Resumo Executivo

30 de abril de 2026

Checklist Digital em Power Apps para Monitoramento de Infraestrutura

Johnny José Cavalcante Neves; Luciana Cardoso Siqueira Ambrozini

Resumo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.

A elevada complexidade inerente aos projetos de infraestrutura contemporâneos exige uma gestão rigorosa e a coordenação de equipes multidisciplinares em ambientes frequentemente instáveis. A necessidade constante de obtenção de informações precisas para apoiar o desembolso financeiro, conforme a programação estabelecida, torna o controle das atividades executadas em campo um fator crítico para o sucesso organizacional. No cenário atual de transformação digital, a busca por maior eficiência operacional impulsiona a incorporação progressiva de ferramentas tecnológicas voltadas para o monitoramento e controle da execução em tempo real. A digitalização de processos em infraestrutura de transporte contribui significativamente para a eficiência operacional, permitindo que gestores visualizem o progresso físico e financeiro com uma clareza anteriormente inalcançável (Moldovan et al., 2022).

A utilização de checklists digitais surge como uma ferramenta de apoio fundamental ao gerenciamento de projetos, especialmente em situações que envolvem o controle rigoroso de qualidade, serviços e execução. Essas ferramentas permitem acompanhar e validar as etapas construtivas de forma sistemática, garantindo que cada fase do projeto atenda aos critérios técnicos estabelecidos (Kerzner, 2017). A classificação e a verificação dos critérios de entrega são essenciais para assegurar a conformidade com os requisitos do projeto, observando rigorosamente o que foi planejado durante as fases de controle da qualidade e verificação do escopo (PMI, 2021). Sem uma padronização clara, os projetos de infraestrutura correm o risco de sofrer atrasos significativos e custos imprevistos devido a falhas na comunicação entre o canteiro de obras e o escritório técnico.

Além de aprimorar e padronizar a coleta de informações, o uso de checklists digitais desempenha um papel estratégico na gestão de investimentos, influenciando diretamente as decisões relacionadas ao Capital Expenditure (CAPEX). Em projetos de infraestrutura rodoviária, o desembolso de capital é frequentemente elevado e as intervenções físicas são, em muitos casos, irreversíveis. Portanto, a veracidade e a integridade das informações provenientes do campo tornam-se essenciais para validar medições e priorizar investimentos de forma assertiva. A tomada de decisão orientada por dados é um dos pilares da maturidade em gestão de projetos, sendo vital para otimizar os retornos sobre o capital investido e mitigar riscos associados à execução (PMI, 2021).

A aplicação de tecnologias móveis para a substituição de formulários em papel representa uma transformação profunda na forma como os dados operacionais são processados. Esse método de abordagem elimina erros de transcrição, reduz atrasos no envio de relatórios e resolve dificuldades históricas na rastreabilidade dos dados. A padronização dos registros permite uma consistência superior nos relatórios de campo, o que contribui para a tomada de decisão baseada em evidências sólidas (Silva & Andrade, 2022). Ao transformar a informação em um ativo estratégico, as organizações conseguem antecipar problemas e ajustar o cronograma antes que desvios se tornem críticos.

Uma gestão eficaz de projetos conta com diversas ferramentas e práticas recomendadas, sendo o Guia PMBOK uma das principais referências globais. A inovação tecnológica alinha-se com a entrega incremental de valor e o uso de práticas ágeis, especialmente em ambientes caracterizados por mudanças frequentes e pela necessidade de rápida adaptação (PMI, 2021). O monitoramento constante de campo com ferramentas digitais também aprimora a gestão de riscos, permitindo a identificação precoce de não conformidades e a implementação de ações corretivas com agilidade. Como princípio fundamental da qualidade, destaca-se que só é possível gerenciar aquilo que se pode medir de forma sistemática (Ishikawa, 1993).

O desenvolvimento de soluções tecnológicas aplicadas ao contexto rodoviário, especificamente para o serviço de aplicação de Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ), requer uma compreensão detalhada dos processos operacionais. A metodologia adotada para a criação de um aplicativo de checklist digital baseia-se em uma abordagem aplicada, utilizando a plataforma Power Apps integrada ao banco de dados SharePoint. O processo de desenvolvimento foi estruturado em três etapas fundamentais: o levantamento das informações necessárias, a criação da interface e do banco de dados, e a implantação do sistema online para uso das equipes técnicas.

Na primeira etapa metodológica, realizaram-se estudos preliminares para mapear exaustivamente os processos envolvidos na aplicação de CBUQ. Foram colhidas informações junto aos principais atores do processo, incluindo inspetores de campo, encarregados, técnicos e engenheiros. O objetivo central foi identificar gargalos na dinâmica de troca de informações entre o campo e a sala técnica. A gestão de informações é reconhecida como um dos pilares de projetos complexos e bem-sucedidos, e o mapeamento preciso das necessidades dos usuários finais garantiu que a ferramenta desenvolvida fosse aderente à realidade operacional (PMI, 2021).

A segunda etapa consistiu no desenvolvimento técnico da solução. O SharePoint foi selecionado como o repositório central de dados devido à sua capacidade de armazenamento estruturado e facilidade de integração com o ecossistema Microsoft. O banco de dados foi configurado para sincronizar em tempo real com o aplicativo, permitindo que cada entrada de dados realizada no campo fosse imediatamente visível para a equipe de gestão. A estrutura do banco de dados foi desenhada com colunas específicas para capturar variáveis críticas: data de realização, quilometragem inicial e final, faixa da pista, comprimento, largura, espessura e quantidade de material aplicado em toneladas. Essa granularidade de dados é fundamental para a posterior análise de desempenho e controle de custos.

A interface do usuário no Power Apps foi projetada com foco na usabilidade e na eficiência, minimizando o esforço necessário para o registro das informações. Foram criadas três telas principais para organizar o fluxo de trabalho: uma tela de navegação, uma tela de consulta ao histórico e uma tela de inserção de dados. Na tela de navegação, o usuário pode escolher entre visualizar registros passados ou iniciar um novo checklist. A tela de consulta exibe o histórico completo, permitindo a verificação rápida de serviços já executados. A tela de inserção foi configurada com campos intuitivos, onde o técnico insere os dados da aplicação de CBUQ conforme a atividade progride no trecho rodoviário.

A terceira etapa envolveu a implantação e a customização final do aplicativo. Após os testes de funcionalidade, a ferramenta foi disponibilizada para a equipe de campo com permissões de acesso rigorosamente configuradas. Cada usuário recebeu credenciais específicas de leitura ou escrita, dependendo de sua responsabilidade no projeto. Essa gestão de acessos assegura a integridade das informações e evita alterações indevidas em registros históricos. Além da coleta de dados operacionais, o aplicativo foi expandido para atuar como uma ferramenta de gestão da qualidade, permitindo o registro de locais com não conformidades, o que transformou a ferramenta em um instrumento estratégico para o acompanhamento técnico da execução.

O modelo de desenvolvimento adotado foi o incremental, o que permitiu ajustes contínuos baseados no feedback direto dos usuários de campo. Essa abordagem ágil facilitou a correção de inconsistências lógicas e a inclusão de funcionalidades adicionais, como filtros de busca avançados e campos de preenchimento obrigatório para garantir a completude dos dados. A estrutura lógica foi desenhada para respeitar a rotina exaustiva dos técnicos de campo, evitando a sobrecarga de informações e garantindo que o preenchimento do checklist não se tornasse um fardo burocrático, mas sim um facilitador do trabalho diário.

A análise de requisitos realizada junto às equipes foi essencial para compreender os fluxos de informação existentes e os pontos de falha na comunicação. Antes da implementação do aplicativo, as informações eram frequentemente reportadas via aplicativos de mensagens instantâneas, como o WhatsApp. Embora ágeis, esses meios de comunicação carecem de padronização e dificultam a extração de dados para relatórios gerenciais. A transição para uma plataforma estruturada permitiu que cada dado inserido fosse automaticamente categorizado e armazenado, eliminando a necessidade de retrabalho na sala técnica para organizar informações dispersas.

Os resultados obtidos com a implementação do checklist digital revelaram melhorias significativas em comparação aos métodos tradicionais. Anteriormente, o relato das atividades de aplicação de CBUQ via WhatsApp resultava em informações fragmentadas e, muitas vezes, incompletas. A ausência de campos específicos levava ao esquecimento de dados vitais, como a espessura da camada aplicada ou a quilometragem exata do trecho, gerando uma demanda excessiva por correções e complementações por parte da sala técnica. Com o Power Apps, a obrigatoriedade de preenchimento de campos essenciais garantiu que 100% dos registros fossem entregues com as informações necessárias para a validação técnica.

A comparação entre o uso de planilhas eletrônicas convencionais e o aplicativo desenvolvido demonstrou que o Power Apps oferece um controle e uma rastreabilidade superiores na gestão de projetos (Antoun, 2023). A centralização dos dados em um único ambiente acessível via nuvem permitiu que a equipe gestora acompanhasse o andamento dos serviços com precisão em tempo real. O uso de programação low-code mostrou-se eficaz para a criação de soluções empresariais que são, ao mesmo tempo, ágeis e adaptáveis às mudanças constantes do ambiente de construção civil (De Souza et al., 2024).

A familiaridade dos técnicos de campo com o uso de smartphones facilitou a adoção da nova ferramenta. Como a maioria já utilizava dispositivos móveis para comunicação pessoal e profissional, a curva de aprendizado foi reduzida. Durante as sessões de demonstração, os usuários puderam compreender rapidamente o significado de cada campo e a importância do preenchimento correto para a integridade do projeto. A interface visual, que distribui informações como data, km inicial, km final e quantidade aplicada de forma simples, contribuiu para que não houvesse resistência significativa à mudança tecnológica.

Além das melhorias na padronização, a implementação do checklist digital trouxe impactos positivos na gestão do tempo. A redução no tempo de resposta entre a execução no campo e a validação na sala técnica permitiu uma atuação proativa na correção de desvios. Quando um dado inserido indicava uma possível desconformidade técnica, a equipe de engenharia podia intervir quase imediatamente, evitando que o erro se propagasse por trechos maiores da rodovia. Essa agilidade é um diferencial competitivo crucial em obras de grande escala, onde o custo do erro aumenta exponencialmente com o passar do tempo.

A redução de retrabalho foi outro resultado notável. Com a validação automática de dados no momento da inserção, erros comuns de digitação ou de lógica foram minimizados. A precisão na coleta de dados sobre a quantidade de material aplicado permitiu um controle muito mais rigoroso sobre o consumo de CBUQ, que é um dos itens mais onerosos em projetos de pavimentação. A visualização em tempo real desses dados facilitou a elaboração de relatórios gerenciais diários, apoiando a tomada de decisões estratégicas sobre o planejamento financeiro e a priorização de frentes de serviço.

A gestão eficiente do CAPEX é reconhecida como um dos pilares fundamentais para o sucesso de projetos de infraestrutura. O CAPEX representa os investimentos realizados em ativos físicos e sua execução deve estar estritamente alinhada ao cronograma físico-financeiro. Em projetos rodoviários, onde os valores envolvidos são elevados e as decisões muitas vezes irreversíveis, o controle rigoroso proporcionado pelo checklist digital assegura que o desembolso financeiro ocorra de forma assertiva. Quando ocorrem falhas na execução ou atrasos não reportados, o desembolso previsto não se concretiza conforme o planejado, impactando negativamente as metas financeiras da organização e a credibilidade junto aos investidores.

O monitoramento contínuo e o controle de projetos são essenciais para garantir que os recursos sejam utilizados conforme o planejado, promovendo a eficiência operacional e evitando desperdícios (Vlahov, 2013). A integração entre o campo e a sala técnica por meio de ferramentas digitais contribui diretamente para a validação das medições e a liberação de pagamentos aos fornecedores e subempreiteiros. Ao assegurar que o progresso físico registrado no aplicativo corresponde à realidade, a gestão garante que o CAPEX seja convertido em progresso físico real, mantendo a saúde financeira do projeto.

A visibilidade em tempo real dos dados operacionais permite ajustes dinâmicos no planejamento, otimizando o uso dos recursos disponíveis. Essa abordagem está alinhada às melhores práticas de gestão de projetos, que destacam a importância de decisões baseadas em dados confiáveis e atualizados (PMI, 2021). A rastreabilidade das informações fortalece a governança do projeto e reduz os riscos associados ao desembolso financeiro. Em um cenário de alta competitividade, a capacidade de justificar cada investimento realizado com base em dados de campo precisos torna-se um diferencial estratégico para as empresas do setor (Pereira, 2018).

A integração do Power Apps com outras ferramentas, como o Power BI, potencializa ainda mais a análise de dados, permitindo a criação de dashboards dinâmicos que resumem o desempenho de múltiplos trechos rodoviários em uma única visão (Sgargeta, 2024). Embora o foco inicial tenha sido a aplicação de CBUQ, a flexibilidade da solução permite sua expansão para outros serviços de campo, como terraplenagem, drenagem e sinalização. Essa escalabilidade é fundamental para organizações que buscam padronizar seus processos em toda a cadeia de execução de obras de infraestrutura.

Apesar dos resultados amplamente positivos, o processo de desenvolvimento e implementação enfrentou desafios. O mapeamento detalhado dos processos exigiu um esforço considerável de coordenação entre diferentes departamentos para garantir que todos os requisitos técnicos fossem atendidos. A gestão de permissões e a segurança dos dados também demandaram atenção especial para evitar vulnerabilidades. Além disso, a necessidade de manutenção contínua da ferramenta foi identificada como um fator crítico, exigindo que a equipe técnica esteja preparada para realizar atualizações conforme os requisitos do projeto evoluam.

A transição do modelo informal de comunicação para um sistema digital estruturado representou um salto na maturidade da gestão de projetos da organização. A eliminação do papel e a centralização das informações no SharePoint não apenas melhoraram a eficiência interna, mas também criaram um repositório histórico valioso para consultas futuras e auditorias. A capacidade de demonstrar a conformidade técnica de cada trecho executado, com dados precisos sobre dimensões e materiais, oferece uma segurança jurídica e técnica indispensável em contratos de infraestrutura pública e privada.

A experiência demonstra que a tecnologia, quando aplicada de forma direcionada para resolver problemas específicos do cotidiano operacional, tem o poder de transformar a cultura de gestão. A escuta ativa das necessidades dos técnicos de campo e a colaboração entre as equipes foram determinantes para que o aplicativo não fosse visto como uma ferramenta de fiscalização, mas como um suporte para a excelência na execução. A simplicidade da interface e a rapidez no processamento das informações foram os fatores que garantiram a sustentabilidade do uso da ferramenta ao longo do tempo.

Como perspectiva futura, a integração do aplicativo com sistemas de Enterprise Resource Planning (ERP) e o uso de algoritmos de inteligência artificial para análise preditiva podem elevar o patamar de controle do projeto. A análise preditiva poderia, por exemplo, identificar tendências de consumo de material ou prever atrasos com base no histórico de produtividade registrado no checklist. A disseminação dessa solução para outros tipos de serviços de campo contribuirá para uma visão holística da obra, onde cada atividade é monitorada com o mesmo rigor e precisão.

Conclui-se que o objetivo foi atingido, uma vez que o desenvolvimento e a implementação do checklist digital em Power Apps proporcionaram uma melhoria expressiva na padronização, rastreabilidade e agilidade do monitoramento dos serviços de aplicação de CBUQ. A solução eliminou as ineficiências da comunicação informal, garantindo dados precisos para a validação de medições e para o controle rigoroso do CAPEX. A integração entre as equipes de campo e a sala técnica foi fortalecida pela disponibilidade de informações em tempo real, permitindo uma gestão proativa e orientada por evidências. A ferramenta demonstrou ser um avanço relevante na digitalização de processos operacionais em infraestrutura rodoviária, alinhando a execução técnica às melhores práticas globais de gestão de projetos e oferecendo uma base sólida para a continuidade da transformação digital na organização.

Referências Bibliográficas:

Antoun, J.H.V. 2023. Análise comparativa de aplicação Power App em relação ao uso do Excel no contexto da gestão de projetos. Monografia (Graduação em Administração) – Universidade Federal de Ouro Preto, Mariana, MG, Brasil. Disponível em: <https://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/5745>. Acesso em: 23 set. 2025.

De Souza, A.F.; Piantino, L.F.M.; Mendonça, P.L.; Ramos, R.G.G. 2024. Análise dos desafios e oportunidades no uso do Power Apps com programação Low Code no desenvolvimento de aplicações empresariais. Revista Sociedade Científica 7(1): 2109–2133. Disponível em: <https://revista.scientificsociety.net/wp-content/uploads/2024/04/Art.115-2024.pdf>. Acesso em: 28 set. 2025.

ISHIKAWA, K. 1993. Controle de qualidade total: à maneira japonesa. Campos, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Kerzner, H. 2017. Project Management: A Systems Approach to Planning, Scheduling, and Controlling. 12ed. Wiley, Hoboken, NJ, EUA.

Moldovan, I.D.; Neves, J.; Parente, M.; Correia, A.G. 2022. A digitalização de estruturas e processos nas infraestruturas de transporte. 10º Congresso de Construção e Reabilitação de Pavimentos. Porto, Portugal. Disponível em: <https://10crp.crp.pt/wp-content/uploads/2022/07/paper_114.pdf>. Acesso em: 28 set. 2025.

Pereira, T.F.S. 2018. Gestão de CAPEX: um estudo de caso sobre a otimização da gestão financeira durante a execução de um projeto. Trabalho de Graduação – Universidade Estadual Paulista, Guaratinguetá, SP, Brasil. Disponível em: <https://repositorio.unesp.br/bitstreams/2b4d8ab6-5e8f-4003-a932-0283877b157c/download>. Acesso em: 23 set. 2025.

PMI – Project Management Institute [PMI]. 2021. Um guia do conhecimento em gerenciamento de projetos (Guia PMBOK®). 7ed. Project Management Institute, Newtown Square, PA, EUA.

Sgargeta, L.A. 2024. Maximizando a integração do Power BI com o SharePoint. Blog Trinapse. Disponível em: <https://www.trinapse.com.br/blog/integracao-power-bi-sharepoint/>. Acesso em: 20 set. 2025.

Silva, R.C.; Andrade, M.F. 2022. Transformação digital na construção civil: desafios e oportunidades. Revista de Engenharia e Tecnologia Aplicada 10(2): 45–60.

Vlahov, D. 2013. Project Monitoring and Control in Civil Engineering. International Journal of Construction Project Management 5(3): 21–35.

Resumo executivo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso da Especialização em Gestão de Projetos do MBA USP/Esalq

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