11 de maio de 2026
Gestão da qualidade e resíduos em corridas de rua sustentáveis
Matheus Arouca Gomes Gibaldi; Felipe Miranda de Souza Almeida
Resumo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.
As corridas de rua consolidaram-se como um dos esportes mais populares e democráticos no cenário global, mobilizando milhões de participantes e movimentando cadeias produtivas extensas que incluem turismo, patrocínios, mídia e consumo esportivo. A expansão dos megaeventos esportivos nas últimas décadas trouxe ganhos significativos em visibilidade e saúde pública, mas também revelou desafios complexos em termos de sustentabilidade, especialmente no que tange à geração e à destinação de resíduos sólidos (Zafari et al., 2025). O impacto ambiental desses eventos ultrapassa a emissão de carbono, abrangendo resíduos plásticos, embalagens descartáveis e logística de destinação inadequada, que constituem fatores críticos para o planejamento das cidades-sede (Shu Xuan et al., 2025). No Brasil, o setor experimentou um crescimento de 29% em 2024 em relação ao ano anterior, com a realização de mais de 2,8 mil provas, evidenciando a popularização do esporte por sua natureza democrática e baixo investimento inicial (CNN Brasil, 2024). Paralelamente, os grupos informais de corredores, conhecidos como crews, consolidaram-se como espaços de socialização e transformação comunitária, reforçando o caráter social e integrador da prática esportiva na ocupação dos espaços urbanos (G1, 2025).
Apesar do apelo social e do crescimento econômico, a gestão de qualidade dos eventos ainda apresenta fragilidades estruturais. Episódios recentes em grandes maratonas nacionais revelaram falhas logísticas, como a falta de medalhas, longas filas para retirada de kits e problemas graves na hidratação dos atletas (Veja, 2024; Lance!, 2025). Tais ocorrências comprometem a experiência dos participantes e expõem lacunas nos processos de planejamento, monitoramento e controle, dimensões diretamente relacionadas ao gerenciamento da qualidade. No campo ambiental, o problema é ainda mais agudo, visto que eventos de corrida de rua podem gerar entre duas e quatro toneladas de resíduos por edição, compostos majoritariamente por materiais recicláveis como copos plásticos e sachês de carboidratos (Estadão, 2025). A ausência de um sistema estruturado de coleta e destinação impede o reaproveitamento desses materiais, resultando em acúmulo de lixo em vias públicas e contaminação de ecossistemas urbanos (Terra, 2025).
A consciência ambiental dos corredores está intrinsecamente associada à percepção de qualidade do evento e à disposição em apoiar iniciativas sustentáveis (Huang e Chiu, 2024). A viabilidade de reduzir significativamente o impacto ambiental por meio de planejamento logístico específico, sem prejuízo da experiência esportiva, já foi confirmada em estudos que propuseram modelos de gestão de resíduos plásticos em maratonas (Bianchini e Rossi, 2021). Empresas e patrocinadores são cada vez mais cobrados por práticas que unam impacto social, gestão ambiental e governança, uma vez que iniciativas sustentáveis fortalecem a reputação e ampliam o engajamento dos stakeholders. Essa perspectiva alinha-se à Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, especificamente aos objetivos de tornar cidades e comunidades sustentáveis, assegurar padrões de consumo e produção responsáveis e fortalecer parcerias para a implementação de metas globais. O modelo de gestão proposto busca, portanto, reduzir os impactos ambientais gerados em corridas de rua, utilizando as boas práticas do gerenciamento de projetos para criar um legado sustentável.
O delineamento metodológico adotado para a construção do modelo de gestão de qualidade possui caráter aplicado e baseia-se em pesquisa bibliográfica e documental, com análise de dados secundários. A escolha metodológica fundamenta-se na necessidade de sistematizar o conhecimento existente e identificar lacunas em áreas pouco exploradas empiricamente (Gil, 2019). A estratégia aproxima-se da lógica do estudo de caso, onde múltiplas fontes de evidência são trianguladas para conferir validade às conclusões (Yin, 2015). Na etapa bibliográfica, revisaram-se contribuições sobre sustentabilidade em eventos esportivos e práticas de gestão de resíduos sólidos, enquanto a pesquisa documental abrangeu regulamentos de provas, legislações específicas como a Política Nacional de Resíduos Sólidos e reportagens sobre falhas organizacionais e boas práticas no setor. A análise dessas fontes foi conduzida por meio da técnica de análise de conteúdo, permitindo organizar informações sobre processos críticos de qualidade, tipos de resíduos e estratégias de engajamento (Bardin, 2016).
A estruturação do movimento baseou-se na decomposição hierárquica das entregas, na definição de indicadores de qualidade e no planejamento de riscos e comunicação (PMI, 2021). Para garantir a consistência metodológica, foram construídos cinco artefatos principais: Estrutura Analítica do Projeto, Matriz de Indicadores de Qualidade, Matriz de Riscos, Plano de Comunicação e Cronograma Macro. A Estrutura Analítica do Projeto, ou Work Breakdown Structure, representa o instrumento central para decompor o escopo em partes menores e controláveis, organizando 100% do trabalho necessário para atingir os objetivos (PMI, 2021). O modelo desenvolvido contempla cinco áreas: planejamento, infraestrutura e insumos, operação no percurso e arena, comunicação e engajamento, e monitoramento e controle. Essa fragmentação clara do escopo é decisiva para a coordenação entre fornecedores, equipes de limpeza e gestores de sustentabilidade, evitando confusões entre o que deve ser entregue e a dimensão temporal das atividades (Haugan, 2002).
A Matriz de Indicadores de Qualidade foi concebida para traduzir expectativas em métricas auditáveis, definindo parâmetros como o percentual mínimo de resíduos coletados e os índices de segregação de recicláveis. Indicadores bem definidos devem seguir o princípio de serem específicos, mensuráveis, atingíveis, relevantes e temporais, servindo como mecanismos para avaliar o desempenho e subsidiar a tomada de decisão (PMI, 2021). A consistência desses indicadores é indispensável para o controle da qualidade, pois viabiliza a detecção de desvios em tempo hábil (Kerzner, 2022). No campo da incerteza, a Matriz de Riscos organizou potenciais ameaças em categorias, descrevendo causas prováveis e medidas preventivas. A antecipação de riscos é um fator crítico de sucesso em projetos complexos e de alta visibilidade pública, exigindo o planejamento de respostas proporcionais (Kerzner, 2022).
O Plano de Comunicação assume papel determinante, pois conecta objetivos, recursos e pessoas em torno de uma visão comum. A efetividade de um empreendimento depende da percepção e do apoio das partes interessadas, exigindo mensagens claras e acessíveis que evitem tecnicismos (Freeman, 1984). Mensagens simples e ligadas ao cotidiano possuem maior chance de retenção na memória, enquanto a clareza visual evita a sobrecarga cognitiva e amplia o engajamento (Heath e Heath, 2007; Reynolds, 2008). O uso de linguagem direta e visual para os atletas, instruções técnicas para organizadores e relatórios de desempenho para patrocinadores garante que cada stakeholder compreenda seu papel na cadeia de sustentabilidade. Por fim, o Cronograma Macro estabelece a lógica do ciclo de vida do projeto, desde a iniciação até o encerramento, mapeando interdependências e pontos de controle em etapas verificáveis (PMI, 2021).
A aplicação da Estrutura Analítica do Projeto permitiu organizar a gestão ambiental em entregas verificáveis, desdobrando o escopo em pacotes de trabalho que contemplam desde o termo de abertura até a elaboração de relatórios de desempenho. No primeiro nível, o planejamento do projeto engloba o termo de abertura, premissas, cronograma, orçamento e o plano de qualidade. O segundo bloco, referente à infraestrutura e insumos, detalha os pontos de coleta, suprimentos de hidratação sustentáveis, equipamentos logísticos como bags e caçambas, e materiais de campanha. A operação no percurso e arena constitui o terceiro bloco, abrangendo a montagem dos pontos de hidratação, distribuição de coletores, coleta, triagem na chegada e a coordenação com equipes de limpeza e cooperativas. A comunicação e engajamento formam o quarto bloco, incluindo cartilhas educativas, folders nos kits, campanhas digitais, mobilização de influenciadores e sinalização. O monitoramento e controle encerram a estrutura com a definição de indicadores, registro de ocorrências, relatórios de resíduos e lições aprendidas.
A fragmentação do escopo em etapas operacionais é fundamental para reduzir o desperdício de copos descartáveis, permitindo uma coordenação eficiente entre os diversos atores envolvidos (Bianchini e Rossi, 2021). Ao manter a dimensão do escopo separada da dimensão temporal, o modelo evita falhas comuns na gestão de eventos esportivos. A clareza na definição das entregas permite que patrocinadores visualizem as ações associadas à marca e que atletas compreendam como contribuir. Embora o modelo seja teórico, sua aderência aos princípios universais de gerenciamento de projetos reforça sua aplicabilidade para elevar o padrão de qualidade ambiental no Brasil. A matriz de indicadores, por sua vez, estabeleceu metas ambiciosas: a coleta de pelo menos 90% dos resíduos em pontos oficiais e a segregação mínima de 70% de materiais recicláveis. O tempo de liberação da via foi fixado em no máximo duas horas após a chegada do último corredor, visando mitigar transtornos à mobilidade urbana e aumentar a aceitação social do evento.
A taxa de resíduos coletados em pontos oficiais mede a proporção entre o volume efetivamente recolhido e o total estimado de resíduos gerados, sendo essencial para reduzir a dispersão de lixo em áreas sensíveis (Bianchini e Rossi, 2021). Esse indicador está alinhado às metas globais de redução de impactos ambientais urbanos. Já a taxa de segregação correta de recicláveis possibilita a logística reversa e a integração com cooperativas, evitando que materiais reaproveitáveis sejam encaminhados a aterros sanitários. A evolução dos megaeventos rumo a sistemas circulares depende da implementação de mecanismos robustos de segregação na origem (Zafari et al., 2025). Além das métricas operacionais, a adesão dos atletas às ações ambientais e a percepção positiva em redes sociais foram incluídas para capturar a dimensão reputacional e o engajamento direto do público. A consciência ambiental dos participantes impacta diretamente sua percepção de qualidade e sua intenção de apoiar futuras edições (Huang e Chiu, 2024).
A gestão de riscos identificou ameaças como a baixa adesão dos atletas, indisponibilidade de cooperativas parceiras, condições climáticas adversas e custos acima do previsto. A baixa adesão ilustra um risco relacionado ao comportamento humano, cujo impacto atinge a legitimidade do movimento. Riscos climáticos, embora inevitáveis, podem ser mitigados por planos de contingência que reforcem a flexibilidade da operação. A inclusão de riscos financeiros e reputacionais reflete a necessidade de manter reservas de contingência e monitorar a imagem institucional de forma proativa, visto que a reputação é um ativo intangível estratégico (Valle e Soares, 2018). Ao estruturar os riscos de forma sistemática, o modelo avança na direção de consolidar as corridas de rua como eventos preventivos e responsáveis.
O plano de comunicação segmentou as mensagens para garantir que cada público receba informações pertinentes. Atletas recebem instruções simples e visuais, enquanto organizadores utilizam checklists técnicos e reuniões de alinhamento para assegurar a padronização da operação. A comunicação interna bem estruturada é essencial para reduzir retrabalhos e garantir eficiência em projetos complexos (Kerzner, 2022). As cooperativas de reciclagem são integradas por meio de briefings técnicos e contratos formais, garantindo previsibilidade ao fluxo logístico. Patrocinadores recebem relatórios de desempenho que reforçam o valor agregado da marca à sustentabilidade, fortalecendo relações de longo prazo (Valle e Soares, 2018). A imprensa e influenciadores atuam como multiplicadores, transmitindo uma narrativa positiva que associa o evento à inovação socioambiental.
O cronograma macro foi estruturado em três fases: pré-prova, dia da prova e pós-prova. A fase pré-prova, que inicia 60 dias antes do evento, foca no planejamento, formalização de parcerias e mapeamento de stakeholders. O mapeamento é fundamental para segmentar as estratégias de comunicação e alinhar expectativas antes que problemas de percepção se transformem em crises (Freeman, 1984). O dia da prova exige máxima integração para a montagem da infraestrutura, operação de coleta e monitoramento de indicadores em tempo real. A liberação da via em até duas horas é um ponto crítico monitorado em conjunto com órgãos públicos para garantir a aceitação social. A fase pós-prova dedica-se à avaliação, pesagem oficial dos resíduos e consolidação do relatório de desempenho, que deve ser compartilhado com todos os interessados para garantir transparência. O processo encerra-se com o registro de lições aprendidas, transformando o projeto em um ciclo de aprendizado contínuo capaz de ser replicado em diferentes contextos.
A análise conjunta dos artefatos revelou que a gestão da qualidade em eventos esportivos não pode ser restrita ao cumprimento de rotinas logísticas, devendo integrar dimensões ambientais, sociais e reputacionais. O modelo construído evidencia a aplicação integrada de processos de iniciação, planejamento, execução, monitoramento e encerramento, conforme as diretrizes do gerenciamento de projetos. A coerência entre a estrutura analítica, os indicadores, os riscos e a comunicação reforça que a sustentabilidade pode ser tratada como parte de um sistema de gestão profissional. A linguagem assume papel decisivo para transformar normas em convites ao engajamento voluntário, dialogando de forma eficaz com a comunidade. Embora existam limitações, como a dependência da adesão voluntária e a necessidade de detalhamentos micro em provas de grande porte, a proposta oferece um roteiro claro e aplicável para organizadores que buscam elevar o padrão de seus eventos.
Conclui-se que o objetivo foi atingido por meio da proposição de um modelo de gestão da qualidade estruturado em artefatos do gerenciamento de projetos, demonstrando que é possível transformar princípios abstratos de sustentabilidade em entregas operacionais concretas. A integração entre o planejamento detalhado, a definição de métricas auditáveis e o engajamento estratégico dos stakeholders permite que as corridas de rua deixem um legado ambiental e social positivo, superando a natureza efêmera do evento esportivo. O estudo evidencia que a qualidade em eventos de massa depende da corresponsabilidade entre atletas, organizadores e poder público, consolidando a gestão de projetos como ferramenta indispensável para a promoção do desenvolvimento sustentável no esporte.
Referências Bibliográficas:
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Resumo executivo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso da Especialização em Gestão de Projetos do MBA USP/Esalq
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