15 de abril de 2026
Gestão da qualidade na separação logística via aplicativo web
Diogo Maciel Malvezzi; Mariana Trevisan Florencio
Resumo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.
O crescimento da demanda e a competitividade acentuada no mercado de software têm impulsionado as organizações a buscarem alternativas escaláveis e sustentáveis para elevar a eficiência operacional. A necessidade de compartilhamento de dados com maior eficácia e rapidez torna-se um diferencial estratégico em um ambiente globalizado. Nesse contexto, a transformação digital não é apenas uma tendência, mas uma exigência para a sobrevivência corporativa, especialmente em setores tradicionais que enfrentam gargalos logísticos significativos. De acordo com McKinsey & Company (2019), existem cinco fatores fundamentais que impulsionam essa transformação: a dinâmica competitiva incomum, a incerteza sobre quais tecnologias adotar, dificuldades na aquisição de novos equipamentos, mudanças nos esquemas de distribuição decorrentes do modelo omnichannel e a assimetria entre o investimento realizado e o retorno obtido em automação.
A modernização dos processos logísticos passa obrigatoriamente pela atualização dos sistemas de gestão. Empresas que utilizam Sistemas de Planejamento de Recursos Empresariais enfrentam o desafio de transitar de modelos de servidores locais robustos para soluções em nuvem mais flexíveis. Essa transição permite a integração de sensores de controle que melhoram a eficiência energética e reduzem o impacto ambiental, alinhando a operação às tendências globais de sustentabilidade. Conforme apontado por Gartner (2025), essa onda de inovação tecnológica movimenta diversos setores, desde o alimentício e de bebidas até o farmacêutico e de construção, exigindo que as ferramentas de Gestão de Armazéns acompanhem a velocidade das trocas de informações em tempo real.
O cenário brasileiro reflete essa urgência por automação. Dados publicados por ABES (2023) indicam um crescimento vigoroso do mercado digital, com uma geração de dados que atingiu 157 Zettabytes em 2024, com projeções de dobrar esse volume até o ano de 2027. Para lidar com essa massa de dados sem elevar excessivamente os custos operacionais, surgem as plataformas de desenvolvimento de baixo código, conhecidas como Low Code. Essas ferramentas oferecem ambientes de desenvolvimento baseados em interfaces gráficas, permitindo a criação de aplicativos operacionais customizados com maior agilidade. Segundo UDS (2023), a adoção dessas tecnologias facilita a transformação digital ao permitir que equipes internas desenvolvam soluções específicas para suas dores de negócio, reduzindo a dependência de ciclos de desenvolvimento tradicionais e mais lentos.
Para que um projeto de modernização tecnológica atinja o sucesso, o gerenciamento da qualidade deve ser tratado como um pilar central. A integração entre planejamento, desenvolvimento e processos de equipe é fundamental para superar barreiras técnicas e culturais. Conforme explicam Maximiano e Veroneze (2021), ouvir as partes interessadas e registrar minuciosamente as especificações e critérios de sucesso são ações indispensáveis para garantir o direcionamento correto do projeto. A estratégia de alinhar o produto final às tendências de mercado busca não apenas a redução de custos e o aumento da produtividade, mas também a garantia de escalabilidade para versões futuras, permitindo que a solução evolua conforme as necessidades da organização se transformam.
A aplicação de práticas rigorosas de gerenciamento da qualidade proporciona segurança ao processo de desenvolvimento e gera impactos positivos na entrega dos resultados. O foco na redução de erros operacionais e na velocidade de liberação de pedidos para separação atende às demandas atuais por agilidade. De acordo com Maruyama (2008), a gestão da qualidade em projetos contribui diretamente para a avaliação da eficácia do produto final, assegurando que os requisitos levantados inicialmente sejam de fato atendidos. Assim, a análise detalhada das etapas de concepção e implantação de uma ferramenta digital permite compreender os ganhos reais em eficiência operacional e a aderência da solução ao ambiente prático de utilização.
A metodologia aplicada neste estudo de caso concentrou-se em uma empresa de médio porte, proprietária de um sistema de Planejamento de Recursos Empresariais, localizada em São José do Rio Preto, São Paulo. A organização atua há 35 anos exclusivamente no mercado atacadista distribuidor, atendendo mais de 100 clientes em todo o território nacional. O sistema base da empresa utiliza a linguagem Progress 4GL, o que representava uma restrição tecnológica para o desenvolvimento ágil de interfaces móveis modernas. Para superar esse obstáculo, optou-se pela utilização da plataforma Low Code Scriptcase, baseada em PHP, visando acelerar a entrega de uma aplicação web acessível via tablets, smartphones e coletores de dados, sem a necessidade de instalações locais complexas.
O diagnóstico do problema foi realizado em janeiro de 2025, identificando que o setor logístico dos clientes sofria com a perda de pedidos impressos, demora na liberação de processos devido à dependência de papel e altos custos de impressão. Além disso, havia uma carência de multiprocessamento, impedindo que vários separadores atuassem simultaneamente no mesmo pedido. A coleta de requisitos ocorreu entre fevereiro e junho de 2025, utilizando técnicas de entrevista com as partes interessadas para garantir o engajamento mútuo. Segundo Maximiano e Veroneze (2021), o envolvimento dos stakeholders desde o início é vital para agregar valor ao negócio e definir restrições claras. As reuniões mensais por videoconferência permitiram transformar as necessidades em itens de trabalho detalhados para a equipe de desenvolvimento.
A estrutura operacional do projeto foi organizada por meio de uma matriz de responsabilidades, definindo claramente quem seriam os responsáveis, aprovadores, consultados e informados em cada etapa. Conforme descrito em Wikipédia (20–), a matriz RACI é uma ferramenta essencial para a visualização objetiva das funções dentro de uma equipe. O grupo de trabalho contou com analistas de teste e negócio, diretores, desenvolvedores Progress e PHP, além de três clientes piloto selecionados por possuírem operações representativas da base total de usuários. O período de desenvolvimento e implantação estendeu-se de fevereiro a junho de 2025, seguindo um ciclo de melhoria contínua.
O processo de execução foi guiado pelo ciclo PDCA, que compreende as fases de planejar, fazer, verificar e agir. De acordo com Wikipédia (20–), o ciclo PDCA é uma ferramenta de gestão que visa o controle e a melhoria contínua de processos e produtos. Na fase de planejamento, foram estabelecidos os requisitos de exibição de dados e a Estrutura Analítica do Projeto, decompondo as entregas em módulos de separação por pedidos individuais, separação por carga ou onda, integração de performance e documentação de suporte. A gestão de riscos também foi integrada nesta fase, avaliando ameaças de infraestrutura, como estabilidade de rede Wi-Fi e disponibilidade de equipamentos, e riscos comerciais relacionados ao custo de licenciamento e aceitação do produto.
A fase de execução adotou reuniões diárias inspiradas em metodologias ágeis para alinhar as prioridades de desenvolvimento. O projeto seguiu uma ordem lógica de entregas com demonstrações periódicas a cada 21 dias para os administradores de sistemas dos clientes piloto. O monitoramento das atividades foi realizado através da plataforma Jira Software, onde cada requisito da Estrutura Analítica do Projeto foi transformado em um ticket de desenvolvimento. Essa proximidade permitiu que o aplicativo fosse submetido a testes manuais de usabilidade, carga e confiabilidade imediatamente após a conclusão de cada etapa, assegurando que desvios fossem corrigidos antes da implantação final.
O controle da qualidade, correspondente à fase de verificação do PDCA, envolveu a análise do status do projeto e a coleta de feedbacks constantes. Embora a organização não utilizasse formalmente todos os ritos de metodologias ágeis, a adoção de revisões periódicas foi fundamental para inspecionar o incremento do aplicativo. Segundo Maruyama (2008), esse acompanhamento garante que o produto atenda às expectativas de escopo validadas com os usuários. A documentação foi elaborada de forma contínua, resultando em um manual que reduziu drasticamente as dúvidas operacionais. Qualquer funcionalidade não prevista identificada nesta fase gerava um novo ticket de melhoria, permitindo o amadurecimento da solução de forma transparente.
A etapa final do ciclo metodológico consistiu na implementação de ações para padronizar o processo de desenvolvimento e garantir a evolução contínua do software. A responsabilidade pela manutenção e atualização da documentação foi formalizada, e funcionalidades valiosas, mas não críticas para a primeira versão, foram registradas em um backlog para implementações futuras. Para validar a eficácia de todo o processo, foi conduzida uma pesquisa de satisfação entre junho e julho de 2025, contando com 20 participantes das áreas de tecnologia da informação e logística. O formulário on-line abordou aspectos de inovação, usabilidade e escalabilidade, fornecendo os dados quantitativos necessários para a análise dos resultados.
Os resultados obtidos demonstram uma relevância estratégica elevada para a solução desenvolvida. A análise dos dados coletados revelou que 95% dos participantes consideram a ferramenta essencial ou muito importante para a otimização dos processos logísticos. Esse alto índice de aceitação é corroborado pela percepção de que a implementação de um aplicativo de separação digital é um diferencial indispensável ao adotar um novo sistema de gestão. Conforme discutido por Logweb (20–), a digitalização na logística é uma realidade que impõe novas tendências para os próximos anos, e a substituição de processos manuais por interfaces móveis é um passo crucial nessa direção.
Quanto aos benefícios percebidos, a redução de erros na separação foi apontada por 80% dos usuários, enquanto o aumento da velocidade operacional foi destacado por 75% dos respondentes. Curiosamente, a diminuição dos custos diretos de operação foi o benefício menos selecionado, com apenas 40% das menções. Isso sugere que a principal dor dos gestores logísticos não reside apenas no custo financeiro imediato, mas na ineficiência e lentidão causadas por processos manuais e burocráticos. De acordo com McKinsey & Company (2023), a automação na logística representa uma grande oportunidade para mitigar incertezas e melhorar a precisão das entregas, o que valida os resultados encontrados neste estudo de caso.
A análise dos fatores de qualidade revelou que a usabilidade e a eficiência são requisitos inegociáveis para os usuários finais. A totalidade dos entrevistados atribuiu notas máximas para a importância da facilidade de uso, e o layout do aplicativo obteve 100% de aprovação, sendo classificado como intuitivo. A clareza das informações apresentadas, como o endereço do item no estoque e a comparação entre a quantidade coletada e a pedida, foi considerada fundamental para o desempenho do separador. O uso de auxílios visuais, como um sistema de cores para indicar o status do produto, foi classificado como extremamente útil por 85% dos participantes, demonstrando que a interface gráfica bem planejada reduz a carga cognitiva do operador.
No que tange aos requisitos técnicos, 80% dos usuários indicaram que velocidade, atualização em tempo real, operação em múltiplos dispositivos e integridade de dados devem ser entregues como um pacote indissociável. Essa percepção indica que a confiança no sistema depende da harmonia entre esses elementos. A segurança da informação também foi bem avaliada, com 75% dos participantes considerando o aplicativo seguro para as operações diárias. Segundo Mirante (2023), a transformação digital em grandes operações exige que a segurança e a integridade dos dados caminhem juntas para garantir a continuidade do negócio sem interrupções indesejadas.
A discussão sobre a implementação e o suporte técnico ressaltou a importância do fator humano no sucesso de novas tecnologias. O suporte técnico foi classificado como essencial por 100% dos participantes, evidenciando que a ferramenta tecnológica, por mais eficiente que seja, necessita de um respaldo humano presente. O treinamento também foi visto como fundamental por 90% dos respondentes, com uma preferência clara pelo método presencial ou por modelos híbridos que combinem vídeos e materiais de apoio. Conforme aponta Draft (20–), as inovações tecnológicas na logística devem ser acompanhadas de estratégias de capacitação que considerem os diferentes perfis de usuários envolvidos no processo.
O perfil dos participantes da pesquisa reforça a validade dos dados, uma vez que houve participação de profissionais de TI, gestores de operações, administrativos e usuários operacionais de armazém. Essa diversidade de perspectivas permitiu uma visão holística sobre o impacto da ferramenta. A redução da dependência de processos manuais e a eliminação da burocracia foram os impactos mais celebrados, otimizando o tempo de resposta da logística interna. De acordo com McKinsey & Company (2023), o recalculo das rotas de digitalização nas cadeias de suprimentos passa pela simplificação de processos e pelo foco na geração de valor real para quem opera na ponta.
A escalabilidade da solução foi confirmada pela identificação de novas necessidades durante o uso prático, como a geração de indicadores de desempenho individual para os separadores e painéis de progresso em tempo real. Embora essas funcionalidades não tenham sido integradas na versão inicial, a arquitetura do aplicativo permite que sejam adicionadas como evoluções naturais. A transição do modelo de separação baseado em papel para o digital não apenas melhorou a precisão, mas também contribuiu para a sustentabilidade ambiental ao reduzir drasticamente o consumo de papel e suprimentos de impressão. Conforme Gartner (2023), as tendências tecnológicas estratégicas para os próximos anos colocam a sustentabilidade e a eficiência operacional como objetivos convergentes.
A análise final dos dados demonstra que a aplicação das práticas de gerenciamento da qualidade, aliada ao uso de tecnologias modernas de baixo código, permitiu superar as limitações de um sistema legado. A integração entre o banco de dados Progress e a interface PHP via Scriptcase provou ser uma solução técnica viável e de baixo custo. O sucesso do projeto piloto abriu caminho para a expansão da ferramenta para toda a base de clientes da empresa, consolidando o aplicativo como um módulo padrão do ecossistema tecnológico da organização. A percepção de valor por parte dos stakeholders confirma que o investimento em modernização, quando bem planejado e executado, traz retornos que superam a esfera financeira, atingindo a excelência operacional.
As limitações identificadas durante o estudo, como a necessidade de uma infraestrutura de rede Wi-Fi estável em todo o armazém, servem como pontos de atenção para futuras implantações. Sugere-se que pesquisas futuras explorem a integração de tecnologias de realidade aumentada ou comandos de voz para auxiliar ainda mais o processo de separação, buscando atingir níveis ainda mais elevados de produtividade. A continuidade do monitoramento dos indicadores de desempenho após a implantação total será essencial para quantificar, em longo prazo, os ganhos de eficiência e a redução de custos operacionais totais. A jornada de transformação digital da empresa demonstra que a inovação é um processo contínuo de adaptação e melhoria.
Conclui-se que o objetivo foi atingido, uma vez que o desenvolvimento e a implantação do aplicativo web de separação de pedidos foram realizados com rigoroso gerenciamento de qualidade, resultando em uma ferramenta altamente aceita pelos usuários e eficaz na resolução dos problemas logísticos identificados. A aplicação do ciclo PDCA e da matriz RACI garantiu a organização das fases iniciais e a assertividade das entregas, minimizando retrabalhos e alinhando o produto às necessidades reais do mercado atacadista distribuidor. Os resultados quantitativos confirmaram ganhos expressivos em agilidade e confiabilidade, reduzindo a dependência de processos manuais e proporcionando uma base sólida para a evolução tecnológica contínua da organização e de seus clientes.
Referências Bibliográficas:
ABES. Dados do setor. [S. l.], 2023. Disponível em: <https://abes.com.br/dados-do-setor/>. Acesso em: 01 jun. 2025
DRAFT. Roupas mais sustentáveis: IoT, 3D, metaverso, tecnologia, logística – as inovações da Lojas Renner. [S. l.], [20–]. Disponível em: <https://www.projetodraft.com/roupas-mais-sustentaveis-iot-3d-metaverso-tecnologia-logistica-as-inovacoes-da-lojas-renner/>. Acesso em: 18 maio 2025
GARTNER. Principais tendências tecnológicas estratégicas Gartner 2025. [S. l.], 2023. Disponível em: <https://emt.gartnerweb.com/ngw/globalassets/intl-br/information-technology/documents/principais-tend%C3%AAncias-tecnol%C3%B3gicas-estrat%C3%A9gicas-gartner-2025.pdf>. Acesso em: 10 fev. 2025.
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LOGWEB. Digitalização na logística: como é a nossa realidade, quais as tendências para os próximos anos. [S. l.], [20–]. Disponível em: <https://logweb.com.br/digitalizacao-na-logistica-como-e-a-nossa-realidade-quais-as-tendencias-para-os-proximos-anos/>. Acesso em: 05 jun. 2025.
MARUYAMA, Suyami. Gestão da qualidade em projeto e desenvolvimento do produto: contribuição para avaliação da eficácia. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) – Escola Politécnica, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2008. Disponível em: <https://bdta.abcd.usp.br/directbitstream/165bfe55-834a-420a-a220-f7dce4cf8f7e/SUYAMI%20MARUYAMA%20PME08.pdf>. Acesso em: 10 fev. 2025.
MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru; VERONEZE, Fernando. Gestão de projetos: preditiva, ágil e estratégica. [S. l.]: Grupo A, 2021. Disponível em: <https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786559771721/epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3Dcopyright]!/4>. Acesso em: 22 mar. 2025.
MCKINSEY & COMPANY. Automation in logistics: big opportunity, bigger uncertainty. [S. l.], 2023. Disponível em: <https://www.mckinsey.com/industries/logistics/our-insights/automation-in-logistics-big-opportunity-bigger-uncertainty>. Acesso em: 19 fev. 2025.
MCKINSEY & COMPANY. Recalculando a rota: os caminhos da digitalização das cadeias de suprimentos. [S. l.], 2023. Disponível em: <https://www.mckinsey.com/our-insights/all-insights/recalculando-a-rota-os-caminhos-da-digitalizacao-das-cadeias-de-suprimentos>. Acesso em: 19 fev. 2025
MIRANTE. Transformação digital: Petrobras. [S. l.], 2023. Disponível em: <https://www.mirante.net.br/case/petrobras/>. Acesso em: 19 fev. 2025
UDS. Como a transformação digital está mudando a logística. [S. l.], 2023. Disponível em: <https://uds.com.br/blog/como-a-transformacao-digital-esta-mudando-a-logistica/>. Acesso em: 01 ago. 2025.
WIKIPÉDIA. Ciclo PDCA. [S. l.], [20–]. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Ciclo_PDCA>. Acesso em: 19 fev. 2025
Resumo executivo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso da Especialização em Gestão de Projetos do MBA USP/Esalq
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