11 de maio de 2026
Marketing e Adoção de Bioinsumos no Agronegócio Brasileiro
Mauro Junior Borges Pacheco; Fábio Mascarenhas Dutra
Resumo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.
O agronegócio brasileiro desempenha um papel fundamental na estabilidade econômica nacional, sendo responsável por uma fatia significativa do Produto Interno Bruto e pela manutenção de saldos positivos na balança comercial. Essa relevância é sustentada por uma especialização em commodities e por uma integração profunda às cadeias globais de valor, que nos últimos anos passaram a exigir padrões mais rigorosos de sustentabilidade. A convergência entre a demanda por práticas agrícolas de baixo carbono, pressões regulatórias internacionais e a necessidade de adaptação às mudanças climáticas impulsionou uma revisão crítica no uso de insumos convencionais. Nesse cenário, a inovação tecnológica surge como o principal vetor para garantir a legitimidade social e a competitividade do setor no longo prazo (Vital, 2017; Alves, 2021; Lopes; Contini, 2012).
Os bioinsumos, compreendidos como produtos desenvolvidos a partir de organismos vivos, microrganismos, extratos vegetais e bioestimulantes, apresentam-se como alternativas estratégicas para reduzir a dependência de fertilizantes sintéticos e defensivos químicos. A adoção dessas tecnologias favorece a saúde do solo e amplia a biodiversidade funcional, gerando ganhos econômicos diretos ao produtor rural quando integrada a manejos baseados em evidências científicas. Estudos focados no território brasileiro demonstram que o uso de bioinsumos microbianos pode resultar em economias operacionais expressivas, desde que respeitados os protocolos de aplicação e o monitoramento rigoroso em ensaios de campo (Kumar, 2018; Santos et al., 2025).
Contudo, a difusão dessas inovações enfrenta barreiras que vão além da eficácia técnica. Os custos de transição tecnológica, a carência de padronização na qualidade dos produtos e a insuficiência de assistência técnica especializada configuram obstáculos relevantes. Além disso, o comportamento do produtor rural é frequentemente influenciado pelo viés do status quo, mantendo a preferência histórica por agroquímicos tradicionais. Tais desafios dialogam diretamente com a teoria da difusão de inovações, que aponta a compatibilidade com as práticas vigentes e a observabilidade dos resultados como fatores determinantes para a aceitação de novas tecnologias (Corrêa et al., 2025; Rogers, 2003).
O mercado nacional de bioinsumos apresenta um dinamismo superior à média global, com um crescimento médio anual de 21% entre os anos de 2021 e 2024. Na safra de 2023/2024, o segmento alcançou um volume de vendas próximo a cinco bilhões de reais, criando um ambiente propício para a intensificação de estratégias mercadológicas. O marketing, nesse contexto, assume a função de reduzir assimetrias de informação e qualificar as alegações técnicas, acelerando a transição do estágio de consciência para o de experimentação e uso recorrente (Reuters, 2024). Estratégias eficazes dependem de um posicionamento sustentável robusto, fundamentado nos princípios do marketing verde, e de uma comunicação técnica capaz de reduzir a incerteza percebida pelo cliente.
A dinâmica industrial do setor revela que tanto empresas consolidadas quanto startups estão ajustando seus portfólios e fortalecendo redes de distribuição para atender à demanda por soluções biológicas. A necessidade de alegações baseadas em evidências em mercados entre empresas é um diferencial competitivo crítico (Peattie, 2001; Ottman, 2011; Kanellos et al., 2024). Portanto, a análise das práticas mercadológicas torna-se essencial para compreender como o marketing sustenta a expansão do mercado e eleva a competitividade do agronegócio ao alinhar a diferenciação do produto com os resultados percebidos no campo (Kotler; Keller, 2006).
A investigação dos modelos de atuação mercadológica no setor de bioinsumos foi conduzida por meio de uma pesquisa aplicada, com caráter exploratório e descritivo, utilizando um desenho de múltiplos casos anonimizados, referidos como Empresas A, B e C. A seleção dessas organizações baseou-se na relevância setorial e na presença ativa em canais digitais. A coleta de dados concentrou-se exclusivamente em informações de acesso público, abrangendo sites institucionais e perfis oficiais em redes sociais como LinkedIn, Instagram e Facebook, no período compreendido entre 2021 e 2023. O material analisado incluiu relatórios técnicos, comunicados oficiais, campanhas publicitárias e publicações em redes sociais, visando capturar o ciclo de expansão recente do mercado brasileiro (Yin, 2015; Reuters, 2024).
O procedimento analítico adotou a análise de conteúdo para categorizar sistematicamente os materiais em quatro dimensões: segmentação de mercado, posicionamento competitivo, estratégias de fidelização e práticas de inovação. Essa estrutura permitiu interpretar os dados à luz da teoria da difusão da inovação e dos conceitos de marketing verde, qualificando a veracidade das alegações ambientais (Bardin, 2016; Rogers, 2003; Peattie, 2001). No plano quantitativo, a atividade digital foi mensurada por meio de contagens e séries temporais de publicações, calculando-se a frequência equivalente semanal por mês para cada empresa.
O desempenho digital foi sintetizado através de métricas de interação, definindo o engajamento por postagem como a soma de curtidas, comentários e compartilhamentos. Para viabilizar a comparação entre bases de seguidores de diferentes tamanhos, utilizou-se o engajamento normalizado por mil seguidores. Foram calculadas médias, medianas, desvios-padrão e intervalos de confiança de 95% para as médias. O alcance relativo por postagem foi estimado pela razão entre o número de impressões e a base total de seguidores. A relação entre o volume de atividade e o desempenho foi verificada por meio de correlações de Pearson e Spearman, com análises de sensibilidade que removeram picos sazonais e valores atípicos identificados pela regra do intervalo interquartil.
Para identificar padrões de posicionamento nos discursos corporativos, realizou-se uma análise textual exploratória. As legendas e descrições coletadas passaram por um processo de limpeza e normalização, incluindo a conversão para minúsculas, remoção de palavras irrelevantes e lematização. A extração de unigramas e bigramas foi processada com a técnica de mineração de texto, utilizando a ponderação de frequência do termo pela frequência inversa no documento para priorizar termos distintivos de cada empresa (Silge; Robinson, 2017). As palavras-chave identificadas foram agrupadas em dimensões estratégicas: educação técnica, inovação tecnológica, resultados em campo e sustentabilidade.
Esses agrupamentos permitiram a construção de um mapa perceptual bidimensional, onde o eixo horizontal representou o gradiente de educação técnica para inovação e o eixo vertical representou o gradiente de resultados em campo para sustentabilidade. As coordenadas de cada empresa foram definidas pelos centróides dos escores normalizados entre zero e um. Complementarmente, aplicou-se a matriz SWOT para sintetizar forças, fraquezas, oportunidades e ameaças, utilizando métricas de desempenho digital e intensidade de prova técnica como indicadores de desempenho (Kotler; Keller, 2006). O benchmarking comparou práticas de cadência editorial e o uso de evidências científicas entre os casos.
A confiabilidade da codificação dos dados foi assegurada por uma dupla leitura de 15% da amostra de publicações, resultando em um coeficiente kappa de Cohen superior a 0,70, o que indica um forte acordo entre os avaliadores. Todo o processamento estatístico e a geração de indicadores foram realizados com o suporte dos softwares R versão 4.5, Python e Microsoft Excel 365. O conjunto de variáveis monitoradas incluiu a data, a plataforma, o texto da publicação e as métricas de interação, além de um escore de prova técnica variando de zero a três, baseado na presença de dados verificáveis, protocolos de ensaios ou certificações. O protocolo ético garantiu o anonimato das organizações e o uso restrito de dados públicos, assegurando a integridade metodológica necessária para um estudo de nível acadêmico.
A análise comparativa entre o volume de publicações e a base de seguidores revelou perfis distintos de atuação. A Empresa A apresentou a maior audiência e um alto volume de postagens em 2023, enquanto a Empresa B operou com uma audiência menor e atividade moderada. A Empresa C demonstrou uma audiência intermediária com uma intensidade editorial elevada. A aceleração da Empresa A a partir de 2022 sugere uma orquestração de canais e maturidade em rotinas baseadas em dados, visando ampliar a lembrança de marca e a coerência nas jornadas de conscientização e avaliação do cliente. A estabilidade da Empresa B reforça a importância da legitimidade progressiva, onde mensagens técnicas consistentes reduzem a incerteza de produtores sensíveis à compatibilidade tecnológica (Rogers, 2003; Reuters, 2024).
Os maiores volumes de interação foram observados na Empresa A, ancorados em narrativas de inovação e sustentabilidade. Embora essas mensagens gerem ganhos reputacionais, elas exigem uma governança rigorosa de evidências para evitar o risco de alegações ambientais falsas, que podem comprometer a confiança em mercados B2B. A estabilidade no engajamento da Empresa B é coerente com o papel da aprendizagem e da observação de resultados, onde a persistência de conteúdos educativos favorece a conversão gradual do produtor. Os picos de interação da Empresa C, associados a lançamentos, confirmam que demonstrações práticas e provas de eficácia elevam a responsividade do público brasileiro, que é altamente influenciado por mídias sociais na adoção de novas tecnologias (Delmas; Burbano, 2011; Colussi et al., 2024).
A relação entre a frequência de postagens e o desempenho médio apresentou uma correlação apenas moderada para a Empresa A e níveis ainda mais baixos para as Empresas B e C. Isso indica que o aumento do volume de publicações não substitui a necessidade de qualidade e timing no discurso. Barreiras cognitivas, institucionais e econômicas limitam o efeito de estratégias baseadas puramente em volume, exigindo que as comunicações apresentem evidências replicáveis no contexto real do produtor (Lemon; Verhoef, 2016; Feder; Just; Zilberman, 1985). As mensagens focadas em inovação e sustentabilidade tendem a atrair decisores com maior propensão à experimentação, especialmente quando acompanhadas de protocolos e certificações que sustentam a diferenciação competitiva.
A ênfase educativa adotada pela Empresa B aumenta a capacidade de absorção de novos conhecimentos e a confiança no fornecedor. Já o foco em resultados de campo e novos produtos da Empresa C mostra-se efetivo para tecnologias cuja eficácia depende fortemente do contexto ambiental e do manejo integrado. A análise textual confirmou a predominância de termos ligados à colaboração e proteção vegetal, evidenciando posicionamentos discursivos coerentes com os objetivos de cada organização. O mapeamento perceptual posicionou a Empresa A próxima ao quadrante de inovação e ESG, a Empresa B em educação técnica e a Empresa C em resultados de campo, refletindo estratégias de construção de valor de marca distintas (Keller, 1993).
A distribuição percentual dos tipos de conteúdo reforçou que a densidade técnica e a prova de eficácia modulam a resposta do público de forma mais significativa do que o volume absoluto de postagens. A liderança digital da Empresa A exige uma gestão constante de evidências para sustentar suas narrativas, enquanto a Empresa B necessita de escala para ampliar seu alcance educativo. A Empresa C, por sua vez, depende da regularidade editorial e da integração do discurso com o retorno econômico percebido pelo produtor. Essas movimentações são expressões de capacidades dinâmicas que permitem às empresas perceber e reconfigurar recursos em ambientes altamente competitivos (Teece; Pisano; Shuen, 1997).
A matriz SWOT revelou que o alto custo de pesquisa e desenvolvimento e a complexidade de adoção são fraquezas comuns, enquanto a crescente demanda por agricultura regenerativa representa uma oportunidade central. A concorrência internacional e as mudanças na regulação de bioinsumos figuram como as principais ameaças. No Brasil, o impacto dos canais de comunicação na adoção tecnológica é elevado, exigindo um mix de canais contextualizado e articulado a comunidades técnicas. Estratégias orientadas à eficiência de mídia e ao uso de analítica associam-se à lucratividade, reforçando que a adequação ao perfil do produtor reduz os custos de aquisição (Colussi et al., 2024).
A análise dos casos permitiu identificar três arquétipos estratégicos: intensidade digital com narrativa ESG, coerência educativa e técnica, e foco em resultados de campo. Em todos os modelos, o desempenho foi condicionado pelo encadeamento de provas por cultura e pela qualidade do material técnico. Mensagens de sustentabilidade atraem adotantes iniciais quando ancoradas em mecanismos de ação claros, enquanto conteúdos educativos reduzem a incerteza e aumentam a intenção de teste. A comparação com mercados da União Europeia e Estados Unidos indica que as empresas brasileiras ainda estão consolidando o uso de ferramentas como inteligência artificial e gestão de relacionamento com o cliente para validação padronizada de campanhas (Gyamfi et al., 2024; Teece; Pisano; Shuen, 1997).
A difusão de bioinsumos no Brasil permanece vinculada à evolução dos marcos regulatórios. Ambientes com normas claras para registro e rastreabilidade favorecem a competição por desempenho e alinham a comunicação a evidências auditáveis. Empresas que transformam exigências regulatórias em narrativas técnicas ganham tração junto à maioria dos produtores, especialmente quando conectam a prova técnica ao contexto regional de uso (Oliveira et al., 2023; Corrêa et al., 2025). A adoção mostra-se estratificada, com grandes produtores utilizando seu maior capital e capacidade técnica para adotar inovações precocemente, enquanto pequenos produtores dependem de parcerias com cooperativas e assistência técnica para mitigar riscos financeiros (Feder; Just; Zilberman, 1985).
Prioridades gerenciais para o setor incluem a padronização de protocolos de eficácia e a criação de repositórios de dados auditáveis vinculados às páginas de produtos. A orquestração de pontos de contato on-line e off-line deve respeitar a sazonalidade das culturas e o estágio da jornada de adoção do cliente. O uso de analítica preditiva para personalização e a expansão de academias digitais são caminhos para transformar casos de sucesso em ativos de marca com indicadores comparáveis. Tendências como agricultura de precisão e mercados de carbono intensificarão a relevância dos bioinsumos, exigindo comunicações baseadas em dados reais para mitigar riscos de percepções negativas e preservar a confiança do mercado (Pereira; Santos, 2024; Lal, 2020).
Conclui-se que o objetivo foi atingido ao demonstrar que estratégias mercadológicas fundamentadas em evidências científicas, educação técnica continuada e demonstração de resultados em campo, quando alinhadas aos avanços regulatórios, sustentam a adoção de bioinsumos e garantem vantagem competitiva no agronegócio brasileiro. A consolidação desse mercado depende da capacidade das empresas em traduzir o conhecimento científico em valor percebido pelo produtor rural, estabelecendo uma governança informacional rigorosa e uma execução consistente ao longo de toda a jornada de consumo. O fortalecimento da competitividade nacional no setor de bioinsumos exige a integração de métricas de desempenho digital com indicadores de adoção real, permitindo uma segmentação inteligente que considere as diversidades regionais, o porte dos produtores e as especificidades das culturas âncora.
Referências Bibliográficas:
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Resumo executivo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso da Especialização em Agronegócios do MBA USP/Esalq
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