Resumo Executivo

Mba Executivo Em Liderança E Gestão

11 de junho de 2026

Estratégia de vendas e BI para revitalizar Instrumentação Básica

Eleonice Maria Pereira; Andrea Cristina Deis Rodrigues

Resumo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.

A empresa NW, uma distribuidora consolidada de equipamentos e serviços laboratoriais, enfrentou um desafio estratégico significativo com a unidade de negócios de Instrumentação Básica. Observou-se uma queda progressiva na participação do faturamento total da empresa, declinando de 20,1% em 2021 para uma projeção de 10,5% em 2024. Este cenário de retração, que contrastava com o desempenho positivo das demais divisões, sinalizava uma perda de competitividade e relevância interna para a unidade, exigindo uma intervenção gerencial robusta e estratégica para reverter a tendência e assegurar a sustentabilidade do negócio no longo prazo.

O problema central foi diagnosticado como multifacetado, envolvendo a ausência de indicadores de desempenho precisos, o compartilhamento da força de vendas entre portfólios de complexidades distintas e a consequente geração de conflitos de priorização. Essa dinâmica resultava em uma diluição do foco comercial na linha de Instrumentação Básica, que, por sua natureza, demandava agilidade operacional e negociações competitivas. A falta de sinergia estruturada entre as linhas de produtos e a carência de ferramentas de monitoramento, como um sistema de gestão de relacionamento com clientes (CRM), agravavam a situação, limitando a capacidade da NW de responder eficazmente às demandas do mercado.

A NW, com uma trajetória que remonta à fundação da empresa Y em 1962, prosperou inicialmente no mercado brasileiro sob um modelo de substituição de importações. No entanto, a abertura econômica dos anos 1990, conforme descrito por Baer (2015) e Hilgemberg e Guilhoto (2004), transformou o ambiente competitivo, intensificando a concorrência e a necessidade de maior eficiência. Nesse contexto de reestruturação, ex-funcionários da Y fundaram a empresa X, que se tornou a NW em 1992, focando em manutenção e distribuição de equipamentos analíticos importados, capitalizando a demanda por suporte técnico para novas tecnologias.

A expansão do portfólio da NW, que incluiu as divisões de Biociências e Instrumentação Analítica por volta de 2004, refletiu uma estratégia de diversificação sustentada, conforme conceituado por Mintzberg (2006), buscando reduzir riscos e explorar sinergias. Em 2018, a unidade de Instrumentação Básica foi criada como uma subárea da divisão de Instrumentação Analítica, focada em tecnologias de menor complexidade. Contudo, essa diversificação, embora estratégica, não foi acompanhada por uma gestão alinhada às especificidades da unidade Básica, gerando os desafios observados no faturamento e na participação de mercado.

O mercado de equipamentos laboratoriais, caracterizado por hiperconcorrência e ciclos acelerados de inovação, exige diferenciação tecnológica e eficiência de custos, como apontado por Hitt et al. (2018). A NW, inserida nessa dinâmica, precisava readequar suas estratégias de vendas e marketing para mitigar conflitos internos de priorização, realinhar o perfil da equipe comercial e garantir o desenvolvimento sustentável da unidade Básica. O objetivo central deste Business Case foi propor estratégias para fortalecer essa unidade, embasadas em diagnósticos quantitativos e análise de indicadores internos, visando melhorias operacionais e aumento de receita.

A análise da situação revelou que a Divisão de Instrumentação Analítica da NW, embora consolidada com unidades de negócios especializadas, apresentava uma assimetria no desempenho. As linhas de Instrumentação Avançada (1, 2 e 3), de alto valor agregado e complexidade técnica, demonstraram crescimento consistente entre 2018 e 2024. Em contraste, a linha Básica, focada em tecnologias simplificadas para preparo e manipulação de amostras, apresentou retração em sua participação relativa a partir de 2021, evidenciando uma baixa priorização pela força de vendas compartilhada e limitada visibilidade institucional.

A força de vendas da NW, composta por 14 profissionais, operava de forma compartilhada entre todas as unidades da divisão de Instrumentação Analítica. Aproximadamente 80% dessa equipe atendia simultaneamente múltiplos portfólios, com diferentes níveis de complexidade, o que, na prática, diluía o foco na linha Básica e favorecia a priorização de produtos de maior faturamento. Essa dinâmica, aliada à baixa participação da Instrumentação Básica em eventos e workshops, com apenas 2 eventos em 2022 e 4 em 2023 e 2024, em comparação com 28, 25 e 52 eventos totais da NW nos mesmos anos, limitava a visibilidade e a penetração de mercado da unidade.

Para aprofundar o diagnóstico, o estudo empregou uma abordagem qualitativa-quantitativa, iniciando com um diagnóstico exploratório. A matriz SWOT foi utilizada para identificar forças e fraquezas internas, bem como oportunidades e ameaças externas. Entre as forças, destacaram-se o portfólio de marcas reconhecidas, o corpo técnico altamente qualificado e a excelência no serviço de assistência técnica. As fraquezas incluíram a amplitude do portfólio com baixa sinergia operacional, o perfil da equipe comercial desalinhado, a ausência de indicadores-chave estruturados e o conflito interno de priorização.

No âmbito das oportunidades identificadas pela matriz SWOT, o crescimento da demanda por automação laboratorial e o potencial de expansão da base de clientes foram pontos relevantes. Aumentar a visibilidade e a penetração de mercado por meio de eventos e workshops, além de explorar a complementaridade com algumas linhas avançadas, também se apresentaram como caminhos promissores. Contudo, ameaças como a concorrência de fabricantes internacionais, o risco de descontinuidade de contratos de representação e as instabilidades econômicas ou regulatórias que impactam a importação de produtos, exigiam atenção estratégica para a sustentabilidade da unidade.

Na etapa quantitativa, um questionário estruturado em escala Likert foi aplicado a 21 colaboradores, incluindo vendedores, gerentes comerciais e gerentes de produto. A amostra demonstrou elevada experiência organizacional, com 47,4% dos respondentes com mais de dez anos na empresa. Em relação à dedicação semanal à linha Básica, 58% alocavam até 20 horas, indicando uma distribuição de tempo que poderia ser insuficiente para a complexidade e o volume de vendas necessários para a unidade. A análise estatística das respostas revelou as áreas de maior criticidade percebida pelos colaboradores.

Os resultados do questionário, transpostos para as categorias do diagrama de Ishikawa, conforme metodologia de Inácio et al. (2023), revelaram que as categorias com maior criticidade foram Estratégia (média de 3,43), Indicadores (média de 3,33) e Ferramentas (média de 3,30). Questões como a falta de campanhas de incentivo (4,36), a priorização de produtos de alto valor agregado (4,36), a necessidade de um CRM robusto (4,29) e a falta de KPIs automatizados de monitoramento (4,19) apresentaram as maiores notas de criticidade, indicando que o problema central não residia na capacitação técnica, mas na estrutura de direcionamento, mensuração e suporte operacional.

Para aprofundar a análise das causas, a técnica dos 5 Porquês, conforme Card (2017), foi aplicada às dimensões críticas. Na dimensão Estratégia, a causa-raiz foi identificada como a ausência de uma estratégia formal de posicionamento e gestão específica para a linha Básica, com metas e incentivos segmentados. Na dimensão Indicadores, a causa-raiz residiu na não institucionalização de mecanismos formais de desdobramento e acompanhamento periódico por unidade de negócio, o que, segundo Davenport (2006), impede a transformação de dados em inteligência operacional.

Na dimensão Ferramentas, a causa-raiz foi associada à ausência de um planejamento estruturado de investimento em tecnologia comercial alinhado à estratégia de crescimento. O crescimento do portfólio global da NW não foi acompanhado por um plano formal de modernização tecnológica, resultando em dependência de processos manuais e carência de sistemas integrados de CRM e Business Intelligence. Davenport (2006) ressalta que o desalinhamento entre infraestrutura tecnológica e modelo de geração de valor compromete a competitividade, configurando uma falha sistêmica e não operacional isolada que impactava a relevância da unidade Básica.

A consolidação dessas análises levou à conclusão de que a perda de relevância da unidade Básica decorria de um desalinhamento estrutural entre o direcionamento estratégico, o sistema de mensuração de desempenho e a infraestrutura tecnológica de suporte comercial. Essa falha sistêmica impedia a unidade de alcançar seu potencial máximo. Para priorizar as ações de intervenção, aplicou-se a Matriz GUT, ferramenta que, segundo Cevada (2022), é fundamental para classificar problemas com base em impactos multidimensionais e otimizar a alocação de recursos. As dimensões Gravidade, Urgência e Tendência foram atribuídas com base nas médias do Ishikawa e em avaliação qualitativa dos gestores.

Os resultados da Matriz GUT classificaram a necessidade de aprimoramento da estratégia de posicionamento e gestão específica para a linha Básica como a prioridade máxima, com um GxUxT de 100. Em seguida, a modernização da infraestrutura tecnológica da área comercial obteve um GxUxT de 75, e a institucionalização de mecanismos formais de governança de desempenho por linha alcançou 64. Essa priorização orientou a elaboração de um plano de ação estruturado, focado em intervenções nos eixos estratégico, operacional e tecnológico, visando a recuperação da relevância do portfólio e o alinhamento de metas e perfil de venda.

A solução recomendada para o fortalecimento da Unidade Básica envolveu intervenções estruturadas e complementares, organizadas em três eixos principais. No eixo estratégico, propôs-se um plano de reposicionamento focado na recuperação da relevância do portfólio e no alinhamento entre metas, margens e perfil de venda. No eixo operacional, as iniciativas concentraram-se na especialização da força comercial e na redefinição de responsabilidades, visando eliminar os conflitos de priorização e otimizar a alocação de tempo. No eixo tecnológico, instituíram-se mecanismos formais de governança de dados e monitoramento de desempenho, essenciais para uma gestão orientada por dados.

No âmbito comercial, o modelo foi reestruturado com a criação de uma força de vendas dedicada exclusivamente à linha de Instrumentação Básica, substituindo o modelo generalista anterior. O diagnóstico demonstrou que a condução simultânea de vendas de produtos avançados e básicos pela mesma equipe comercial induzia à priorização dos equipamentos de maior valor agregado, em detrimento do volume recorrente característico do segmento básico. A distinção entre diferentes naturezas de venda, conforme apresentada por Rackham e De Vincentis (1999), fundamentou a adequação do modelo comercial ao ciclo decisório mais curto e à maior sensibilidade a preço dos produtos básicos, elevando a taxa de conversão e recuperando a participação de mercado.

Paralelamente, implementou-se um sistema de gestão de relacionamento com clientes (CRM) integrado a ferramentas de inteligência de negócios (BI), formalizando o acompanhamento do funil de vendas e substituindo práticas informais de controle. Essa iniciativa fundamentou-se no princípio de Kaplan e Norton (1992), segundo o qual sistemas de mensuração influenciam o comportamento organizacional. A institucionalização de indicadores ampliou a visibilidade do pipeline, aumentou a previsibilidade de receita e reforçou o alinhamento entre o esforço comercial e as metas estratégicas, transformando a avaliação retrospectiva em um instrumento de gestão orientado à tomada de decisão, conforme Davenport (2006).

No campo técnico, a unidade foi reorganizada por meio da segmentação da gerência das linhas de produtos, estruturada por sinergia tecnológica e áreas de aplicação. Formalizou-se o suporte técnico especializado à força de vendas reestruturada, garantindo maior alinhamento entre conhecimento técnico e atuação comercial. A fragmentação anterior dispersava o conhecimento técnico e limitava a consolidação de expertise. Sob a perspectiva da Visão Baseada em Recursos, conforme Tiergarten e Alves (2008), a vantagem competitiva decorre da capacidade de transformar recursos internos em competências organizacionais distintivas, fortalecendo a diferenciação técnica da unidade e favorecendo oportunidades de venda cruzada.

Por fim, procedeu-se à racionalização do portfólio, com a descontinuação de representações de baixo desempenho e a adoção de práticas estruturadas de monitoramento do ambiente concorrencial. A amplitude excessiva do portfólio gerava complexidade operacional e custos desproporcionais ao retorno financeiro. Em contextos de elevada sensibilidade a preço, a combinação entre foco em ativos de maior valor e margem e o acompanhamento sistemático do mercado constitui elemento central para a sustentação da vantagem competitiva, conforme destacam Hitt et al. (2018). A simplificação operacional resultante reduziu custos, trouxe maior disciplina na alocação de recursos e ampliou a capacidade de posicionamento estratégico da Unidade Básica.

A execução dessas recomendações foi viabilizada por meio de uma decomposição funcional envolvendo as áreas de TI, Marketing, Financeira e Gestão Corporativa. O plano de ação previu a contratação de especialistas de suporte, com um investimento de R$ 300.000,00, e a ampliação da força de vendas dedicada aos produtos básicos, com um custo anual de R$ 380.000,00. A segmentação da gerência das linhas de produtos demandou um custo anual adicional de R$ 25.000,00, visando o alinhamento técnico e a atuação comercial mais eficaz, garantindo que a equipe estivesse focada nas especificidades de cada segmento.

A implementação do CRM e BI representou um investimento de R$ 150.000,00, cobrindo licenças, infraestrutura e treinamento, essenciais para a gestão orientada por dados. A racionalização do portfólio teve um custo de R$ 16.000,00 para consultoria interna, focando na otimização e margem. A segmentação e o marketing direcionado, para capturar leads de alto giro, demandaram R$ 20.000,00 para produção de catálogos e materiais técnicos. Por fim, a integração estratégica das linhas, visando cross-selling, teve um custo de R$ 5.000,00 para deslocamentos e reuniões, totalizando um orçamento de R$ 896.000,00 no primeiro ano.

O investimento total de R$ 896.000,00 no primeiro ano, composto por investimentos de implementação (CAPEX) e custeio operacional de pessoal (OPEX), projetou um incremento de 20% no faturamento anual da unidade Básica, equivalente a R$ 2,63 milhões adicionais. Com uma margem de contribuição de 35%, a operação gerou um ganho anual de R$ 921.130,00. Este desempenho financeiro projetado permitiu que o projeto atingisse o ponto de equilíbrio (breakeven) no 11º mês, encerrando o primeiro ciclo com um Retorno sobre o Investimento (ROI) positivo de 2,8% ao final do primeiro ano, demonstrando a viabilidade econômica da proposta.

A partir do segundo ano, projeta-se que a ausência dos custos operacionais de implementação eleve a rentabilidade do projeto, dado que os custos de implementação tecnológica e reestruturação são concentrados no período inicial. A eficácia das soluções propostas para a Unidade de Instrumentação Básica é avaliada periodicamente, com o objetivo de assegurar que os investimentos resultem em geração de valor estratégico. A mensuração do desempenho transcendeu indicadores estritamente financeiros, incorporando métricas relacionadas a processos internos, desempenho comercial e capacitação organizacional, conforme a abordagem de Kaplan e Norton (1992).

Dentro da dimensão financeira, projeta-se um incremento de 20% no faturamento da Unidade Básica no primeiro ano após a implementação completa, visando recuperar o patamar histórico de participação no portfólio, próximo a 20%. Os Principais Indicadores de Desempenho (KPIs) adotados foram estruturados em quatro dimensões. Na dimensão financeira, monitora-se a evolução da margem de contribuição por linha de produto e o retorno sobre o investimento (ROI) do projeto de reestruturação, fornecendo uma visão clara da saúde econômica da unidade e da eficácia dos investimentos realizados.

Na dimensão comercial, os KPIs incluem a taxa de conversão de vendas, monitorada via CRM, o crescimento do market share no segmento de instrumentação básica e o índice de cross-selling entre as linhas básicas e avançadas. Esses indicadores permitem avaliar a efetividade da nova força de vendas dedicada e a capacidade da unidade de expandir sua presença no mercado. A dimensão operacional foca na acuracidade do estoque após a racionalização do portfólio e na redução do ciclo de vendas, medindo o intervalo entre a geração do lead e o fechamento, otimizando os processos internos e a eficiência da cadeia de suprimentos.

Por fim, a dimensão de capacitação avalia o desempenho técnico da equipe comercial em avaliações pós-treinamento, o número de demonstrações técnicas realizadas pelos Químicos de Aplicação e a participação em feiras e workshops pelos Gerentes de linhas de Produtos. Esses indicadores são cruciais para garantir que a equipe possua o conhecimento e as habilidades necessárias para atuar de forma especializada e eficaz, contribuindo para a elevação da autoridade técnica da NW no mercado. A coleta e consolidação das informações para esses KPIs são realizadas por meio do módulo de CRM/BI implementado na primeira fase do projeto.

O monitoramento do desempenho é conduzido de forma estruturada para garantir a sustentabilidade dos resultados. Reuniões mensais são realizadas para análise dos indicadores operacionais e comerciais, e reuniões trimestrais de revisão estratégica com a diretoria configuram marcos formais de controle. O acompanhamento dos indicadores de CRM e BI é responsabilidade do Gerente de Negócios, enquanto a avaliação financeira e do ROI é conduzida pelo Gestor de Vendas e Diretoria Financeira. O plano de ação estruturado em 5W2H é revisado semestralmente, permitindo a adequação das estratégias às variações cambiais e à dinâmica competitiva do setor, preservando o alinhamento com os objetivos de longo prazo da NW.

As análises realizadas neste Business Case demonstraram que a perda de competitividade da Unidade Básica foi motivada por uma estrutura comercial generalista, um portfólio excessivamente complexo e a ausência de ferramentas analíticas para monitoramento de mercado. O diagnóstico evidenciou que 78,5% da força de vendas atuava sem especialização, priorizando negociações de alto valor extrínseco em detrimento do volume transacional da linha básica, o que resultou em estagnação de market share e ineficiências operacionais. As soluções recomendadas, fundamentadas na segregação da força de vendas, implementação de governança de dados via CRM/BI e racionalização do portfólio, focaram na transformação de recursos humanos em competências essenciais.

A reestruturação permitiu que a organização recuperasse a agilidade necessária para o mercado de instrumentação básica, sem comprometer a profundidade técnica exigida pelas linhas avançadas. Os benefícios tangíveis, fundamentados na projeção de crescimento de faturamento de 20% e na recuperação da margem de contribuição, demonstraram a viabilidade econômica do projeto, com um retorno sobre o investimento (ROI) estimado para ocorrer em 11 meses. Além disso, a redução dos custos de inventário com a descontinuação de representações de baixa performance contribuiu para a otimização dos recursos e a melhoria da eficiência operacional.

Entre os benefícios intangíveis, destacam-se a elevação da autoridade técnica da NW perante o mercado e o fortalecimento da cultura de gestão orientada por dados. Embora a implementação tenha demandado investimentos em tecnologia e readequação de pessoal, os ganhos em eficiência e a blindagem competitiva justificaram plenamente os aportes realizados. A aprovação e continuidade das ações propostas representam o caminho mais assertivo para garantir a sustentabilidade financeira da NW, assegurando o crescimento e a liderança da Unidade Básica no cenário competitivo atual, consolidando a contribuição gerencial e estratégica do projeto para o futuro da empresa.

Referências Bibliográficas:

Baer, W. 2015. A Economia Brasileira. 4ª. ed. Nobel, São Paulo, Brasil.

Card A.J. 2016. The problem with ‘5 whys’. BMJ Quality & Safety 26(10): 671-677.

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Hilgemberg, C. M. A. T.; Guilhoto, J. J. M. 2004. Abertura econômica e seus efeitos no mercado de trabalho brasileiro na década de 1990. Economia Aplicada, 8(4), p. 659–691.

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Kaplan, R.S.; Norton, D.P.1992. The balanced scorecard—measures that drive performance. Harvard Business Review, 70 (1): 71–79.

Mintzberg, H; Lampel, J; Quinn, J.B; Goshal, S. 2006. O Processo da Estratégia, 4ª. ed. Bookman. Porto Alegre, RS, Brasil.

Rackham, N.; de Vincentis, J. 1999. Rethinking the sales force: redefining selling to create and capture customer value. 1. ed. McGraw-Hill. New York, NY, E.U.A.

Tiergarten, M.; Alves, C. 2008. A visão baseada em recursos (RBV) como estratégia empresarial: um estudo das principais abordagens a partir de um quadro de referenciais teóricos. Universo Administração. 2: 61-64.

Resumo executivo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso da Especialização em Executivo em Liderança e Gestão do MBA USP/Esalq

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