Resumo Executivo

04 de maio de 2026

Design Thinking e IA na Comunicação Intercultural da Construção Civil

Leticia Leite Ribeiro; Luciano Bérgamo

Resumo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.

A comunicação constitui um dos maiores desafios da humanidade desde os seus primórdios, possuindo um valor essencial para a existência e o progresso das sociedades. Em virtude da amplitude de suas aplicações e funções, esse processo impulsiona a busca por abordagens mais precisas e simplificadas, visando uma interação consistente e ajustada às demandas tanto do emissor quanto do destinatário (McLuhan, 1964). No setor da construção civil, essa necessidade é premente, uma vez que a área carece de uma comunicação eficaz para a execução de serviços e a resolução de problemas complexos. O ambiente de obras e projetos reúne profissionais com diferentes níveis de qualificação, o que gera entraves significativos na transmissão de informações e na recepção de mensagens, comprometendo diretamente o desempenho das atividades operacionais (Dainty; Moore; Murray, 2006).

As falhas comunicacionais no setor resultam em retrabalhos constantes e insatisfação generalizada entre os envolvidos. No contexto contemporâneo, a tecnologia assume um papel central, funcionando como um elemento que agiliza processos por meio de redes sociais, aplicativos de mensagens e inteligências artificiais. No entanto, a comunicação permanece como o fundamento primordial que sustenta tais inovações tecnológicas (Gunkel, 2017). Para enfrentar a natureza intrincada desses desafios, o método Design Thinking, introduzido com foco na inovação, surge como uma estratégia criativa centrada nas pessoas e em suas exigências (Bender-Salazar, 2023). Essa abordagem permite enfrentar questões complexas em variados contextos desafiadores, não se restringindo a um único domínio do conhecimento (Dorst, 2011).

A justificativa para a utilização desse método reside na complexidade do problema de pesquisa e na necessidade de interação com um público diverso. Por meio do Design Thinking, torna-se viável compreender de maneira dinâmica e abrangente as demandas e lacunas existentes no setor da construção civil, promovendo uma análise clara do problema. A estruturação das etapas metodológicas serve como guia para o desenvolvimento de ferramentas que contribuam para a viabilidade de soluções práticas (Rösch; Tiberius; Kraus, 2023). O foco central reside no aprimoramento da comunicação multidisciplinar e intercultural, almejando mitigar ruídos e incompreensões que afetam a eficiência dos projetos.

A fundamentação teórica do processo comunicativo revela que a eficácia depende da organização da fala e da segurança do conteúdo compartilhado. A ausência desses elementos torna-se evidente quando o comunicador se apoia em meios que expõem falhas de embasamento (Castells; Majer, 2009). Além disso, a deficiência de conhecimento por parte do receptor impõe dificuldades adicionais, exigindo recursos variados para elucidar contextos. A falta de sensibilidade e o uso de falas aceleradas resultam em lacunas de compreensão e interpretações confusas. A comunicação exige estratégia e adequação do conteúdo, pois toda mensagem possui uma finalidade específica de compartilhar instruções e informações (Putri; Oktaviani, 2022).

A pesquisa aplicada possui caráter experimental e utiliza o ambiente de um escritório de engenharia multidisciplinar como base para análise e coleta de dados. Esse local caracteriza-se por interações contínuas entre indivíduos de variados contextos geográficos e culturais, o que exige uma abordagem sensível às nuances da comunicação. O método seguiu cinco etapas fundamentais: empatia, definição, ideação, prototipagem e teste. Na fase de empatia, buscou-se a compreensão das necessidades do meio observado por meio de um reconhecimento detalhado do ambiente, visando captar sensações, emoções e traços de personalidade dos colaboradores. Essa imersão permitiu uma visão holística dos fatores ambientais e dos relacionamentos interpessoais (Kaufman et al., 2024).

A etapa de definição consistiu na filtragem dos dados coletados para identificar o problema crítico. Esse processo de “framing” direcionou o desenvolvimento do projeto para as necessidades mais latentes do grupo. Na sequência, a ideação promoveu sessões de brainstorming para a geração de ideias e criação de possíveis soluções. A prototipagem envolveu o desenvolvimento de uma ferramenta tangível, enquanto a fase de teste visou a avaliação do protótipo no ambiente de estudo para identificar falhas e melhorias necessárias (Simon, 1969). A aplicação do método foi centrada no ser humano, considerando todo o processo e o contexto em que a organização está inserida, o que conferiu personalização às soluções propostas (Glen; Suciu; Baughn, 2014).

O detalhamento operacional da fase de empatia incluiu uma investigação qualitativa, na qual se passou tempo com as equipes para construir suposições a partir das situações observadas. Todas as análises foram realizadas de forma indireta, preservando a privacidade dos indivíduos e focando exclusivamente na otimização dos processos comunicativos. A análise das interações revelou a recorrência de situações cruciais, como a falta de domínio da informação por parte do comunicador, o que gerava dúvidas e insatisfação mútua. A ausência de contexto e a organização precária da fala foram identificadas como fatores que impedem a plenitude da comunicação (Castells; Majer, 2009).

Para viabilizar a ferramenta proposta, aprofundou-se o estudo em Processamento de Linguagem Natural (PLN), um campo da tecnologia que capacita computadores a processar e analisar dados de linguagem humana. O funcionamento do PLN envolve etapas essenciais como a tokenização, que divide o texto em unidades menores, e os embeddings, que transformam essas unidades em representações numéricas para capturar significados semânticos (Patel; Arasanipalai, 2021). O uso de arquiteturas complexas, como o modelo Transformer, permite realizar tarefas avançadas de tradução e análise de sentimentos. Essa estrutura tecnológica é fundamental para a compreensão de mensagens de texto e áudio em diferentes cenários corporativos.

A arquitetura Transformer, amplamente utilizada desde 2017, baseia-se em mecanismos de atenção e em uma estrutura de codificação e decodificação de dados. Além disso, técnicas como a análise de relações e a vinculação de entidades nomeadas garantem a coesão e o formato dos dados em aplicações empresariais. A implementação do conhecimento técnico e o uso de ferramentas adequadas são etapas cruciais para garantir o bom desempenho da aplicação final. Com o auxílio do PLN, torna-se possível esquematizar tarefas e definir os inputs necessários para a construção de uma Interface de Programação de Aplicações (API) que atenda às demandas de pessoalidade e clareza (Patel; Arasanipalai, 2021).

Os resultados obtidos na fase de observação indicaram que muitas interações ocorrem por intermédio de softwares de colaboração, como o Microsoft Teams. Embora essas ferramentas integrem diversos meios de comunicação, elas podem apresentar limitações que comprometem a efetividade do processo se não forem utilizadas com recursos adequados (Dropsuite, 2021). A compreensão plena é essencial e a ausência de variedade comunicacional resulta em desconfortos e lacunas. Em projetos de engenharia, o gerente de projeto desempenha um papel vital ao centralizar as informações e assegurar que o trabalho seja coeso, mitigando ruídos e incongruências (Galli, 2022).

A análise detalhada das interações revelou três problemas de alta recorrência: dificuldades com diferentes idiomas, ausência de estruturação ao comunicar e limitação de recursos em softwares de colaboração. A barreira linguística é um ponto crítico em equipes globais, onde a falta de fluência ou o uso equivocado de termos técnicos gera ruídos constantes. A falta de organização na transmissão da mensagem leva a interpretações errôneas, enquanto a ausência de elementos visuais ou emocionais em meios digitais impede a expressividade total, gerando insatisfação (Dainty; Moore; Murray, 2005). O mapeamento desses dados permitiu a escolha do problema central: a limitação de recursos para comunicar e recepcionar informações.

A meta do projeto foi criar uma ferramenta capaz de proporcionar a clareza necessária para interações diretas com o mínimo de ruídos. A execução de projetos exige a colaboração de diferentes disciplinas e, embora o gerente de projeto seja o ponto focal, ele não está presente em todas as interações internas. As equipes frequentemente enfrentam desafios multidisciplinares e interculturais que exigem a colaboração com outros escritórios para compor as competências necessárias (Dainty; Moore; Murray, 2005). Fatores diretos e indiretos, como experiências prévias, formalidades e pressões organizacionais, influenciam a comunicação no âmbito corporativo.

A falta de exploração de recursos tecnológicos para lidar com barreiras de idioma e desafios culturais reflete a complexidade do tema. O uso displicente da tecnologia não agrega valor e pode criar novas barreiras, resultando em mensagens que não atingem a expectativa do comunicador (Ferrari; Cabral, 2019). Durante a etapa de ideação, utilizou-se o raciocínio abdutivo para conectar o pensamento intuitivo ao analítico, gerando perguntas que orientaram a exploração de soluções. O brainstorming foi executado por intermédio de um mapa mental que elucidou as formas como a comunicação acontece e como os problemas poderiam ser sanados com tecnologias atuais.

A direção mais apropriada identificada foi o desenvolvimento de uma API com capacidade de integração com o ecossistema Office 365, facilitando o acesso aos serviços do Teams e Outlook (Drew, n.d.). O objetivo do protótipo foi agregar melhorias à dinâmica atual do escritório, conferindo mais pessoalidade e recursos à comunicação digital. No cotidiano profissional, a interação intercultural é frequente e as incongruências decorrentes de diferenças de idioma e cultura são palpáveis, manifestando-se até mesmo em conversas simples entre diferentes regiões de um mesmo país.

Para a prototipagem, o ponto inicial foi conceber uma forma de interpretar mensagens e determinar o sentimento empregado no texto. A ferramenta proposta deve ser capaz de reestruturar frases para que o resultado se adeque à expectativa do comunicador e à cultura do receptor. Isso amplia os elementos disponíveis para a compreensão, utilizando palavras e expressões próximas do cotidiano do destinatário. O maior desafio reside em permitir que uma inteligência artificial realize essa identificação de forma precisa por meio de aplicações de PLN (Patel; Arasanipalai, 2021).

Os inputs essenciais definidos para o transmissor da mensagem incluíram a informação sobre como ele se sente ao escrever, sua nacionalidade e sua função ou cargo. Esses dados servem de base para a compreensão da IA, permitindo que o conteúdo seja filtrado e reescrito. No lado do receptor, a ferramenta analisa a função e a nacionalidade para realizar as adequações necessárias antes de apresentar o resultado final. A indicação do idioma também é um fator crucial para possibilitar traduções fidedignas ao contexto da mensagem, proporcionando maior clareza (Patel; Arasanipalai, 2021).

O protótipo desenvolvido passou por ajustes de interface para se tornar mais amigável e funcional. A utilização do GoogleAI Studio permitiu a criação de uma segunda versão da ferramenta, focada na validação do conceito proposto com poucos inputs iniciais. A operacionalização dessa etapa visou instigar um desenvolvimento contínuo por meio de esboços e fluxogramas (Glen; Suciu; Baughn, 2014). Para a implementação plena, seriam necessários testes com um grupo-piloto para coletar feedbacks e mensurar a eficácia da aplicação em satisfazer as necessidades dos usuários.

A fase de testes é fundamental para embasar a solução, pois determina se a aplicação da ferramenta foi eficaz para o grupo. Os parâmetros obtidos nessa etapa decidem as próximas ações, mantendo o foco nas pessoas que farão uso da tecnologia. O meio tem relação direta com a forma como as interações se pautam, e a mídia é responsável por moldar as percepções humanas (McLuhan, 1974). A criação de um meio alinhado às necessidades de empatia mostra-se fundamentada diante do isolamento social crescente no meio físico e da presença cada vez maior nos meios digitais (Turkle, 2011).

A realidade do escritório estudado, com equipes distribuídas em diferentes localidades, resulta em alta interação digital, o que evidencia a necessidade de tecnologias voltadas para a pessoalidade. Uma limitação identificada foi a curta duração para a execução de todas as etapas da pesquisa, o que impactou o desenvolvimento do protótipo. No entanto, essa dificuldade abre espaço para novos estudos, uma vez que os problemas de comunicação intercultural e multidisciplinar se estendem a diversos ambientes profissionais. A diversidade cultural é desafiadora e a comunicação é a responsável pelo conhecimento compartilhado em redes globais (Canestrino; Magliocca; Li, 2022).

O aprofundamento nos meios e formas de comunicação é benéfico para a sociedade em um mundo digitalizado. Ferramentas que humanizam a comunicação e trazem elementos empáticos para as interfaces digitais devem ser continuamente desenvolvidas. A busca por uma comunicação mais eficaz no ambiente de estudo evidenciou que a falta de conexão entre as pessoas resultava na ineficácia dos processos operacionais. A ausência de empatia identificada é um reflexo da falta de ferramentas que possibilitem aos receptores uma melhor noção do contexto e do sentimento empregado nas mensagens.

É essencial envolver as pessoas no processo de construção de ferramentas, pois suas experiências e desafios permitem que a solução seja adaptada a necessidades específicas. A personalização é a chave para promover melhorias e aumentar a produtividade. Os resultados demonstraram que a comunicação entre emissor e receptor é aprimorada pela proximidade e pessoalidade, elementos que mitigam ruídos e promovem a clareza. No âmbito de projetos, a transmissão de informações exige linearidade para que todos os processos fluam de forma adequada.

Em uma sociedade digitalizada, elementos vinculados aos sentimentos e contextos humanos são fundamentais para a base da empatia. Equipes multidisciplinares que experienciam diferenças culturais enfrentam desentendimentos frequentes, e o uso de uma inteligência artificial com enfoque na aprendizagem da forma humana de interagir apresenta-se como uma solução viável. O método Design Thinking permitiu entender os pontos problemáticos e estruturar uma solução vinculada à necessidade das equipes, elucidando pontos cruciais para desenvolvimentos focados em relações humanas.

A tecnologia, muitas vezes vista como fonte de impessoalidade, pode ser a solução para problemas que ela mesma gerou, desde que as ferramentas sejam escolhidas criteriosamente. O Processamento de Linguagem Natural atua como uma ponte que aproxima a comunicação digital das interações humanas, melhorando a qualidade das trocas de informações. O campo de aplicação da inteligência artificial na comunicação ainda possui vasto potencial a ser explorado, especialmente em ambientes de grande diversidade. Os resultados reforçam a necessidade de um olhar aprofundado sobre inovações que promovam uma comunicação inclusiva e eficaz.

A comunicação é intrínseca às culturas e responsável por todas as interações globais. O aprimoramento desse processo traz benefícios significativos a diferentes grupos e setores da sociedade, permitindo que a tecnologia auxilie de forma robusta nas interações humanas. A jornada de estudo e a construção do protótipo demonstraram que a integração de conceitos teóricos com ferramentas práticas é o caminho para superar as barreiras de compreensão em ambientes profissionais complexos.

Conclui-se que o objetivo foi atingido por meio do desenvolvimento de uma ferramenta fundamentada no Design Thinking que demonstrou potencial para aprimorar a comunicação multidisciplinar e intercultural na construção civil. A pesquisa evidenciou que a integração de tecnologias de Processamento de Linguagem Natural com uma abordagem centrada na empatia permite mitigar ruídos e incompreensões, promovendo uma interação mais clara e pessoal entre equipes diversas. O protótipo da API validou a viabilidade técnica de interpretar sentimentos e contextos culturais para reestruturar mensagens, resultando em um processo comunicativo mais assertivo e eficiente. Embora o tempo de execução tenha sido uma limitação, os resultados estabelecem uma base sólida para futuras investigações sobre a humanização das interfaces digitais e a otimização da produtividade em ambientes de engenharia globalizados.

Referências Bibliográficas:

Bender-Salazar, R. (2023). Design thinking as an effective method for problem-setting and needfinding for entrepreneurial teams addressing wicked problems. Journal of Innovation and Entrepreneurship, 12(1), 24. https://doi.org/10.1186/s13731-023-00291-2

Castells, M., & Majer, R. v. (2009). A sociedade em rede (Vol. 1 A Era da Informação). Paz e Terra. https://books.google.com.br/books?id=KfJ2EQAAQBAJ

Dainty, A., Moore, D., & Murray, M. (2005). Communication in Construction: Theory and Practice. Communication in Construction: Theory and Practice, 1–263. https://doi.org/10.4324/9780203358641

Dorst, K. (2011). The core of ‘design thinking’ and its application. Design Studies, 32(6), 521–532. https://doi.org/https://doi.org/10.1016/j.destud.2011.07.006

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Galli, B. (2022). The Role of Communication in Project Planning and Executing. International Journal of Applied Management Sciences and Engineering, 9, 1–20. https://doi.org/10.4018/IJAMSE.302902

Glen, R., Suciu, C., & Baughn, C. (2014). The need for design thinking in business schools. In Academy of Management Learning and Education (Vol. 13, Issue 4, pp. 653–667). George Washington University. https://doi.org/10.5465/amle.2012.0308

Gunkel, D. J., Trento, F. B., & Gonçalves, D. N. (2017). Comunicação e inteligência artificial: novos desafios e oportunidades para a pesquisa em comunicação. Galáxia (São Paulo).

Kaufman, P., Hartman, N., Valentin, R., Hunter, G. L., Jones, J., Zamudio, M. L., Lamont, B., & Baldauf, K. (2024). Design Thinking in the University and the Business Classroom: A Collaborative Search for Solutions. In Business Education Innovation Journal (Vol. 16). www.beijournal.com

McLuhan, M. (1974). Os meios de comunicação: como extensões do homem. Cultrix. https://books.google.com.br/books?id=wFvBeU1jVwIC

Patel, A. A., & Arasanipalai, A. U. (2021). Applied Natural Language Processing in the Enterprise. O’Reilly Media. https://books.google.com.br/books?id=49ktEAAAQBAJ

Putri, A., & Oktaviani, R. C. (2022). Communication Planning: A Tool for Behavior Change. Journal of Communication and Public Relations, 2(1), 24–32. https://doi.org/10.37535/105002120233

Rösch, N., Tiberius, V., & Kraus, S. (2023). Design thinking for innovation: context factors, process, and outcomes. European Journal of Innovation Management, 26(7), 160–176. https://doi.org/10.1108/EJIM-03-2022-0164

Simon, H. A. (1996). The Sciences of the Artificial, third edition. MIT Press. https://books.google.com.br/books?id=k5Sr0nFw7psC

Resumo executivo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso da Especialização em Engenharia de Software do MBA USP/Esalq

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