Resumo Executivo

30 de abril de 2026

Custos e viabilidade econômica da chia no norte do Paraguai

Juelto Calderan; Risely Ferraz Almeida

Resumo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.

A expansão da cultura da chía (Salvia hispânica) no território paraguaio representa um fenômeno produtivo e econômico que alterou a dinâmica do agronegócio regional na última década. O ingresso dessa oleaginosa no país ocorreu entre 2010 e 2012, período marcado por incertezas técnicas e um mercado ainda informal, onde os produtores iniciavam o cultivo sem o domínio pleno do manejo agronômico (CADEP, 2013). Naquela fase inicial, os rendimentos oscilavam entre 100 kg e 200 kg por hectare, com a comercialização dependente de atravessadores que operavam com pagamentos diferidos. Entretanto, a adaptação da planta às condições edafoclimáticas locais e a crescente demanda global por superalimentos impulsionaram o Paraguai à posição de um dos principais produtores e exportadores mundiais (FAO, 2012). Atualmente, o país alcança 43 mercados internacionais, com volumes de exportação que variam entre 45.000 e 60.000 toneladas anuais, gerando divisas que superam 100 milhões de dólares (REDIEX, 2024). Essa evolução consolidou a chía como uma alternativa de renda fundamental, especialmente para a região norte do país, onde o mercado internacional reconhece a qualidade do grão paraguaio e prioriza sua aquisição frente a outros competidores (Ozorio, 2024).

A viabilidade do cultivo em solos arenosos e argilosos, predominantes no norte paraguaio, constitui uma das principais vantagens competitivas da espécie. A integração da chía ao sistema de semeadura direta, ocorrendo geralmente após a colheita da soja de verão, permite o aproveitamento da palhada e dos resíduos de fertilizantes aplicados na cultura anterior (Wojciechowski, 2023). O manejo envolve o uso de adubos verdes, como o milheto, que são dessecados em meados de abril para a posterior semeadura da chía sobre a cobertura vegetal. Esse processo é sensível às variações térmicas, uma vez que temperaturas superiores a 33 °C durante a germinação podem comprometer o estande de plantas, assim como o excesso de chuvas no período de colheita prejudica a qualidade final do produto (Ayerza & Coates, 2005). A estrutura produtiva envolve atualmente entre 4.000 e 6.000 produtores, abrangendo desde pequenas propriedades até grandes explorações mecanizadas, devido ao baixo investimento inicial requerido e às margens de lucro atrativas, com preços de venda que historicamente flutuam entre 1,4 e 2,0 dólares por quilograma (CADEP, 2023).

O planejamento econômico da produção exige uma análise rigorosa dos custos operacionais e dos fatores de risco. A chía se posiciona como um dos cultivos mais econômicos da agricultura mecanizada paraguaia, com investimentos que oscilam entre 350 e 450 dólares por hectare (CADEP, 2023). Essa rentabilidade é sustentada pela baixa exigência de fertilização complementar e pelo uso compartilhado da mesma infraestrutura e maquinário destinados às commodities tradicionais, como soja e milho (Ozorio, 2024). A combinação de custos controlados com rendimentos que podem atingir 900 kg por hectare em condições ideais coloca o Paraguai em um patamar de eficiência produtiva global (REDIEX, 2024). O entendimento detalhado dessa estrutura de custos é essencial para garantir a sustentabilidade financeira do produtor frente à volatilidade dos preços internacionais e às variações climáticas que podem afetar a produtividade nas zonas de solos arenosos.

A caracterização técnica da produção em solos de textura franco-arenosa exige a compreensão das limitações químicas e físicas do ambiente. No distrito de Capiibary, localizado no departamento de San Pedro, o clima subtropical úmido, com precipitação média anual entre 1.500 mm e 1.700 mm, favorece o desenvolvimento vegetativo, embora a ausência de uma estação seca definida demande atenção constante ao manejo fitossanitário (Nagy et al., 2020). Os solos da região, classificados majoritariamente como Alfisoles e Ultisoles, apresentam acidez natural e fertilidade moderada a baixa, com deficiências crônicas de fósforo e cálcio (JICA, 2015). Para superar tais limitações, a adoção de práticas de correção de pH via encalado e a manutenção da matéria orgânica através da semeadura direta são imperativas para viabilizar a agricultura intensiva (Ozorio, 2023). A economia local depende intrinsecamente dessas atividades agropecuárias, onde a chía atua como um cultivo de safrinha de alta rentabilidade, complementando o ciclo produtivo anual e otimizando o uso da terra e dos recursos disponíveis na propriedade rural.

A metodologia aplicada para a determinação da viabilidade econômica baseou-se em um estudo de caso detalhado em uma propriedade rural situada a 15 km da cidade de Capiibary. A área total destinada à produção de chía compreende 4.000 hectares, inserida em um contexto produtivo que também engloba 5.000 hectares de soja e 3.500 hectares de gergelim. O levantamento de dados abrangeu as safras de 2021 a 2024, utilizando registros contábeis reais da estância para compor a planilha de custos operacionais e insumos. A coleta de informações focou nos custos variáveis diretos, desconsiderando custos fixos e depreciações, visto que a infraestrutura e o maquinário já estão plenamente estabelecidos e são compartilhados com outras culturas de renda (CADEP, 2023). Essa abordagem metodológica permite calcular a rentabilidade marginal de forma precisa, refletindo a realidade financeira imediata do produtor no norte do Paraguai (Ozorio, 2024).

O detalhamento das operações mecanizadas foi realizado a partir de cotações atualizadas no mercado local de San Pedro. A semeadura foi executada com o uso de correntão, ao custo de 15 dólares por hectare, enquanto a colheita mecânica representou o maior gasto operacional unitário, fixado em 90 dólares por hectare. Outras intervenções incluíram a aplicação aérea via drone, custando 13,5 dólares por hectare, e a lavoura com grade pesada, ao valor de 45 dólares por lance. Esses valores refletem as condições específicas de trabalho em solos de textura franco-arenosa, onde a eficiência das máquinas é influenciada pela topografia e pela resistência do solo. A verificação desses dados ocorreu por meio de consultas diretas a prestadores de serviços da região, garantindo que os preços utilizados na análise fossem condizentes com a prática comercial vigente durante o período do estudo.

No que tange aos insumos agrícolas, a análise considerou a utilização de 7 kg de sementes de chía negra orgânica por hectare, com valor de 3 dólares por quilograma. A correção do solo foi um componente crítico, utilizando 4651 kg de corretivo dolomítico por hectare, ao custo unitário de 0,059 dólares por quilograma. O manejo fitossanitário incluiu herbicidas específicos, como Polux Full e Traspect, além de inseticidas como Fiprofur e Emamex, aplicados conforme o calendário técnico e as necessidades observadas em campo. A fertilização foi realizada com a fórmula 21-00-00, na dosagem de 59,81 kg por hectare, custando 0,385 dólares por quilograma. Todas as dosagens e aplicações seguiram as recomendações técnicas oficiais e os protocolos de fornecedores adaptados às características dos solos da série Capiibary (MAG, 2022).

Para a avaliação da rentabilidade, utilizou-se o indicador de relação benefício/custo (B/C), fundamentado na teoria de investimentos onde um valor superior a 1 indica que os benefícios superam os custos totais atualizados. O estudo também incorporou uma análise de sensibilidade tradicional, projetando três cenários distintos para lidar com as incertezas de mercado e clima. O cenário médio, considerado o mais provável, adotou um rendimento de 500 kg por hectare e um preço de venda de 1,70 dólares por quilograma. O cenário pessimista previu uma redução na produtividade para 400 kg por hectare e um preço de 1,50 dólares por quilograma, enquanto o cenário otimista estimou 700 kg por hectare a um preço de 2,0 dólares por quilograma. Essa estrutura analítica permitiu identificar os pontos de equilíbrio econômico e a resiliência do projeto diante de variações nas variáveis críticas de preço e rendimento (Ozorio, 2024).

Os resultados demonstram que o custo total estimado para a produção de chía na área de 4.000 hectares totalizou 1.475.440 dólares, o que resulta em um custo médio de 368,86 dólares por hectare. Esse valor apresenta uma otimização significativa quando comparado à literatura técnica recente, que reporta custos médios de 389,04 dólares por hectare para sistemas similares (MAG, 2023). A eficiência operacional observada na propriedade de Capiibary é fruto da padronização das práticas agronômicas e do aproveitamento integral dos recursos internos. Na composição dos custos, os insumos representam a maior parcela, totalizando 230,95 dólares por hectare, seguidos pelos custos de colheita e plantio. O frete foi calculado em 1,91 dólares por hectare, completando a estrutura de gastos diretos necessários para levar o produto até o ponto de comercialização primária.

Ao comparar a chía com outros cultivos de renda tradicionais no Paraguai, observa-se uma posição intermediária em termos de investimento. Enquanto a soja demanda entre 420 e 480 dólares por hectare e o gergelim entre 320 e 370 dólares, a chía oferece vantagens competitivas em termos de demanda internacional e menor pressão de pragas (CAPECO, 2023). A análise dos ingressos para o cenário base revelou uma produção total de 2.000.000 kg para os 4.000 hectares, gerando uma receita bruta de 3.400.000 dólares. Após a dedução dos custos operacionais totais, a utilidade neta situou-se em 1.838.000 dólares. A relação benefício/custo de 2,17 indica que, para cada dólar investido, o produtor obtém um retorno de 2,17 dólares, confirmando a alta rentabilidade do cultivo sob condições médias de manejo e mercado.

A análise de sensibilidade reforça a viabilidade do projeto mesmo em condições adversas. No cenário pessimista, com rendimento de 400 kg por hectare e preço de 1,50 dólares por quilograma, a relação B/C manteve-se em 1,53, com uma utilidade neta de 113,24 dólares por hectare. Esse resultado é crucial, pois demonstra que o cultivo de chía em Capiibary consegue superar o ponto de equilíbrio econômico mesmo diante de quedas na produtividade ou nos preços internacionais. Por outro lado, o cenário otimista revelou um potencial extraordinário, com uma relação B/C de 3,58 e utilidade neta de 545,67 dólares por hectare, posicionando a chía como uma das opções mais lucrativas para o sistema de safrinha no norte do país (La Nación, 2024). Esses dados são consistentes com relatos de produtores da região de San Pedro que alcançaram rendimentos excepcionais através do manejo técnico rigoroso (REDIEX, 2024).

A discussão dos resultados aponta que o preço de venda é o fator mais crítico para a rentabilidade, estando fortemente vinculado à dinâmica dos mercados externos. Como a chía paraguaia é destinada quase exclusivamente à exportação, seu valor está sujeito a flutuações de demanda em países como Estados Unidos, Alemanha e Japão. O preço base de 1,70 dólares por quilograma utilizado neste estudo reflete contratos reais fechados durante a safra 2023/2024, situando-se dentro da faixa histórica de 1,40 a 2,0 dólares observada nos últimos ciclos (La Nación, 2024). Pesquisas anteriores no departamento de San Pedro indicam que produtores médios frequentemente enfrentam variações de preço dependendo do canal de comercialização, seja via venda direta na fazenda ou através de cooperativas e intermediários (Ramírez & Valdez, 2022).

A consolidação do Paraguai como um dos três maiores exportadores mundiais de chía conferiu ao país uma reputação de qualidade e volume que auxilia na estabilização dos preços, mesmo em anos de alta oferta internacional (OEC, 2024). No entanto, a Câmara Paraguaia de Exportadores alerta que atrasos logísticos ou a falta de certificações de qualidade, como a orgânica, podem impactar negativamente os preços recebidos pelo produtor (CAPECO, 2023). A adoção de boas práticas agrícolas não apenas garante a produtividade, mas assegura o acesso aos mercados mais exigentes, onde os prêmios de preço são mais elevados. A sustentabilidade financeira do cultivo, portanto, depende de uma gestão que equilibre a eficiência nos custos de produção com a excelência na qualidade do grão colhido.

As implicações práticas deste estudo sugerem que a chía representa uma alternativa robusta para a diversificação agrícola em zonas de solos arenosos. A capacidade da cultura de gerar margens positivas mesmo em cenários de baixa produtividade oferece uma rede de segurança financeira para o agricultor. Além disso, a integração da chía no sistema de rotação de culturas contribui para a melhoria das condições físicas do solo e para o controle de plantas daninhas, reduzindo a necessidade de herbicidas em cultivos subsequentes (MAG, 2022). O baixo requerimento de investimento adicional em maquinário facilita a adoção por produtores que já operam com soja e milho, permitindo uma transição suave para um sistema produtivo mais diversificado e resiliente.

Apesar dos resultados favoráveis, é necessário reconhecer as limitações impostas pelo clima e pela logística regional. A sensibilidade da chía ao excesso de umidade durante a colheita exige uma infraestrutura de secagem e armazenamento eficiente, que nem sempre está disponível para todos os estratos de produtores. Pesquisas futuras devem focar no desenvolvimento de variedades mais resistentes a variações térmicas extremas e na otimização da logística de transporte para reduzir o impacto do frete na margem líquida. A expansão de programas de certificação também se mostra um caminho promissor para agregar valor ao produto paraguaio no cenário global, garantindo a sustentabilidade do setor a longo prazo.

A análise detalhada dos componentes de custo revelou que a gestão eficiente dos insumos e a precisão nas operações mecanizadas são os pilares da competitividade em Capiibary. O uso de tecnologia, como a aplicação via drone e a semeadura direta sobre palhada, demonstra o nível de tecnificação alcançado pelos produtores do norte do Paraguai. Essa eficiência operativa é o que permite ao país competir com outros produtores globais, mantendo custos de produção atrativos e margens de lucro que sustentam o crescimento contínuo da área plantada. A chía deixou de ser uma cultura de “sorte” para se tornar um componente estratégico e cientificamente manejado do agronegócio paraguaio.

A estabilidade econômica proporcionada pela chía tem reflexos sociais importantes na região de San Pedro, fomentando o comércio local de insumos e serviços agrícolas. A criação de empregos diretos e indiretos na cadeia de processamento e exportação fortalece a economia rural, reduzindo a dependência de poucas commodities. O sucesso do modelo produtivo observado na propriedade estudada serve de referência para outras regiões com características edafoclimáticas semelhantes, demonstrando que é possível alcançar alta rentabilidade em solos considerados marginais para outras culturas, desde que haja o emprego correto de tecnologia e gestão financeira.

Conclui-se que o objetivo foi atingido, demonstrando que o cultivo de chía em solos arenosos no norte do Paraguai é economicamente viável e altamente rentável, apresentando uma relação benefício/custo de 2,17 no cenário médio e mantendo a lucratividade mesmo em condições pessimistas. A estrutura de custos operacionais de 368,86 dólares por hectare revela uma gestão eficiente dos recursos, permitindo que a cultura supere o ponto de equilíbrio com rendimentos a partir de 400 kg por hectare. A posição estratégica do Paraguai no mercado global, aliada à adaptação técnica do cultivo ao sistema de semeadura direta, consolida a chía como uma alternativa sustentável e lucrativa para a diversificação do agronegócio regional, garantindo retornos financeiros significativos e estabilidade para os produtores da zona norte.

Referências Bibliográficas:

Agencia Japonesa De Cooperación Internacional (JICA). 2015. Estudio de desarrollo agrícola para la región norte del Paraguay: Informe de suelos y capacidad de uso de la tierra. Asunción, Paraguay. JICA. 145 p.

Ayerza, R.; Coates, W. 2005. Chia: Rediscovering a Forgotten Crop of the Aztecs. Tucson, AZ, EUA. University of Arizona Press. 216 p.

Centro De Análisis Y Difusión De La Economía Paraguaya (CADEP). 2013. El cultivo de la chía en Paraguay: Una evaluación inicial de la campaña 2012/2013. Revista de Análisis Económico. 15(2): 45-60. Asunción, Paraguay.

Centro De Análisis Y Difusión De La Economía Paraguaya (CADEP). 2023. Rentabilidad y perspectivas de los cultivos de renta en Paraguay. Análisis de la campaña 2022/2023. Asunción, Paraguay. CADEP. 30 p. Consultado el 10 de setiembre de 2025. Disponible en: https://www.cadep.org.py/

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Nagy, G.J.; Oviedo, S.E.; Cáceres, L.A. 2020. Caracterización agroclimática de las principales zonas productoras de Paraguay. En: Revista de Investigación Agraria y Ambiental. 11(2): 45-60. Asunción, Paraguay.

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Organización De Las Naciones Unidas Para La Alimentación Y La Agricultura (FAO). 2012. El estado de los mercados de productos básicos agrícolas 2012. Roma, Italia. FAO. 98 p. Consultado el 10 de setiembre de 2025. Disponible en: http://www.fao.org/

Ozorio, G. 2023. Manejo y productividad de chía en suelos de la serie Capiibary. Ponencia presentada en el V Congreso Paraguayo de Suelos. Asunción, Paraguay. 15 p.

Ozorio, G. 2024. Entrevista personal sobre la cadena de exportación de chía. [Entrevista]. 15 de junio de 2024. Asunción, Paraguay.

Ramírez, E. y Valdez, M. 2022. Análisis económico del cultivo de chía en pequeños y medianos productores del norte de Paraguay. Universidad Nacional de Concepción.

Red de Inversiones y Exportaciones (REDIEX). 2024. Reporte de exportaciones de chía: Período Enero – mayo 2024. Asunción, Paraguay. REDIEX. 5 p. Consultado el 10 de setiembre de 2025. Disponible en: https://www.rediex.gov.py/

Wojciechowski, J.C. 2023. Adaptación edafoclimática de Salvia hispánica L. en suelos del norte paraguayo. Trabalho de grado de Ingeniería Agronómica. San Lorenzo, Paraguay. Facultad de Ciencias Agrarias, Universidad Nacional de Asunción (FCA-UNA). 85 p.

Resumo executivo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso da Especialização em Agronegócios do MBA USP/Esalq

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