Mba Executivo Em Liderança E Gestão
11 de junho de 2026
Estrutura e Governança: Impulsionando CleanTech
Enrico P. L. Bigi de Aquino; André Leme Da Silva Fleury Bonini
Resumo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.
O presente Business Case abordou a estruturação executiva e operacional de uma startup brasileira do setor de bio-compósitos, nascida de pesquisa acadêmica, que enfrentava desafios significativos para escalar seu negócio. A empresa, focada no desenvolvimento e fabricação de materiais a partir de fibras naturais e resinas biodegradáveis, carecia de governança formal, um modelo de negócios validado e mecanismos eficazes para proteger sua propriedade intelectual. Este cenário inicial de vulnerabilidade impedia a captação de investimentos adequados e a formação de parcerias estratégicas, limitando seu potencial de crescimento em um mercado de alta complexidade tecnológica e em expansão.
A necessidade de uma estruturação robusta era premente, dada a realidade do empreendedorismo brasileiro, caracterizada por dificuldades de acesso a capital e uma alta taxa de mortalidade de startups. Pesquisas do SEBRAE (2023) indicam que a falta de planejamento, escassez de capital de giro e deficiências em gestão são causas primárias para a falência precoce de micro e pequenas empresas. No contexto específico de startups, a dificuldade em obter aportes financeiros externos é um obstáculo comum, reforçando a importância de modelos de negócios que gerem receita própria desde o início para garantir a sustentabilidade financeira.
O mercado global de bio-compósitos e tecnologias industriais sustentáveis, conforme a Grand View Research (2025), demonstra um crescimento robusto, o que ressalta a urgência para novos entrantes de compreenderem os desafios operacionais e estratégicos. Para a startup em questão, um dos maiores entraves era a necessidade de altos investimentos em desenvolvimento tecnológico, testes e prototipagem. A dependência de matéria-prima importada resultava em custos elevados e prazos de entrega prolongados, criando barreiras adicionais à expansão e à competitividade no mercado nacional e internacional.
A análise da situação revelou que a origem da empresa, fundamentada em uma tecnologia inovadora de bio-compósitos, não foi acompanhada por uma estrutura executiva e mecanismos de gestão adequados. Essa lacuna dificultava a transição de um projeto acadêmico promissor para uma startup funcional e escalável. A ausência de recursos financeiros e experiência em gestão levou o fundador a interagir com parceiros em condições desfavoráveis, expondo a empresa a riscos de diluição de “equity” e comprometendo a sustentabilidade futura da inovação tecnológica.
A coleta de dados para esta análise foi realizada por meio de observação direta, com o autor atuando como consultor estratégico da startup. Essa imersão permitiu um acompanhamento próximo das interações com parceiros, negociações iniciais, decisões estratégicas e dificuldades operacionais. As informações foram obtidas no contexto real de desenvolvimento da empresa, possibilitando a identificação objetiva dos fatores que contribuíam para a situação diagnosticada e a formulação de um plano de ação baseado em evidências concretas.
As consequências imediatas dessa fragilidade estrutural incluíam a exposição a perdas de participação societária e a dificuldade em estabelecer acordos equilibrados. A ausência de um modelo de negócios claro impedia decisões estratégicas assertivas. A longo prazo, a manutenção desse cenário poderia gerar custos intangíveis, como a perda de confiança de futuros investidores e clientes, além de limitar a capacidade de gerar receita de forma robusta. Essa fragilidade comprometia a credibilidade da empresa no mercado, afastando potenciais clientes que buscavam fornecedores mais estáveis e com governança consolidada.
Para identificar as causas-raiz do problema, utilizou-se o método dos 5 Porquês, que rastreou a vulnerabilidade da empresa até a inexistência de um modelo de negócios estruturado e de um plano de abordagem a clientes e parceiros. A análise aprofundada revelou que o fundador aceitava negociações desfavoráveis por falta de experiência em gestão empresarial e pela ausência de um modelo de negócios definido. A raiz do problema foi identificada como a falta de estrutura organizacional e de uma estratégia de negócios clara.
A análise das causas foi complementada por um diagrama de Ishikawa, que organizou os fatores de fragilidade em seis dimensões principais. Na dimensão financeira, a ausência de capital inicial, a dependência de aportes externos e a inexistência de gestão financeira expunham a empresa a riscos de diluição de “equity”. Organizacionalmente, a falta de processos executivos, governança e definição de papéis dificultavam a consolidação da empresa como entidade formal, impactando sua credibilidade junto a investidores e parceiros.
No campo estratégico, o modelo de negócio inicial era inadequado, as prioridades tecnológicas estavam indefinidas e não havia um plano estruturado de entrada no mercado, resultando em dispersão de esforços. A dimensão de mercado revelou assimetria de poder nas negociações com parceiros, gerando propostas desequilibradas. Fornecedores oportunistas e a concorrência com materiais convencionais dificultavam a diferenciação competitiva da startup, exigindo uma reavaliação da estratégia de posicionamento no mercado.
Em relação ao aspecto jurídico e de propriedade intelectual, a ausência de registro da tecnologia como segredo industrial e patente, somada à carência de suporte especializado, expunha a inovação a riscos de apropriação indevida. A dimensão de recursos humanos evidenciou a dependência excessiva do fundador, a falta de uma equipe multidisciplinar e a carência de experiência comercial e executiva, fatores que restringiam a capacidade da empresa de se estruturar e crescer de forma sustentável e competitiva no longo prazo.
A comparação entre a situação diagnosticada e o cenário futuro desejado revelou a necessidade de um processo estruturado de transformação. Esse processo envolveria a revisão da estratégia corporativa, a definição de um novo modelo de negócios, a implementação de práticas de governança, o fortalecimento da proteção intelectual e a construção de uma equipe capaz de conduzir a empresa a patamares mais robustos de competitividade. A situação futura almejava uma startup com missão, visão e valores claros, um mapa estratégico consolidado e contratos equilibrados.
A situação futura desejada para a startup incluía um “Business Model Canvas” revisado, governança executiva definida e propriedade intelectual protegida. Essa evolução não apenas reduziria os riscos identificados, mas também aumentaria a atratividade da startup para investidores, clientes e parceiros industriais, criando as bases para sua escalabilidade sustentável. A meta era transformar a inovação tecnológica em um negócio escalável e confiável, capaz de gerar valor de forma consistente e duradoura no mercado de bio-compósitos.
A recomendação central deste trabalho, após a análise da situação, foi a implantação de uma estrutura executiva e operacional robusta. Essa estrutura deveria ser capaz de sustentar o desenvolvimento tecnológico, fortalecer a posição competitiva da startup e viabilizar seu escalonamento no mercado de bio-compósitos. A principal barreira não era a tecnologia em si, mas a ausência de um arcabouço organizacional que permitisse à empresa operar de forma organizada, proteger seus ativos e orientar decisões estratégicas de maneira eficaz.
Durante o processo de avaliação, diversas alternativas foram consideradas e descartadas. A manutenção das práticas informais iniciais, o foco exclusivo no licenciamento da tecnologia ou a terceirização completa da produção apresentavam limitações significativas. Nenhuma dessas opções superava as causas estruturais identificadas, como a ausência de governança, a falta de processos definidos, a vulnerabilidade jurídica e um modelo de negócios desalinhado às demandas dos setores visados, o que justificou a busca por uma solução mais abrangente e integrada.
A análise SWOT, construída a partir do diagnóstico organizacional, permitiu identificar as forças internas da startup, como a tecnologia inovadora e o potencial de aplicação em setores de alto valor agregado. Contudo, as fraquezas, como a ausência de governança e a fragilidade na proteção da propriedade intelectual, eram limitantes. As oportunidades de mercado, impulsionadas pela demanda crescente por materiais sustentáveis, contrastavam com ameaças como a assimetria de poder nas negociações e a dependência de fornecedores externos, evidenciando que as fraquezas internas eram o principal obstáculo para capturar as oportunidades.
A recomendação, portanto, foi que a startup adotasse uma estrutura executiva e operacional que incluísse mecanismos de estratégia e governança, definição clara de responsabilidades, processos internos formalizados e um modelo de negócios revisado e validado. Essa estrutura permitiria transformar a tecnologia desenvolvida em uma solução comercial confiável. Os elementos essenciais dessa estrutura abrangiam a distinção entre funções técnicas e executivas, a padronização de rotinas internas, critérios para avaliação de parceiros e métodos formais para proteção e gestão da propriedade intelectual, visando a sustentabilidade e o crescimento.
Para contextualizar a análise, foram examinados casos de sucesso no mercado de materiais avançados. A empresa suíça Bcomp, fundada em 2003, estruturou desde o início uma estratégia clara de proteção de propriedade intelectual e parcerias industriais, consolidando contratos globais. Outro exemplo é a Green Dot Bioplastics (2023), que priorizou governança e validação técnica junto a clientes industriais, alcançando crescimento sustentável no segmento de biopolímeros. Esses casos demonstraram que uma estrutura executiva e operacional robusta é determinante para transformar inovação técnica em negócio escalável.
A adoção da nova estrutura permitiu revisar o modelo de negócios da startup, alinhando-o às demandas dos setores aeronáutico, de transporte e têxtil. A definição das linhas de atuação e comercialização de matéria-prima bio-baseada, fornecimento de compósitos pré-impregnados e fabricação de peças para montadoras, bem como a expansão para tecidos bio-baseados, foram realizadas de forma segura. Isso ocorreu após o estabelecimento de critérios operacionais, processos de validação e um plano de execução sólido, garantindo que as iniciativas estivessem fundamentadas em uma base estratégica e operacional consistente.
A proteção da propriedade intelectual foi fortalecida com a implementação de acordos de confidencialidade (NDA) robustos com clientes e fornecedores, o registro de segredo industrial e o depósito da patente. Essas decisões foram um resultado direto da nova estrutura organizacional, que passou a priorizar práticas de compliance e mitigação de riscos. A eficiência na obtenção de parcerias também foi um efeito direto da credibilidade e clareza estratégica que a empresa passou a apresentar, permitindo sua incubação em um centro de pesquisa aeronáutica e aproximação com montadoras nacionais.
A Matriz de Decisão foi utilizada para comparar as alternativas estratégicas, definindo critérios de avaliação derivados da análise da situação e das fragilidades identificadas. Critérios como aderência ao mercado e proteção jurídica/mitigação de riscos receberam o maior peso (5), pois eram críticos para a sobrevivência da empresa. Capacidade de execução e escalabilidade, viabilidade econômica e potencial de parcerias estratégicas receberam peso 4, refletindo a necessidade de crescimento sustentável. O alinhamento tecnológico recebeu peso 3, dada a base técnica já consolidada da empresa.
A alternativa de estruturação estratégica (A4) obteve a maior pontuação ponderada total na Matriz de Decisão, com 125 pontos, superando as práticas informais (33), licenciamento exclusivo (54) e produção terceirizada (66). Esse resultado evidenciou a superioridade da solução recomendada em reduzir vulnerabilidades organizacionais e capturar oportunidades de mercado de forma estruturada e sustentável. A análise demonstrou que a abordagem integrada de governança, processos e proteção intelectual era a mais adequada para o avanço da startup.
O Estudo de Viabilidade detalhou as dimensões técnica, econômica, operacional, jurídica e estratégica da solução recomendada. Tecnicamente, confirmou a possibilidade de desenvolvimento nacional de bio-resinas e tecidos, com parcerias aptas a sustentar testes e escalonamento. Economicamente, projetou-se uma redução de custos superior a 30% com produção nacional e de prazos logísticos em aproximadamente três meses, além de aumento de margem e previsibilidade de fluxo de caixa, e acesso ampliado a editais e fundos de P&D, demonstrando a solidez financeira da proposta.
Na dimensão operacional, a viabilidade foi demonstrada pela implementação de governança e processos internos documentados, com clara divisão de responsabilidades entre áreas técnicas e executivas. A incubação em centro de pesquisa ampliaria a capacidade operacional, e critérios formais para seleção e gestão de parceiros seriam estabelecidos. Juridicamente, a revisão e fortalecimento do Acordo de Confidencialidade (NDA), o registro de segredo industrial e o depósito de patente reduziriam a exposição jurídica e melhorariam o compliance para negociações com montadoras, garantindo a proteção dos ativos intelectuais da startup.
Estrategicamente, o modelo de negócios validado com montadoras nacionais e estrangeiras, a expansão para mercados aeronáutico, de transporte e têxtil, e o aumento da credibilidade institucional e competitividade foram confirmados. A alternativa selecionada, que apresentou a maior pontuação na Matriz de Decisão, consolidou a visão de que a estruturação era essencial para a sustentabilidade e o crescimento da empresa. A incorporação desses instrumentos analíticos fortaleceu a robustez da pesquisa, reduzindo a subjetividade nas decisões estratégicas e validando os resultados obtidos.
A ausência da estrutura proposta acarretaria consequências significativas, como a vulnerabilidade à perda de “equity”, exposição jurídica e dificuldade de negociação com grandes clientes, podendo levar ao fechamento da empresa. A falta de processos operacionais comprometeria prazos e qualidade técnica, reduzindo a confiança de parceiros. A inexistência de mecanismos de proteção intelectual deixaria a tecnologia suscetível à cópia, prejudicando a vantagem competitiva. Assim, a estruturação executiva e operacional não foi apenas uma recomendação, mas uma condição essencial para a viabilidade da startup.
A análise de custo-benefício demonstrou que os benefícios da nova estrutura superaram amplamente seus custos. Entre os benefícios tangíveis, destacaram-se a melhoria da eficiência nas parcerias, a validação do modelo de negócios, a redução de custos e prazos com a produção nacional e a ampliação das possibilidades de receita. Os benefícios intangíveis incluíram o aumento da credibilidade institucional, a segurança jurídica, o maior interesse de montadoras e a atratividade para captação de investimento, reforçando o valor estratégico da estruturação implementada.
É relevante notar que grande parte da estruturação organizacional ocorreu internamente, sem a necessidade de consultorias externas, impulsionada pela dedicação do autor e sua experiência de mais de uma década na indústria de alta tecnologia. Os custos diretos associados ao processo foram limitados a despesas pontuais, como o registro de segredo industrial (aproximadamente R$ 300,00), o depósito de patente para fase inicial de análise (cerca de R$ 400,00) e a importação de amostras técnicas (aproximadamente R$ 5.000,00). Esses valores, em conjunto, representaram um investimento pequeno frente aos benefícios alcançados.
O plano de implementação da recomendação seguiu etapas sequenciais, começando pela revisão do modelo de negócios e atualização dos instrumentos jurídicos. Em seguida, formalizou-se a governança executiva, buscaram-se parcerias industriais, registrou-se a propriedade intelectual, incubou-se a empresa e iniciou-se o desenvolvimento de insumos no Brasil. A previsão de resultados iniciais, como as primeiras vendas e a captação de investimento, foi estimada em aproximadamente um ano. Etapas subsequentes incluíram a produção de bio-compósitos com matéria-prima nacional e a expansão para mercados internacionais.
A estrutura executiva implementada foi compatível com o estágio da empresa, que contava com o fundador na liderança técnica, o autor como consultor executivo e estratégico, consultores externos para desenvolvimento de negócios e parceiros industriais para manufatura. Essa configuração, embora enxuta, operava sob um modelo formal de governança, com definição clara de responsabilidades, rotinas estruturadas de acompanhamento e critérios objetivos para tomada de decisão, garantindo a disciplina operacional e a previsibilidade nas decisões estratégicas.
A organização foi estruturada em três pilares operacionais: desenvolvimento tecnológico, liderado pelo fundador e apoiado por parceiros industriais; desenvolvimento de negócios, conduzido com suporte de consultores externos; e estratégia e governança, coordenadas pelo autor, com interface direta com consultores de fomento e potenciais investidores. Cada pilar contava com reuniões internas periódicas, com pauta definida e registro de decisões. Reuniões semanais de alinhamento estratégico, quinzenais para desenvolvimento técnico e mensais para acompanhamento comercial foram estabelecidas, promovendo a integração e o monitoramento contínuo das atividades.
Além das rotinas internas, a empresa instituiu uma agenda formal de reuniões externas com parceiros industriais, potenciais clientes e consultores de captação, garantindo o acompanhamento estruturado das negociações e projetos em andamento. Para monitorar a performance, foram definidos indicadores-chave de desempenho (KPIs), como o número de novos contatos qualificados, projetos de desenvolvimento conjunto iniciados, taxa de conversão de oportunidades e evolução do pipeline de captação de recursos. Esse modelo de governança, mesmo enxuto, introduziu disciplina operacional, previsibilidade e rastreabilidade das decisões estratégicas.
A formalização desses rituais e indicadores permitiu reduzir a dependência exclusiva da iniciativa individual do fundador, consolidando uma estrutura funcional capaz de sustentar negociações com grandes empresas e investidores institucionais. Em síntese, a solução recomendada consistiu na implantação de uma estrutura executiva e operacional capaz de sustentar o escalonamento da startup de forma eficiente e sustentável. Essa estrutura foi o elemento central para viabilizar a transformação da inovação tecnológica em um negócio escalável, consolidando a empresa como uma startup “CleanTech” no setor de bio-compósitos.
Os resultados observados indicaram que o modelo de estruturação desenvolvido apresenta potencial de replicação em outras startups ou empresas de pequeno e médio porte que enfrentam desafios semelhantes de organização estratégica e escalabilidade. A aplicação sistemática de instrumentos de gestão, governança e planejamento estratégico demonstrou ser capaz de transformar iniciativas tecnológicas incipientes em negócios estruturados, aptos a negociar com parceiros industriais, atrair investidores e desenvolver soluções com maior previsibilidade operacional, mesmo em ambientes de alta complexidade tecnológica e restrição de recursos.
A principal barreira ao avanço da startup analisada não esteve relacionada à tecnologia desenvolvida ou a fatores externos, mas à ausência de uma estrutura interna capaz de sustentar sua transformação em negócio escalável. A implantação de governança, a definição clara de responsabilidades, a revisão do modelo de negócios e o fortalecimento dos mecanismos de proteção da propriedade intelectual foram etapas fundamentais para reduzir riscos e aumentar a capacidade de geração de valor, qualificando a tomada de decisão e permitindo negociações mais equilibradas e estratégicas.
Como consequência, a startup ampliou sua credibilidade no mercado, fortaleceu sua posição competitiva e criou condições concretas para a validação comercial de suas soluções. A aproximação com empresas de grande porte do setor aeroespacial e o início de interações para desenvolvimento conjunto evidenciaram que a empresa passou a ser percebida como parceira tecnicamente confiável e organizacionalmente estruturada. Este processo documentado configura um exemplo prático da aplicação de ferramentas de gestão para viabilizar o crescimento sustentável de empresas inovadoras.
Apesar da limitação de recursos financeiros e tempo disponível do autor para conduzir o processo de estruturação, os resultados obtidos demonstraram que a estrutura executiva e operacional implementada foi suficiente para estabelecer bases sólidas para o crescimento da empresa. A aplicação disciplinada de ferramentas de gestão e análise estratégica contribuiu para transformar uma iniciativa predominantemente técnica em uma “CleanTech” escalável, com potencial real no setor de bio-compósitos, fortalecendo sua posição competitiva e ampliando seu potencial de crescimento sustentável no mercado de tecnologias limpas.
Referências Bibliográficas:
BCOMP. Company Overview. 2024. Disponível em: https://www.bcomp.com. Acesso em: 20 fev. 2026.
GRAND VIEW RESEARCH. Biocomposites Market Size & Share (2024–2033). 2025. Disponível em: grandviewresearch.com. Acesso em: 19 ago. 2025.
GREEN DOT BIOPLASTICS. Company Overview. 2023. Disponível em: https://www.greendotbioplastics.com. Acesso em: 20 fev. 2026.
SEBRAE. Causa Mortis (2014); A Taxa de Sobrevivência das Empresas no Brasil (2023). Brasília/São Paulo, 2014–2023. Disponível em: sebrae.com.br. Acesso em: 19 ago. 2025.
Resumo executivo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso da Especialização em Executivo em Liderança e Gestão do MBA USP/Esalq
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