Resumo Executivo

27 de abril de 2026

Implantação ágil de BIM em escritórios de arquitetura de pequeno porte

Heitor Meluso; Rafael Giacomassi

Resumo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.

A produção de projetos no setor de Arquitetura, Engenharia e Construção apresenta um ciclo de desenvolvimento complexo que se inicia com estudos de viabilidade e evolui por etapas de estudo preliminar, anteprojeto, projeto legal e projeto executivo. Esse fluxo, normatizado pela NBR 13531, gera uma série de produtos que transitam de desenhos bidimensionais simplificados a modelagens tridimensionais ricas em dados quantitativos e detalhamentos técnicos (Brasil, 1995). A transição do desenho em papel para o ambiente digital, ocorrida no final do século XX, não foi isenta de resistências e desafios técnicos. A introdução do Computer-Aided Design permitiu a digitalização de traços, mas a fragmentação do processo persistiu com a adoção de múltiplos softwares isolados para modelagem de maquetes virtuais e renderização, o que gerou uma demanda crescente por compatibilização manual a cada nova fase introduzida no fluxo de trabalho (Ribeiro, 2018).

Nesse cenário de fragmentação, a metodologia Building Information Modeling surge como uma alternativa para integrar profissionais e dados em um modelo virtual volumétrico único. Diferente do desenho tradicional, essa abordagem permite que o modelo contenha informações detalhadas para execução e planilhas orçamentárias integradas em todas as etapas da construção (Eastman et al., 2014). No entanto, a migração para esse sistema enfrenta barreiras significativas no mercado brasileiro. Dados do BIM Forum Brasil indicam que, embora 77% dos profissionais possuam uma percepção positiva sobre os benefícios da metodologia, cerca de 86,5% relatam interrupções nos esforços de implementação ainda nas fases iniciais. Tais interrupções são atribuídas à escassez de recursos financeiros, limitações de tempo e incertezas inerentes ao processo de adoção tecnológica. Além disso, a colaboração plena é uma realidade para apenas 11,83% dos profissionais, evidenciando que o setor ainda luta para superar a fase de implantação técnica e consolidar processos colaborativos (BIM Forum Brasil, 2024).

A complexidade da adoção dessa metodologia em escritórios de pequeno porte exige uma abordagem que minimize riscos e otimize o uso de recursos limitados. Ao tratar a implantação como um projeto de alto grau de incerteza, torna-se viável a aplicação de técnicas de gestão ágil. O conceito de Sprint, por exemplo, permite a realização de entregas frequentes e adaptáveis, facilitando ajustes rápidos com base no feedback contínuo dos usuários (Agile Alliance; PMI, 2017). A divisão do processo em pequenas etapas ajustáveis reduz a incerteza e permite uma otimização progressiva dos recursos humanos e financeiros ao longo do tempo. O objetivo central dessa investigação reside na análise de como ferramentas ágeis podem apoiar a implantação progressiva da metodologia em um escritório de arquitetura esportiva, visando a padronização de processos e a criação de uma biblioteca paramétrica que sustente projetos futuros.

A fundamentação teórica para essa transição baseia-se na premissa de que a digitalização do processo de projeto arquitetônico no Brasil ocorreu de forma gradual e, por vezes, desordenada. A promessa de facilitação do desenho em duas dimensões evoluiu para a necessidade de maquetes eletrônicas, mas a falta de integração entre essas ferramentas resultou em retrabalho constante (Ribeiro, 2018). A metodologia integrada proposta pelo Building Information Modeling visa preencher essas lacunas, mas a dificuldade de implantação permanece como um obstáculo crítico (Alves, 2019). Portanto, a justificativa para o uso de métodos ágeis repousa na necessidade de flexibilidade e na mitigação do impacto cultural e operacional que uma mudança tecnológica dessa magnitude impõe às equipes de projeto.

O detalhamento dos procedimentos metodológicos adotados para a transformação do fluxo de trabalho envolveu a documentação minuciosa do desenvolvimento de um modelo e de uma biblioteca paramétrica. Esse processo foi estruturado em Sprints que compuseram uma única Release inicial, culminando na entrega de um Mínimo Produto Viável. O conceito de MVP é fundamental para validar a implantação antes de investimentos massivos, focando nas funcionalidades essenciais que entregam valor imediato aos arquitetos e engenheiros (Blank, 2021). A metodologia priorizou a utilização de ferramentas como o Mapa do Problema, o Roadmap Ágil, o Backlog de funcionalidades e reuniões de Retrospectiva, garantindo que a equipe se adaptasse ao novo fluxo com o mínimo de impacto na produtividade e máxima eficiência operacional.

A definição de implantação total pressupõe o uso exclusivo do software Archicad em todas as etapas, desde a modelagem inicial até a quantificação de materiais, sem o suporte de softwares adjacentes para detalhamento em duas dimensões. No entanto, a métrica de sucesso para a adesão progressiva foi estabelecida pela própria equipe durante a execução do Mapa do Problema. Na primeira etapa do processo, realizou-se uma análise aprofundada para identificar os desafios específicos enfrentados pelo escritório de arquitetura esportiva. O Mapa do Problema permitiu mapear o contexto, as consequências e as origens das falhas mais recorrentes na produção de projetos (Aguiar; Caroli, 2021). Essa análise serviu de base para a criação de um diagrama de Escopo de itens, que formalizou as diretrizes e os requisitos técnicos necessários para a implementação.

A estratégia de execução baseou-se em um Roadmap Ágil, que funciona como um plano visual da evolução estrutural do produto, evitando a rigidez das abordagens lineares tradicionais (Blank, 2021). Esse plano foi construído de forma colaborativa com os projetistas, descrevendo a visão final do sistema e dividindo-a em entregas menores denominadas Releases. Cada entrega incrementou o fluxo de trabalho com novas funcionalidades de maneira gradual. Para garantir a validação contínua, a primeira Release foi dividida em quatro Sprints, com o objetivo de desenvolver e validar o MVP. Essa abordagem permitiu testar hipóteses sobre o comportamento dos objetos paramétricos e obter feedback direto dos usuários antes de escalar a solução para uma versão mais robusta.

Um componente crítico da metodologia foi a elaboração de um BIM Execution Plan simplificado. Embora existam modelos de planos de execução altamente complexos que podem dificultar o entendimento em equipes pequenas, a simplificação desse documento o transforma em um manual operacional eficiente (Lima, 2018). O plano estabeleceu as bases para cada etapa do projeto, limitando a quantidade de dados trabalhados para garantir clareza e foco. A coleta de feedback foi integrada ao fluxo diário por meio de reuniões de 15 minutos, inspiradas em práticas de gestão de design ágil (Demir et al., 2016). O objetivo dessas interações rápidas foi revisar a experiência do usuário, identificar erros técnicos e coletar sugestões de melhoria de forma imediata. Além disso, utilizou-se um formulário objetivo para organizar relatos de erros e percepções, facilitando a análise de dados para o aprimoramento contínuo do material.

Ao final de cada fase do projeto piloto, como o levantamento e o estudo preliminar, foram conduzidas reuniões de retrospectiva. Essas sessões serviram para avaliar o desempenho do modelo e da biblioteca, identificando pontos de sucesso e oportunidades de ajuste. As informações coletadas alimentaram o Backlog da fase seguinte, garantindo uma evolução iterativa alinhada às necessidades reais do escritório. A escolha do projeto piloto foi estratégica, priorizando projetos de multiplicação de conceito, conhecidos como rollout, como franquias esportivas que seguem padrões arquitetônicos replicáveis. Nesses casos, a padronização oferece benefícios imediatos, enquanto projetos de conceito novo, por sua natureza singular e criativa, exigem maior flexibilidade e adaptações constantes, o que poderia diluir os ganhos iniciais da implantação.

A análise dos resultados demonstrou que a gestão do tempo e a priorização de atividades foram os maiores desafios enfrentados, afetando ocasionalmente o ritmo das Sprints planejadas. Contudo, a coleta de dados e as análises preliminares permitiram avançar significativamente na estruturação do novo fluxo. A identificação das etapas de projeto, associada aos softwares utilizados e ao tempo despendido, revelou que a utilização de múltiplas plataformas digitais gerava processos redundantes de compatibilização. Essa redundância elevava a propensão a erros e consumia uma carga horária excessiva em tarefas de baixo valor agregado. Resultados semelhantes foram observados em estudos sobre o processo de projeto antes da adoção de metodologias integradas (BIM Forum Brasil, 2024).

Observou-se uma alocação inadequada de recursos, com ênfase excessiva em etapas de detalhamento técnico, que possuem menor valor percebido pelo cliente final, em detrimento de fases estratégicas como o estudo preliminar e o anteprojeto. Essas fases iniciais possuem correlação direta com a qualidade final da entrega e a eficiência do processo criativo. Ao automatizar parte do detalhamento por meio de uma biblioteca paramétrica, especula-se que o aumento do prazo disponível para as etapas criativas permitirá o teste de novas soluções arquitetônicas antes da apresentação aos clientes. O Mapa do Problema sistematizou essas dificuldades, evidenciando que os desafios não eram apenas técnicos, mas também gerenciais.

A implantação foi organizada em três fases distintas: Implantação Inicial, Otimização e Expansão. Na primeira fase, ocorrida entre maio e agosto, o foco foi a criação do modelo de projeto, da biblioteca paramétrica e de um manual simplificado para um cliente do tipo franquia. A meta era aplicar o sistema em cinco projetos simultâneos para validar a replicabilidade. A segunda fase, entre outubro e novembro, visou a melhoria do sistema com base nos questionários aplicados, resultando em uma nova versão do modelo e na revisão dos prazos de entrega. A terceira fase, prevista para o período entre dezembro e janeiro, focou na expansão para novos clientes, com a criação de bibliotecas específicas e a atualização do manual com lições aprendidas.

A biblioteca paramétrica foi estruturada para resolver a ausência de padronização gráfica e a dependência de múltiplos softwares. Os objetos foram agrupados conforme a etapa de inserção no projeto: levantamento, estudo preliminar, anteprojeto e detalhamento. Na fase de levantamento, a biblioteca garantiu que as informações da construção existente fossem registradas de forma padronizada. Para as fases de estudo preliminar e anteprojeto, utilizaram-se objetos validados em projetos anteriores, facilitando a replicação do conceito arquitetônico consolidado do cliente. O maior desafio técnico residiu na biblioteca de detalhamento, onde a equipe definiu a organização por camadas, ou vegetais, para reduzir o retrabalho e aumentar a clareza no detalhamento executivo.

A criação do Manual BIM baseou-se na NBR 15965, mas com uma abordagem simplificada para evitar que o documento se tornasse uma barreira ao invés de um facilitador. Em escritórios de pequeno porte, equipes reduzidas podem sofrer sobrecarga se obrigadas a seguir protocolos excessivamente rígidos (Lima, 2018). O manual foi desenvolvido em formato digital e online, funcionando como um repositório dinâmico de aprendizados alimentado pelas percepções diárias da equipe. A própria equipe adotou o método de gravação de tutoriais em vídeo para registrar soluções encontradas durante o trabalho, o que reforçou o caráter colaborativo da implantação.

A validação do sistema ocorreu por meio de um questionário de percepção aplicado aos especialistas da equipe após a finalização da primeira Release. A coleta de dados foi anônima e realizada logo após uma revisão de projeto solicitada pelo cliente final, o que trouxe percepções reais sobre a flexibilidade do sistema diante de alterações de última hora. Os resultados indicaram que o Roadmap e o Backlog contribuíram para aumentar a clareza do processo e reduzir o retrabalho, confirmando a eficiência da abordagem ágil na adaptação de projetos com alto grau de incerteza (Blank, 2021). A utilização de templates e da biblioteca facilitou a adoção da metodologia, corroborando observações sobre o potencial de padronização para melhorar a qualidade final (Eastman et al., 2014).

As respostas dos especialistas destacaram ganhos específicos. O Especialista 1 afirmou que o Roadmap ajudou significativamente, embora tenha ressaltado a necessidade de ajustes em etapas criativas. O Especialista 2 mencionou que a divisão de tarefas permitiu um foco maior na qualidade, enquanto o Especialista 3 observou uma redução notável em esforços redundantes. No quesito adoção, os profissionais relataram que o uso de Sprints facilitou o aprendizado, embora a adaptação inicial tenha exigido um tempo de maturação. A qualidade das entregas foi considerada superior, com padrões mais consistentes, apesar de alguns detalhes ainda precisarem de refinamento. As reuniões rápidas foram elogiadas pela capacidade de identificar problemas precocemente, embora a frequência tenha sido reduzida em períodos de alta demanda.

As principais dificuldades registradas envolveram o tempo limitado para a adaptação inicial e a necessidade de priorização constante de tarefas. Como sugestões de melhoria, a equipe apontou a necessidade de mais treinamento específico e uma documentação ainda mais clara. Além das respostas formais, observou-se que a metodologia demonstrou viabilidade para projetos gerais do escritório, e não apenas para o modelo de rollout. O Manual BIM foi identificado como uma ferramenta crucial para acelerar a integração de novos colaboradores e apoiar a terceirização de etapas específicas, reduzindo a sobrecarga dos sócios e coordenadores.

A discussão dos resultados revela que a integração de processos simplificados e interativos favorece a coesão da equipe em contextos de recursos limitados (Lima, 2018). A visão de construção de conhecimento coletivo foi corroborada pela eficácia das reuniões de retrospectiva (Demir et al., 2016). A transição para uma plataforma única eliminou a necessidade de exportação e importação de arquivos entre diferentes softwares, o que era uma fonte primária de erros de compatibilização. A automação de tabelas de quantitativos e a geração automática de cortes e fachadas a partir do modelo tridimensional permitiram que os arquitetos dedicassem mais tempo ao refinamento do design e menos à produção de desenhos técnicos repetitivos.

A análise comparativa entre o fluxo anterior e o novo fluxo estabelecido evidenciou que, embora o tempo gasto na modelagem inicial tenha aumentado ligeiramente, o tempo total de produção do projeto executivo foi reduzido drasticamente. Isso ocorre porque o detalhamento é uma consequência direta da modelagem correta, e não uma etapa isolada de desenho manual. A biblioteca paramétrica, ao conter informações de materiais e acabamentos pré-definidos, garantiu que as especificações técnicas fossem consistentes em todos os documentos do projeto. Essa consistência é vital para a confiança do cliente e para a precisão da execução em obra.

As limitações do estudo incluem o foco em um único escritório de pequeno porte, o que pode restringir a generalização dos resultados para empresas com estruturas organizacionais muito distintas. Além disso, a resistência cultural, embora mitigada pelos métodos ágeis, ainda se manifestou em momentos de pressão por prazos, onde a tendência de retornar aos métodos antigos de desenho rápido em duas dimensões foi observada. A capacitação contínua no software Archicad revelou-se um fator determinante para o sucesso a longo prazo, uma vez que o domínio técnico da ferramenta é o que permite a exploração total das capacidades da metodologia.

Sugere-se que pesquisas futuras investiguem a aplicação dessa mesma estrutura ágil em projetos de alta complexidade criativa, onde a padronização pode entrar em conflito com a necessidade de customização extrema. A investigação de metodologias combinadas de formação e educação continuada também se mostra necessária para garantir a sustentabilidade da adoção tecnológica em ambientes com alta rotatividade de profissionais. A integração de dados de desempenho ambiental e análise energética ao modelo paramétrico desde as fases iniciais é outra fronteira que pode ser explorada para elevar o valor agregado dos serviços prestados por pequenos escritórios.

Conclui-se que o objetivo foi atingido, uma vez que a aplicação de ferramentas de gestão ágil, como Sprints, Roadmap e MVP, demonstrou ser uma estratégia viável e eficiente para a implantação progressiva da metodologia Building Information Modeling em um escritório de arquitetura de pequeno porte. A estruturação do processo em entregas incrementais permitiu a redução de incertezas e a otimização de recursos financeiros e humanos, superando as barreiras típicas de falta de tempo e excesso de complexidade técnica. A criação de uma biblioteca paramétrica e de um manual simplificado promoveu a padronização necessária para projetos de rápida replicação, enquanto as práticas de feedback contínuo fortaleceram a colaboração e a construção de conhecimento coletivo dentro da equipe. O modelo proposto concilia a eficiência técnica com a viabilidade econômica, oferecendo um caminho prático para a modernização de processos em contextos de recursos escassos.

Referências Bibliográficas:

AGUIAR, Fábio. Product Backlog Building: Um guia prático para criação e refinamento de backlog para produtos de sucesso / Fábio Aguiar e Paulo Caroli. – 1°ed. – Editora Caroli, 2021.

ALVES, K. M.; ANTONIO, D. F.; CONDE, K. M.; JESUS, L. A. N. Estudo de caso de implementação e compatibilização em BIM. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE QUALIDADE DO PROJETO NO AMBIENTE CONSTRUÍDO, 6., 2019, Uberlândia. Anais… Uberlândia: PPGAU/FAUeD/UFU, 2019. p. 658-670. DOI: https://doi.org/10.14393/sbqp19061.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 13531: Elaboração de projetos de edificações – Arquitetura. Rio de Janeiro: ABNT, 1995. Disponível em: www2.unifap.br/arquitetura/files/2013/01/NBR-13532-Projeto-de-Arquitetura-.pdf. Acesso em: 16 mar. 2025.

BFB, BIM Fórum Brasil. 2ª Edição da Pesquisa sobre Digitalização no Âmbito da Indústria da Construção. São Paulo: BIM Fórum Brasil, 2024. 58 p. Disponível em: https://mkt.bimforum.org.br/pesquisa-gt3-2a-edicao. Acesso em: 16 mar. 2025.

BLANK, Steve. Do Sonho à Realização em 4 Passos: Estratégias Para Criação de Empresas de Sucesso. 1. ed. Rio de Janeiro: Alta Books, 2021. 384 p. ISBN 978-85-508-1077-5.

DEMIR, S. T.; THEIS, P. Agile Design Management – the application of scrum in the design phase of construction projects. [S.l.]: [s.n.], 2016. p. 13-22.

EASTMAN, C.; TEICHOLZ, P.; SACKS, R.; LISTON, K. Manual de BIM: Um guia de modelagem da informação da construção para arquitetos, engenheiros, gerentes, construtores e incorporadores. Porto Alegre: Bookman, 2014.

LIMA, Pablo Arcelino de. Práticas ágeis para gerenciamento de projetos em BIM. 2018. 97 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2018.

PROJECT MANAGEMENT INSTITUTE. Agile practice guide [e-book Kindle]. Newtown Square: Project Management Institute, 2017. Disponível em: https://www.amazon.com.br/Agile-Practice-Project-Management-Institute/dp/1628251999. Acesso em: 16 mar. 2025.

RIBEIRO, Nathalia Catharine. Implementação de Building Information Modeling (BIM) em empresas da construção civil: um estudo de caso. 2018. Dissertação (Mestrado) – Faculdade de Engenharia, Universidade Estadual Paulista, Guaratinguetá, 2018.

Resumo executivo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso da Especialização em Gestão de Projetos do MBA USP/Esalq

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