Resumo Executivo

29 de abril de 2026

Sobrecarga de Dados e Custos Ocultos na Decisão Corporativa

Izabela Reis Vieira da Silva; Lidiane Mendes Barbosa

Resumo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.

A tomada de decisão baseada em informações consolidou-se como um elemento indispensável para a manutenção da competitividade das organizações no cenário contemporâneo do século XXI. A transformação digital, acelerada nas últimas décadas, alterou profundamente a dinâmica empresarial ao ampliar a geração de dados em termos de velocidade, volume e variedade, fenômeno este que impõe às empresas a necessidade premente de desenvolver estruturas robustas de análise e interpretação. Segundo dados de mercado, embora os dados sejam amplamente considerados ativos estratégicos, inúmeras corporações ainda enfrentam barreiras significativas para gerenciá-los de forma eficaz, o que impacta diretamente o desempenho organizacional (Gerolamo et al., 2023). A abundância de registros digitais, contudo, não se traduz automaticamente em vantagem competitiva; quando não há processos bem definidos, recursos tecnológicos adequados e uma governança estruturada, a grande quantidade de informações pode se tornar um obstáculo à fluidez operacional. Esse fenômeno é frequentemente denominado como sobrecarga informacional ou excesso de dados, interferindo negativamente na agilidade das decisões e gerando custos ocultos que são dificilmente mensurados pelos sistemas contábeis tradicionais (Nunes, 2020).

A literatura especializada demonstra que a sobrecarga informacional decorre de diferentes dimensões organizacionais e cognitivas. A ausência de maturidade na transformação de dados brutos em informações estratégicas constitui um entrave central, pois, sem práticas consistentes de filtragem e priorização, a tomada de decisão é prejudicada, criando efeitos que extrapolam a perda de eficiência imediata. Esses efeitos incluem custos invisíveis que, embora não apareçam nos relatórios financeiros primários, comprometem o desempenho global e a sustentabilidade do negócio a longo prazo (Silva et al., 2023). A problemática não se limita apenas ao volume massivo de dados, mas estende-se à complexidade do processo de curadoria e à baixa qualidade de muitas informações disponíveis, o que acentua o risco de interpretações equivocadas. Essa realidade evidencia que a sobrecarga possui um caráter tanto quantitativo quanto qualitativo, dificultando a construção de diagnósticos precisos e corroendo gradualmente a competitividade empresarial por meio de erros de avaliação e retrabalho constante.

Sob a perspectiva cognitiva, o advento do Big Data trouxe desafios relacionados à capacidade humana de processar informações em tempo hábil. A geração de um volume desproporcional de dados pode ocasionar a paralisia por análise, estado no qual os gestores se veem incapazes de selecionar e priorizar o que é relevante, atrasando decisões críticas ou adotando estratégias equivocadas (Silveira, 2022). Sem a adoção de práticas de governança e o desenvolvimento de competências analíticas entre os colaboradores, as empresas correm o risco de transformar um ativo estratégico em um passivo oculto. Os custos invisíveis, manifestados na perda de tempo e no desperdício de recursos, refletem-se diretamente na rentabilidade das operações. Diante desse cenário, o presente estudo busca compreender como o excesso de dados impacta a tomada de decisão nas organizações e de que forma esse fenômeno gera custos ocultos que afetam a eficiência e a rentabilidade corporativa, concentrando-se nas percepções de profissionais de diferentes setores quanto às práticas adotadas e às dificuldades enfrentadas no cotidiano empresarial.

Para a consecução deste objetivo, a investigação caracterizou-se como uma pesquisa exploratória com abordagem quantitativa, delineamento que permite proporcionar maior familiaridade com o problema e torná-lo mais explícito (Gil, 2019). A escolha por esse método justifica-se pela atualidade do tema, visto que os avanços tecnológicos fazem com que as informações sejam divulgadas de formas variadas e por veículos que nem sempre garantem legitimidade. A abordagem quantitativa foi operacionalizada por meio da aplicação de um questionário estruturado, contendo itens organizados em uma escala Likert de cinco pontos, o que possibilitou mensurar com precisão o grau de concordância dos participantes em relação a variáveis críticas, como volume de dados, confiança nas informações, custos ocultos e práticas de governança. Esse método permite identificar padrões, frequências e proporções, oferecendo objetividade às interpretações dos dados coletados (Sampieri et al., 2013).

Os participantes da pesquisa foram profissionais de empresas distintas, provenientes de setores variados como logística, operações, comercial, marketing, recursos humanos e tecnologia da informação. A amostra contemplou organizações de pequeno, médio e grande porte, com respondentes atuando em níveis tático-operacionais e gerenciais. Essa estratégia de amostragem buscou garantir a diversidade de percepções, incluindo profissionais de realidades organizacionais distintas, embora mantendo o caráter não probabilístico do estudo. O instrumento de coleta foi elaborado na plataforma Google Forms e estruturado a partir de referências consolidadas na literatura internacional e nacional. Entre as bases utilizadas, destacam-se escalas de mensuração de sobrecarga informacional e instrumentos adaptados ao contexto organizacional brasileiro, garantindo rigor teórico à construção dos blocos temáticos que envolveram volume e complexidade de dados, confiança e qualidade da informação, custos ocultos e impactos operacionais, além de ferramentas e governança (Vieira e Razzolini, 2019).

O questionário foi composto por 20 questões fechadas, organizadas sistematicamente para abordar o perfil do respondente e sua percepção sobre a dinâmica informacional da empresa. A coleta de dados ocorreu entre os meses de julho e setembro de 2025, utilizando e-mails corporativos e redes profissionais para a divulgação. O processo operacional de análise envolveu a tabulação das respostas para identificar as tendências de concordância e discordância, permitindo correlacionar a percepção de excesso de dados com a ocorrência de falhas processuais. A metodologia adotada permitiu, portanto, mensurar de forma objetiva como o fluxo informacional influencia a rotina decisória e como a ausência de integração sistêmica contribui para a geração de custos que, embora não contabilizados formalmente, oneram a estrutura produtiva das organizações contemporâneas.

A análise dos resultados iniciou-se com a caracterização da amostra, que contou com 35 respondentes. O perfil evidenciou uma concentração significativa em funções de nível tático e operacional, com analistas e assistentes representando, cada um, 17,1% do total, somando 34,2% da amostra. Outras posições identificadas incluíram coordenadores (5,7%), gerentes de vendas e planejamento (5,7%), além de cargos pontuais como engenheiros, supervisores, diretores e gestores de recursos humanos. Essa predominância de profissionais de nível tático é relevante, pois tais funções estão diretamente ligadas à execução de processos e à manipulação cotidiana de informações, nível hierárquico onde os custos ocultos decorrentes de retrabalho e falhas de comunicação costumam se manifestar de maneira mais perceptível (Souza et al., 2020). A diversidade de funções contempladas enriquece a análise ao mostrar que a sobrecarga de dados é percebida em múltiplos níveis da estrutura organizacional.

Quanto ao setor de atuação, houve um predomínio marcante da área de logística e operações, correspondendo a 40% dos participantes, seguida pelo setor comercial e marketing com 25,7%. Os setores de recursos humanos (8,6%) e tecnologia da informação (5,7%) também estiveram presentes. A alta representatividade da logística reflete a sensibilidade desse setor à sobrecarga informacional, uma vez que atividades que envolvem fluxo de suprimentos e controle de demandas são especialmente suscetíveis a pressões relacionadas à quantidade e velocidade de informações (Rodrigues et al., 2021). No que tange ao porte das empresas, 45,7% dos respondentes pertencem a organizações de grande porte, enquanto 34,3% atuam em médias empresas e 17,1% em pequenas. A prevalência de grandes corporações sugere uma maior complexidade na gestão de dados, visto que essas organizações lidam com múltiplos sistemas e processos simultâneos, ambiente onde a infoxicação tende a se intensificar (Furtado et al., 2024).

A experiência profissional dos respondentes também foi um fator considerado, com 40% possuindo entre seis e 10 anos de atuação, e 34,3% com até cinco anos. Esse perfil indica que a maioria dos participantes possui maturidade profissional suficiente para avaliar os impactos do excesso de dados na rotina decisória e identificar falhas de produtividade ligadas ao controle de processos. Ao examinar as percepções sobre o volume de dados, os resultados mostraram-se fragmentados: 28,6% concordam totalmente que o volume é excessivo, mas a maioria (40%) expressou discordância parcial. Esse padrão sugere que, para uma parcela considerável dos profissionais, o problema central pode não residir estritamente na quantidade bruta de dados, mas sim na forma como eles são organizados e disponibilizados para o usuário final (Rodrigues et al., 2021).

A diversidade de fontes de informação, por outro lado, foi identificada como um fator crítico de dificuldade, com 42,9% de concordância total. A coexistência de sistemas distintos, relatórios dispersos e planilhas fragmentadas gera entraves significativos para o processo decisório, corroborando a tese de que a multiplicidade de canais de informação eleva os custos ocultos relacionados ao tempo gasto para a consolidação de dados (Furtado et al., 2024). Quanto à velocidade de chegada das informações, 34,3% dos respondentes concordaram totalmente que a rapidez compromete a análise, enquanto 31,4% discordaram parcialmente. Esse achado indica que o impacto da velocidade depende fortemente da infraestrutura tecnológica disponível e da capacidade de resposta da organização. A velocidade excessiva, quando não acompanhada de ferramentas de filtragem, pode provocar fadiga cognitiva e reduzir a satisfação com as decisões tomadas.

Os impactos do excesso de dados na tomada de decisão foram amplamente reconhecidos pelos participantes. A perda de tempo decorrente da busca e consolidação de informações foi o efeito mais citado, com 45,7% de concordância total. Esse desperdício de tempo representa um custo oculto direto que afeta a produtividade, embora raramente seja quantificado nos balanços financeiros. O retrabalho na elaboração de relatórios, associado a inconsistências ou duplicidade de dados, foi relatado por 42,9% dos profissionais. A proximidade entre os índices de concordância total e discordância parcial sugere que a percepção de retrabalho varia conforme a maturidade dos processos internos de cada setor. Falhas de integração e duplicidade de registros são causas frequentes desse fenômeno, gerando custos invisíveis que oneram a operação (Rodrigues et al., 2021).

A redução da agilidade organizacional também foi um impacto significativo, apontado por 42,9% dos respondentes. A sobrecarga de informações compromete a velocidade de resposta, o que, em ambientes competitivos, pode resultar na perda de oportunidades estratégicas. O desalinhamento entre setores apresentou respostas mais distribuídas, com 37,1% de discordância parcial, sugerindo que algumas organizações possuem mecanismos de mitigação para esse efeito específico. No entanto, a ocorrência de decisões equivocadas devido ao excesso de dados foi relatada por 37,1% dos participantes, evidenciando que a complexidade informacional pode induzir erros estratégicos e comprometer a clareza decisória (Furtado et al., 2024).

A investigação sobre os custos ocultos revelou dados contundentes. Embora 48,6% tenham discordado parcialmente de que o retrabalho por inconsistência de dados seja onipresente, 20% concordaram totalmente com essa afirmação, indicando que em áreas específicas a falta de padronização gera custos relevantes. A confiança na precisão dos dados é baixa: 51,4% dos respondentes discordam parcialmente da afirmação de que confiam plenamente nos dados de sua área. Essa fragilidade na qualidade da informação intensifica os custos ocultos, pois exige revisões constantes e aumenta a insegurança dos gestores. Nas respostas abertas, as categorias de custos ocultos mais mencionadas foram a perda de tempo (65,7%) e o retrabalho (57,1%), seguidas por erros de análise (25,7%) e desperdício de oportunidades (17,1%). Esses fatores representam a essência dos prejuízos invisíveis causados pela má gestão informacional (Souza et al., 2020).

No que diz respeito às ferramentas tecnológicas, 42,9% dos participantes consideram que os sistemas disponíveis são insuficientes para apoiar o uso dos dados. Esse resultado aponta para lacunas na usabilidade e na integração das soluções implementadas. Além disso, 48,6% discordaram parcialmente da afirmação de que os colaboradores são devidamente capacitados para utilizar tais ferramentas. A tecnologia, sem o treinamento adequado, não se converte em valor estratégico e pode, inclusive, agravar a sobrecarga informacional ao intensificar o tempo perdido em sistemas mal compreendidos (Rodrigues et al., 2021). A falta de integração entre sistemas foi confirmada por 54,3% dos respondentes como um fator que aumenta a dificuldade de análise, reforçando a percepção de fragmentação das fontes de dados.

A governança da informação apresentou-se como um ponto crítico de vulnerabilidade, com 57,2% de discordância (entre parcial e total) quanto à existência de práticas claras e formalizadas nas organizações. A ausência de diretrizes estruturadas amplia a exposição à infoxicação e dificulta a transformação de dados em conhecimento aplicável. Para mitigar esses efeitos, os profissionais sugeriram medidas como a centralização e padronização de dados (34,3%), treinamento e capacitação (28,6%) e melhoria na integração de sistemas (20%). A unificação de informações é vista como uma solução prioritária para reduzir a sobrecarga e aumentar a confiabilidade dos processos decisórios. O treinamento, por sua vez, é essencial para que a tecnologia seja utilizada de forma crítica e eficiente, evitando que sistemas sofisticados reproduzam fragilidades processuais já existentes (Souza et al., 2020).

A análise consolidada dos resultados demonstra que o excesso de informações impacta múltiplas dimensões da gestão corporativa, sendo sentido de forma mais direta nos níveis táticos onde os dados precisam ser transformados em indicadores. A multiplicidade de fontes emergiu como a dimensão mais crítica da sobrecarga, superando o volume bruto em termos de dificuldade gerada. O fenômeno da infoxicação, caracterizado pela abundância de fontes e falta de curadoria, compromete a produtividade ao elevar a perda de tempo e o retrabalho. Esses custos invisíveis corroem as margens financeiras e a rentabilidade ao longo do tempo, mesmo que não sejam facilmente mensuráveis (Furtado et al., 2024). A percepção de que as ferramentas são insuficientes e a capacitação é baixa reforça a necessidade de uma abordagem que integre tecnologia, processos e pessoas.

A governança da informação, identificada como um elemento frágil na maioria das organizações estudadas, deve ser tratada como uma prioridade estratégica. A superação dos desafios impostos pelo excesso de dados exige esforços coordenados na estruturação de políticas de dados, no fortalecimento da capacitação analítica dos colaboradores e no uso racional das tecnologias disponíveis. A integração de sistemas é uma condição indispensável para eliminar redundâncias e acelerar o fluxo informacional, aumentando a clareza necessária para decisões rápidas e precisas. O estudo reforça que a abundância de dados, se mal gerida, transforma-se em um passivo invisível que compromete a agilidade e a competitividade das empresas no mercado globalizado.

Conclui-se que o objetivo foi atingido, uma vez que se identificou que o excesso de dados, potencializado pela multiplicidade de fontes e pela falta de integração sistêmica, gera impactos negativos severos na tomada de decisão corporativa, manifestados primordialmente através de custos ocultos como perda de tempo e retrabalho. A investigação demonstrou que a percepção de sobrecarga é acentuada pela baixa confiança na precisão dos dados e pela insuficiência de treinamento para o uso de ferramentas tecnológicas, o que compromete a eficiência operacional e a agilidade estratégica das organizações. A ausência de políticas claras de governança da informação foi confirmada como um fator que amplia a vulnerabilidade das empresas à infoxicação, evidenciando que a solução para esse fenômeno não reside apenas na aquisição de tecnologia, mas em uma abordagem integrada que contemple a padronização de processos e o desenvolvimento de competências analíticas humanas. Assim, a gestão eficaz da informação torna-se um diferencial competitivo crítico, capaz de mitigar prejuízos invisíveis e transformar o volume massivo de dados em conhecimento estratégico para a sustentabilidade do negócio.

Referências Bibliográficas:

Furtado, F. P. M. C., Ribeiro, J. S. A. N., Corrêa, F., Carvalho, A. C. M., & Cruz, R. R. 2024. Impactos e implicações do excesso informacional. Anais do Seminário Digital de Integração dos Programas de Pós-Graduação da Área 31, 31(2), 83–117.

Gerolamo, J.; Mello, R.; Morais, T.; Silva, P. 2023. Tomada de decisão empresarial: as organizações sabem lidar com a abundância de dados? Jornal USP 1(1): 1–1. Disponível em: <https://jornal.usp.br/artigos/tomada-de-decisao-empresarial-as-organizacoes-sabem-lidar-com-a-abundancia-de-dados/>. Acesso em: 17 jun. 2025.

Gil, A. C. 2019. Métodos e técnicas de pesquisa social (7ª ed.). Atlas.

Nunes, J. 2020. Excesso de dados pode afetar tomada de decisões em empresas e instituições. Época Negócios 1(1): 1–1. Disponível em: <https://epocanegocios.globo.com/Tecnologia/noticia/2020/09/excesso-de-dados-pode-afetar-tomada-de-decisoes-em-empresas-e-instituicoes.html>. Acesso em: 17 jun. 2025.

Rodrigues, P., Basso, K., Gallon, S., Sanches, C. 2021. Pressão temporal, sobrecarga de informação e satisfação na tomada de decisão em gestão de pessoas. Caderno de Administração, 29(2), 164–181. https://doi.org/10.4025/cadadm.v29i2.51453

Sampieri, R. H., Collado, C. F., & Lucio, P. B. 2013. Metodologia de pesquisa (5ª ed.). Penso.

Silva, J., Grin, L., Galvão, M. 2023. Excesso de dados e a complexidade da curadoria: impactos na tomada de decisão. Navus, 13(1), 1–16. Disponível em: https://navus.sc.senac.br/navus/article/view/485. Acesso em: 17 jun. 2025.

Silveira, M. B. 2022. A tomada de decisão em tempos de Big Data. Clube de Autores, São Paulo, SP, Brasil.

Souza, J. A., Rocha, M. E. M., Ramos, E. G., Custódio, E. M. O., & Souza, I. C. G. 2020. A geração dos custos ocultos: um estudo sobre essa vertente como um dos fatores de redução do lucro. Brazilian Journal of Development, 6(1), 1138–1159. https://doi.org/10.34117/bjdv6n1-080.

Vieira, K. M., Razzolini, E. M. 2019. Mensuração de sobrecarga informacional e necessidade de cognição em decisões financeiras. AtoZ: Novas Práticas em Informação e Conhecimento, 8(2), 82–95. https://doi.org/10.5380/atoz.v8i2.66446.


Resumo executivo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso da Especialização em Gestão de Negócios do MBA USP/Esalq

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