04 de maio de 2026
Cultura Organizacional e Boas Práticas de Fabricação na Indústria de Alimentos
Letícia Galli Otaviano; Mauricio Luiz Gonçalves Martiniano
Resumo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.
A garantia da inocuidade e da qualidade na indústria alimentícia contemporânea demanda a observância rigorosa de protocolos técnicos e normativos que visam salvaguardar a saúde do consumidor final e viabilizar a comercialização de produtos em mercados altamente regulados. No centro dessa estrutura operacional encontram-se as Boas Práticas de Fabricação, que constituem o alicerce fundamental para a implementação de sistemas mais complexos, como a Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle e a certificação FSSC 22000. A adoção dessas práticas não se limita apenas ao cumprimento de exigências legais, mas representa uma estratégia vital para evitar a proliferação de patógenos, a deterioração precoce de insumos e as consequentes perdas econômicas e sanitárias que podem advir de falhas processuais (Codex, 2003). A complexidade inerente ao processamento de alimentos exige que cada etapa, desde a recepção da matéria-prima até a expedição do produto acabado, seja monitorada para minimizar riscos de contaminação física, química ou microbiológica, os quais são os principais vetores das Doenças Transmitidas por Alimentos (Anvisa, 2004).
A eficácia de um sistema de gestão voltado à segurança alimentar depende da integração entre infraestrutura adequada e o desempenho do fator humano. Conforme estabelecido pela Resolução da Diretoria Colegiada 275/05, a manutenção de um ambiente produtivo seguro abrange o controle da qualidade da água, a seleção criteriosa de fornecedores, a higienização rigorosa de instalações e equipamentos, além do manejo adequado de resíduos e o controle de pragas (Oliveira et al., 2021). Entretanto, a existência de manuais técnicos e checklists de auditoria, por si só, não garante a conformidade contínua se não houver uma cultura organizacional que sustente tais práticas. A falha humana é frequentemente apontada como a causa raiz de uma parcela significativa dos problemas de segurança, superando, em muitos casos, as deficiências estruturais ou de planejamento do sistema de Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (Barbosa, 2020). Fatores como a higiene pessoal inadequada, a manipulação incorreta de utensílios e o armazenamento em condições térmicas fora dos padrões estabelecidos são exemplos de como o comportamento dos colaboradores impacta diretamente a integridade do alimento (Oliveira et al., 2021).
A construção de uma cultura de segurança dos alimentos sólida é um processo de longo prazo, fundamentado em valores e crenças compartilhados que influenciam o comportamento cotidiano dentro da organização. Esse construto organizacional permite que as normas de segurança deixem de ser vistas como obrigações externas e passem a ser internalizadas como parte da identidade operacional da empresa (Spagnoli et al., 2025). Nesse contexto, o papel da liderança torna-se crucial, pois cabe aos gestores oferecer o direcionamento correto e os recursos necessários para que as equipes operacionais compreendam a importância de cada procedimento (Ferreira et al., 2020). A implementação de programas de capacitação frequentes é uma exigência normativa, conforme a RDC 275/2002, e demonstra ser uma ferramenta eficaz para reduzir a incidência de falhas operacionais e aumentar a adesão aos requisitos técnicos (Rosseto, 2025). O treinamento contínuo não apenas atualiza o conhecimento técnico, mas reforça a percepção de risco dos manipuladores, tornando-os agentes ativos na prevenção de não conformidades (Silveira e Dutra, 2012).
O estudo de caso realizado em uma indústria de óleos e gorduras localizada no interior do estado de São Paulo permitiu identificar lacunas críticas no cumprimento das Boas Práticas de Fabricação e propor intervenções focadas no desenvolvimento humano. O objetivo central foi avaliar como o aprimoramento da cultura organizacional poderia reduzir a ocorrência de falhas comportamentais detectadas em auditorias externas, preparando a organização para a obtenção da certificação FSSC 22000. A análise partiu do pressuposto de que a conformidade técnica é indissociável do engajamento das pessoas, e que a melhoria dos indicadores de qualidade depende de uma abordagem que combine ferramentas de gestão de projetos com estratégias de conscientização e treinamento (Santini et al., 2021). A busca por padrões elevados de segurança alimentar é, portanto, um esforço multidisciplinar que exige a coordenação entre as áreas de qualidade e produção para transformar diretrizes teóricas em práticas operacionais consistentes.
A metodologia adotada para a condução deste estudo de caso baseou-se em uma abordagem qualitativa e quantitativa, estruturada em etapas sequenciais de diagnóstico, intervenção e reavaliação. Inicialmente, realizou-se uma análise documental profunda de três relatórios de auditorias de terceira parte, conduzidas por clientes da empresa de óleos e gorduras durante o primeiro semestre de 2024. Esses relatórios foram selecionados de forma aleatória para garantir a representatividade dos dados e permitir uma visão imparcial do status quo da organização. O foco da análise inicial foi a segregação das não conformidades registradas, categorizando-as entre aquelas estritamente relacionadas ao comportamento humano no cumprimento das Boas Práticas de Fabricação e aquelas vinculadas a questões estruturais ou documentais. Para assegurar a privacidade das organizações envolvidas, conforme as diretrizes da Lei Geral de Proteção de Dados, os clientes foram identificados pelos códigos C1, C2 e C3 na fase pré-intervenção, e C4, C5 e C6 na fase pós-intervenção (LGPD, 2019).
O detalhamento do processo operacional de coleta de dados envolveu o cálculo do percentual de relevância das falhas humanas frente ao total de não conformidades apontadas pelos auditores externos. Essa métrica foi fundamental para justificar a urgência das ações de treinamento e para estabelecer uma meta de redução de 15% nas ocorrências em um período de seis meses. A fase de planejamento das intervenções foi conduzida em reuniões estratégicas com a alta liderança e os responsáveis pelas áreas de qualidade e produção. Nessas sessões, definiram-se três frentes de ação principais: o treinamento de cultura organizacional para a liderança, a criação de uma equipe multidisciplinar de segurança dos alimentos e a capacitação técnica e comportamental de todos os operadores envolvidos no fluxo produtivo. A escolha dessas ações baseou-se na premissa de que a mudança cultural deve ser iniciada pelo topo da hierarquia para que possa permear todos os níveis da organização (Ferreira et al., 2020).
O primeiro pilar da intervenção consistiu no treinamento de cultura organizacional, realizado em 21 de maio de 2024, com a participação de 12 líderes das áreas produtivas e de qualidade. A execução dessa etapa contou com o suporte de uma consultoria especializada, que utilizou dinâmicas e estudos de caso para sensibilizar os gestores sobre seu papel como modelos de comportamento e disseminadores de valores. O engajamento foi monitorado através da participação ativa e do feedback imediato dos envolvidos, buscando garantir que a visão estratégica de segurança alimentar fosse compreendida por quem detém o poder de decisão no chão de fábrica. Paralelamente, instituiu-se a equipe de segurança dos alimentos, composta por nove integrantes, sendo seis da área operacional e três da qualidade. Essa equipe teve como missão integrar as diferentes perspectivas do processo, promovendo um diálogo constante sobre os desafios diários e a busca por soluções conjuntas para as não conformidades recorrentes.
A terceira etapa metodológica foi o treinamento extensivo de Boas Práticas de Fabricação, direcionado a todos os colaboradores que mantêm contato direto ou indireto com o produto, incluindo manipuladores, operadores de máquinas e envasadores. O universo de profissionais mapeados para essa ação totalizou 202 indivíduos, dos quais 166 compareceram às sessões, resultando em um índice de participação de 82%. O conteúdo programático abrangeu desde conceitos básicos de higiene e contaminação até procedimentos específicos de monitoramento e registro, sempre com um viés voltado à responsabilidade individual e coletiva. Após a conclusão do ciclo de treinamentos e um período de maturação das novas práticas, realizou-se uma nova rodada de análise crítica baseada em três novos relatórios de auditoria de terceira parte (C4, C5 e C6), ocorridos entre o final de 2024 e o início de 2025. Essa comparação final permitiu mensurar a eficácia das ações implementadas e verificar se a meta de redução de 15% havia sido atingida ou superada, consolidando o método de avaliação do impacto do fator humano na segurança alimentar.
Os resultados obtidos na fase de diagnóstico inicial revelaram um cenário desafiador para a indústria de óleos e gorduras. Na análise dos três primeiros relatórios de auditoria, observou-se que as não conformidades relacionadas diretamente ao descumprimento das Boas Práticas de Fabricação por falha humana representavam, em média, 49% do total de problemas registrados. No cliente C1, de 20 não conformidades totais, 10 estavam ligadas ao comportamento dos operadores, o que equivale a 50%. No cliente C2, o índice foi de 46%, com seis falhas humanas em um universo de 13 registros. Já no cliente C3, metade das oito não conformidades apontadas (50%) referia-se a desvios comportamentais. Esses dados quantitativos evidenciaram que, embora a empresa possuísse protocolos estabelecidos, a execução prática desses requisitos era inconsistente, sugerindo que o foco no elemento humano era indispensável para qualquer tentativa de melhoria do sistema de gestão e para a futura obtenção da certificação FSSC 22000.
A alta incidência de falhas humanas identificada inicialmente corrobora as observações de que a conscientização e as atividades relacionadas ao engajamento dos colaboradores são ferramentas subexploradas na construção de uma cultura de segurança dos alimentos (Almeida, 2024). A dificuldade em mensurar atitudes e comportamentos muitas vezes leva as organizações a focarem excessivamente em investimentos estruturais, negligenciando o fato de que mesmo a melhor instalação física pode ser comprometida por práticas de higiene inadequadas ou pela falta de atenção aos procedimentos operacionais padrão (Anvisa, 2021). A análise crítica desses dados iniciais serviu como o catalisador necessário para a mudança, demonstrando à liderança que a conformidade com a RDC 275/05 dependia menos de reformas físicas e mais de uma transformação na mentalidade das equipes. A partir dessa constatação, as ações de intervenção foram desenhadas para atacar a raiz do problema: a falta de percepção da importância das Boas Práticas de Fabricação no cotidiano laboral.
Após a implementação do plano de ação, os resultados coletados nos relatórios de auditoria subsequentes (C4, C5 e C6) demonstraram uma evolução significativa e positiva. A média de não conformidades relacionadas ao cumprimento das Boas Práticas de Fabricação caiu drasticamente de 49% para 19%, representando uma redução real de 61% nas ocorrências. No cliente C4, apenas uma das cinco não conformidades registradas (20%) foi atribuída a falhas humanas. No cliente C5, das 10 falhas apontadas, duas (20%) referiam-se ao comportamento operacional. O resultado mais expressivo foi observado no cliente C6, onde apenas uma das seis não conformidades (17%) estava ligada ao descumprimento das práticas de fabricação por parte dos colaboradores. Esses números superaram amplamente a meta inicial de 15% de redução, evidenciando que as intervenções focadas em treinamento e cultura organizacional produziram efeitos tangíveis e mensuráveis na conformidade normativa da empresa.
A discussão desses resultados à luz da literatura acadêmica reforça a tese de que o investimento em capital humano é o caminho mais curto para a excelência operacional em segurança alimentar. A redução de 61% nas falhas humanas demonstra que, quando os colaboradores compreendem o “porquê” por trás das regras, a adesão aos protocolos torna-se mais natural e menos dependente de fiscalização constante. Esse fenômeno está alinhado com a perspectiva de que os princípios de segurança precisam ser complementados por componentes humanos para que a cultura organizacional atinja um estado de maturidade (Spagnoli et al., 2025). A integração entre as equipes de qualidade e produção, materializada na criação da equipe multidisciplinar, foi um fator determinante para esse sucesso. Ao permitir que profissionais com diferentes visões e responsabilidades trabalhassem juntos, a empresa fomentou um pensamento multifuncional que facilitou a identificação de gargalos e a implementação de melhorias práticas no fluxo de trabalho (Costa e Nunes, 2023).
Apesar do sucesso estatístico, é necessário reconhecer as limitações inerentes a este estudo de caso. A impossibilidade de avaliar relatórios provenientes exatamente dos mesmos clientes nos dois períodos analisados introduz variáveis externas, como diferentes critérios de rigor entre os auditores, que podem influenciar os resultados. No entanto, a tendência de queda acentuada em todos os relatórios pós-intervenção sugere que a melhoria é real e não apenas um artefato estatístico. A mudança comportamental observada nos operadores, que passaram a aplicar os requisitos de Boas Práticas de Fabricação com maior facilidade e consciência, indica que a base para uma cultura de segurança sólida foi estabelecida. A continuidade dessas ações é fundamental, pois a cultura organizacional não é um estado estático, mas um processo contínuo que exige reforço constante para evitar retrocessos (Almeida, 2024).
A implicação prática desses achados para a empresa de óleos e gorduras é a pavimentação do caminho para a certificação FSSC 22000. Essa norma, amplamente reconhecida internacionalmente, exige não apenas conformidade técnica, mas a demonstração de uma cultura de segurança dos alimentos ativa e eficaz. Ao reduzir as não conformidades em auditorias de terceira parte, a organização aumenta sua competitividade e se posiciona de forma mais robusta no mercado global, atendendo às exigências de grandes clientes e órgãos reguladores (Chaves, 2025). A experiência demonstra que a adoção de certificações de alto nível deve ser precedida por um trabalho de base focado nas Boas Práticas de Fabricação, garantindo que o sistema de gestão seja sustentado por pessoas conscientes e capacitadas (Santini et al., 2021). O fortalecimento da integração entre as áreas e o investimento contínuo em educação são, portanto, os pilares que garantirão a sustentabilidade desses resultados a longo prazo.
A análise dos dados também permite inferir que a resistência inicial à mudança, comum em processos de reestruturação cultural, foi superada através do diálogo e da transparência. A apresentação dos resultados das auditorias iniciais aos líderes e operadores funcionou como um choque de realidade que facilitou a aceitação dos novos treinamentos. Quando os funcionários percebem que seu trabalho impacta diretamente a segurança do consumidor e a viabilidade econômica da empresa, o senso de responsabilidade aumenta (Food Safety Brazil, 2025). A eficácia do treinamento de Boas Práticas de Fabricação, com 82% de participação, reflete esse novo momento da organização, onde o conhecimento técnico passou a ser valorizado como uma ferramenta de proteção individual e coletiva. O desafio futuro reside em manter esse nível de engajamento através de mecanismos de feedback e reconhecimento, garantindo que a segurança alimentar permaneça no topo das prioridades operacionais.
Conclui-se que o objetivo foi atingido, uma vez que a implementação de ações direcionadas à cultura organizacional e ao treinamento técnico resultou em uma redução de 61% nas não conformidades relacionadas às Boas Práticas de Fabricação, superando significativamente a meta inicial de 15%. A análise evidenciou que o fator humano é o principal determinante da conformidade em segurança alimentar, e que intervenções estruturadas na liderança e nas equipes operacionais são capazes de transformar o desempenho de uma indústria de alimentos. O fortalecimento da integração entre as áreas de qualidade e produção, aliado à conscientização contínua dos colaboradores, estabeleceu uma base sólida para a busca da certificação FSSC 22000 e para a consolidação de uma cultura de segurança dos alimentos madura. O estudo reforça a necessidade de investimentos constantes em capacitação humana como estratégia indispensável para garantir a inocuidade dos produtos, a proteção da saúde do consumidor e a competitividade da organização no mercado global.
Referências Bibliográficas:
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Resumo executivo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso da Especialização em Gestão de Projetos do MBA USP/Esalq
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