal fator de risco, gerando volumes expressivos de indenizações que comprometeram a sustentabilidade financeira das seguradoras em anos como 2018 e 2021. Observou-se uma clara preferência pela modalidade de produtividade e um aumento significativo no custo do seguro por hectare, refletindo a maior percepção de risco e a necessidade de readequação do mercado. A análise individual das cinco principais seguradoras revelou estratégias distintas, mas todas enfrentaram desafios severos de solvência diante da sinistralidade sistêmica, reforçando a necessidade de políticas públicas mais estáveis e de inovações nos modelos de gestão de risco para garantir a viabilidade econômica do setor no longo prazo.

Referências Bibliográficas:

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Resumo executivo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso de MBA em Agronegócios

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