Resumo Executivo

29 de abril de 2026

Gestão Híbrida de Projetos Industriais Sucroenergéticos

Italo Martinez Garcia; Luciano Azevedo de Souza

Resumo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.

A gestão de projetos em ambientes industriais, especialmente em setores de alta complexidade como o sucroenergético, enfrenta desafios inerentes à sua natureza, como prazos apertados, orçamentos restritos, dependência de fornecedores e a constante necessidade de adaptação a imprevistos. A industrialização e instalação de equipamentos de grande porte, como um decantador de caldo com capacidade de 650 m³/h, exemplificam a criticidade de um planejamento e controle eficazes para o sucesso do empreendimento. Atrasos e estouros de orçamento não apenas comprometem a rentabilidade, mas podem impactar toda a cadeia produtiva e a operação da planta (PMI, 2021). Tradicionalmente, projetos industriais têm se apoiado em metodologias preditivas, como o modelo em cascata, que enfatizam um planejamento detalhado e sequencial. No entanto, a realidade dinâmica do mercado e as incertezas inerentes a projetos de engenharia e construção demandam maior flexibilidade. Nesse contexto, as metodologias ágeis, originárias do desenvolvimento de software, ganharam destaque por sua capacidade de adaptação, ciclos iterativos e foco na entrega de valor contínua (Highsmith, 2009).

Estudos recentes demonstram que, embora sua aplicação em ambientes não digitais ainda seja incipiente, práticas ágeis específicas, como a definição colaborativa de requisitos e a priorização de funcionalidades, contribuem significativamente para a redução de atrasos e custos, mesmo em projetos de engenharia (Stare, 2014). A convergência dessas duas abordagens deu origem à metodologia híbrida, que busca capitalizar os pontos fortes de ambas: a estrutura e o controle das metodologias tradicionais com a agilidade e a capacidade de resposta das abordagens ágeis. Essa combinação é apontada pela literatura como uma solução estratégica para ambientes dinâmicos e competitivos, permitindo equilibrar previsibilidade e flexibilidade (Silva; Melo, 2016). Em projetos industriais, essa combinação permite um planejamento robusto das fases iniciais e uma execução flexível, capaz de absorver mudanças e mitigar riscos de forma mais eficiente (PMI, 2021). Pesquisas recentes na área de gestão de projetos industriais evidenciam que a hibridização metodológica não apenas equilibra controle e flexibilidade, mas também potencializa a resiliência do projeto frente a volatilidades logísticas e operacionais, comumente encontradas em cadeias produtivas de base agrícola-industrial (Oliveira et al., 2021).

Projetos industriais são caracterizados por sua complexidade, alto investimento e impacto significativo nas operações de uma organização. O sucesso desses projetos está intrinsecamente ligado à capacidade de gerenciar eficientemente o escopo, o tempo, o custo, a qualidade, os recursos, as comunicações, os riscos, as aquisições e as partes interessadas (PMI, 2021). A gestão de cronograma, em particular, é um dos pilares para evitar atrasos que podem gerar custos adicionais substanciais e comprometer a competitividade (Kerzner, 2017). Historicamente, a abordagem preditiva tem sido a escolha predominante para projetos industriais, dada a necessidade de previsibilidade e controle rigoroso. No entanto, a crescente volatilidade do ambiente de negócios e a imprevisibilidade de fatores externos, como a cadeia de suprimentos global, têm exposto as limitações de um modelo puramente sequencial. A necessidade de incorporar a capacidade de resposta e a adaptabilidade, características das metodologias ágeis, tornou-se evidente (Highsmith, 2009). Estudos destacam que a gestão híbrida em ambientes industriais não se limita à combinação de métodos, mas avança para a integração de sistemas de informação e cultura organizacional (Bianchi; Sousa, 2022). Essa visão é reforçada por pesquisas que associam a maturidade em governança de projetos à capacidade de adaptação em cenários de restrição logística, comum no setor sucroenergético (Farias et al., 2023).

Dentro das abordagens tradicionais, destaca-se o Método do Caminho Crítico (CPM), uma técnica de planejamento que identifica a sequência de atividades mais longa em um projeto, determinando sua duração mínima. Qualquer atraso em uma atividade no caminho crítico impactará diretamente a data de término do projeto, tornando o CPM fundamental para identificar as atividades que exigem maior atenção e controle (Kerzner, 2017). Em contrapartida, as metodologias ágeis emergem com foco em ciclos iterativos e incrementais, onde o principal diferencial reside na capacidade de adaptação a mudanças e na entrega contínua de valor, obtida através de feedback constante (Highsmith, 2009). A metodologia híbrida surge como uma solução para preencher a lacuna entre essas abordagens, combinando o melhor de ambos os mundos (Jovanovic et al., 2015). Modelos híbridos que integram frameworks tradicionais com práticas ágeis oferecem um equilíbrio entre controle e flexibilidade, tornando-se uma abordagem inovadora e aplicável à realidade de projetos industriais (Carvalho; Silva, 2024).

Para o monitoramento e controle eficazes, a utilização de indicadores de desempenho é fundamental. O Gerenciamento do Valor Agregado (EVM) é uma metodologia amplamente reconhecida que integra escopo, cronograma e custos para avaliar o desempenho do projeto (Fleming; Koppelman, 2010). Dentro do EVM, o Índice de Desempenho de Prazo (SPI) e o Índice de Desempenho de Custo (CPI) são métricas cruciais. O SPI mede a eficiência do cronograma, sendo calculado pela razão entre o Valor Agregado (VA) e o Valor Planejado (VP). Já o CPI mede a eficiência dos custos, calculado pela razão entre o Valor Agregado (VA) e o Custo Real (CR). Esses indicadores fornecem uma visão quantitativa e objetiva, permitindo que os gestores identifiquem desvios precocemente e tomem ações corretivas baseadas em dados concretos (Vargas, 2019). Além dos indicadores, a eficácia de uma metodologia híbrida depende da implementação de uma estrutura de governança ágil e de artefatos que garantam transparência, como o Registro de Decisões e a Matriz RACI, fundamentais para a responsabilidade e o aprendizado contínuo (PMI, 2021).

A metodologia adotada nesta pesquisa é de natureza aplicada, descritiva e exploratória, com uma abordagem qualitativa baseada em pesquisa participante. O foco reside na aplicação prática da metodologia híbrida no projeto de industrialização e instalação de um decantador de caldo de cana-de-açúcar, com capacidade de 650 m³/h, em uma usina do setor sucroenergético. A pesquisa participante foi escolhida devido ao envolvimento direto dos pesquisadores com os participantes do projeto, visando o aprendizado mútuo e a transformação da realidade estudada (Thiollent, 2011). O processo metodológico iniciou-se com o planejamento participativo das etapas do projeto junto à equipe multidisciplinar. A coleta de dados integrou documentos do projeto, atas de reuniões, relatórios de progresso e séries semanais de Valor Planejado (VP), Valor Agregado (VA) e Custo Real (CR) para o cálculo de SPI e CPI ao longo de 10 semanas de execução.

Para garantir a robustez dos dados, foram realizadas seis entrevistas semiestruturadas com duração média de 25 minutos, envolvendo representantes das áreas de engenharia, manutenção, suprimentos e operação. O roteiro das entrevistas abrangeu temas como planejamento, monitoramento e tomada de decisão, sendo os relatos registrados e analisados por categorização temática. A amostragem de participantes para a construção dos artefatos de governança contou com um grupo multidisciplinar de 12 profissionais, incluindo o gerente de projetos, dois engenheiros de processo, três operadores veteranos da usina, dois representantes da manutenção e três representantes de suprimentos. Essa diversidade garantiu que os artefatos construídos, como a Matriz de Decisão e o quadro Kanban, fossem tecnicamente e operacionalmente viáveis. O projeto foi planejado para uma duração total de 120 dias, e os dados de desempenho apresentados foram anonimizados por motivos de confidencialidade, mantendo a integridade dos valores reais para fins acadêmicos.

A operacionalização da coleta de dados quantitativos seguiu uma cadência semanal. O Valor Planejado foi estabelecido com base no cronograma detalhado no software Microsoft Project, utilizando o Método do Caminho Crítico para identificar as atividades de maior impacto. O Valor Agregado foi mensurado através da medição física das entregas no canteiro de obras e na oficina de industrialização. O Custo Real foi extraído dos sistemas de controle financeiro da usina, contemplando gastos com materiais siderúrgicos, mão de obra e consumíveis. Paralelamente, realizou-se uma revisão sistemática da literatura seguindo o protocolo PRISMA, que identificou inicialmente 125 registros em bases como Scopus e Web of Science. Após a triagem por título e resumo e a aplicação de critérios de exclusão, como foco não industrial ou dados insuficientes, 15 estudos foram incluídos na análise final para confrontar os achados empíricos com a base teórica.

O detalhamento técnico do projeto incluiu a substituição de tubulações de vapor de 28 polegadas, a instalação de novas linhas de vapor para efeitos e pré-evaporação, e a montagem de periféricos do decantador. A complexidade operacional envolveu a fabricação de um novo eixo e braços para o decantador de 300 m³, além da instalação de um tanque de caldo clarificado com diâmetro de 6000 mm e altura total de 6137 mm. A metodologia também contemplou a análise de riscos em fases críticas, como a fabricação de chapas metálicas, que representavam 40% do cronograma final. Para mitigar riscos, adotou-se um monitoramento granular com revisões intermediárias a cada dois dias durante a fase de aquisição de materiais críticos, permitindo a ativação de planos de contingência com até 10 dias de antecedência.

Os resultados obtidos no desempenho do cronograma revelaram a eficácia da abordagem híbrida frente aos desafios logísticos. O projeto enfrentou um atraso na entrega de materiais siderúrgicos que resultou em um impacto potencial de 12 dias. No entanto, o monitoramento semanal do SPI permitiu identificar o desvio precocemente. Na primeira semana, o SPI registrou 0,95, caindo para 0,90 nas semanas 2 e 3 devido aos problemas de suprimentos. Com a implementação de ações corretivas baseadas na flexibilidade ágil, como a realocação de equipes para frentes independentes e a autorização de jornadas estendidas na montagem, o indicador iniciou uma trajetória de recuperação. Na semana 6, o SPI atingiu 1,00, mantendo-se próximo à estabilidade e encerrando a décima semana em 0,98. Esse resultado indica um atraso acumulado de apenas 2%, demonstrando uma performance robusta apesar dos imprevistos enfrentados.

Em termos de custo, o projeto demonstrou uma gestão altamente eficiente. O CPI médio ao longo das 10 semanas foi de 1,02, indicando que a execução estava ligeiramente abaixo do orçamento planejado. Na primeira semana, o CPI atingiu 1,06, estabilizando-se em torno de 1,02 e 1,03 nas semanas subsequentes. Essa economia foi atribuída a negociações eficazes com fornecedores, que resultaram em um desconto de 7% na aquisição de materiais siderúrgicos, e à adoção de um processo de soldagem contínua automatizada, que reduziu o consumo de insumos e a necessidade de retrabalho. A trajetória dos indicadores financeiros validou a premissa de que o monitoramento contínuo, aliado a decisões tempestivas, favorece a contenção de gastos em empreendimentos industriais sujeitos a restrições de mercado.

A aplicação de artefatos de governança e processos ágeis foi determinante para a manutenção do controle. As reuniões de acompanhamento adotaram um formato iterativo com duração fixa e pauta focada em impedimentos, utilizando um quadro Kanban físico para visualização do fluxo de atividades. O uso do Registro de Decisões permitiu documentar alternativas e critérios de escolha, enquanto a Matriz de Decisão foi utilizada para priorizar ações corretivas com base em custo, tempo e impacto. A sistematização das lições aprendidas durante a execução revelou que o monitoramento granular de fornecedores críticos reduziu o atraso final em 10 dias. Além disso, a integração visual do Kanban com o CPM facilitou a comunicação entre as áreas de engenharia, suprimentos e operação, acelerando a tomada de decisão em momentos de crise.

A discussão dos resultados, à luz da literatura, confirma a convergência entre os achados teóricos e empíricos. A eficácia do monitoramento contínuo com SPI e CPI, amplamente discutida por Fleming e Koppelman (2010), foi corroborada pela capacidade do projeto em mitigar desvios de cronograma. A flexibilidade da metodologia híbrida alinhou-se com as recomendações para ambientes dinâmicos e incertos (Highsmith, 2009). Um ponto de destaque foi a aplicação do conceito de “Tailoring” ou adaptação contextual, princípio central da sétima edição do PMBOK, que sustenta a necessidade de customizar processos para o contexto específico da indústria sucroenergética (PMI, 2021). A experiência evidenciou que a hibridização não apenas equilibra controle e flexibilidade, mas potencializa a resiliência operacional.

A comparação com estudos anteriores revelou que projetos industriais que utilizam artefatos visuais associados ao EVM apresentam reduções significativas no retrabalho. Enquanto a literatura aponta uma redução média de 20% (Zanini et al., 2023), o presente estudo de caso registrou uma redução de 15% no retrabalho durante a fase de montagem do decantador e das tubulações periféricas. Essa diferença pode ser atribuída às particularidades logísticas do setor sucroenergético, mas ainda assim valida a relação positiva entre ferramentas visuais e eficiência operacional. A necessidade de um monitoramento mais granular em fases de alto risco, como a fabricação de componentes críticos que representam grande percentual do cronograma, emergiu como uma lição prática fundamental, reforçando a importância dos domínios de desempenho integrados.

As limitações da pesquisa residem no fato de a evidência estar concentrada em um único projeto e em um contexto industrial específico, o que restringe a generalização imediata dos resultados para outros setores. A ausência de um grupo de controle simultâneo limita inferências causais mais profundas, porém a triangulação de dados qualitativos das entrevistas com os dados quantitativos de desempenho conferiu validade interna aos achados. As implicações práticas sugerem que a institucionalização de rotinas híbridas, ancoradas em uma linha de base realista e em ritos de decisão documentados, aumenta a previsibilidade e a eficiência do gasto em grandes empreendimentos. Socialmente, a maior confiabilidade na entrega de plantas industriais afeta positivamente as cadeias produtivas locais, reduzindo desperdícios de recursos e tempo.

O balanço entre os achados demonstra que a teoria fornece uma base sólida, mas a prática enriquece o entendimento das melhores abordagens em contextos complexos. A qualificação dos participantes e a moderação ativa de eventos de construção de artefatos mostraram-se cruciais para a aceitação dos resultados. O uso efetivo de ferramentas como RACI e RIDAC fortaleceu a tomada de decisão colaborativa e a rastreabilidade das ações. A análise retrospectiva indicou que revisões mais frequentes na fase de aquisição poderiam ter antecipado riscos com ainda mais antecedência, sugerindo que o equilíbrio entre agilidade e controle detalhado deve ser calibrado conforme a criticidade de cada fase do projeto.

A trajetória dos indicadores SPI e CPI ao longo das 10 semanas refletiu a capacidade de recuperação do projeto frente a interdependências operacionais típicas do setor. A estabilização do cronograma após o choque inicial de suprimentos e a manutenção da eficiência de custos acima da meta orçamentária comprovam que a disciplina de medir e discutir semanalmente os resultados favorece a identificação precoce de desvios. Pesquisas futuras podem ampliar a generalização desses achados ao aplicar a abordagem híbrida em outros ativos industriais e aprofundar a integração de painéis digitais para fortalecer a rastreabilidade das decisões em tempo real, contribuindo para a maturidade organizacional na gestão de projetos complexos.

Conclui-se que o objetivo foi atingido, uma vez que a abordagem híbrida demonstrou ser efetiva para gerenciar a industrialização e instalação do decantador, equilibrando o rigor do planejamento tradicional com a adaptabilidade necessária para mitigar atrasos logísticos. A utilização sistemática dos indicadores SPI e CPI, integrada a artefatos de governança ágil, permitiu a entrega do projeto com um atraso residual de apenas 2% e uma eficiência de custo 2% superior ao planejado, validando a hibridização como estratégia para elevar a previsibilidade e a resiliência em ambientes industriais complexos.

Referências Bibliográficas:

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Resumo executivo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso da Especialização em Gestão de Projetos do MBA USP/Esalq

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