Resumo Executivo

Imagem Identificação e gestão de riscos no sistema Wood Frame

24 de março de 2026

Identificação e gestão de riscos no sistema Wood Frame

Ana Luíza Silva Nascimento Nogueira; Tatiana Kimura Kodama

Resumo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.

O sistema construtivo de painéis estruturais em madeira, amplamente reconhecido pela denominação Wood Frame, apresenta-se como uma solução consolidada em mercados internacionais, especialmente nos Estados Unidos. Dados da National Association of Home Builders indicam que as construções em madeira foram responsáveis por mais de 90% das residências erguidas entre os anos de 2019 e 2023, o que demonstra a maturidade e a atratividade desse método (NAHB, 2024). A adoção crescente dessa tecnologia fundamenta-se em atributos de sustentabilidade e inovação, que permitem o atendimento de exigências estruturais com elevado desempenho térmico e acústico (Martins et al., 2017). Estruturalmente, o sistema organiza-se por meio de elementos verticais, encarregados de receber as cargas do empreendimento e transferi-las para as fundações, e elementos horizontais, que resistem às forças laterais e coletam as cargas provenientes dos componentes verticais. Esse processo envolve a fabricação de painéis estruturais e não estruturais que devem cumprir requisitos rigorosos de resistência, qualidade e trabalhabilidade (Bolsoni, 2020).

A industrialização do Wood Frame permite que os painéis pré-fabricados sejam projetados para garantir proteção e conforto aos usuários. Nesse modelo, a produção ocorre sob a supervisão de profissionais especializados que realizam a análise detalhada do projeto, identificam as especificações de resistência dos materiais e procedem ao dimensionamento e quantificação de cada componente. Após a seleção criteriosa dos materiais e a montagem em ambiente fabril, os módulos são transportados para o canteiro de obras para instalação e finalização. No entanto, apesar da agilidade produtiva e da redução de custos operacionais no campo, os empreendimentos permanecem expostos a condições incertas. O Project Management Institute define risco como uma condição capaz de produzir efeitos positivos ou negativos sobre os objetivos de um projeto (PMI, 2021). No contexto da construção industrializada, torna-se imperativo potencializar os efeitos benéficos e mitigar as ameaças, conforme preconiza a sétima edição do guia PMBOK (PMI, 2021).

A gestão de riscos configura-se como um pilar fundamental para o controle de custos, o alinhamento do escopo e a organização do cronograma físico-financeiro. As estratégias adotadas por uma organização influenciam diretamente o sucesso de seus projetos (Ferreira et al., 2013). A aplicação sistemática dessa gestão na construção de painéis estruturais permite a identificação e a compreensão de ameaças potenciais, o que facilita a implementação de melhorias processuais e a maximização de oportunidades. Tais práticas resultam em ganhos de eficiência e no aprimoramento contínuo das rotinas operacionais, garantindo resultados superiores ao longo do desenvolvimento do ciclo de vida do projeto (Gaedicke; Matsuda, 2024). Diante da complexidade inerente ao setor, a gestão de riscos viabiliza a antecipação e o tratamento estruturado de variáveis que poderiam comprometer a viabilidade econômica ou técnica da obra.

Para a operacionalização dessa gestão, diversas ferramentas estratégicas são empregadas. A análise SWOT destaca-se na fase de identificação por oferecer uma visão abrangente dos fatores internos e externos que influenciam o processo, permitindo o mapeamento de pontos fortes, fragilidades, oportunidades e ameaças (Costa et al., 2024). Complementarmente, o uso de tabelas de probabilidade e impacto estabelece critérios claros para mensurar a severidade de cada evento identificado, o que auxilia na priorização das ações de resposta. Para a estruturação dessas respostas, a ferramenta 5W2H constitui uma alternativa eficaz ao organizar planos de ação alinhados às necessidades do projeto por meio de perguntas-chave que definem responsabilidades, prazos e métodos (Corrêa, 2019). O objetivo central desta análise reside na identificação e avaliação dos principais riscos presentes no processo construtivo em Wood Frame, utilizando um estudo de caso único para qualificar impactos e desenvolver estratégias de mitigação robustas.

A metodologia adotada para a consecução deste estudo classifica-se como exploratória, visto que busca diagnosticar riscos e compreender as melhores estratégias de mitigação em um cenário de construção industrializada. Esse tipo de abordagem permite identificar e analisar os processos estudados, oferecendo uma visão geral sobre o tema e aprofundando conceitos previamente determinados (Lösch et al., 2023). A natureza dos dados é qualitativa, focada na identificação de riscos que servem de base para análises subsequentes e na compreensão aprofundada dos fenômenos investigados. Pesquisas qualitativas têm como propósito oferecer explicações descritivas e completas sobre a realidade, contribuindo para um entendimento fundamentado do objeto de estudo (Freitas; Jabbour, 2011). O delineamento metodológico baseia-se no estudo de caso único, escolha que permite a coleta de informações detalhadas sobre um fenômeno específico e delimitado no tempo e no espaço (Ventura, 2007).

O desenvolvimento da pesquisa estruturou-se em quatro fases distintas. A primeira fase consistiu na revisão da literatura, realizada entre janeiro e março de 2025, com consultas a livros, artigos e teses disponíveis em bases acadêmicas para consolidar a fundamentação conceitual em gestão de riscos (Sousa et al., 2021). A segunda fase envolveu a seleção do objeto de estudo: o processo produtivo de painéis estruturais de madeira de uma empresa norte-americana. A organização possui uma unidade fabril em Fall River, Massachusetts, onde ocorre a produção e a execução das obras, e um escritório de design em Juiz de Fora, Minas Gerais, responsável pela compatibilização de projetos e detalhamento das paredes. De acordo com os critérios do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, a organização é classificada como de médio porte (SEBRAE, 2021).

A terceira fase concentrou-se na condução da pesquisa de campo e na coleta de dados. A empresa forneceu documentação técnica referente às fases de projeto, design e produção de dez empreendimentos realizados nos estados de Massachusetts, New Hampshire e Nova Iorque entre janeiro de 2024 e janeiro de 2025. O acesso a plantas arquitetônicas, estruturais e documentos de produção permitiu analisar tipos e quantidades de materiais, dimensões de painéis, organização de módulos de transporte e layouts de montagem no terreno. Complementarmente, em junho de 2025, realizou-se uma sessão de brainstorming de 30 minutos com cinco engenheiros responsáveis pela gestão e pelo design no escritório de Juiz de Fora. Essa técnica favoreceu a geração livre de ideias e permitiu que profissionais de diferentes áreas avaliassem riscos críticos vivenciados na prática operacional (Gonzalez; Pinto, 2021).

A quarta fase compreendeu a análise dos dados e a proposição de melhorias. Aplicou-se a análise SWOT para explicitar forças e oportunidades a serem potencializadas, bem como fraquezas e ameaças a serem tratadas (Leite et al., 2018). Na sequência, procedeu-se à avaliação dos riscos por meio de tabelas de probabilidade e impacto, técnica utilizada para definir os métodos de controle mais adequados (Daroit; Feil, 2016). Foram definidas métricas de probabilidade e severidade que, multiplicadas, resultaram no nível de risco. Adotou-se a matriz qualitativa com escalas graduais, onde o impacto foi classificado como baixo (peso 1), moderado (peso 2) ou alto (peso 3). O impacto baixo refere-se a problemas resolvidos em campo com materiais existentes e sem alteração de cronograma; o moderado exige mudança de componentes sem refazer o painel; e o alto demanda o refazimento do painel, compra de novos materiais e gera atrasos.

A probabilidade de ocorrência foi categorizada em cinco níveis: muito baixo (peso 1), baixo (peso 2), moderado (peso 3), alto (peso 4) e muito alto (peso 5). Essa escala facilita a comunicação dos riscos e a padronização da análise. O nível muito baixo indica eventos que seriam uma surpresa caso ocorressem, enquanto o muito alto representa eventos com recorrência quase certa. A partir dessa classificação, foi possível verificar quais riscos possuíam maior severidade e demandavam atenção prioritária. Para esses eventos, elaborou-se uma proposta de ação preventiva utilizando a ferramenta 5W2H, que auxilia na análise de cenários e promove clareza no planejamento de ações por meio da definição do que será feito, quem será o responsável, onde, quando, por que, como e quanto custará cada medida (Corrêa, 2019).

Antes da implementação de uma abordagem estruturada de gestão de riscos, o processo produtivo da empresa operava predominantemente com base em experiência tácita e procedimentos internos não formalizados. Embora houvesse agilidade na fabricação, a ausência de sistematização expunha o fluxo a vulnerabilidades operacionais. Falhas recorrentes em etapas de projeto, usinagem e campo eram tratadas de forma reativa. A análise de dez obras realizadas entre janeiro de 2024 e janeiro de 2025 revelou um cenário crítico: a frequência de falhas de compatibilização atingiu 70%, enquanto falhas de projeto ocorreram em 60% dos casos. Erros de usinagem e falhas de campo apresentaram incidência de 50% cada. Esse padrão indica uma concentração de vulnerabilidades nas etapas de planejamento e integração entre disciplinas, gerando retrabalhos e reduzindo a confiabilidade do processo.

A aplicação da análise SWOT permitiu identificar que a empresa possui forças internas relevantes, como processos de compatibilização estruturados, gestão de conhecimento com treinamento padronizado e agilidade no desenvolvimento de layouts e na produção fabril. A cultura de segurança no trabalho e a flexibilidade para atender prazos curtos também foram destacadas como fatores positivos. Por outro lado, as fraquezas identificadas incluem a dependência de mão de obra especializada, o que encarece os custos, perdas de material por falhas de armazenamento e retrabalhos causados por erros de usinagem. Riscos de sobrecarga nos pacotes de painéis durante o transporte e erros de projeto que afetam o cronograma também foram mapeados como pontos de fragilidade interna.

No ambiente externo, as oportunidades relacionam-se à adoção de novas tecnologias para automação, parcerias estratégicas com fornecedores para garantir melhores preços e a crescente demanda por soluções sustentáveis no setor da construção civil. Contudo, as ameaças externas são significativas, envolvendo a suscetibilidade do cronograma a atrasos por falta de materiais ou alterações em projetos arquitetônicos e estruturais de terceiros. A necessidade de aquisição de materiais adicionais não previstos e o aumento inesperado no custo das matérias-primas impactam diretamente o orçamento dos projetos. Conforme Costa et al. (2024), as forças e oportunidades devem servir como alavancas estratégicas, enquanto as fraquezas e ameaças exigem monitoramento contínuo e planos de contingência eficazes para assegurar a estabilidade operacional.

A avaliação da probabilidade e do impacto dos riscos, realizada por meio do brainstorming com os engenheiros, permitiu codificar dez eventos principais. O risco A, referente à mão de obra especializada e dependência de colaboradores, apresentou probabilidade baixa e impacto baixo. O risco B, perdas de material por falhas no armazenamento, foi classificado com probabilidade moderada e impacto alto. O risco C, retrabalho por erros de usinagem, apresentou probabilidade baixa e impacto alto. O risco D, sobrecarga nos pacotes de painéis, teve probabilidade baixa e impacto moderado. O risco E, erros no campo gerando retrabalho, e o risco F, erros de projeto afetando o cronograma, foram ambos classificados com probabilidade moderada e impacto alto.

Dentre os riscos relacionados a suprimentos e fatores externos, o risco G, atrasos por falta de materiais, apresentou probabilidade baixa e impacto alto. O risco H, alterações de projeto arquitetônico ou estrutural, foi identificado como o mais crítico, com probabilidade muito alta e impacto moderado, resultando na maior pontuação de severidade na matriz. O risco I, necessidade de materiais adicionais, e o risco J, aumento no custo de matérias-primas, apresentaram probabilidade baixa e impacto moderado. A análise evidencia que, embora seis dos dez riscos possuam baixa probabilidade de ocorrência, a severidade dos impactos é elevada para a maioria dos eventos, especialmente no que tange a custos e prazos.

O risco H destaca-se como ponto de atenção prioritária. Sua ocorrência não depende diretamente da equipe interna, pois a responsabilidade pelos projetos arquitetônicos recai sobre profissionais externos. A recorrência percebida desse evento corrobora a necessidade de uma governança de mudanças mais rigorosa. Riscos como B, E e F, situados na faixa alto-moderada, demandam planos preventivos imediatos. Já os riscos G, I e J exigem controles de suprimentos para evitar escaladas de custos. Eventos como C, que combinam alta probabilidade com baixo impacto em termos de cronograma, sugerem a implementação de padrões de usinagem e checklists de conferência mais rigorosos para conter pequenas falhas antes que se acumulem.

Para mitigar o risco B, perdas de material por armazenamento, o plano de ação 5W2H propõe estabelecer um controle de qualidade rigoroso no depósito de painéis. A responsabilidade recai sobre a equipe de produção e engenheiros de qualidade, que devem realizar inspeções visual, identificação e rastreabilidade de lotes com etiquetas e registros fotográficos. Essa ação deve ocorrer desde a produção fabril até a chegada ao campo, visando reduzir perdas financeiras e garantir a disponibilidade de materiais técnicos. O custo dessa medida é considerado baixo, pois utiliza a hora da equipe já contratada, focando na mudança de processos internos.

Para o risco E, erros no campo, a estratégia foca no estabelecimento de padrões de execução e na criação de checklists específicos por etapa de obra. O engenheiro de obra, com apoio dos encarregados, deve aplicar essas verificações antes, durante e após cada fase construtiva. O objetivo é garantir a conformidade com o projeto e evitar retrabalhos onerosos. Para o risco F, erros de projeto, propõem-se revisões técnicas cruzadas realizadas por coordenadores e analistas antes da liberação para a produção. Essa revisão multidisciplinar busca detectar inconsistências ou omissões que poderiam passar despercebidas, elevando o padrão técnico do time e compartilhando conhecimento entre as áreas de design e execução.

Quanto ao risco H, alterações de projeto, a solução proposta envolve a criação de um grupo técnico multidisciplinar responsável por identificar e resolver conflitos de forma proativa. As reuniões de compatibilização devem ocorrer semanalmente em fases iniciais e a cada três dias em fases críticas, utilizando plataformas de colaboração online. O coordenador de projetos deve liderar esse processo para reduzir revisões emergenciais e aumentar a previsibilidade do cronograma. Essas ações integradas demonstram que a gestão de riscos não se limita a evitar problemas, mas a institucionalizar ciclos de aprendizado organizacional onde o diagnóstico se traduz em práticas operacionais objetivas.

Os achados reforçam que a confiabilidade do processo em Wood Frame depende de arranjos sociotécnicos que articulem a qualificação da decisão e a transparência das informações. A priorização de riscos mostrou-se sensível à qualidade dos registros e à heterogeneidade entre os projetos analisados. Medidas como o aumento do rigor de checagem podem gerar tensões com a necessidade de flexibilidade e ritmo de obra, exigindo calibração constante conforme a maturidade da equipe. A robustez da gestão de riscos decorre da capacidade da organização em transformar evidências operacionais em decisões estratégicas, integrando pessoas e dados para sustentar o desempenho com previsibilidade.

Conclui-se que o objetivo foi atingido, uma vez que os riscos mais significativos do processo construtivo em Wood Frame foram identificados e avaliados, resultando em um plano de ação estruturado para os eventos de maior severidade. A aplicação das ferramentas SWOT, matriz de probabilidade e impacto e 5W2H demonstrou ser eficaz para transformar diagnósticos subjetivos em estratégias operacionais claras, definindo responsabilidades e métodos de controle. O estudo revelou que, embora a maioria dos riscos apresente probabilidade de ocorrência média-baixa, o impacto potencial sobre prazos e custos é elevado, exigindo monitoramento contínuo e revisões periódicas da matriz de riscos. A pesquisa contribui para a prática da construção industrializada ao oferecer um roteiro integrado de resposta a riscos, destacando a importância da compatibilização proativa e da padronização de processos para garantir a eficiência e a sustentabilidade do método construtivo.

Referências Bibliográficas:

Bolsoni (2020) – Bolsoni, F. 2020. Introdução ao Wood Frame. 1ed. Editora Escrita Criativa, Florianópolis, SC, Brasil.

Corrêa, F.R. 2019. Gestão da Qualidade. Volume único. Fundação Cecierj, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

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Daroit, D.J.; Feil, A.A. (2016). Modelo de gestão de riscos em uma prestadora de serviços. Revista Ciênc. Admin. 22(2): 637-668.

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Freitas, W.R.S.; Jabbour, C.J.C. (2011). Utilizando estudo de caso(s) como estratégia de pesquisa qualitativa: boas práticas e sugestões. Estudo e debate,18(2): 07-22.

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Gonzalez, V.H.M.; Pinto, F.R. (2021). Metodologia PDCA e brainstorming para análise e implementação de processos em uma empresa de serviços de engenharia civil. Página (p. 245 -250). In: Pinto, F.R. Made in Amazônia 2. Volume 2. Atena Editora, Ponta Grossa, Paraná, Brasil.

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Lösch, S.; Rambo, C.A.; Ferreira, J. de L. (2023) A pesquisa exploratória na abordagem qualitativa em educação. Revista Ibero Americana de Estudos em Educação, 18: e023141

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NAHB, 2024 [Referência completa não encontrada no documento original]

PMI (2021) – Project Management Institute [PMI]. 2021. Padrão de gerenciamento de projetos e Guia do conhecimento em gerenciamento de projetos (Guia PMBOK). 7ed. Project Management Institute, Newtown Square, PA, EUA.

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Sousa, A.S.; Oliveira, G.S.; Alves, L.H. (2021). A pesquisa bibliográfica: princípios e fundamentos. Cadernos da Fucamp, 20: (43) 64-83.

Ventura, M.M. (2007). O Estudo de Caso como Modalidade de Pesquisa. Pedagogia Médica 20(5): 383-386.

Resumo executivo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso de MBA em Gestão de Projetos

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