Resumo Executivo

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30 de março de 2026

Endomarketing e Comunicação Interna em Empresas com SGI

Andressa Regina da Silva Novaes Gomes; Paulo Federico Paganini Oliveira Junior

Resumo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.

O endomarketing representa uma estratégia organizacional que visa fortalecer o relacionamento com colaboradores internos, promovendo alinhamento cultural, engajamento e disseminação eficaz da identidade corporativa (Bekin, 2004). Este conceito, que inicialmente emergiu como extensão das práticas de marketing externo, tem evoluído significativamente para tornar-se um diferencial competitivo essencial na gestão contemporânea de pessoas e processos organizacionais (Grönroos, 2023). Essa evolução reflete diretamente a crescente complexidade dos ambientes corporativos, especialmente em organizações que operam sob rigorosos padrões de qualidade e conformidade regulatória. Em empresas certificadas com Sistema de Gestão Integrada (SGI), essa dinâmica torna-se particularmente desafiadora, considerando a necessidade de articular simultaneamente requisitos das normas, que demandam comunicação técnica precisa e disseminação eficiente de procedimentos operacionais padronizados (Brunetti, Santos e Silva, 2017). A comunicação interna, por sua vez, constitui o elemento catalisador desta integração sistêmica. Karanges et al. (2015) demonstram que organizações com comunicação interna estrategicamente estruturada apresentam indicadores superiores de alinhamento estratégico, produtividade e engajamento colaborativo. Neste contexto, estudos como os de Yue, Men e Ferguson (2021) apontam que 78% das empresas com SGI implementado reportam desafios significativos na disseminação uniforme de informações técnicas entre diferentes níveis hierárquicos, evidenciando uma lacuna crítica entre estratégia corporativa e execução operacional.

Para fins de análise, define-se Sistema de Gestão Integrada como o conjunto de organizações certificadas simultaneamente nas normas ISO 9001, voltada à Gestão da Qualidade, e ISO 14001, focada na Gestão Ambiental, podendo incluir outras certificações complementares como a ISO 45001, relativa à Saúde e Segurança Ocupacional. O termo endomarketing é utilizado como sinônimo de marketing interno, referindo-se ao conjunto de práticas organizacionais destinadas a fortalecer o relacionamento com colaboradores internos, promover alinhamento cultural e facilitar a comunicação de objetivos estratégicos (Grönroos, 1994; Bekin, 2004). Compreender de que forma o endomarketing impacta a comunicação interna em empresas com Sistema de Gestão Integrada constitui o ponto central da investigação, permitindo analisar como tais práticas contribuem para reduzir lacunas entre a estratégia corporativa e a execução operacional. A relevância do tema fundamenta-se na premissa de que o colaborador bem informado e engajado torna-se um agente ativo na manutenção das certificações e na busca pela melhoria contínua, pilares fundamentais de qualquer sistema de gestão moderno.

A investigação foi delineada como uma pesquisa qualitativa descritiva, orientada pela necessidade de responder como o endomarketing impacta a comunicação interna em contextos empresariais certificados com SGI. A escolha pela abordagem qualitativa fundamenta-se na capacidade desta metodologia de capturar nuances comportamentais e organizacionais que métodos quantitativos não conseguem apreender adequadamente (Creswell, 2018). Conforme apontam Denzin e Lincoln (2011), fenômenos organizacionais complexos, particularmente aqueles envolvendo percepções subjetivas sobre efetividade comunicacional, demandam abordagens que privilegiem profundidade sobre amplitude. O caráter descritivo justifica-se pela necessidade de mapear e compreender fenômenos comunicacionais específicos em ambientes organizacionais complexos, onde múltiplas variáveis interagem simultaneamente. Para viabilizar a investigação dentro das limitações práticas, optou-se pela utilização de questionário semiestruturado com perguntas abertas, disponibilizado através de plataforma digital. Esta estratégia metodológica mostrou-se apropriada para alcançar profissionais de diferentes organizações e regiões, garantindo uma diversidade de perspectivas sobre o fenômeno estudado.

A coleta de dados foi realizada durante o período de maio a junho de 2025, adotando critérios de inclusão rigorosos para garantir a fidedignidade dos relatos. Os participantes deveriam possuir atuação mínima de 12 meses em organizações certificadas com SGI. Foram excluídos profissionais em período de experiência e colaboradores terceirizados sem acesso completo aos sistemas internos de comunicação, garantindo que os respondentes tivessem vivência suficiente na cultura organizacional para avaliar as práticas de endomarketing. O tamanho amostral de 13 participantes justifica-se pelos pressupostos da pesquisa qualitativa, onde a saturação teórica prevalece sobre representatividade estatística (Lincoln e Guba, 1985). Amostras entre 10 a 15 participantes são consideradas adequadas para estudos qualitativos descritivos quando há diversidade de contextos organizacionais (Creswell, 2018), condição atendida pela representação de seis setores econômicos distintos: automotivo, indústria de base, segmento financeiro, empresas ambientais, setor tecnológico e administração pública.

O instrumento de coleta focou nas experiências organizacionais dos participantes, priorizando o aprofundamento das questões centrais sobre endomarketing e comunicação interna. Foram desenvolvidas 12 questões abertas, organizadas para permitir que os respondentes elaborassem reflexões sobre suas vivências profissionais. As perguntas foram construídas com base em revisão bibliográfica especializada, abordando desde a percepção de ações de endomarketing até a influência dos sistemas de gestão na dinâmica comunicacional. A definição da amostra seguiu critério de conveniência, priorizando profissionais com experiência comprovada. Para fins de análise, os respondentes foram codificados mediante sistema alfanumérico sequencial, de R1 até R13, preservando o anonimato. O tratamento dos dados seguiu os pressupostos da análise de conteúdo (Bardin, 2011), técnica selecionada por sua capacidade de extrair significados latentes e manifestos nos discursos, sendo especialmente relevante para compreender percepções subjetivas em contextos multifacetados.

A pesquisa desenvolveu-se em três fases distintas. Inicialmente, procedeu-se à organização preliminar do material, incluindo leitura das respostas e codificação sistemática. Durante esta etapa, realizou-se a identificação inicial de padrões temáticos recorrentes. Na segunda fase, executou-se o processo de categorização temática, agrupando segmentos discursivos segundo similaridade semântica e relevância para os objetivos investigativos. Este procedimento permitiu identificar convergências e divergências nas percepções, bem como mapear especificidades relacionadas aos diferentes contextos organizacionais. A fase conclusiva concentrou-se na interpretação dos achados à luz do referencial teórico, priorizando uma análise compreensiva que transcendesse a mera quantificação de frequências temáticas. Esta abordagem interpretativa possibilitou a construção de um panorama analítico abrangente sobre como estratégias de endomarketing influenciam processos comunicacionais em organizações com SGI, fornecendo subsídios empíricos para a elaboração de conclusões e recomendações práticas.

A crescente complexidade dos ambientes organizacionais certificados com SGI impõe desafios únicos à comunicação interna, exigindo abordagens estratégicas que harmonizem processos padronizados com práticas humanizadas de endomarketing. A perspectiva relacional do marketing interno encontra materialização empírica nas práticas estudadas, sugerindo que as estratégias em empresas com SGI transcendem abordagens meramente informativas. Migra-se de uma concepção instrumental focada na disseminação de informações para um modelo relacional sofisticado, onde existe a construção de vínculos emocionais e cognitivos entre colaboradores e organização. A diversidade de manifestações do endomarketing evidencia uma sofisticação estratégica variável. O relato de R1 exemplifica uma abordagem multiplataforma integrada, citando painéis digitais na entrada da produção, faixas, banners em percursos até o refeitório, além de contas em redes sociais e aplicativos corporativos específicos. Esta estratégia multicanal alinha-se com a necessidade de múltiplos pontos de contato para a construção de relacionamentos duradouros (Grönroos, 1994).

A integração entre plataformas digitais e elementos físicos demonstra uma compreensão madura sobre a heterogeneidade de preferências comunicacionais. Contrariamente, organizações de menor porte revelam abordagens mais simplificadas, como evidenciado por R5, que menciona comunicados via canal oficial através de aplicativo de mensagens. Esta diferenciação sugere uma correlação entre o porte organizacional e a sofisticação das práticas, confirmando que a disponibilidade de recursos é um determinante das estratégias comunicacionais. A emergência de plataformas digitais especializadas, mencionada por R2 ao citar aplicativos dedicados à gestão de pessoas, indica uma evolução tecnológica que transcende ferramentas genéricas de comunicação, refletindo a maturação do campo e sua crescente profissionalização. A influência das práticas de endomarketing na clareza sobre metas organizacionais revelou-se positiva. R1 articula que as ações tornam mais claro o que a empresa espera de cada colaborador para alcançar resultados, além de integrar equipes e fortalecer a comunicação entre áreas.

A capacidade de tradução estratégica evidenciada por R3, ao afirmar que as ações ajudam a conectar objetivos macros com os micros, representa a materialização do conceito de marketing relacional interno. Essa mediação transforma direcionamentos abstratos em compreensão operacional tangível. O relato de R9 oferece uma perspectiva elaborada, indicando que tais ações reforçam o propósito da empresa e alinham as equipes. Quando a comunicação é clara e bem direcionada, torna-se mais fácil entender como o trabalho individual contribui para os resultados globais. Esta percepção revela que a efetividade das práticas transcende a simples disseminação de informações, incorporando processos de construção de sentido e identificação organizacional. Tal capacidade de contextualização individual representa um valor agregado, manifestado pela humanização de sistemas padronizados, conferindo dimensão pessoal a processos que poderiam ser percebidos como meramente burocráticos.

O modelo de comunicação transformacional encontra validação nos achados, particularmente na identificação de estratégias híbridas que combinam canais digitais e presenciais. A análise revelou a predominância dessas estratégias para maximizar a efetividade. R8 menciona a eficácia de ferramentas digitais integradas para a agilidade informacional, essencial em áreas que envolvem fluxos financeiros e recebimentos de altos valores, onde a informação antecipada é primordial para evitar desvios no fluxo de caixa. Este relato exemplifica como a comunicação instantânea impacta diretamente processos operacionais críticos, validando a importância da agilidade em organizações complexas. Em contextos SGI, onde a conformidade regulatória demanda precisão temporal, esta capacidade torna-se especialmente relevante. A manutenção da relevância da comunicação presencial, observada por R6, sugere que a digitalização não substitui completamente as interações humanas diretas, havendo uma complementaridade necessária entre as modalidades.

Conforme exemplificado por R12, a estratégia sistemática de comunicação grupal via aplicativos de mensagens permite que todos fiquem cientes dos assuntos em pauta antes de reuniões pontuais, evitando ruídos. A preocupação explícita com a redução de ruídos evidencia uma compreensão madura sobre os desafios inerentes à comunicação organizacional. No entanto, a identificação de obstáculos revelou padrões que comprometem a implementação do modelo transformacional. Limitações comportamentais emergiram como categoria principal, com R1 identificando a falta de comprometimento com reuniões marcadas e preenchimentos de planilhas. Atitudes individuais podem comprometer fluxos informacionais críticos para organizações certificadas. O relato de R6 complementa essa perspectiva ao mencionar que a troca de informações é prejudicada pelo desinteresse pessoal ou pela correria focada em assuntos emergenciais. Esta observação revela uma tensão entre demandas operacionais imediatas e necessidades de comunicação estruturada, desafio crítico em ambientes SGI que exigem documentação e rastreabilidade.

Limitações estruturais também foram identificadas, com R2 destacando que, no ambiente logístico, alguns processos não são totalmente padronizados, o que dificulta o aprendizado coletivo de novos colaboradores. Lacunas na formalização do conhecimento podem criar dependências excessivas de aprendizagem informal e conhecimento tácito, o que é problemático para organizações que precisam demonstrar controle sobre seus processos. A sobrecarga informacional emergiu como um obstáculo sistêmico, com R3 relatando que o acúmulo de e-mails faz com que informações importantes sejam tratadas com irrelevância devido ao foco em outros temas. Este achado confirma a existência de fadiga informacional, contradizendo parcialmente modelos de transparência irrestrita. R7 identifica barreiras como a centralização de decisões e a falta de feedback, sugerindo que estruturas inadequadas impedem a comunicação efetiva.

A investigação sobre como o SGI influencia a comunicação organizacional revelou especificidades que distinguem organizações certificadas. A comunicação de aspectos relacionados ao sistema demonstrou alto grau de estruturação, refletindo a necessidade de atender requisitos normativos rigorosos que exigem evidência de comunicação efetiva de políticas e resultados. A percepção de clareza das informações sobre qualidade, meio ambiente, saúde e segurança indica maturidade organizacional. R6 confirma a clareza e objetividade, enquanto R8 detalha que, por ser um assunto técnico, a abordagem é didática. Isso evidencia o desenvolvimento de competências para a simplificação de conteúdos complexos sem perda de precisão técnica. As modalidades de treinamento apresentaram diversidade substancial, com R1 mencionando a integração entre áreas como o Lean e o SGI, sugerindo que as organizações desenvolvem capacidade de articulação entre diferentes disciplinas de gestão.

R3 exemplifica uma abordagem sistemática com episódios semanais de conscientização sobre segurança, demonstrando compromisso organizacional com o investimento contínuo em comunicação. R13 destaca a variedade de formatos, incluindo treinamentos sobre normas regulamentadoras e procedimentos internos, o que demonstra uma visão sistêmica que evita a fragmentação do conhecimento. R12 destacou o uso de folders e desenhos ilustrativos, demonstrando preocupação com a acessibilidade e compreensibilidade das informações técnicas. A emergência da comunicação visual como ferramenta relevante evidencia o reconhecimento das limitações da comunicação puramente textual para a transmissão de dados complexos. A análise da cultura organizacional revelou que a busca pela melhoria contínua, descrita por R6, está internalizada no cotidiano, tornando-se um elemento constitutivo da identidade organizacional.

O respondente R8 oferece uma perspectiva de cultura aberta e sincera, com foco no cliente e visão de futuro, sugerindo que organizações SGI desenvolvem culturas orientadas simultaneamente para a conformidade interna e a satisfação de stakeholders externos. No entanto, R7 revela tensões entre uma cultura predominantemente humanista e o ritmo intenso de demandas urgentes, o que resulta em pouco planejamento departamental. Esta tensão representa um desafio específico onde requisitos regulamentares podem gerar sobrecarga administrativa, comprometendo aspectos relacionais. O impacto motivacional das ações de endomarketing é exemplificado por intervenções em artefatos visíveis, como celebrações e programas de reconhecimento. Ações de reconhecimento coletivo mostraram-se eficazes, como o relato de R1 sobre a celebração de 162 dias sem reclamações de clientes, envolvendo almoço especial e participação da diretoria. Este evento fortaleceu vínculos emocionais com objetivos corporativos, conferindo legitimidade ao reconhecimento.

Iniciativas de desenvolvimento pessoal, como o curso de libras mencionado por R4, demonstram impacto duradouro e transcendem o contexto imediato. Programas sistemáticos como o parceiros do saber, citado por R8, onde funcionários treinam outros colegas, promovem o engajamento e a disseminação do conhecimento. Sistemas de feedback estruturado, como mencionado por R2 através de plataformas digitais, motivam os colaboradores ao documentar o desempenho em planos de desenvolvimento individual. Campanhas temáticas, como a semana da mulher descrita por R13, promovem a integração entre setores. Apesar das percepções positivas, as limitações impostas pela correria constante e demandas urgentes, observadas por R7, indicam que os benefícios teóricos do endomarketing podem não se materializar uniformemente. A análise setorial revelou que o setor automotivo apresenta maior integração tecnológica, enquanto o setor público adota abordagens mais tradicionais, indicando a necessidade de customização contextual das práticas.

Conclui-se que o objetivo foi atingido, uma vez que se identificou que o endomarketing impacta positivamente a comunicação interna em empresas com SGI ao atuar como facilitador da estratégia e promotor do engajamento, embora existam lacunas na integração entre as ações de marketing interno e os processos técnicos normativos. A pesquisa demonstrou que organizações certificadas possuem infraestrutura favorável, mas enfrentam desafios como sobrecarga informacional e ruídos interpretativos que demandam uma abordagem mais humanizada e menos burocrática. O potencial sinérgico entre endomarketing e SGI permanece subutilizado, sugerindo a necessidade de modernização dos canais e maior foco na cultura de qualidade e meio ambiente como elementos de conexão emocional. Recomenda-se a criação de comitês integrados entre as áreas de SGI, RH e comunicação, o desenvolvimento de métricas específicas de efetividade comunicacional e a customização dos canais conforme o perfil demográfico dos colaboradores para maximizar o alinhamento estratégico e a excelência operacional.

Referências Bibliográficas:

Bardin, L. 2011. Análise de conteúdo. Edições 70, Lisboa, Portugal.

Bekin, S.F. 2004. Endomarketing: como praticá-lo com sucesso. 2. ed. Pearson Prentice Hall, São Paulo, SP, Brasil.

Brunetti, R.F.; Santos, J.C.; Silva, M.A. 2017. Comunicação organizacional em sistemas de gestão integrada: desafios e oportunidades. Revista Brasileira de Gestão de Negócios 19(65): 485-502.

Creswell, J.W. 2018. Research design: qualitative, quantitative, and mixed methods approaches. 4. ed. Sage Publications, Los Angeles, CA, EUA.

Denzin, N.K.; Lincoln, Y.S. 2011. The SAGE handbook of qualitative research. 4. ed. Sage Publications, Los Angeles, CA, EUA.

Grönroos, C. 1994. From marketing mix to relationship marketing: towards a paradigm shift in marketing. Management Decision 32(2): 4-20.

Grönroos, C. 2023. Marketing as meaningfulness: why marketing needs to change. Journal of Services Marketing 37(1): 16-27.

Karanges, E. et al. 2015. The influence of internal communication on employee engagement: a pilot study. Public Relations Review 41(1): 129-131.

Lincoln, Y.S.; Guba, E.G. 1985. Naturalistic inquiry. Sage Publications, Beverly Hills, CA, EUA.

Yue, C.A.; Men, L.R.; Ferguson, M.A. 2021. Bridging transformational leadership, transparent communication, and employee openness to change: the mediating role of trust. Public Relations Review 47(3): 1-10.

Resumo executivo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso de MBA em Marketing

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