15 de abril de 2026
Gestão Digital de Plantões: Otimização do Trabalho Noturno
Diogo Carnaúba de Souza; Ariel da Silva Dias
Resumo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.
A realidade de muitos trabalhadores em grandes corporações envolve a substituição sistemática do período diurno pelo noturno, uma prática que, embora remonte a tempos antigos, ganhou proporções industriais com a expansão da iluminação elétrica no início do século XIX. A intensificação do trabalho noturno tornou-se um pilar fundamental em setores que exigem funcionamento ininterrupto, demandando uma organização complexa de escalas e turnos para garantir a continuidade operacional (Oliveira et al., 2006). Nesse cenário, o regime de plantão destaca-se como um serviço realizado por profissionais que permanecem em estado de prontidão para atender demandas críticas em períodos contínuos e preestabelecidos (Mahfoud, 1987). A própria etimologia do termo, derivada do francês planton, remete à figura do soldado em posição fixa e alerta constante, o que reflete a exigência de vigilância ininterrupta imposta aos profissionais contemporâneos que atuam fora do horário comercial regular (Rebouças e Dutra, 2010). No entanto, essa prontidão constante impõe desafios severos ao estado físico e psicológico dos trabalhadores, uma vez que o trabalho noturno e a privação de sono estão intrinsecamente ligados à redução do desempenho cognitivo e à diminuição do estado de alerta, elevando os riscos de segurança em operações que não podem parar (Basner et al., 2019).
A saúde do trabalhador noturno é afetada pela necessidade de adaptação a um ciclo de sono e vigília invertido, o que gera um desajuste profundo no ritmo circadiano (Silva et al., 2011). O organismo humano, programado biologicamente para o repouso durante a ausência de luz, sofre uma desregulação fisiológica que pode resultar em distúrbios metabólicos, alterações nos hábitos alimentares e problemas nos sistemas digestivo e cardiovascular (Fernandes et al., 2017). Além dos danos crônicos à saúde, a fadiga imediata compromete a atenção e a concentração, ampliando a probabilidade de erros operacionais e acidentes de trabalho (Monteiro et al., 2021). Esses obstáculos são frequentemente agravados por estruturas burocráticas rígidas dentro das organizações, que exigem registros manuais exaustivos e o preenchimento de formulários redundantes em múltiplas vias. Tal complexidade administrativa inibe a criatividade e dificulta a adaptação dos profissionais a situações inesperadas, transformando a rotina de plantão em um acúmulo de processos ineficientes (Xavier et al., 2019). Diante desse panorama, a automação de processos surge como uma solução estratégica para reduzir a carga cognitiva, agilizar a tomada de decisão e otimizar o uso de recursos tecnológicos (Barreto et al., 2024).
A fundamentação teórica que sustenta a necessidade de ferramentas digitais de apoio ao plantonista baseia-se na premissa de que a integração eficiente das rotinas organizacionais pode mitigar os efeitos da exaustão mental (Manzueto, 2016). O desenvolvimento de soluções tecnológicas voltadas para o registro e consulta de incidentes permite que o profissional foque na resolução de problemas técnicos em vez de se desgastar com tarefas administrativas repetitivas. A proposta de centralizar a comunicação e eliminar documentos físicos redundantes visa não apenas a agilidade, mas a precisão dos dados compartilhados entre diferentes áreas da empresa. Ao facilitar o acesso a históricos de incidentes anteriores, a tecnologia provê um suporte informacional robusto, essencial para a análise de causas raiz e para a implementação de correções definitivas em ambientes de alta pressão. O objetivo central reside na criação de uma plataforma funcional que simplifique as tarefas diárias, garantindo que as informações críticas de cada acionamento sejam transmitidas de forma estruturada e segura para os sistemas corporativos.
Para a execução deste estudo, adotou-se o método da Pesquisa-Ação, que se caracteriza por unir a geração de conhecimento científico à resolução de problemas práticos no ambiente de trabalho (Engel, 2000). A pesquisa foi conduzida em um ambiente de testes controlado, permitindo a observação detalhada da interação entre usuários e a tecnologia sem os riscos inerentes a um ambiente de produção real. A abordagem mista empregada combinou a coleta de dados quantitativos, como taxas de sucesso e tempos de execução, com análises qualitativas sobre as percepções de usabilidade, clareza e fluidez da interface. O desenvolvimento técnico utilizou o ecossistema Firebase como pilar para o gerenciamento de autenticação e armazenamento de dados. O Firebase Firestore foi selecionado especificamente por sua capacidade de proporcionar acesso rápido e seguro aos registros de erros e históricos de plantão, garantindo que a gestão de permissões ocorresse de forma confiável.
A arquitetura da solução incluiu a implementação de uma API intermediária desenvolvida em Node.js, responsável por integrar o aplicativo ao sistema de mensageria Kafka. O papel do Kafka foi fundamental para assegurar a transmissão eficiente e resiliente dos dados de acionamento, incluindo horários, detalhes técnicos dos erros e análises efetuadas pelos plantonistas, disponibilizando essas informações para consumo imediato por outros sistemas da infraestrutura empresarial. Na camada de interface, utilizou-se a plataforma FlutterFlow, que segue a filosofia low-code para acelerar a criação de telas responsivas e funcionais. Essa escolha técnica justifica-se pela necessidade de aumentar a produtividade no desenvolvimento e permitir ajustes rápidos baseados no feedback dos usuários, mantendo o foco na usabilidade (Richardson, 2021). O aplicativo foi projetado com funcionalidades específicas para o monitoramento de plantões, como o registro automático de horas por meio de um acionador de início e término, o que elimina a necessidade de anotações manuais de horários.
O detalhamento do processo operacional de testes envolveu múltiplas etapas de validação para assegurar a eficácia da integração entre os componentes. Inicialmente, foram aplicados testes unitários utilizando os frameworks Jest e Supertest, com o objetivo de verificar a integridade das rotas da API e a precisão dos status de resposta para diferentes cenários de requisição. Para isolar o comportamento da API de dependências externas, utilizou-se a estratégia de mocks, simulando o comportamento do Kafka e do Firebase. Essa técnica permitiu que os testes fossem repetidos de forma consistente em diferentes ambientes, sem interferências de rede ou variações de serviços externos (Pressman e Maxim, 2016). O sistema foi configurado para operar em dois modos: um modo de teste, onde a autenticação era desabilitada para focar na lógica de negócio, e um modo de produção, que exigia o fluxo completo de verificação de credenciais. A métrica de sucesso foi definida pela comparação rigorosa entre os resultados esperados e os obtidos, um princípio fundamental da engenharia de software (Myers et al., 2011).
A avaliação de desempenho sob estresse foi realizada com a ferramenta Artillery, que simulou cenários de carga progressiva sobre a API. Foram estruturados três tipos de experimentos: o smoke test, para validar a estabilidade básica; o spike test, para observar o comportamento do sistema diante de picos repentinos de acessos simultâneos; e o teste de carga sustentada, que submeteu a API a 100 requisições por segundo durante um intervalo de quatro minutos. As métricas monitoradas incluíram a latência no percentil 95 e a taxa de erros, com limites de aceitação baseados em padrões de mercado que preconizam que o desempenho consistente é vital para a qualidade do serviço (Martin, 2009). Complementarmente, os testes de integração ponta a ponta validaram todo o fluxo de dados, desde o cadastro do usuário no dispositivo móvel até a visualização da mensagem no painel de controle do Kafka, garantindo que todos os componentes estivessem harmonizados (Fowler, 2018).
A fase de testes de usabilidade contou com a participação de dois grupos distintos: sete profissionais com experiência direta em plantões tecnológicos e 10 indivíduos sem atuação na área de tecnologia. O experimento foi realizado de forma presencial utilizando um dispositivo Xiaomi Mi 9, garantindo que as condições de hardware fossem idênticas para todos os participantes. O protocolo consistiu na execução de tarefas específicas, como a realização de cadastro, registro de eventos de erro e envio de relatórios de acionamento. O critério de avaliação principal foi a autonomia do usuário, registrando-se a necessidade ou não de auxílio externo para a conclusão das etapas. Para capturar a percepção subjetiva, aplicou-se a escala de Likert, variando de 1 a 5, para medir atributos como facilidade de uso, aparência e clareza das informações. A adoção dessas métricas permitiu equilibrar dados objetivos de performance com a experiência emocional do usuário, seguindo recomendações consolidadas na literatura de IHC (Sauro e Lewis, 2016).
Os resultados obtidos nos testes automatizados demonstraram uma robustez técnica significativa, com a aprovação de 100% dos casos de teste planejados. A cobertura de código atingiu um índice global de 86,76%, superando a meta inicial de 80% e garantindo que os módulos críticos, especialmente os responsáveis pela comunicação com o Kafka e processamento de regras de negócio, fossem integralmente validados. A correspondência exata entre os códigos de status HTTP esperados (como 201 para sucesso e 400 para erros de validação) e os retornados pela aplicação confirmou que o tratamento de erros foi implementado de acordo com as especificações técnicas. Essa estabilidade é crucial para reduzir o risco de falhas em situações reais de uso, onde a confiabilidade do sistema é um fator determinante para a aceitação da ferramenta pelos profissionais de campo (Myers et al., 2011).
Nos testes de carga, a API demonstrou uma resiliência notável. Durante o teste de spike, o sistema processou picos de requisições sem apresentar degradação de performance ou interrupções de serviço. No teste sustentado, foram processadas 16.200 chamadas em quatro minutos, todas concluídas com sucesso e sem ocorrência de erros. A latência no percentil 95 manteve-se em apenas 2 ms, um valor substancialmente inferior ao limite de 800 ms estabelecido como aceitável. Esse desempenho é de extrema relevância prática, pois, em cenários de incidentes críticos durante a madrugada, cada segundo economizado no registro e na consulta de dados contribui para a redução do tempo médio de reparo e alivia a pressão sobre o plantonista. A manutenção de tempos de resposta baixos garante que a interação com o aplicativo seja percebida como contínua e fluida, evitando frustrações adicionais ao trabalhador já fatigado (Nielsen, 1993).
A análise dos testes de usabilidade revelou uma distinção clara entre os perfis de usuários. O grupo de plantonistas apresentou um desempenho superior, com uma média de dificuldade de 1,29, indicando que a ferramenta é intuitiva para o seu público-alvo principal. A taxa de sucesso na conclusão de tarefas sem auxílio foi de 100% para quase todas as telas, com uma leve variação apenas no fluxo de envio de acionamentos. Por outro lado, o grupo de não plantonistas registrou uma média de dificuldade de 2,70 e demandou mais orientações durante o processo. Essa diferença sugere que, embora o aplicativo seja eficaz, o conhecimento prévio da rotina de TI e dos termos técnicos utilizados influencia diretamente a facilidade de navegação. A clareza das informações foi avaliada com nota 4,57 pelos especialistas, enquanto os leigos atribuíram 3,67, reforçando a necessidade de ajustes na linguagem para tornar a ferramenta mais acessível a iniciantes ou profissionais de outras áreas.
Um achado importante diz respeito à influência da idade na percepção tecnológica. Observou-se que participantes com mais de 50 anos enfrentaram desafios significativamente maiores, com uma média de dificuldade atingindo 4,5. Esse fenômeno está alinhado às discussões sobre limitações cognitivas e motoras que podem se acentuar com o envelhecimento, impactando a forma como sistemas digitais são percebidos e operados (Norman, 2013). Tais dados indicam que futuras iterações do software devem considerar princípios de design inclusivo e acessibilidade para garantir que profissionais veteranos possam usufruir das mesmas facilidades que os usuários mais jovens. A fluidez de navegação e a aparência da interface receberam notas altas de ambos os grupos, o que valida a escolha do FlutterFlow para o desenvolvimento do front-end e a preocupação com o design responsivo.
Os feedbacks qualitativos coletados durante os experimentos reforçaram a utilidade prática da solução. Os plantonistas destacaram que a centralização das informações em um único local reduz drasticamente o esforço despendido na abertura de chamados, que tradicionalmente exige a interação com múltiplas ferramentas, como e-mails e planilhas internas. A facilidade de acesso ao histórico de erros foi apontada como um dos recursos mais valiosos, permitindo a identificação rápida de padrões em problemas recorrentes. Esses relatos corroboram a tese de que a automação de tarefas repetitivas e a redução da carga cognitiva são essenciais para apoiar a tomada de decisão em horários de exaustão (Basner et al., 2019). O aplicativo atua, portanto, como um sistema de apoio que compensa a diminuição do estado de alerta natural do período noturno por meio de fluxos visuais claros e notificações estruturadas.
A discussão dos resultados permite concluir que a integração tecnológica proposta atende aos requisitos de confiabilidade e eficiência necessários para o ambiente corporativo. A estabilidade demonstrada nos testes de carga e a alta taxa de sucesso nos testes de usabilidade com o público-alvo indicam que a solução é viável para implementação em larga escala. No entanto, as limitações observadas nos grupos de usuários menos familiarizados com tecnologia e na faixa etária mais elevada apontam caminhos para o aprimoramento contínuo. A simplificação de termos técnicos e a inclusão de tutoriais interativos podem elevar a taxa de sucesso entre não especialistas. Além disso, a resiliência do sistema, comprovada pela resposta adequada da API mesmo com o Kafka indisponível, demonstra uma arquitetura de software bem planejada, capaz de lidar com falhas parciais de infraestrutura sem comprometer a experiência do usuário final.
Conclui-se que o objetivo foi atingido, uma vez que o desenvolvimento e a avaliação do aplicativo demonstraram sua eficácia na otimização de processos e no acesso a dados durante o trabalho noturno. A solução tecnológica reduziu a burocracia administrativa e ofereceu um suporte robusto à tomada de decisão, mitigando os riscos associados à fadiga e ao erro humano em regimes de plantão. Os testes confirmaram a estabilidade técnica da arquitetura baseada em Firebase, Node.js e Kafka, além de validarem a usabilidade da interface para o público de tecnologia. Embora tenham sido identificadas oportunidades de melhoria em acessibilidade para usuários acima de 50 anos e na simplificação da linguagem para perfis não técnicos, o projeto consolidou-se como uma ferramenta viável para aumentar a eficiência operacional e preservar a saúde cognitiva dos profissionais que atuam em horários não convencionais.
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Resumo executivo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso da Especialização em Engenharia de Software do MBA USP/Esalq
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