27 de abril de 2026
Gestão de Paletes: Tecnologia, Desafios e Eficiência Logística
Helen Carla de Araujo Colette; Fabiano Sannino
Resumo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.
A gestão de estoque consolida-se como um pilar fundamental na estrutura logística contemporânea, pois garante um fluxo contínuo e estruturado na cadeia de suprimentos, promovendo a eficiência operacional, a redução de custos e a geração de ganhos competitivos para as organizações. No âmbito dos ativos logísticos, os paletes desempenham um papel essencial, facilitando a movimentação, a estocagem e o transporte de mercadorias em diversos modais (Silva et al., 2019). A logística ganhou relevância significativa durante a Segunda Guerra Mundial, período em que as nações precisaram aprimorar processos para garantir o abastecimento contínuo das tropas em frentes de batalha (Mello e Anunciação, 2014). Com o passar das décadas, o conceito transformou-se para refletir as demandas emergentes do mercado globalizado. A logística moderna passou a lidar com grandes volumes de compras, redução drástica de níveis de estoque, baixa tolerância a falhas nos processos de separação e uma frequência cada vez maior nas entregas, aspectos impulsionados pelo avanço tecnológico (Lima, 1998). A globalização conferiu à logística uma nova perspectiva estratégica, deslocando-a de uma atividade meramente operacional para um centro de inteligência capaz de expandir negócios por meio da otimização de custos em áreas de produção e distribuição (Razzolini, 2007).
No cenário brasileiro, a logística empresarial é considerada uma disciplina relativamente recente, o que gera demandas constantes para superar atrasos históricos em infraestrutura e gestão (Razzolini, 2009). Esse contexto reforça a necessidade de atenção rigorosa à administração de ativos logísticos secundários, como os paletes, cuja má gestão pode gerar impactos negativos na eficiência das operações. O palete é definido tecnicamente como um estrado com dimensões padronizadas, geralmente confeccionado em madeira, mas também disponível em plástico, papelão ou aço, variando conforme as necessidades do produto e as limitações do espaço físico (Chiavenato, 2005). É imperativo manter a vigilância sobre a quantidade, a qualidade e a apresentação desses ativos, garantindo sua integridade e assegurando o alinhamento entre os registros físicos e contábeis para evitar rupturas operacionais (Mello e Anunciação, 2014).
A evolução dos sistemas de controle acompanhou as transformações industriais, migrando de registros manuais para sistemas informatizados complexos. A adoção de tecnologias como a Identificação por Radiofrequência, conhecida como RFID, surgiu como uma alternativa para aprimorar o rastreamento de ativos, permitindo o acesso imediato a informações detalhadas sem a necessidade de contato visual direto ou ações manuais exaustivas (De Assis et al., 2023). Complementarmente, a quarta revolução industrial introduziu inovações como a Internet das Coisas e a Inteligência Artificial, que reconfiguram o sistema de valor nas cadeias de suprimentos (Porter e Heppelmann, 2015). A tecnologia blockchain também se consolidou como uma solução promissora, especialmente quando integrada à Internet das Coisas, promovendo maior segurança, rastreabilidade e confiabilidade das informações (Abed et al., 2021). O uso dessas ferramentas digitais está associado à reinvenção das estruturas de negócio e ao aprimoramento de processos existentes, visando a redução expressiva de custos operacionais (Accenture, 2018).
Para compreender como essas práticas e tecnologias são aplicadas na realidade empresarial, a metodologia desta investigação fundamenta-se em uma pesquisa de natureza descritiva com abordagem qualitativa. A pesquisa descritiva é utilizada para retratar a realidade dos processos sem interferências nas variáveis observadas, permitindo caracterizar fenômenos e estabelecer relações entre variáveis (Appolinário, 2011). A abordagem qualitativa, por sua vez, possibilita uma compreensão aprofundada de percepções, práticas e experiências dos profissionais envolvidos, sem a necessidade de tratamento estatístico rigoroso, focando na interação do sujeito com seu entorno. O delineamento adotado é o estudo de caso múltiplo, estratégia indicada para aprofundar o entendimento de um fenômeno por meio da observação de mais de uma unidade de análise, proporcionando evidências robustas e comparáveis (Gil, 2002).
A amostragem utilizada foi do tipo não probabilística por julgamento, selecionando participantes de forma intencional com base em critérios de acessibilidade, diversidade setorial e relevância prática da gestão de ativos nas operações centrais. Foram incluídas quatro organizações de distintos segmentos: uma indústria de panificação de médio porte, um operador logístico de grande porte, uma transportadora com operação de crossdocking e um hipermercado pertencente a uma rede multinacional. A coleta de dados empíricos foi realizada por meio de entrevistas semiestruturadas, técnica flexível que permite ao entrevistador conduzir a conversa com base em um roteiro de tópicos de interesse, aprofundando pontos relevantes à medida que surgem durante o diálogo (Gil, 2002). Antes da realização oficial, foi conduzido um pré-teste com um representante do setor varejista para validar a clareza e a pertinência das perguntas formuladas.
As entrevistas ocorreram em formato online, com duração média de 30 minutos, sendo gravadas integralmente para garantir a fidelidade das informações. O roteiro de investigação buscou identificar o segmento de atuação, os métodos de controle de paletes (manual, digital ou híbrido), as tecnologias utilizadas, os principais desafios enfrentados e as percepções sobre melhorias futuras. Os relatos foram transcritos de forma literal e submetidos a uma análise de categorização temática. Esse processo envolveu a avaliação isolada dos dados de cada empresa, seguida de uma comparação cruzada e triangulação com os referenciais teóricos e estudos técnicos internacionais sobre a aplicação de blockchain e Internet das Coisas na logística. A análise não utilizou softwares de apoio, optando-se por uma codificação manual e interpretativa para preservar as nuances das falas originais.
A primeira unidade de análise, denominada Empresa A, atua no segmento industrial de panificação e confeitaria, contando com um quadro de funcionários entre 100 e 499 colaboradores. Suas operações logísticas são voltadas ao recebimento e armazenamento de insumos, onde os paletes são fundamentais para a verticalização do estoque. O controle é realizado de forma híbrida, mas com forte dependência de processos manuais, utilizando o sistema de vale-palete e planilhas eletrônicas para registrar as movimentações. Embora a organização utilize um sistema de gerenciamento de armazém, este não está diretamente vinculado à rastreabilidade dos paletes, servindo apenas como apoio indireto para a gestão de materiais. A falta de automação específica para os ativos logísticos compromete a confiabilidade das informações e eleva o risco de perdas, especialmente em situações de devoluções incompletas por parte de clientes ou trocas de padrão de paletes.
A Empresa B, um operador logístico de grande porte com cerca de 2000 funcionários, apresenta o estágio mais avançado de maturidade tecnológica entre os casos estudados. A organização adota um modelo de controle predominantemente digital, integrando o sistema de gerenciamento de armazém com dashboards de inteligência de negócios e o uso inovador de drones equipados com câmeras para a leitura de etiquetas. Essa estrutura permite uma visibilidade em tempo real das posições de armazenagem, vinculando cada bloco de mercadoria à presença de um palete específico. As contagens cíclicas são realizadas diariamente, e o inventário completo é finalizado em ciclos de até 20 dias. Além disso, a empresa investe no desenvolvimento de soluções baseadas em inteligência artificial para o reconhecimento de paletes vazios por imagem, visando eliminar as lacunas de controle que ainda dependem de validação humana.
A Empresa C consiste em uma transportadora de médio porte focada em operações de crossdocking, com uma equipe de 201 a 300 funcionários. O controle de paletes é realizado de forma manual e fragmentada, baseando-se em lançamentos fiscais, protocolos preenchidos por motoristas e saldos em repositórios fiscais. Apesar de utilizar sistemas integrados para a gestão de frotas e armazéns, não existe uma ferramenta dedicada exclusivamente à rastreabilidade de paletes. A organização realiza contagens quinzenais manuais e inventários semestrais, o que demanda um esforço operacional elevado e sujeita o processo a falhas de digitação e inconsistências entre o estoque físico e os registros sistêmicos. A alta volumetria de movimentações e a devolução irregular de ativos por parte dos clientes são apontadas como os principais gargalos operacionais.
A Empresa D, uma rede varejista multinacional com mais de 130 mil colaboradores globalmente, revelou uma abordagem rudimentar no nível de loja. O controle de paletes no hipermercado analisado é feito de forma totalmente manual, fundamentado na observação visual dos operadores e em registros físicos locais. Diferente do que ocorre nos centros de distribuição da mesma rede, o ambiente de loja não trata os paletes como ativos estratégicos, o que limita o investimento em tecnologias dedicadas. A comunicação com as transportadoras é reativa, e a contagem de estoque ocorre de forma esporádica, geralmente apenas quando há acúmulo físico de ativos, sendo formalizada somente no inventário anual. Essa baixa frequência de verificação reforça a pouca prioridade atribuída ao controle e restringe a visibilidade operacional necessária para uma gestão eficiente.
A comparação entre as empresas evidencia que a integração tecnológica à logística contribui significativamente para ampliar o controle sobre os processos, conforme sugerido por Ferigato (2023). Enquanto a Empresa B utiliza drones e inteligência artificial para garantir a acurácia, as demais organizações enfrentam dificuldades em consolidar dados e reagir a perdas de ativos. A tecnologia de rádio frequência, por exemplo, permite alcançar diferentes distâncias e transmitir informações via etiquetas que se comunicam com leitores especializados, facilitando o monitoramento em tempo real (Nassar e Vieira, 2014). A Internet das Coisas complementa esse cenário ao oferecer conectividade constante, permitindo que dados sejam capturados por sensores mesmo em movimento, o que aumenta a previsibilidade e reduz incertezas na cadeia de suprimentos (Patel e Patel, 2016).
Os desafios identificados nas entrevistas são multifacetados. Na Empresa A, a principal dificuldade reside na substituição indevida de paletes padrão por modelos descartáveis durante as entregas, o que desequilibra o saldo físico. Na Empresa B, apesar do alto nível tecnológico, a falta de padronização das etiquetas de fornecedores gera falhas de leitura pelos drones, exigindo intervenções manuais corretivas. Na Empresa C, a devolução de paletes em condições inadequadas compromete a qualidade do ativo circulante. Já na Empresa D, a percepção de baixo valor agregado dos paletes por parte da gestão local impede a adoção de ferramentas básicas de controle. De modo geral, a ausência de processos colaborativos entre transportadoras, fornecedores e clientes dificulta a rastreabilidade e eleva os custos operacionais com retrabalho.
A implementação de soluções baseadas em blockchain surge como uma recomendação estratégica para mitigar esses conflitos. Essa tecnologia permite o registro seguro e imutável das transações logísticas, assegurando que todos os integrantes do sistema tenham acesso simultâneo às informações de transferência de propriedade (Park e Li, 2021). O funcionamento do blockchain baseia-se na geração de dados criptografados confirmados por uma rede descentralizada, o que promove a confiança entre os parceiros de negócio (Han, 2017). Além disso, o uso da Internet das Coisas apoia a tomada de decisões automatizadas com base em grandes volumes de dados, favorecendo a agilidade organizacional e a vantagem competitiva (Noronha et al., 2022). A tecnologia contribui para o uso mais eficiente dos recursos e reduz significativamente a ocorrência de erros humanos nos registros (Brous et al., 2019).
Para as empresas com baixa maturidade digital, recomenda-se o início gradual com sistemas simples de registro, como leitores de código de barras e planilhas integradas, evoluindo para soluções de RFID e sensores à medida que os processos se estruturam. A padronização de etiquetas e protocolos operacionais é uma condição essencial para o sucesso de qualquer iniciativa de automação. A uniformização dos códigos e do local de fixação das etiquetas nas unidades de carga facilitaria a leitura por dispositivos automáticos e reduziria o tempo de conferência. Além disso, a integração de dashboards atualizados em tempo real permite o controle preventivo e a visualização de indicadores críticos, auxiliando na identificação precoce de desvios e na responsabilização por perdas.
A análise de modelos internacionais, como o conceito de plataforma para gestão inteligente de paletes em ambientes colaborativos, demonstra o potencial de otimização em sistemas de pooling. Nesse modelo, uma entidade central gerencia os ativos, utilizando sensores para monitorar localização e condição em tempo real, enquanto o blockchain assegura a integridade dos registros de uso e transferência. Essa abordagem reduz a dependência de registros manuais e fortalece a integração entre as empresas envolvidas, contribuindo para operações mais sustentáveis e alinhadas aos princípios da economia circular. A automação de processos e o desenvolvimento de capacidades dinâmicas são diferenciais que permitem às empresas modernizar seus modelos de negócio e alcançar novos níveis de eficiência (Noronha et al., 2022).
Apesar das evidências coletadas, é necessário reconhecer as limitações desta investigação. O estudo baseou-se em uma amostra reduzida de quatro empresas, com apenas um representante entrevistado por organização, o que impede a generalização dos resultados para todo o setor logístico. A ausência de acompanhamento presencial das operações limitou a profundidade da observação prática, e a natureza qualitativa da pesquisa não permitiu mensurar quantitativamente o retorno sobre o investimento das tecnologias analisadas. Pesquisas futuras poderiam explorar setores com regulamentações específicas, como o farmacêutico ou o químico, onde o controle de ativos é ainda mais crítico, além de investigar modelos híbridos que combinem múltiplas tecnologias para criar ecossistemas logísticos mais transparentes.
Conclui-se que o objetivo foi atingido, uma vez que a análise das quatro empresas permitiu identificar que, embora os paletes sejam reconhecidos como ativos estratégicos, a sua gestão ainda é predominantemente manual e fragmentada na maioria dos contextos observados. A pesquisa demonstrou que a adoção de tecnologias como RFID, Internet das Coisas e blockchain possui um potencial transformador para aumentar a acurácia dos estoques e a rastreabilidade na cadeia de suprimentos, mas enfrenta barreiras significativas relacionadas a custos de implementação, falta de padronização e resistência cultural. A Empresa B destacou-se como um referencial de modernização ao integrar drones e inteligência artificial, evidenciando que a digitalização promove ganhos de eficiência e reduz riscos operacionais. Portanto, a evolução da gestão de paletes depende do alinhamento entre investimentos tecnológicos, revisão de processos internos e uma maior valorização estratégica desses ativos por parte da alta gestão das organizações.
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Resumo executivo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso da Especialização em Digital Busines do MBA USP/Esalq
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