Resumo Executivo

04 de maio de 2026

Impacto financeiro do modelo EPC em obras de energia renovável

Julio Cesar Batistela dos Santos; Aline Gisele Zanão Benatto

Resumo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.

O avanço das fontes renováveis no Brasil intensifica a implantação de projetos industriais voltados à geração de energia limpa, refletindo uma tendência de expansão industrial associada à sustentabilidade. Em 2024, o país registra um recorde na inauguração de usinas solares e eólicas, o que exige um planejamento técnico e financeiro mais robusto para atender às novas exigências regulatórias e mercadológicas (Valor Econômico, 2024). A intensificação desses investimentos cria a necessidade de práticas eficientes de gerenciamento de projetos, especialmente em obras de engenharia civil e industrial de grande porte. Projetos desse tipo exigem decisões assertivas nas fases iniciais, pois envolvem grandes volumes de recursos e riscos elevados que podem comprometer a viabilidade do negócio (Zaneti, 2023). A escolha da estrutura de contratação e execução do projeto influencia diretamente nos custos totais, na duração e na qualidade da entrega final, exercendo papel determinante no sucesso do empreendimento (Carvalho, 2022). Essa decisão impacta não apenas a produtividade da obra, mas também o controle da equipe de gestão contratual e a mitigação de riscos operacionais (Sabbag, 2021).

A definição da modalidade de contratação representa um elemento central no desempenho de obras industriais complexas. O modelo tradicional por pacotes com preço unitário divide o escopo entre diversos contratos e fornecedores, o que pode gerar fragmentação na gestão. Em contrapartida, a modalidade integrada denominada Engineering, Procurement and Construction concentra todo o escopo em um único contrato, atribuindo a um único fornecedor a responsabilidade total pela engenharia, compras e construção (Morais & Almeida, 2024). Essa modalidade se dissemina como uma alternativa estratégica para mitigar riscos contratuais e centralizar a responsabilidade de execução, permitindo uma visão holística do cronograma (Lee, Kim & Park, 2022). A adoção da modalidade de contratação por pacotes, embora tradicional, apresenta limitações operacionais e financeiras significativas. Projetos que seguem essa abordagem enfrentam dificuldades no controle de prazos e custos indiretos em função da fragmentação da gestão e da multiplicidade de interfaces. A multiplicidade de contratos compromete a governança e dificulta o alinhamento entre frentes de serviço, principalmente em ambientes com prazos reduzidos e pressão de mercado (Demagistris et al., 2022).

Diversas experiências de implantação de unidades industriais demonstram que a segmentação contratual em pacotes resulta em prazos superiores ao previsto, sobreposição de estruturas indiretas e menor integração entre as frentes de trabalho. Esse tipo de configuração compromete a eficiência da produção e eleva o custo global da obra, especialmente quando o cronograma se mostra sensível a variações operacionais. O alinhamento entre escopo, cronograma e equipe de gestão técnica pode ser ampliado com a adoção de estratégias contratuais integradas. Ao centralizar a responsabilidade pela entrega em um único fornecedor, torna-se possível reduzir os custos indiretos e antecipar a entrada em operação da planta, contribuindo para a recuperação dos investimentos e o equilíbrio do fluxo de caixa (Carvalho, 2022). A análise comparativa de diferentes arranjos contratuais permite produzir evidências empíricas sobre o comportamento financeiro de obras industriais sob distintas abordagens, ampliando a capacidade de planejamento estratégico dos investimentos (Zaneti, 2023). Em setores pressionados por margens estreitas e instabilidades externas, essas evidências tornam-se decisivas para a viabilidade econômica dos empreendimentos (Sabbag, 2021). O objetivo central reside em mensurar o impacto financeiro da escolha da modalidade de contratação na implantação de uma unidade industrial de geração de energia renovável, comparando um cenário real executado com contratos por preço unitário e um cenário hipotético com contratação única na modalidade integrada.

A metodologia fundamenta-se em uma pesquisa aplicada, voltada para a análise de um problema específico relacionado à gestão contratual em projetos industriais. Pesquisas aplicadas visam gerar conhecimento para uso prático, com a finalidade de solucionar problemas concretos em contextos determinados (Gil, 2019). A investigação concentra-se nos efeitos da modalidade de contratação sobre os custos e prazos de implantação de um projeto de engenharia de alta complexidade. O delineamento metodológico adotado é o de estudo de caso instrumental, que tem como foco a compreensão de um fenômeno mais amplo a partir da análise de um caso particular (Gil, 2019). A escolha por essa abordagem permite examinar, em profundidade, uma situação específica de contratação por preço unitário, utilizando-a como base para refletir sobre alternativas contratuais e seus desdobramentos financeiros. A abordagem utilizada é predominantemente qualitativa, fundamentada na interpretação de dados documentais, registros operacionais e cronogramas de obra. A abordagem qualitativa busca compreender significados e padrões presentes nos dados, partindo de informações coletadas no ambiente natural do fenômeno investigado (Creswell, 2014).

A construção do método considerou a elaboração de um segundo cenário, de caráter hipotético, com base em premissas técnicas e operacionais extraídas da literatura e de bancos de dados externos. Essa estratégia permite confrontar dois arranjos contratuais sob as mesmas condições de escopo e produtividade, com o objetivo de mensurar variações nos indicadores analisados. A delimitação do objeto e da abordagem ocorreu em função do foco analítico da pesquisa, voltado para a comparação de modalidades contratuais em obras industriais, buscando a compreensão aprofundada das implicações operacionais e financeiras resultantes da escolha contratual. A coleta de dados concentrou-se na análise de documentos técnicos relacionados à execução de um empreendimento industrial de energia renovável. Os dados do cenário real foram extraídos de registros internos da companhia, armazenados em arquivos nos formatos PDF e Excel, incluindo planilhas de quantidades executadas, relatórios físico-financeiros, cronogramas de obra, medições de serviços contratados e memoriais descritivos dos pacotes de contratação.

O tratamento dos dados foi realizado integralmente por meio de ferramentas de planilha eletrônica, onde as informações extraídas dos documentos originais foram consolidadas para permitir a comparação entre o que foi orçado e o que foi efetivamente executado. A construção das tabelas exigiu a padronização das unidades de medida e a aplicação de um fator de escala, com o objetivo de preservar a confidencialidade dos valores reais praticados pela organização. No cenário real, os dados permitiram calcular os valores totais executados por pacote, bem como a evolução do custo ao longo do tempo. A ferramenta foi utilizada para construir cronogramas de permanência das equipes indiretas, estimar a quantidade de homem-mês e consolidar os percentuais de avanço físico acumulado por disciplina. Para a criação do cenário hipotético, foram utilizadas as mesmas quantidades executadas, ajustadas para simular a aplicação de índices médios de produtividade encontrados em fontes secundárias. Com base nesses índices, estimou-se a duração de cada atividade, convertendo os dados de dias úteis para dias corridos e redistribuindo o cronograma total da obra.

A análise detalhada do processo operacional revelou que a organização analisada atua no segmento de energia renovável, com foco na transformação de resíduos em combustíveis limpos. O projeto estudado consistiu na construção de uma usina de biometano a partir da purificação de subprodutos agroindustriais, com orçamento estimado na casa das centenas de milhões e duração prevista de 24 meses. A decisão de iniciar a obra sem o projeto executivo completamente concluído levou à adoção da modalidade de contratação por preço unitário, segmentando o escopo por disciplinas como infraestrutura, civil, estruturas metálicas e instalações eletromecânicas. Essa configuração expôs o projeto a revisões frequentes e dificuldades relacionadas à compatibilização entre as frentes de serviço, à alocação dos recursos indiretos e ao controle dos custos decorrentes da variação das quantidades efetivamente executadas. A ausência de uma base consolidada de quantidades e prazos reduziu a previsibilidade contratual, gerando a necessidade de renegociações e ajustes operacionais constantes ao longo da implementação.

Os resultados obtidos após o tratamento dos dados coletados permitiram identificar o plano de negócio inicial como o primeiro ponto de referência. Esse plano previa um investimento total de 140.022.683,00 reais, distribuído entre serviços de infraestrutura, obras civis, estruturas metálicas e instalações eletromecânicas. No planejamento básico, os serviços de infraestrutura, que englobam terraplenagem, pavimentação e drenagem, somavam aproximadamente 10.408.238,00 reais. As obras civis, incluindo concreto, aço e formas, foram orçadas em 27.600.113,00 reais. O pacote de estruturas metálicas previa um gasto de 1.946.095,00 reais, enquanto as instalações eletromecânicas, que representam o núcleo tecnológico da planta, concentravam a maior parcela do orçamento, totalizando 100.068.235,00 reais. O cronograma estimado para essa fase inicial previa uma execução em 300 dias corridos, com uma distribuição sequencial lógica para minimizar interferências entre as frentes de trabalho.

Contudo, a consolidação dos dados reais de execução no cenário de contratação por preço unitário revelou desvios significativos. O valor total executado saltou para 169.238.364,50 reais, representando um aumento considerável em relação ao plano original. Na disciplina de infraestrutura, o custo final atingiu 19.908.009,50 reais, impulsionado principalmente pelo volume de terraplenagem, que demandou 14.090.680,50 reais para a movimentação de 491.565,50 m³. As obras civis totalizaram 31.052.528,00 reais, com destaque para o consumo de aço, que somou 13.932.928,53 reais para um volume de 264.421,50 kg. A montagem da estrutura metálica custou 3.123.363,00 reais, enquanto as instalações eletromecânicas confirmaram sua centralidade financeira ao atingirem 115.153.463,00 reais. Esse aumento nos custos diretos foi acompanhado por uma extensão drástica no prazo de execução, que atingiu 465 dias corridos, superando em 165 dias a estimativa inicial do plano de negócio.

A análise do impacto financeiro estendeu-se à estrutura de mão de obra indireta mobilizada no cenário real. A gestão fragmentada exigiu uma equipe robusta e com permanência prolongada no canteiro de obras. O cargo de Técnico de Segurança do Trabalho apresentou a maior mobilização, com um total de 84 homens-mês, seguido pelo Encarregado de Obra com 82 homens-mês e pelo Engenheiro de Produção com 60 homens-mês. Outras funções essenciais, como Mestre de Obras, Planejador e Técnico de Medição, também apresentaram alocações elevadas, variando entre 30 e 37 homens-mês cada. A permanência média das equipes variou entre três e 10 meses por disciplina, resultando em uma sobreposição de estruturas administrativas que elevou os custos fixos do projeto. Essa configuração reflete a complexidade de gerir múltiplos contratos simultâneos, onde cada frente de serviço demanda supervisão e controle individualizados para garantir a conformidade técnica e o avanço físico.

Em contrapartida, a simulação do cenário hipotético sob a modalidade integrada revelou ganhos expressivos de eficiência. Ao aplicar índices de produtividade teóricos de mercado às mesmas quantidades efetivamente executadas, o prazo total de execução foi estimado em 360 dias corridos. Isso representa uma redução de 105 dias em relação ao cenário real de contratação por preço unitário. A centralização da gestão em um único fornecedor permitiria uma reorganização das frentes de trabalho com distribuição mais linear e maior sobreposição controlada de atividades. Na disciplina civil, por exemplo, a produtividade teórica de 48,0 m³/dia para concreto e 3.820,0 kg/dia para aço permitiria concluir o escopo em prazos significativamente menores, otimizando a mobilização de equipamentos e pessoal. A montagem de estruturas metálicas e as instalações eletromecânicas também apresentaram reduções de prazo, favorecidas pela eliminação de gargalos de interface entre diferentes empresas contratadas.

A redução do prazo de execução no cenário integrado impactou diretamente a necessidade de mão de obra indireta. A estrutura organizacional simulada para a modalidade integrada apresentou-se mais enxuta, com uma equipe fixa acompanhando todo o ciclo do projeto. O total de homens-mês para o Engenheiro de Produção caiu de 60 para 36, enquanto o Gerente de Contrato teve sua necessidade reduzida de 29 para 12 homens-mês. O Técnico de Segurança do Trabalho, embora ainda essencial, teve sua mobilização reduzida para 72 homens-mês. No total, a comparação entre os dois cenários revelou uma economia de 3.683.000,00 reais apenas em custos de mão de obra indireta. Essa variação demonstra que a produtividade administrativa e a eficiência da gestão são potencializadas quando a responsabilidade é centralizada, evitando a duplicidade de funções e otimizando o tempo de permanência dos profissionais no empreendimento.

Além do custo evitado com a equipe de gestão, a antecipação do cronograma em 105 dias gerou um valor agregado significativo para a organização. Considerando uma produção nominal diária de 36.111,11 m³ de biometano e um preço de venda unitário de 11,22 reais por metro cúbico, o faturamento bruto diário seria de 405.646,56 reais. Aplicando-se uma margem líquida esperada de 16,72%, o resultado líquido diário foi estimado em 67.743,87 reais. Ao multiplicar esse valor pelos 105 dias economizados no cronograma, obteve-se um valor agregado de 7.113.106,00 reais. Esse montante representa a receita que deixou de ser postergada pela entrada antecipada da planta em operação, reforçando a importância da análise integrada entre custos operacionais e resultados financeiros advindos da otimização de prazos. A estratégia de contratação, portanto, não deve ser avaliada apenas pelo custo direto dos serviços, mas pelo seu impacto no fluxo de caixa global do investimento.

A discussão dos resultados permite confrontar as evidências empíricas com os pressupostos teóricos da gestão de projetos. A substituição da contratação por pacotes pela modalidade integrada demonstrou não apenas uma racionalização dos recursos humanos, mas também um impacto positivo no cronograma e na geração de valor agregado. Esses achados reforçam a premissa de que a modalidade de contratação tem papel central na viabilidade do empreendimento (Carvalho, 2022). A teoria destaca que modelos integrados são mais eficazes na mitigação de riscos contratuais e na coordenação de serviços, o que foi confirmado pela redução de 105 dias no prazo de execução (Morais & Almeida, 2024). Essa antecipação só foi possível em razão da centralização da gestão, da padronização dos processos e da maior previsibilidade nas decisões técnicas, validando os argumentos sobre os benefícios da abordagem integrada em projetos de alta complexidade.

Os dados confirmam que a fragmentação contratual eleva os custos indiretos e reduz a eficiência organizacional, conforme observado no custo adicional de 3.683.000,00 reais no cenário real (Demagistris et al., 2022). A relação entre tempo de execução e retorno financeiro é um ponto crítico, onde atrasos geram não apenas sobrecustos, mas perda de oportunidade de receita (Zaneti, 2023). O valor líquido de 7.113.106,00 reais gerado pela antecipação evidencia que a escolha da estrutura contratual influencia a sustentabilidade econômica do projeto. O alinhamento entre cronograma, escopo e equipe técnica é essencial para assegurar a viabilidade dos empreendimentos em setores estratégicos (Sabbag, 2021). A redução na quantidade de homem-mês não implicou em lacunas de supervisão, mas sim em uma gestão mais eficiente, provando que a produtividade não é função direta da quantidade de profissionais, mas da forma como os recursos são organizados e integrados.

Sob a ótica da governança, a modalidade integrada contribui para uma maior transparência e rastreabilidade dos resultados. Ao concentrar responsabilidades em um único agente, reduzem-se os conflitos de interface entre disciplinas e fornecedores, o que fortalece o ciclo de aprendizagem organizacional e a melhoria contínua. O estudo traz implicações para o ciclo de vida do projeto, pois a antecipação da entrega afeta a geração de receita e o desempenho subsequente da planta industrial. A entrada antecipada em operação representa menor exposição a riscos inflacionários e regulatórios, permitindo um melhor aproveitamento de janelas de mercado. Essa perspectiva amplia o entendimento sobre os benefícios da escolha contratual para além do escopo da obra em si, atingindo os objetivos estratégicos da organização no setor de energia renovável.

Conclui-se que o objetivo foi atingido, pois a mensuração do impacto financeiro demonstrou que a modalidade de contratação influenciou drasticamente o desempenho do projeto de implantação da usina de biometano. A comparação entre os cenários revelou que a contratação por pacotes resultou em um cronograma 165 dias superior ao previsto e em um custo organizacional de mão de obra indireta elevado em 3.683.000,00 reais. Em contrapartida, a simulação da modalidade integrada indicou uma redução de 105 dias no prazo de execução e a geração de um valor agregado de 7.113.106,00 reais pela antecipação da produção. A centralização da responsabilidade e a integração das etapas favoreceram uma execução mais eficiente tanto do ponto de vista temporal quanto financeiro, confirmando que a escolha estratégica do modelo de contratação é um fator crítico para mitigar riscos e assegurar a viabilidade econômica em empreendimentos industriais de energia renovável.

Referências Bibliográficas:

Carvalho, M. M. (2022). Gerenciamento de projetos na prática (6ª ed.). Rio de Janeiro: FGV Editora. https://www.editorafgv.com.br/produto/gerenciamento-de-projetos-na-pratica-6-edicao-2022-4641

Creswell, J. W. (2014). Investigação qualitativa e projeto de pesquisa: escolhendo entre cinco abordagens (3ª ed.). Porto Alegre: Penso.

Demagistris, P. E., Petruzzi, S., Pampaloni, R., Šmigić, M., De Marco, A., Khan, W., & Ottaviani, F. M. (2022). Digital enablers of construction project governance: Smart contracts for progress payments in EPC contexts. arXiv. https://arxiv.org/abs/2205.05930

Gil, A. C. (2019). Métodos e técnicas de pesquisa social (7ª ed.). São Paulo: Atlas.

Lee, J., Kim, S., & Park, H. (2022). Contractor’s risk analysis of engineering procurement and construction contracts: An NLP-based approach to invitation-to-bid documents. Sustainability, 14(11), Article 6938. https://doi.org/10.3390/su14116938

Morais, D. O., & Almeida, M. E. M. (2024). Contrato de Engineering, Procurement & Construction (EPC): aspectos jurídicos e regulatórios no ordenamento brasileiro. Scientia Iuris, 28(3), 95–114. https://doi.org/10.5433/2178-8189.2024v28n3p95-114

Sabbag, P. Y. (2021). Gerenciamento de projetos na construção civil (2ª ed.). São Paulo: Editora Senac São Paulo. https://www.editorasenacsp.com.br/gerenciamento-de-projetos-na-construcao-civil-2-edicao/p

Valor Econômico. (2024, 5 de outubro). Brasil bate recorde de novas usinas de energia solar e eólica. Valor. https://valor.globo.com/empresas/noticia/2024/10/05/brasil-bate-recorde-de-novas-usinas-de-energia-solar-e-eolica.ghtml

Zaneti, A. C. (2023). Gerenciamento de projetos em empreendimentos de engenharia civil e industrial. Rio de Janeiro: GEN | LTC. https://www.gennegocios.com.br/engenharia/gerenciamento-de-projetos-em-empreendimentos-de-engenharia-civil-e-industrial/p

Resumo executivo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso da Especialização em Gestão de Projetos do MBA USP/Esalq

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