Resumo Executivo

Imagem Regionalização do Key Account Management na Indústria de Suplementos

31 de março de 2026

Regionalização do Key Account Management na Indústria de Suplementos

Antônio César Araújo Martins Filho; Michele Cristina Inocêncio

Resumo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.

O mercado de produtos naturais e de suplementação alimentar atravessa um período de transformação profunda, impulsionado por uma mudança estrutural no comportamento do consumidor contemporâneo. A busca por saúde, bem-estar e longevidade deixou de ser uma tendência de nicho para se tornar um pilar central do consumo global, refletindo transformações culturais que valorizam a qualidade de vida. Conforme aponta Martins (2024), o consumidor brasileiro demonstra uma atenção crescente à adoção de hábitos saudáveis, o que gera uma pressão positiva sobre a indústria para o fornecimento de soluções nutricionais de alta performance e procedência garantida. Nesse ambiente de alta demanda, a indústria de bens de consumo enfrenta o desafio de operar em um cenário dinâmico, caracterizado por margens de lucro competitivas e pela necessidade de inovação constante. A complexidade das relações comerciais, especialmente com grandes redes varejistas e distribuidores, exige que as organizações desenvolvam competências que vão além da simples transação de mercadorias. É nesse contexto que o Key Account Management surge como uma prática estratégica vital, funcionando como um diferencial no desempenho comercial ao permitir a construção de estratégias personalizadas para clientes que possuem relevância crítica para o faturamento e para a imagem da marca (Feste; Ivens; Pardo, 2022).

A gestão de contas-chave fundamenta-se na premissa de que nem todos os clientes devem ser tratados de forma idêntica, uma vez que uma parcela pequena de compradores geralmente responde por uma parte significativa da receita e do potencial de crescimento de uma empresa. Segundo Homburg et al. (2000), a implementação de programas eficazes de gestão de contas-chave contribui para a criação de vantagem competitiva sustentável, reduzindo barreiras de comunicação e promovendo um alinhamento estratégico que beneficia tanto o fornecedor quanto o comprador. No setor de bens de consumo, essa prática é essencial para lidar com a fragmentação do mercado e com a exigência por inovações tecnológicas que atendam a consumidores cada vez mais seletivos. Rego (2016) reforça que a gestão de contas-chave atua como um mecanismo de defesa e ataque em mercados saturados, permitindo que a indústria se antecipe às necessidades do varejo e crie soluções conjuntas que aumentem a rentabilidade de toda a cadeia de suprimentos. A adoção desses modelos torna-se ainda mais urgente em setores que apresentam crescimento moderado, como o de suplementação no Brasil, onde as taxas anuais oscilam entre 3% e 6% (ABENUTRI, 2023; ABIFINA, 2023). Para superar essa média setorial, as empresas precisam abandonar abordagens genéricas e investir em estratégias gerenciais específicas, como a negociação de pontos extras, o desenvolvimento de categorias e o estímulo à criação de demanda no ponto de venda.

A relevância do marketing business-to-business no fortalecimento dessas relações é destacada por Kotler e Keller (2012), que posicionam a gestão de clientes-chave como uma das práticas mais críticas para o sucesso organizacional, pois concentra esforços nos parceiros que exercem maior influência sobre os resultados financeiros. O Key Account Management não deve ser visto apenas como uma função de vendas, mas como uma abordagem estratégica capaz de fortalecer relacionamentos de longo prazo e impulsionar a previsibilidade da receita. O avanço tecnológico e o acesso facilitado à informação transformaram o perfil do comprador profissional, tornando-o mais exigente e consciente de seu poder de barganha (Franco; Sant’anna, 2020). A consolidação de uma marca no mercado está intrinsecamente ligada à sua capacidade de interagir com esses clientes estratégicos de forma consultiva e colaborativa (Zupancic, 2002). Assim, a gestão de contas-chave impacta não apenas o volume de vendas imediato, mas também a reputação da marca e sua sustentabilidade em um ecossistema de negócios cada vez mais interconectado.

As transformações digitais e a ascensão de novos canais de distribuição, como os marketplaces e os modelos omnichannel, ampliaram a complexidade da gestão comercial. Estudos recentes indicam que a integração de diferentes canais de vendas e o alinhamento de comunicação tornaram-se requisitos de sobrevivência (McKinsey & Company, 2022; Deloitte, 2021). Nesse cenário, a regionalização da gestão de contas-chave surge como uma resposta à necessidade de maior proximidade física e cultural com os clientes. Compreender as especificidades de cada mercado regional permite que a indústria adapte suas propostas de valor, garantindo que as estratégias globais da empresa sejam traduzidas de forma eficaz para a realidade local. A presente análise foca justamente no impacto dessa regionalização nos resultados comerciais e no relacionamento com contas-chave dentro do setor de produtos naturais e suplementação, utilizando o estado do Rio de Janeiro como recorte empírico para avaliar como a presença local de um gestor especializado pode destravar o potencial de crescimento e consolidar parcerias duradouras.

A metodologia aplicada para a compreensão deste fenômeno consistiu em um estudo observacional e analítico, utilizando uma abordagem mista que integrou dados quantitativos e qualitativos. A pesquisa foi conduzida em uma empresa de bens de consumo de atuação nacional, com forte presença no segmento de suplementação. O foco central da investigação foi o processo de implementação da regionalização da função de Key Account no estado do Rio de Janeiro, ocorrido a partir do segundo semestre de 2024. Para garantir a precisão da análise, estabeleceu-se uma comparação entre dois períodos distintos: o primeiro semestre de 2024, caracterizado por uma gestão comercial centralizada e sem atuação local de um gestor de contas-chave, e o primeiro semestre de 2025, período em que a função já estava plenamente operacional na região. A escolha de períodos com a mesma sazonalidade foi fundamental para mitigar variáveis externas e assegurar que as variações encontradas fossem, de fato, reflexo das mudanças na estratégia de gestão.

A seleção das contas-chave analisadas obedeceu a critérios rigorosos de relevância estratégica, incluindo a participação no faturamento total da região, o potencial de expansão e a influência que esses clientes exercem como referência no mercado local. Três grandes contas foram selecionadas, representando um volume significativo de vendas e servindo como termômetro para a eficácia das novas práticas de gestão. A abordagem mista permitiu que os indicadores quantitativos de desempenho de vendas fossem interpretados à luz de elementos qualitativos, como a percepção de confiança e a qualidade do relacionamento estabelecido. Conforme defendem Creswell e Clark (2017), essa combinação metodológica oferece uma visão mais profunda do objeto de estudo, permitindo que métricas objetivas sejam contextualizadas por evidências descritivas sobre os processos operacionais e relacionais.

Os dados quantitativos foram extraídos de relatórios internos da organização, focando em indicadores de sell-in, que representam as vendas da indústria para o varejo, e dados de sell-out de um dos clientes principais, que indicam a saída dos produtos para o consumidor final. Essa distinção é crucial, pois permite avaliar se o aumento das vendas da indústria está sendo acompanhado pelo giro efetivo dos produtos nas lojas, evitando o acúmulo de estoques improdutivos. Já os registros qualitativos foram obtidos por meio do acompanhamento das estratégias de relacionamento, incluindo o mapeamento do perfil dos clientes e o registro de reuniões presenciais. A triangulação desses dados, comparando relatórios de sistemas de vendas com os registros de atividades de campo, garantiu a confiabilidade das informações e reduziu o risco de vieses. O estudo limitou-se ao contexto do Rio de Janeiro, não pretendendo extrapolar os resultados para toda a indústria, mas sim fornecer insights valiosos sobre o papel do Key Account Management regionalizado em mercados com características específicas.

No período anterior à implementação da regionalização, correspondente ao primeiro semestre de 2024, a operação comercial da empresa no Rio de Janeiro era conduzida de forma centralizada por vendedores internos localizados no escritório central. A comunicação com os clientes ocorria predominantemente de forma on-line, o que limitava a profundidade do relacionamento e a compreensão das dinâmicas locais. Nesse modelo, não existiam planos estratégicos específicos para as contas-chave da região, e a gestão de investimentos em trade marketing era dispersa, sem um foco claro em contrapartidas mensuráveis. O acompanhamento dos indicadores de sell-out era limitado, o que impedia a indústria de reagir rapidamente a problemas de giro de estoque ou falta de visibilidade dos produtos nas gôndolas. Essa estrutura configurava um cenário de gestão reativa, onde o contato com os clientes era fragmentado e muitas vezes restrito a tratativas operacionais pontuais.

A ausência de um gestor local implicava em desafios significativos nas negociações, pois faltava o entendimento detalhado sobre a rede de lojas do cliente e sobre o perfil do consumidor carioca. Sem essa proximidade, era impossível elaborar projeções de vendas precisas, o que gerava incertezas tanto para a indústria quanto para o varejista. As propostas comerciais tendiam a ser genéricas e pouco aderentes às necessidades específicas de cada conta, resultando em uma percepção de parceria enfraquecida. A falta de uma visão de longo prazo impedia que o potencial total das contas-chave fosse explorado, criando barreiras para o crescimento conjunto. Esse distanciamento resultava em oscilações nos resultados comerciais e em um desempenho que ficava aquém do potencial de mercado da região, evidenciando que o modelo centralizado não conseguia capturar as oportunidades geradas pela complexidade do varejo local.

A partir de outubro de 2024, a introdução da função de Key Account regionalizado alterou fundamentalmente essa dinâmica. A variável principal dessa mudança foi a proximidade estratégica, que permitiu a criação de um dossiê completo sobre cada cliente, abrangendo desde o comportamento de compra até o posicionamento geográfico das lojas. O entendimento minucioso sobre a importância de cada rede, seja pelo faturamento ou pela influência sobre o público consumidor, permitiu a elaboração de planos de ação adaptados. Por exemplo, identificou-se que uma rede de farmácias exige uma abordagem de execução e sortimento completamente diferente de um varejo alimentar. A segmentação deixou de ser apenas por perfil de negócio e passou a ocorrer em nível de loja, permitindo que redes com mais de 160 unidades recebessem um planejamento assertivo, onde o nível de exposição e a quantidade de produtos variavam de acordo com a classificação de cada ponto de venda.

Essa nova abordagem gerou oportunidades de crescimento que iam além da simples transação comercial. A interação entre a indústria e o varejo passou a incluir a criação conjunta de calendários promocionais anuais, respeitando a sazonalidade regional e aproveitando eventos locais de grande impacto, como a maratona do Rio de Janeiro no mês de junho, período de alta demanda por suplementos. Além disso, a presença do gestor local facilitou a negociação com as equipes de trade marketing das redes varejistas, permitindo a padronização do posicionamento dos produtos conforme planogramas específicos e a classificação de lojas para otimizar os investimentos. A abertura de espaços físicos privilegiados para a exposição dos produtos aumentou a visibilidade da marca frente à concorrência, elevando o volume de vendas e fortalecendo a percepção de valor por parte do cliente.

A gestão dos investimentos comerciais tornou-se mais eficiente com a regionalização. Verbas de trade, descontos e bonificações passaram a ser vinculados a contrapartidas mensuráveis, como presença em eventos ou melhoria na exposição em gôndola. Essa prática não apenas impulsionou as vendas, mas também permitiu um controle mais rigoroso do retorno sobre o investimento, um indicador crítico para a sustentabilidade financeira da indústria. O monitoramento sistemático do sell-in e do sell-out tornou a receita mais previsível e permitiu ajustes rápidos nas estratégias de reposição, reduzindo drasticamente as rupturas de estoque. A proximidade física e o contato frequente com os decisores locais reduziram as barreiras de comunicação, permitindo que demandas que antes levavam semanas para serem aprovadas em fluxos internos complexos fossem resolvidas com agilidade, fortalecendo a confiança mútua.

Os resultados quantitativos confirmam a eficácia dessa transição. Ao comparar o primeiro semestre de 2024 com o mesmo período de 2025, observou-se um salto no valor de sell-in de 1.034.032 para 1.451.646, representando um crescimento de 40%. Esse avanço é notável quando contrastado com a média de crescimento do setor, que se situa entre 3% e 6% ao ano. O fato de não ter havido reajustes de preços ou campanhas de marketing globais no período reforça que o crescimento foi fruto direto da melhoria na gestão das contas-chave e da adequação das ações ao perfil local. Entre os meses de maio e junho de 2025, a variação positiva chegou a atingir 141% em relação ao ano anterior, sugerindo que a gestão ativa e a proximidade estratégica foram capazes de destravar negociações que estavam estagnadas no modelo anterior. Esse padrão de crescimento acelerado após a implementação de modelos de gestão de contas-chave é corroborado pela literatura acadêmica, que aponta a regionalização como um fator de fortalecimento competitivo em mercados concentrados (Silva; Farias, 2019).

O desempenho de sell-out também apresentou melhorias significativas, como demonstrado no caso de um dos clientes estratégicos, onde o crescimento foi de 65% no comparativo entre os semestres, saindo de 501.215 para 827.443. Esse alinhamento entre o que a indústria vende para o varejo e o que o varejo vende para o consumidor final é o indicador mais robusto de que a estratégia de Key Account Management está funcionando. Ele comprova que a atuação do gestor regional não se limitou a “empurrar” estoque para o cliente, mas envolveu uma colaboração real para garantir que o produto tivesse giro no ponto de venda. Como ressaltam Kotler e Keller (2012), relacionamentos estratégicos de longo prazo geram impactos diretos na receita e na fidelização, aspectos que ficaram evidentes na análise deste caso. A criação de valor ocorreu de forma multidimensional, beneficiando a indústria com maior previsibilidade e o varejo com um suporte mais qualificado e personalizado.

A análise qualitativa revelou que a criação de valor em programas de Key Account Management depende de premissas fundamentais, como a visão de longo prazo, a expectativa de ganha-ganha e a troca intensa de informações. No Rio de Janeiro, essas premissas se traduziram em transparência nas decisões e no co-planejamento das ações comerciais. A atuação do gestor de contas-chave permitiu que a empresa superasse a visão puramente transacional e passasse a ser vista como um parceiro estratégico capaz de contribuir para o crescimento do negócio do cliente. Esse caráter relacional é amplamente reconhecido como um potencializador de resultados sustentáveis (Souza et al., 2016; Lima; Cavalcanti, 2020). Em setores fragmentados e em desenvolvimento, como o de suplementação, o impacto positivo dessa abordagem tende a ser ainda mais pronunciado, exigindo que as empresas adaptem práticas internacionais à realidade do mercado brasileiro (Rocha; Silva, 2018).

A implementação efetiva do Key Account Management exige, contudo, investimentos em capacitação e sistemas de informação robustos. A ausência de uma cultura organizacional orientada para o relacionamento pode transformar a prática em uma mera formalidade, sem resultados práticos. No caso estudado, a integração entre as áreas de marketing, logística e vendas foi um fator determinante para o sucesso da regionalização, promovendo uma visão sistêmica que fortaleceu a proposta de valor entregue ao cliente. A gestão de contas-chave não deve ser interpretada apenas como uma função comercial isolada, mas como um elo estratégico que conecta a organização aos seus principais parceiros de mercado. Em um cenário de globalização das cadeias de consumo e aumento do poder de barganha dos grandes varejistas, a adoção de modelos estruturados de gestão torna-se um requisito para a manutenção da competitividade.

Em síntese, os dados apresentados funcionam como evidência exploratória do potencial da regionalização para acelerar resultados e criar valor mútuo. O impacto observado transcende os números de vendas, alcançando dimensões operacionais e estratégicas que consolidam a posição da empresa no mercado. A gestão de contas-chave no Rio de Janeiro revelou-se uma alavanca tática poderosa, capaz de gerar crescimento sustentável mesmo em um segmento de expansão moderada. A transição do modelo centralizado para o regionalizado permitiu que a indústria saísse de uma postura reativa para uma atuação proativa e consultiva, estabelecendo um novo patamar de excelência no atendimento aos clientes estratégicos. O sucesso dessa iniciativa reforça a necessidade de as empresas de bens de consumo continuarem investindo em modelos de gestão que priorizem a proximidade, a personalização e a colaboração como pilares para o sucesso comercial de longo prazo.

Conclui-se que o objetivo foi atingido, uma vez que a pesquisa demonstrou que a gestão de contas-chave com presença local contribui de forma significativa para o aumento do desempenho de vendas e para o fortalecimento do relacionamento com clientes estratégicos no setor de produtos naturais e suplementação. A implementação do modelo regionalizado no Rio de Janeiro resultou em um crescimento de 40% no sell-in e de 65% no sell-out de contas principais, superando amplamente a média setorial e comprovando que a proximidade estratégica permite a criação de valor mútuo e a otimização dos investimentos comerciais. Apesar das limitações geográficas e temporais do estudo, os resultados evidenciam que o Key Account Management, quando estruturado de forma sistemática e integrada à estratégia corporativa, funciona como um vetor essencial de competitividade e sustentabilidade para a indústria de bens de consumo em mercados altamente dinâmicos.

Referências Bibliográficas:

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Resumo executivo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso de MBA em Gestão de Vendas

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