22 de abril de 2026
Determinantes da rentabilidade no seguro agrícola brasileiro
Esdras Bucalon Oliveira; Matheus Luís Docema
Resumo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.
O setor agrícola desempenha um papel de extrema relevância na economia brasileira, sendo um dos principais motores do Produto Interno Bruto e da balança comercial do país. No entanto, a produção no campo é inerentemente marcada por incertezas e riscos biológicos, climáticos e de mercado que afetam diretamente a estabilidade financeira dos produtores rurais. Diante desse cenário de vulnerabilidade, o seguro agrícola consolida-se como um instrumento estratégico fundamental para a mitigação de perdas, permitindo a transferência de riscos entre os agricultores, o governo e as companhias seguradoras (Pacheco et al., 2013). A relevância desse mecanismo é evidenciada pelo crescimento expressivo do mercado nacional na última década, período no qual o Brasil registrou a contratação de mais de 450 mil apólices. Desse total, aproximadamente 90% concentram-se nas modalidades de custeio e produtividade, com 206.761 apólices destinadas à cobertura de custos de produção e 211.309 voltadas à garantia de níveis de produtividade (Brasil, 2023). Essa alta demanda reflete a necessidade de proteção contra eventos adversos, mas também impõe desafios significativos à gestão das seguradoras, que precisam equilibrar a oferta de coberturas com a manutenção de sua própria rentabilidade e solvência.
A sustentabilidade financeira das empresas que operam no ramo de seguros agrícolas depende de uma complexa interação entre variáveis internas e externas. A lucratividade é influenciada por elementos sob controle direto da gestão, como a definição das taxas de prêmio e a seleção das áreas seguradas, mas também por fatores exógenos imprevisíveis, como as variações climáticas extremas e as flutuações sistêmicas que fogem ao controle administrativo (Abdeljawad et al., 2022). A atividade agropecuária é caracterizada por elevados níveis de risco, o que exige a adoção de estratégias robustas de mitigação. Entre as alternativas disponíveis para o enfrentamento desses desafios, destacam-se a utilização de instrumentos financeiros diversificados, a rotação de culturas, a substituição estratégica de insumos e a expansão geográfica das atividades produtivas. Embora tais práticas sejam eficientes, elas frequentemente envolvem um dilema entre risco e retorno, uma vez que a busca por maiores ganhos financeiros costuma estar atrelada à exposição a riscos mais elevados. Nesse contexto, o seguro agrícola surge como uma ferramenta capaz de reduzir a volatilidade dos resultados sem comprometer de forma severa o retorno esperado pelo produtor (Dal Pozzo et al., 2025).
A consolidação do seguro agrícola como ferramenta crucial para a segurança do agronegócio é reforçada por entidades setoriais que apontam a importância da continuidade das atividades produtivas mesmo diante de safras frustradas por condições climáticas severas (CAPB, 2020). Sem um sistema eficaz de gestão de riscos, a ocorrência de eventos climáticos adversos poderia desencadear crises de liquidez e endividamento em massa no setor rural. No modelo brasileiro, os seguros de custeio e produtividade exercem funções complementares: enquanto o primeiro garante a cobertura de uma porcentagem das despesas operacionais investidas na lavoura, o segundo protege o produtor contra quedas acentuadas no volume de produção final (Caffagni et al., 2022). Contudo, a operação desses produtos enfrenta barreiras estruturais que limitam o crescimento do setor. Entre os principais obstáculos identificados pela literatura técnica, destacam-se a dificuldade intrínseca em prever o comportamento das safras, os elevados custos associados ao monitoramento das áreas cultivadas, a incidência de riscos sistêmicos e o fenômeno da seleção adversa (Dal Pozzo et al., 2025).
A ineficiência nos mercados de seguro agrícola é frequentemente alimentada pela assimetria informacional, caracterizada pela ausência de dados completos e transparentes entre seguradoras e produtores. A complexidade em estimar a probabilidade real de perda de uma safra é acentuada pela presença de múltiplas variáveis bioclimáticas cujas distribuições estatísticas não são claramente definidas. Além disso, o acompanhamento presencial ou remoto das lavouras exige investimentos vultosos em tecnologia e pessoal qualificado, o que torna o dimensionamento dos ativos e passivos das seguradoras uma tarefa de alta complexidade técnica (Harfuch e Lobo, 2021). O risco sistêmico representa uma ameaça adicional, pois, ao contrário de outros ramos de seguros onde os sinistros costumam ser eventos isolados, no setor agrícola um único evento climático, como uma seca prolongada ou uma geada abrangente, pode afetar simultaneamente uma vasta base de segurados. Essa correlação positiva entre os sinistros dificulta a compensação mútua dos riscos e exige que as seguradoras mantenham reservas financeiras robustas ou recorram a contratos de resseguro onerosos (Salazar et al., 2019). Por fim, a seleção adversa ocorre quando os produtores com maior percepção de risco são justamente aqueles que mais buscam a contratação do seguro, o que pode elevar o custo médio das apólices e gerar uma falha de mercado onde o preço e a quantidade de seguros ofertados não atingem o equilíbrio eficiente (Abdeljawad et al., 2022). Compreender esses determinantes é essencial para promover o aprimoramento do sistema e garantir a sustentabilidade do mercado de seguros no Brasil (Harfuch e Lobo, 2021).
Para investigar os fatores que influenciam a lucratividade das seguradoras no mercado de seguro agrícola brasileiro, adotou-se uma abordagem metodológica de natureza exploratória e quantitativa. A pesquisa exploratória foi escolhida por permitir uma maior familiaridade com o problema central, proporcionando uma análise contextualizada e inicial das variáveis que impactam o desempenho financeiro das empresas do setor. Segundo as diretrizes metodológicas clássicas, esse tipo de investigação é flexível e possibilita o aprofundamento em diferentes dimensões do fenômeno estudado, contribuindo para a formulação de estratégias de gestão mais precisas (Gil, 2019). A vertente quantitativa da pesquisa visou mensurar o impacto de variáveis específicas, como taxas de prêmio, extensão da área segurada, custos operacionais e riscos climáticos, na performance das organizações. A coleta de dados foi estruturada para identificar padrões de percepção e relações de causa e efeito que pudessem explicar a variabilidade nos resultados financeiros das seguradoras atuantes no ramo agrícola.
O instrumento de coleta de dados consistiu em um questionário estruturado, desenvolvido na plataforma Google Formulários®, contendo perguntas de múltipla escolha fundamentadas em bases teóricas sólidas. As questões foram elaboradas com o intuito de captar a percepção de profissionais que vivenciam o cotidiano operacional e estratégico do setor, utilizando como subsídio os estudos de autores que discutem as barreiras ao crescimento do seguro rural e a eficiência dos mecanismos de monitoramento (Dal Pozzo et al., 2025; Caffagni et al., 2022; Harfuch e Lobo, 2021). O questionário foi aplicado durante o mês de abril de 2025, direcionado a uma amostra de 16 funcionários de uma seguradora que atua de forma terceirizada junto ao Banco B. A escolha dessa amostra justifica-se pela posição estratégica da empresa no mercado e pelo conhecimento técnico acumulado por seus colaboradores, que possuem atuação direta ou indireta no segmento de seguros agrícolas. A participação no estudo foi totalmente voluntária, assegurando o anonimato dos respondentes e o cumprimento rigoroso das diretrizes éticas para pesquisas envolvendo seres humanos. Conforme as normas institucionais vigentes, a pesquisa foi conduzida de forma a garantir que os participantes estivessem plenamente cientes das condições do estudo por meio do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido.
O processo operacional da pesquisa foi dividido em etapas sequenciais para garantir a integridade dos dados. Inicialmente, realizou-se uma revisão bibliográfica exaustiva para a definição das variáveis críticas. Em seguida, o questionário foi validado e distribuído eletronicamente. Após o encerramento do período de coleta, os dados brutos foram exportados para planilhas do software Microsoft Excel®, onde passaram por um processo de tabulação, limpeza e organização. A análise foi conduzida por meio de técnicas de estatística descritiva, permitindo a síntese das informações e a identificação de tendências centrais e dispersões nas respostas. A utilização de representações gráficas e tabelas facilitou a visualização comparativa dos dados, oferecendo subsídios empíricos para a compreensão dos desafios enfrentados pelas seguradoras. O detalhamento da metodologia buscou assegurar que todos os passos operacionais fossem descritos minuciosamente, desde a concepção do instrumento até o método de análise final, permitindo a replicabilidade do estudo e a confiabilidade dos indicadores gerados para o aprimoramento das políticas de seguros agrícolas no Brasil.
A caracterização socioeconômica da amostra revelou um perfil de profissionais altamente qualificados e experientes. Entre os 16 participantes, observou-se uma predominância do sexo masculino, que representa 75% do total, enquanto as mulheres correspondem a 25%. No que tange à faixa etária, o grupo mais expressivo situa-se entre 41 e 50 anos, abrangendo 43,75% dos respondentes, seguido pela faixa de 29 a 40 anos, com 31,25%. Os grupos de 51 a 60 anos e acima de 60 anos apresentaram participações iguais de 12,5% cada. Esses dados evidenciam uma distribuição equilibrada entre diferentes gerações de profissionais, com uma concentração notável em idades que sugerem maturidade profissional. A escolaridade reforça essa percepção, visto que 68,75% possuem formação superior ou tecnológica e 25% detêm títulos de especialização, enquanto apenas 6,25% concluíram o ensino médio ou técnico. O tempo de atuação na empresa é outro indicador de solidez: 75% dos colaboradores possuem mais de 10 anos de experiência na organização, 18,75% atuam entre cinco e 10 anos, e 6,25% estão na empresa há um período entre um e cinco anos. A elevada senioridade da amostra contribui significativamente para a confiabilidade das percepções coletadas, uma vez que as respostas refletem o conhecimento prático acumulado em diversos ciclos de safra e diferentes contextos econômicos (Dal Pozzo et al., 2025; Harfuch e Lobo, 2021).
Ao analisar o impacto da taxa de prêmio na lucratividade, a pesquisa indicou que 68,75% dos profissionais consideram esse impacto como moderado. Esse resultado sugere que, embora a precificação seja um componente vital da estratégia financeira, ela não é percebida como o único ou o mais crítico determinante da rentabilidade isoladamente. Uma parcela de 18,75% acredita que o impacto é alto, enquanto 12,5% o classificam como baixo. Esses dados apontam para a necessidade de um equilíbrio rigoroso na definição das taxas, que devem ser competitivas o suficiente para atrair o produtor, mas tecnicamente ajustadas para cobrir a expectativa de sinistros e os custos administrativos. A literatura corrobora essa visão ao afirmar que a sustentabilidade financeira das seguradoras depende de uma avaliação conjunta entre a taxa de prêmio e variáveis externas, como os riscos climáticos e as flutuações na produtividade efetiva das lavouras (Abdeljawad et al., 2022; Kripa, 2016). A definição equilibrada do prêmio é, portanto, um exercício de gestão de risco que deve considerar a diversificação das carteiras e a utilização de instrumentos de mitigação para evitar a insolvência em anos de alta sinistralidade (Petrović et al., 2013; Brick e Visser, 2015).
A influência da área segurada nos resultados financeiros foi apontada como um fator de altíssima relevância. Metade dos respondentes (50%) afirmou que essa influência ocorre sempre, enquanto 37,5% indicaram que ocorre frequentemente e 12,5% consideram a influência ocasional. A extensão e a qualidade das áreas protegidas impactam diretamente a exposição ao risco da seguradora e sua capacidade de pulverizar perdas. Estudos baseados em modelos de regressão demonstram que a ampliação da área segurada, quando acompanhada de uma seleção criteriosa de riscos, tende a aumentar significativamente a lucratividade das empresas do setor (Dal Pozzo, 2025). A gestão estratégica do portfólio de áreas é essencial para reduzir vulnerabilidades geográficas, evitando a concentração excessiva em regiões propensas a eventos climáticos severos (Salazar et al., 2019; Caffagni et al., 2022).
Quanto aos custos operacionais, 50% dos participantes acreditam que eles comprometem a margem de lucro de forma moderada, enquanto 25% veem um impacto significativo. Os custos de monitoramento e a complexidade logística da operacionalização dos seguros agrícolas são barreiras estruturais conhecidas que limitam a expansão do mercado (Guimarães e Igari, 2019; Harfuch e Lobo, 2021). A eficiência administrativa e o controle financeiro rigoroso são, portanto, determinantes para a sustentabilidade das operações. Nesse sentido, a expansão de programas governamentais, como o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural, é vista como fundamental para aliviar parte do ônus operacional e tornar o produto mais acessível ao produtor e rentável para a seguradora (Tabosa e Vieira Filho, 2018).
As variações climáticas foram identificadas como um dos fatores mais críticos para o desempenho das seguradoras. A análise mostrou que 31,25% dos respondentes acreditam que o efeito do clima ocorre sempre e 43,75% afirmam que ocorre frequentemente. A alta exposição do setor a eventos meteorológicos adversos exige estratégias de mitigação sofisticadas. A dificuldade em prever perdas relacionadas às safras foi classificada como alta por 43,75% dos participantes e média por outros 43,75%, reforçando a tese de que a incerteza climática é um desafio técnico permanente que demanda ferramentas de análise de risco cada vez mais precisas (Pacheco et al., 2013). O risco sistêmico, caracterizado por eventos que afetam múltiplas áreas simultaneamente, foi reconhecido como um desafio significativo por 75% da amostra. Essa vulnerabilidade a choques climáticos generalizados pode comprometer a solvência das seguradoras se não houver mecanismos adequados de transferência de risco, como o resseguro (Lotze-Campen e Schellnhuber, 2009; Dal Pozzo et al., 2015). Estudos internacionais reforçam que variações climáticas severas impactam não apenas a produção física, mas também a estabilidade de preços e a renda agregada do setor (Siddiqui e Das, 2017; Hazell e Ramasamy, 1991).
A eficiência do mercado de seguro agrícola no Brasil foi avaliada como baixa por 50% dos respondentes, enquanto 37,5% a consideram eficiente. Esse diagnóstico aponta para a existência de gargalos operacionais e regulatórios que ainda precisam ser superados. A falta de informações transparentes entre seguradoras e segurados foi apontada por 75% dos participantes como um fator que prejudica bastante a operação, evidenciando o problema da assimetria informacional (Stiglitz e Walsh, 2003; Loyola et al., 2016). A concentração regional e a baixa penetração em áreas de maior risco também são limitações citadas na literatura que convergem com os achados da pesquisa (Abdeljawad et al., 2022; Tabosa et al., 2021). Além disso, a seleção adversa foi identificada como um fator de impacto moderado a alto na precificação das apólices por mais de 80% dos respondentes, confirmando que a propensão de produtores de alto risco em contratar seguros eleva os custos e desafia a rentabilidade das seguradoras (Meirelles, 2010; Loyola et al., 2016).
Para enfrentar esses desafios, a diversificação das áreas seguradas foi reconhecida como uma estratégia extremamente importante por 50% dos participantes e muito importante por 37,5%. A dispersão geográfica e cultural dos riscos é uma prática eficaz para reduzir a exposição do portfólio a perdas catastróficas localizadas (Walker e Jodha, 1986; Sakurai e Reardon, 1997). Paralelamente, os mecanismos de monitoramento das lavouras foram percebidos como eficazes por 62,5% da amostra, embora haja um consenso sobre a necessidade de inovação tecnológica contínua para aprimorar a precisão do acompanhamento remoto e reduzir custos (Harfuch e Lobo, 2021). Por fim, a percepção sobre a necessidade de ajustes nas políticas públicas foi contundente: 68,75% acreditam que melhorias nos subsídios e regulamentações aumentariam a lucratividade das seguradoras com certeza. A atuação governamental é vista como um pilar de sustentação indispensável para garantir a expansão do seguro agrícola e a estabilidade dos investimentos no agronegócio (Pacheco et al., 2013; Tabosa et al., 2021).
Conclui-se que o objetivo foi atingido, uma vez que a pesquisa identificou que a lucratividade das seguradoras no mercado de seguro agrícola brasileiro é determinada por uma complexa combinação de fatores internos, como a gestão da área segurada e dos custos operacionais, e fatores externos, com destaque para as variações climáticas e o risco sistêmico. Os resultados demonstram que, embora a taxa de prêmio seja relevante, a sustentabilidade do setor depende crucialmente da mitigação da assimetria informacional e da seleção adversa, além da implementação de estratégias de diversificação geográfica. A percepção dos profissionais indica que a eficiência do mercado ainda é limitada, demandando o fortalecimento de políticas públicas de subvenção e o aprimoramento tecnológico nos mecanismos de monitoramento das safras. O estudo evidencia que a integração entre gestão técnica rigorosa e apoio governamental estratégico é o caminho para fortalecer a resiliência financeira das seguradoras e garantir a continuidade da proteção ao produtor rural frente aos desafios climáticos e operacionais do agronegócio.
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Resumo executivo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso da Especialização em Agronegócios do MBA USP/Esalq
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