Resumo Executivo

29 de abril de 2026

Gestão de Projetos no Planejamento de Contratações Públicas

Ivani Mota Camelo Machado; Daniel Luis Garrido Monaro

Resumo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.

A gestão das contratações públicas compreende um conjunto complexo de mecanismos e estratégias que abrangem desde a aquisição de bens e serviços essenciais até a realização de grandes obras de infraestrutura, impactando diretamente a qualidade dos serviços prestados à sociedade. O planejamento dessas contratações, com foco rigoroso no gerenciamento do cronograma, envolve ações e práticas estratégicas que influenciam a eficiência administrativa e a entrega de valor público. No entanto, a complexidade inerente a esses processos, aliada às exigências normativas legais cada vez mais rigorosas, representa desafios significativos para os gestores contemporâneos. A gestão profissional de projetos, baseada em eficiência, análise técnica e práticas codificadas, conduz a resultados replicáveis e a processos confiáveis, características fundamentais para o sucesso organizacional (Kerzner, 2017). Os projetos compõem elementos fundamentais para a geração de valor no âmbito dos sistemas organizacionais, sendo os domínios de desempenho vitais para a obtenção de resultados eficazes (PMI, 2017). Assim, o gerenciamento eficiente do fluxo de planejamento das contratações públicas desempenha um papel fundamental na administração pública, buscando maior transparência, economicidade e conformidade nos processos de aquisição.

A fase de planejamento, quando fundamentada em um cronograma de contratação robusto, está diretamente ligada à racionalização dos processos, procurando otimizar os recursos de forma a reduzir os riscos antes, durante e após a execução contratual. Com a promulgação da Lei 14.133/2021, a nova Lei de Licitações e Contratos Administrativos, o planejamento evoluiu de um entendimento meramente consultivo ou de boas práticas para um dos pilares essenciais e indispensáveis para a gestão eficiente (Brasil, 2021). Esse entendimento é corroborado pela perspectiva de que o planejamento é um dos pilares indispensáveis para a gestão eficiente dos recursos públicos e para a obtenção de contratações satisfatórias e bem executadas (Justen Filho, 2021). A ausência de um planejamento estruturado pode acarretar diversos problemas sistêmicos, como atrasos crônicos na execução de contratos, aumento injustificado de custos, baixa qualidade dos produtos ou serviços adquiridos e o risco iminente de descumprimento dos princípios constitucionais da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. Uma administração pública eficiente deve adotar práticas de planejamento estratégico que demonstrem a alocação adequada de recursos e a previsibilidade dos processos administrativos (Chiavenato, 2021).

A incorporação de metodologias consolidadas de gestão de projetos representa um diferencial essencial para aprimorar o planejamento das contratações públicas. Uma administração eficaz exige inovação constante e processos bem estruturados para impulsionar a qualidade dos serviços prestados (Drucker, 2002). Nesse contexto, o uso de tecnologias digitais e ferramentas de automação tem sido fundamental para fortalecer a governança e a tomada de decisão no setor público. O gerenciamento das contratações deve pautar-se no cumprimento estrito das exigências normativas, conforme expresso na Lei 14.133/2021, no Decreto 11.246/2022, que trata do Plano de Contratações Anual, na Instrução Normativa SEGES/ME 90/2022 e na Portaria ME 7.828/2022, que regulamenta aspectos operacionais relativos ao planejamento das compras públicas (Brasil, 2022). O planejamento é definido como a função administrativa que estabelece objetivos e determina os recursos e tarefas necessários para alcançá-los de forma mais eficiente (Chiavenato, 2021). A adoção de estratégias inovadoras, como o uso de um cronograma de controle de prazos baseado em itens obrigatórios, sistemas integrados de gestão e inteligência artificial, fortalece a capacidade estatal de atender às demandas da população de forma ágil. A ausência de um planejamento adequado, onde a execução de um cronograma delimita os prazos e norteia as etapas da contratação, é a principal causa de problemas no relacionamento contratual (Justen Filho, 2021).

A metodologia aplicada caracterizou-se como uma pesquisa-ação, direcionada ao campo da Gestão de Projetos, com foco na aplicação prática de metodologias e ferramentas no contexto do planejamento das contratações públicas. O estudo de caso foi conduzido em uma fundação pública voltada ao fomento científico, tecnológico e inovação, especificamente o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Esta instituição apresenta uma estrutura organizacional complexa, composta por diretorias e coordenações especializadas, o que demanda integração constante entre áreas técnicas, administrativas e jurídicas. A pluralidade de atores e atribuições torna o fluxo de planejamento um processo estratégico, no qual se destacam requisitos de transparência, legalidade e a busca pela racionalização de recursos públicos. A instituição opera em um ambiente de alta complexidade regulatória, exigindo resultados ágeis e eficazes, cenário em que a aplicação de metodologias de gestão de projetos, conforme orienta o Guia PMBOK, mostra-se essencial para fortalecer o planejamento e a execução das contratações (PMI, 2017).

Para a coleta de dados, utilizou-se um questionário estruturado composto por 13 questões, combinando itens objetivos e abertos, elaborados com base nos conceitos da Gestão de Projetos e alinhados às boas práticas da administração pública. O instrumento foi dividido em blocos temáticos abrangentes: adoção de metodologias de gestão de projetos, como o Guia PMBOK, Metodologia Ágil, Método do Diagrama de Precedência, Ferramenta RACI, Estrutura Analítica do Projeto e Método do Caminho Crítico; percepção sobre a efetividade dos processos, comunicação e integração setorial; avaliação do uso de ferramentas tecnológicas, sistemas de apoio e automação; e o nível de capacitação dos profissionais envolvidos. O universo da instituição compreende aproximadamente 1200 servidores, entre efetivos, requisitados e terceirizados. O recorte amostral focou em profissionais das áreas de gestão administrativa, logística, orçamento, finanças, tecnologia da informação e assessoramento jurídico, por serem os atores diretamente envolvidos no fluxo de planejamento. A amostra final contou com 16 participantes selecionados por conveniência, garantindo a participação de servidores com vivência prática em etapas-chave do processo.

O procedimento operacional da pesquisa envolveu o envio do formulário eletrônico, garantindo o anonimato e a liberdade de resposta. A análise dos dados quantitativos foi realizada por meio de estatística descritiva, com a elaboração de gráficos de distribuição percentual para identificar as percepções predominantes. Simultaneamente, as questões abertas foram submetidas à técnica de análise de conteúdo, permitindo a categorização de temas recorrentes, como falhas na integração, necessidade de capacitação contínua, fragilidades na cultura organizacional e sugestões de melhoria alinhadas à gestão de riscos e de partes interessadas. O detalhamento das etapas operacionais permitiu identificar gargalos estruturais e operacionais, oferecendo subsídios para a proposição de um arranjo prático de gerenciamento de cronograma. A pesquisa-ação permitiu que o diagnóstico fosse acompanhado de uma proposta de intervenção baseada em artefatos técnicos, visando elevar a maturidade da gestão de contratações na fundação estudada.

Os resultados obtidos revelam um panorama detalhado sobre o perfil e a percepção dos agentes públicos. Quanto ao tempo de atuação na área de contratações, 40% dos respondentes possuem entre um e cinco anos de experiência, caracterizando um grupo em fase intermediária de desenvolvimento profissional. Servidores com menos de um ano de atuação somam 26,7%, enquanto 20% possuem entre cinco e 10 anos, e apenas 13,3% detêm mais de 10 anos de senioridade. Essa diversidade de experiências influencia diretamente a maturidade dos processos de gestão, uma vez que a vivência prática é fator determinante para o amadurecimento organizacional (Chiavenato, 2014; Kerzner, 2017). No que tange à ocupação de cargos de liderança, 60% dos participantes não exercem funções de chefia, contra 40% que atuam em posições de comando. A predominância de servidores técnicos reforça que as percepções levantadas representam a visão de quem executa os processos na ponta, oferecendo uma leitura realista dos desafios cotidianos, embora possa indicar um distanciamento entre os níveis estratégico e operacional, impactando a integração organizacional (Kerzner, 2017).

Identificou-se que os principais obstáculos no planejamento incluem a ausência de processos bem definidos, carência de equipes especializadas para contratações complexas, como as de tecnologia da informação, e falta de padronização documental. Tais lacunas geram insegurança jurídica e retrabalho constante. A percepção sobre a clareza da Lei 14.133/2021 mostrou que 66,7% consideram as diretrizes claras, enquanto 33,3% as julgam razoavelmente claras. Esse dado sugere um entendimento básico da legislação, mas ainda limitado, exigindo não apenas conhecimento legal, mas uma visão estratégica que muitas vezes falta por ausência de treinamento específico. A necessidade de integração institucional e padronização é um pilar fundamental para a eficiência administrativa (Justen Filho, 2022). De forma unânime, todos os respondentes afirmaram que a ausência de um planejamento adequado gera impactos negativos significativos, como ineficiência, custos elevados e riscos de irregularidades, o que corrobora as diretrizes que definem o planejamento como o processo central de qualquer projeto (PMI, 2017).

A adoção de metodologias estruturadas de gestão de projetos ainda é incipiente na instituição. A pesquisa revelou que 47% dos respondentes afirmaram que o órgão não adota tais metodologias de forma sistemática, e apenas 6% confirmaram uma adoção regular. Outros 27% indicaram uso parcial. Esse cenário evidencia que práticas consagradas no setor privado e em guias internacionais ainda não foram plenamente incorporadas à rotina pública, resultando em baixa previsibilidade e falhas na mitigação de riscos (Kerzner, 2017; PMI, 2017). A capacitação surge como outro ponto crítico: 53,3% dos servidores nunca receberam treinamento específico para o planejamento de contratações, e apenas 20% recebem treinamentos regulares. Essa lacuna de competências dificulta o enfrentamento dos desafios impostos pela nova legislação e reforça a necessidade de programas permanentes de qualificação profissional. Além do treinamento, os participantes destacaram a necessidade de apoio da alta administração, definição clara de fluxos e fortalecimento do trabalho colaborativo.

A integração e a comunicação entre os setores envolvidos foram apontadas como grandes desafios institucionais. Mais da metade dos participantes (53,3%) acredita que não há integração eficaz, e apenas 20% percebem uma integração plena. A fragmentação organizacional compromete a efetividade das contratações e impacta a qualidade dos processos licitatórios (Justen Filho, 2022). As barreiras relatadas incluem a falta de comunicação clara, baixa cultura colaborativa e escassez de reuniões de alinhamento. Frequentemente, as áreas requisitantes não compreendem integralmente seus papéis no processo, o que gera dificuldades na definição dos objetos e retrabalho. A comunicação muitas vezes segue uma lógica estritamente hierárquica em detrimento de um fluxo colaborativo e transparente. Para mitigar esses problemas, os servidores sugeriram a realização de workshops periódicos, designação de pontos focais e o uso de tecnologias de apoio, medidas que se alinham às boas práticas de gestão de projetos (PMI, 2017).

Sobre o potencial tecnológico, 93,3% dos participantes acreditam que a inteligência artificial e a automação podem melhorar significativamente o planejamento. No entanto, o uso dessas ferramentas ainda é informal e individual, restrito a iniciativas isoladas com ferramentas de processamento de linguagem natural para revisão de textos. Não há uma utilização institucionalizada de análise preditiva ou automação de fluxos, embora a literatura confirme que tais recursos reduzem falhas e elevam a eficiência (Kerzner, 2017). Atualmente, o apoio predominante advém de manuais e orientações jurídicas tradicionais, evidenciando uma adoção incipiente de ferramentas digitais avançadas. A gestão de riscos também é percebida como parcialmente eficaz, sendo necessária uma abordagem mais estruturada para evitar contratações emergenciais, que ainda ocorrem devido a falhas de planejamento.

Diante desse diagnóstico, propõe-se um modelo metodológico baseado nas áreas de conhecimento do Guia PMBOK, integrando escopo, cronograma, custos, qualidade, recursos, comunicações, riscos, aquisições e partes interessadas (PMI, 2017). O ciclo de vida do projeto de contratação deve ser iniciado pelo gerente de projetos ao identificar a necessidade por meio de requisições das áreas demandantes. O marco inicial é o Termo de Abertura do Projeto, onde são identificadas as áreas envolvidas, a equipe e os critérios de sucesso. O gerenciamento do escopo deve ser estruturado por meio da Estrutura Analítica do Projeto, contemplando o Documento de Oficialização da Demanda, o Estudo Técnico Preliminar, a Pesquisa de Mercado e a Análise de Risco. O Estudo Técnico Preliminar é vital para verificar a viabilidade e os impactos da contratação, subsidiando a decisão organizacional.

O gerenciamento do cronograma é o foco central da proposta para reduzir a perda de prazos e as contratações emergenciais. Consiste em identificar, sequenciar e estimar a duração das atividades, utilizando o Método do Diagrama de Precedência para organizar a rede lógica de interdependências e o Método do Caminho Crítico para identificar as atividades determinantes para o prazo final (PMI, 2021). O fluxo proposto para a instituição compreende 13 etapas sequenciais obrigatórias: autuação do processo no sistema eletrônico; elaboração do documento de formalização da demanda; publicação da portaria da equipe de planejamento; elaboração do estudo técnico preliminar; realização da análise de risco; pesquisa e análise crítica de preços; elaboração do termo de referência; declaração de disponibilidade orçamentária; elaboração das minutas de edital e contrato; emissão de parecer jurídico; atendimento às recomendações jurídicas; lançamento do edital e homologação; e, finalmente, a assinatura e publicação do contrato.

Cada uma dessas etapas possui dependências lógicas. Por exemplo, a autuação do processo precede a formalização da demanda, que por sua vez habilita a designação da equipe. O estudo técnico preliminar deve obrigatoriamente preceder a análise de risco, e a pesquisa de preços é insumo para o termo de referência. A ausência de controle em uma única fase compromete todas as subsequentes, gerando atrasos em cascata. O gerenciamento de custos deve basear-se em pesquisas de preços rigorosas, conforme o artigo 23 da Lei 14.133/2021, para validar valores de mercado e viabilizar a reserva orçamentária (Brasil, 2021). A qualidade é assegurada pela definição de padrões e critérios de aceitação no Termo de Referência, que consolida o objeto, justificativas e indicadores de desempenho. O gerenciamento de recursos envolve a aplicação da Matriz RACI para definir claramente papéis e responsabilidades, evitando lacunas operacionais e falhas de comunicação.

O gerenciamento das comunicações deve garantir que o fluxo de informações seja tempestivo e transparente, utilizando o Sistema Eletrônico de Informações para documentar todos os passos e facilitar reuniões de alinhamento em etapas críticas. A gestão de riscos deve utilizar uma Matriz de Riscos para relacionar impacto e probabilidade de eventos como impugnações ou sobrepreços, propondo respostas de mitigação. O gerenciamento das partes interessadas mapeia e envolve diretorias, órgãos de controle e fornecedores, alinhando expectativas desde o início. A estimativa preliminar para o ciclo completo do procedimento licitatório é de aproximadamente 80 dias úteis, prazo que deve ser monitorado por indicadores de desempenho, como o Índice de Desempenho de Prazo e a Variação de Prazo. Eventuais desvios devem ser tratados com planos de ação corretiva, como o reforço da equipe ou ajustes em atividades arbitradas, sem comprometer o caminho crítico.

A consolidação do gerenciamento do cronograma no fluxo das contratações representa um diferencial estratégico para reduzir contratações fora do prazo, buscando previsibilidade e assegurando conformidade legal. Projetos bem-sucedidos não apenas entregam no prazo, mas utilizam o cronograma como instrumento de coordenação e tomada de decisão estratégica (Kerzner, 2017). A padronização processual e o fortalecimento da cultura organizacional são determinantes para alcançar contratações mais eficientes e alinhadas ao interesse público. Embora os resultados reflitam a realidade específica de um órgão, eles oferecem contribuições valiosas para a reflexão sobre a adoção de práticas de gestão de projetos na administração pública brasileira, especialmente no contexto da transição para a nova lei de licitações.

Conclui-se que o objetivo foi atingido ao identificar que os principais obstáculos no gerenciamento do fluxo de planejamento das contratações no CNPq residem na baixa adoção de metodologias estruturadas, falhas de comunicação intersetorial e lacunas severas de capacitação técnica. A proposta de um fluxo padronizado baseado nas diretrizes do PMBOK, integrando ferramentas como a Estrutura Analítica do Projeto, o Método do Caminho Crítico e a Matriz RACI, apresenta-se como uma solução viável para elevar a previsibilidade e a eficiência administrativa. A implementação desse modelo permite mitigar riscos de contratações emergenciais e assegurar a conformidade com a Lei 14.133/2021, promovendo uma governança mais robusta e orientada à geração de valor público. Apesar das limitações amostrais, o estudo fundamenta a necessidade de investimentos em tecnologias de automação e na profissionalização contínua dos agentes públicos para a modernização das aquisições estatais.

Referências Bibliográficas:

Brasil. 2021. Lei nº 14.133, de 1º de abril de 2021. Lei de Licitações e Contratos Administrativos. Diário Oficial da União: Brasília, DF, 1 abr. 2021.

Brasil. 2022. Decreto nº 11.246, de 27 de outubro de 2022. Regulamenta o disposto no § 3º do art. 8º da Lei nº 14.133, de 1º de abril de 2021, para dispor sobre as regras para a atuação do agente de contratação e da equipe de apoio, o funcionamento da comissão de contratação e a atuação dos gestores e fiscais de contratos, no âmbito da administração pública federal direta, autárquica e fundacional. Brasília, DF, 27 out. 2022.

Chiavenato, I. 2021. Administração Geral e Pública. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier.

Chiavenato, I. 2021. Administração Geral e Pública. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier.

Drucker, P. 2002. Administração em Tempos de Mudança. São Paulo: Pioneira.

Justen Filho, M. 2022. Comentários à Lei de Licitações e Contratos Administrativas: Lei nº 14.133/2021. 2. ed. São Paulo: Revista dos Tribunais.

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Kerzner, H. 2017. Gestão de Projetos: as melhores práticas. 12. ed. São Paulo: Blucher.

Project Management Institute (PMI). 2021. Guia PMBOK – Um Guia do Conjunto de Conhecimentos em Gerenciamento de Projetos. 7. ed. Pennsylvania: PMI.

Project Management Institute (PMI). 2021. Guia PMBOK – Um Guia do Conjunto de Conhecimentos em Gerenciamento de Projetos. 7. ed. Pennsylvania: PMI.


Resumo executivo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso da Especialização em Gestão de Projetos do MBA USP/Esalq

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