Resumo Executivo

15 de abril de 2026

Dinâmica e Projeções da Silvicultura em Mato Grosso do Sul

Duarte Rafael de Souza; Domingos Isaias Maia Amorin

Resumo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.

O setor florestal brasileiro desempenha um papel de relevância fundamental para a estabilidade e o crescimento da economia nacional, consolidando-se como um dos pilares das exportações do agronegócio. Em 2022, a produção de celulose alcançou a posição de quarto principal produto da pauta exportadora setorial, com um volume total de 19.1 milhões de toneladas enviadas ao mercado externo (IBA, 2024). O Brasil sustenta a liderança no mercado global de Celulose Branqueada de Fibra Curta, sendo reconhecido como o maior exportador mundial desse insumo, com foco predominante na cultura do eucalipto. Essa hegemonia é sustentada por plantios intensivos que apresentam níveis de produtividade superiores à média global, resultado de décadas de investimento em tecnologia e melhoramento genético (Sist et al., 2021). Entre as unidades federativas, Mato Grosso do Sul apresenta o maior dinamismo na expansão florestal comercial contemporânea, direcionando sua base produtiva primordialmente para o suprimento da cadeia de celulose (Tomei et al., 2020). A região leste do estado, reconhecida geograficamente como o vale da celulose, concentra atualmente 1.3 milhão de hectares de florestas comerciais de eucalipto, evidenciando um processo de expansão contínua e estruturada (IBGE, 2024).

A trajetória de crescimento da silvicultura em território sul-mato-grossense é impulsionada por um planejamento estratégico que visa o desenvolvimento sustentável e a integração industrial (Mato Grosso do Sul, 2022). Fatores estruturais determinantes, como a disponibilidade de extensas áreas para cultivo, a implementação de incentivos fiscais estaduais e o estímulo de políticas públicas voltadas para a preservação de remanescentes nativos, compõem o cenário favorável ao investimento privado. Além disso, a crescente demanda mundial por celulose, impulsionada pela substituição de plásticos por materiais de base florestal e pelo consumo de papéis sanitários, atua como um vetor externo de aceleração do setor. No entanto, essa rápida transição produtiva impõe desafios significativos à gestão de riscos econômicos, ambientais e operacionais. Variáveis como o preço da terra, o custo histórico de implantação e a manutenção de volumes crescentes de produção são aspectos críticos para a viabilidade dos investimentos de longo prazo (Chaudhary et al., 2016). Embora o avanço em termos de área e volume seja notório, a literatura científica ainda apresenta lacunas quanto à análise regionalizada da dinâmica produtiva no estado, o que demanda estudos que aprofundem a compreensão sobre a trajetória recente de expansão e as projeções futuras para a atividade.

A análise da expansão da silvicultura em Mato Grosso do Sul no período compreendido entre 2013 e 2023 fundamenta-se em uma abordagem metodológica mista, que integra procedimentos qualitativos e quantitativos para garantir a profundidade da investigação. O caráter descritivo permite a identificação de padrões e a interpretação de fenômenos complexos a partir de dados numéricos e teóricos (Bryman, 2006). A vertente qualitativa sustenta-se em uma revisão bibliográfica exaustiva, abrangendo publicações científicas, relatórios técnicos de entidades setoriais e documentos institucionais que contextualizam o ambiente de negócios florestais. Simultaneamente, a abordagem quantitativa utiliza dados secundários extraídos do Sistema de Recuperação Automática do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Foram selecionadas especificamente as tabelas 5930, que detalha a área total de silvicultura por espécie, e a tabela 291, que fornece informações sobre a quantidade produzida e o valor da produção. Enquanto os indicadores de área e valor restringem-se ao intervalo de 2013 a 2023 devido à disponibilidade de séries históricas completas, a análise do volume de madeira para papel e celulose estende-se de 1993 a 2023, proporcionando uma perspectiva de longo prazo sobre a evolução do setor.

O detalhamento operacional da pesquisa envolveu o processamento de variáveis como a área total dedicada à silvicultura no estado, medida em hectares, e a quantidade de madeira produzida, expressa em metros cúbicos, além do valor agregado em moeda corrente. A interpretação dos resultados quantitativos foi aprofundada por meio de uma análise descritiva de séries temporais, permitindo a comparação do desempenho de Mato Grosso do Sul com outros estados de tradição florestal, como Minas Gerais e São Paulo. Para quantificar o ritmo de crescimento, utilizou-se o cálculo de variações percentuais anuais e a Taxa de Crescimento Anual Composta, ferramenta estatística que suaviza as flutuações anuais e revela a tendência de crescimento geométrico ao longo do tempo. Adicionalmente, aplicou-se a análise de correlação de Pearson para verificar a intensidade da relação entre a expansão das áreas plantadas, o volume físico produzido e o valor econômico gerado, assegurando que as conclusões sobre a eficiência do setor sejam baseadas em evidências estatísticas robustas.

Para a modelagem da série temporal da produção de madeira, adotou-se a metodologia de Médias Móveis Integradas Autorregressivas, conhecida como modelo ARIMA. Essa escolha justifica-se pela capacidade do modelo em capturar a dependência temporal e a natureza estocástica dos dados de produção florestal, evitando vieses comuns em modelos de regressão linear simples. O processo de modelagem ARIMA compreende três etapas fundamentais: a autorregressiva, que estabelece a relação do valor atual com seus valores passados; a integrada, que aplica diferenciações sucessivas para tornar a série estacionária; e a média móvel, que modela a estrutura de erro da série (Morettin, 2018). A estacionariedade da série foi verificada por meio do Teste Aumentado de Dickey-Fuller, garantindo que as propriedades estatísticas da série sejam constantes ao longo do tempo. O software de econometria Gretl foi utilizado para a estimação dos parâmetros e para a realização de testes de diagnóstico, sendo uma ferramenta amplamente validada em estudos aplicados à economia agrícola e florestal (Cottrell; Luchetti, 2020). A seleção do melhor modelo baseou-se nos critérios de informação de Akaike e Schwarz, buscando o equilíbrio entre o ajuste aos dados históricos e a parcimônia do modelo.

A consolidação de Mato Grosso do Sul como um dos principais polos de florestas plantadas do Brasil é um fenômeno que combina vantagens comparativas naturais com decisões estratégicas de investimento. A silvicultura no estado é impulsionada pela demanda ininterrupta de madeira para a indústria de celulose, aliada à adoção de práticas de manejo que priorizam a sustentabilidade e a produtividade (Silva et al., 2020). O crescimento abrupto observado nas últimas décadas está intrinsecamente ligado à disponibilidade de terras com topografia favorável à mecanização e a condições climáticas que permitem ciclos de corte reduzidos. Historicamente, o incentivo ao setor remonta à década de 70, embora o movimento de industrialização tenha ganhado vigor apenas após o ano 2000. A instalação de grandes complexos fabris no município de Três Lagoas marcou o início de uma nova era econômica. O Projeto Horizonte, iniciado em 2009, estabeleceu uma capacidade inicial de 1.5 milhão de toneladas de celulose por ano, sendo posteriormente expandido para 2.5 milhões de toneladas em 2017. Paralelamente, a entrada em operação de outras unidades industriais de grande porte consolidou a região como um centro de excelência produtiva.

A estrutura da silvicultura brasileira é composta por diferentes atores, desde produtores independentes de pequeno e médio porte até empresas verticalizadas que gerenciam toda a cadeia, desde o viveiro até a fábrica (ABRAF, 2013). No modelo de integração vertical, as indústrias adquirem terras ou estabelecem contratos de arrendamento de longo prazo para garantir o suprimento estável de matéria-prima. Por outro lado, o surgimento de fundos de investimento especializados em ativos florestais, conhecidos como TIMOs, introduziu uma nova dinâmica de capital no setor. Essas organizações gerenciam vastas áreas florestais para investidores institucionais, buscando maximizar o retorno econômico por meio de contratos de fornecimento com as indústrias locais. Um exemplo dessa tendência é a presença de grupos internacionais que possuem investimentos superiores a 350 mil hectares distribuídos em diversos estados, com foco estratégico em Mato Grosso do Sul. Esse ecossistema complexo, que equilibra a produção em larga escala com a necessidade de conservação ambiental, define a identidade atual da silvicultura sul-mato-grossense.

Em termos nacionais, a silvicultura alcançou números expressivos em 2023, registrando 9.7 milhões de hectares de florestas plantadas. A cultura do eucalipto é a protagonista absoluta, representando 7.5 milhões de hectares, o que equivale a mais de 75% da área total reflorestada no país. Em uma década, a área plantada com as duas principais espécies comerciais, pinus e eucalipto, cresceu 16%. Individualmente, o eucalipto apresentou um aumento de 19%, saltando de 6.3 milhões para 7.5 milhões de hectares, enquanto o pinus registrou um crescimento mais modesto de 9%, atingindo 1.8 milhão de hectares (IBGE, 2024). A precocidade do eucalipto, com ciclos de colheita entre seis e sete anos, confere uma vantagem competitiva significativa em relação ao pinus, cujo ciclo ultrapassa dez anos. Essa característica, somada à alta adaptabilidade edafoclimática e aos avanços em melhoramento genético, resulta em níveis de produtividade que atraem capital global, especialmente diante da demanda crescente da China por fibra curta (Sanquetta et al., 2020).

No cenário de 2023, os estados de Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso do Sul concentravam quase 60% da área total de eucalipto no Brasil, somando 4.4 milhões de hectares. Contudo, o ritmo de expansão em Mato Grosso do Sul foi o mais acentuado entre os grandes produtores. Entre 2013 e 2023, a área destinada à cultura no estado aumentou de aproximadamente 650 mil hectares para mais de 1.3 milhão de hectares, representando um crescimento de 108%. Esse desempenho supera amplamente a média nacional e os incrementos observados em Minas Gerais e São Paulo, que foram de 32% e 27%, respectivamente. A análise comparativa revela que, enquanto os estados vizinhos mantêm um crescimento gradual e linear, Mato Grosso do Sul apresenta períodos de forte aceleração, coincidindo com a entrada em operação de novas linhas de produção industrial. Entre 2013 e 2017, a área plantada no estado saltou de 650 mil para 1.1 milhão de hectares, seguido por um novo ponto de inflexão entre 2020 e 2023, quando a área evoluiu para quase 1.4 milhão de hectares.

A expansão geográfica da silvicultura em Mato Grosso do Sul é marcada por uma profunda concentração regional. A região leste domina o setor, tendo partido de 550 mil hectares em 2013 para ultrapassar a marca de 1.2 milhão de hectares em 2023. Em contraste, as regiões centro-norte, sudoeste e pantanais apresentam uma participação marginal, com áreas que variam entre 20 e 90 mil hectares. Essa disparidade regional é o resultado direto da instalação do polo industrial em Três Lagoas e, mais recentemente, em Ribas do Rio Pardo. A presença das fábricas gera uma demanda massiva e contínua por matéria-prima, incentivando o estabelecimento de florestas em um raio economicamente viável para o transporte. Esse modelo de desenvolvimento transformou a paisagem e a economia local, consolidando o estado como um dos maiores centros de exportação de celulose do mundo. O dinamismo desse arranjo reforça o papel estratégico das empresas na reconfiguração do território e na geração de valor para a economia estadual.

A análise do volume produzido e do valor da produção revela a magnitude do avanço econômico. Em 2023, o volume de madeira para celulose em Mato Grosso do Sul alcançou 18 milhões de metros cúbicos, com um valor estimado em R$ 1.8 bilhão. Esse montante representa um crescimento de quase R$ 1.4 bilhão em relação ao início da série histórica analisada. Observa-se também uma valorização expressiva do metro cúbico de madeira, que passou de R$ 53,16 em 2013 para R$ 96,70 em 2023, o que representa uma valorização de 82%. Esse aumento é atribuído à pressão de demanda e aos ganhos de qualidade da matéria-prima, que elevam a produtividade industrial e reduzem os custos operacionais por tonelada de celulose produzida (Merdeski et al., 2021). A produtividade por hectare também apresenta tendência de crescimento, evidenciada pelo fato de o volume produzido ter aumentado 133%, enquanto a área plantada cresceu 109% no mesmo período.

Em uma perspectiva de longo prazo, a produção nacional de madeira para celulose demonstrou um crescimento robusto, passando de 41 milhões de metros cúbicos em 1993 para mais de 110 milhões em 2023, com uma Taxa de Crescimento Anual Composta de 3,38%. No entanto, Mato Grosso do Sul registrou o desempenho mais impressionante do país, com um salto de 4.872,7% na produção entre 1993 e 2023. O volume produzido no estado saiu de 370 mil metros cúbicos para 18.7 milhões de metros cúbicos, resultando em uma taxa de crescimento anual de 13,9%. Esse avanço deslocou o eixo de produção florestal brasileiro para o Centro-Oeste, solidificando a posição do estado no cenário global. Embora a série histórica apresente flutuações pontuais, como a retração observada em 2021, a rápida recuperação nos anos subsequentes demonstra a resiliência do setor e sua capacidade de resposta aos ciclos econômicos.

A modelagem estatística realizada confirmou a tendência de crescimento estrutural da produção. O Teste Aumentado de Dickey-Fuller indicou a necessidade de diferenciação da série para atingir a estacionariedade, resultando na seleção de um modelo ARIMA (0,2,0) como o mais adequado. O modelo apresentou um coeficiente de determinação de 0,843, indicando que aproximadamente 84,4% da variabilidade da produção é explicada pela estrutura temporal dos dados. As projeções geradas pelo modelo sinalizam a continuidade da expansão, com uma produção estimada de 19.9 milhões de metros cúbicos para 2024. Para os anos de 2025 e 2026, as projeções indicam volumes de 21.2 e 22.5 milhões de metros cúbicos, respectivamente. O aumento dos intervalos de confiança para os anos mais distantes reflete a incerteza inerente a projeções de longo prazo em um mercado dinâmico, mas a tendência central permanece firmemente ascendente, corroborando os anúncios de novos investimentos industriais na região.

A análise da série histórica e a modelagem estatística confirmam a robustez do setor florestal em Mato Grosso do Sul, que se consolidou como um polo de relevância global. A inauguração de novas unidades fabris, como o Projeto Cerrado em Ribas do Rio Pardo, deve aumentar a capacidade produtiva do estado em aproximadamente 50%, consolidando sua liderança como maior produtor e exportador de celulose do Brasil. Projetos bilionários anunciados por novos players do mercado indicam que o ciclo de expansão está longe do esgotamento. No entanto, a dependência de variáveis exógenas, como o preço internacional da commodity e as políticas de comércio exterior, exige um monitoramento constante. A integração entre a base florestal e a estrutura industrial criou um ecossistema de alta eficiência, mas que demanda avanços contínuos em logística e infraestrutura para sustentar os volumes projetados para os próximos anos.

Conclui-se que o objetivo foi atingido, uma vez que a análise detalhada demonstrou que a expansão da silvicultura em Mato Grosso do Sul entre 2013 e 2023 foi marcada por um crescimento de 108% na área plantada e um salto produtivo sem precedentes na história do setor florestal brasileiro. A convergência entre disponibilidade de terras, condições climáticas favoráveis e um ambiente de negócios atrativo para grandes complexos industriais transformou o estado no principal motor de crescimento da silvicultura nacional. A modelagem ARIMA confirmou a consistência estatística dessa tendência, projetando volumes de produção superiores a 22 milhões de metros cúbicos para os próximos anos. O fenômeno de concentração na região leste evidencia a formação de um cluster industrial altamente competitivo, capaz de responder à demanda global por fibra curta e de sustentar o desenvolvimento econômico regional de forma estruturada e resiliente.

Referências Bibliográficas:

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Resumo executivo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso da Especialização em Agronegócios do MBA USP/Esalq

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