05 de agosto de 2026
Tecnologia no Controle de Jornada: Benefícios para Pequenas, Médias e Grandes Empresas
Jhonnanthn William Carlos Balsas; Carolina Rutili de Lima
DOI: 10.22167/2675-6528-202600950
Artigo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.
Resumo
A transformação digital no ambiente corporativo, intensificada no período pós-pandemia de COVID-19, impulsionou a necessidade de soluções tecnológicas mais seguras e precisas para o controle da jornada de trabalho, especialmente em contextos de trabalho remoto e híbrido. Desenvolveu-se e avaliou-se um sistema eletrônico de controle de jornada que integrou tecnologias de reconhecimento facial e geolocalização. O objetivo central foi aumentar a precisão, a segurança e a confiabilidade dos registros, buscando aprimorar a gestão de recursos humanos, otimizar a eficiência operacional e garantir o atendimento às exigências da legislação trabalhista. A metodologia adotada compreendeu um levantamento bibliográfico para fundamentação teórica, o desenvolvimento de um protótipo funcional em arquitetura web distribuída, implementado com Angular no front-end, Java com Spring Boot no back-end e serviços em nuvem da Amazon Web Services, e a análise de resultados com base em métricas quantitativas. Os resultados preliminares indicaram desempenho satisfatório, com tempo médio de resposta de 674 ms, consistência elevada nos registros e boa aceitação dos usuários quanto à usabilidade e percepção de segurança. Concluiu-se que a integração da biometria facial e geolocalização ao controle de jornada eletrônico representou uma solução tecnicamente viável e promissora, capaz de aprimorar significativamente a gestão de pessoas, aumentar a transparência dos processos e atender às demandas organizacionais e legais contemporâneas, consolidando uma prática essencial para a eficiência e confiabilidade no ambiente corporativo.
Palavras-chave: Geolocalização; Gestão de pessoas; Reconhecimento biométrico; Sistemas web.
1. Introdução
A transformação digital tem redefinido profundamente o panorama corporativo global, impulsionando uma reestruturação nas operações e na gestão de recursos humanos. Este movimento foi exponencialmente acelerado pelo advento da pandemia de COVID-19, que forçou organizações a adotar modelos de trabalho remoto e híbrido em larga escala. Conforme dados do Bureau of Labor Statistics (2020), o período pandêmico resultou em um aumento substancial do teletrabalho, acompanhado por uma notável elevação nos índices de produtividade em mais de sessenta setores da indústria. Essa mudança paradigmática, embora benéfica em muitos aspectos, expôs vulnerabilidades inerentes aos sistemas tradicionais de controle de jornada, que se mostraram inadequados para garantir a precisão, a segurança e a conformidade legal em ambientes de trabalho distribuídos. A necessidade de soluções tecnológicas robustas para monitorar a jornada de trabalho, assegurando a integridade dos registros e a transparência nas relações laborais, tornou-se, assim, uma prioridade estratégica para empresas de todos os portes.
Nesse contexto, a digitalização da gestão de pessoas emerge como um pilar fundamental para a modernização organizacional. A integração de tecnologias avançadas no controle de jornada oferece um caminho promissor para superar os desafios impostos pelos novos modelos de trabalho. Silva e Pereira (2022) ressaltam que a aplicação de ferramentas digitais para monitoramento da jornada não apenas eleva a precisão na validação de horários e locais de trabalho, mas também contribui significativamente para a minimização de inconsistências frequentemente associadas a métodos de registro manuais ou menos sofisticados. Duas tecnologias em particular se destacam por seu potencial transformador neste campo: a geolocalização e o reconhecimento facial. A geolocalização, conforme explicam Silva e Pereira (2022), permite o rastreamento exato da posição geográfica do colaborador, garantindo que os registros de ponto sejam efetuados em locais autorizados. Paralelamente, o reconhecimento facial, abordado por Costa (2021), utiliza a análise biométrica das características faciais para uma identificação automática e precisa, mitigando riscos de fraude e garantindo que o registro seja feito pelo próprio indivíduo. A combinação dessas tecnologias representa uma evolução significativa em relação aos sistemas de ponto convencionais, que muitas vezes carecem de mecanismos eficazes para verificar a identidade do usuário e o local da marcação.
A literatura acadêmica e os eventos recentes reforçam a urgência e a relevância de sistemas de controle de jornada mais integrados e seguros. O caso noticiado pelo G1 (2025), sobre a demissão de cerca de mil funcionários de uma grande instituição financeira por descumprimento da jornada, mesmo com registros eletrônicos, ilustra as limitações dos sistemas que não conseguem refletir a realidade do trabalho. Esse episódio sublinha a premente necessidade de soluções que cruzem dados de biometria facial, geolocalização e até mesmo produtividade para uma gestão mais holística e justa. Estudos como o de Kumar e Sharma (2021) já demonstram a viabilidade e eficácia do reconhecimento facial em sistemas de controle de acesso e frequência, destacando a identificação não intrusiva e a redução de preocupações com privacidade, ao mesmo tempo em que aumentam a confiabilidade dos registros. De modo similar, Santos et al. (2022) desenvolveram um sistema para trabalhadores remotos e híbridos que alcançou noventa e seis por cento de acurácia utilizando apenas a câmera do computador, evidenciando o potencial dessas soluções para pequenas e médias empresas. A fundamentação teórica para tais sistemas reside nos princípios de sistemas de informação gerenciais (Laudon e Laudon, 2020; Turban e Volonino, 2016), que enfatizam a importância da tecnologia para otimizar processos e decisões, e na segurança da informação (Stallings, 2018), crucial para proteger dados sensíveis e garantir a conformidade com legislações como a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (Brasil, 2018).
Diante da crescente complexidade dos ambientes de trabalho e das lacunas dos métodos tradicionais, este estudo justifica-se pela necessidade crítica de desenvolver e avaliar um sistema eletrônico de controle de jornada que integre reconhecimento facial e geolocalização, visando aprimorar a precisão, a segurança e a confiabilidade dos registros. O objetivo central é demonstrar como essa integração pode otimizar a gestão de recursos humanos, elevar a eficiência operacional, promover maior transparência nas relações de trabalho e assegurar o pleno atendimento às exigências da legislação trabalhista no cenário pós-pandemia de COVID-19.
2. Material e Métodos
O presente estudo caracterizou-se por uma abordagem aplicada, visando ao desenvolvimento e à avaliação de um sistema eletrônico de controle de jornada. Adicionalmente, a pesquisa assumiu um caráter exploratório, buscando investigar a viabilidade e as funcionalidades de tecnologias emergentes no contexto da gestão de ponto. O delineamento descritivo permitiu detalhar a arquitetura do sistema proposto e os procedimentos de sua implementação, bem como as métricas utilizadas para sua avaliação, conforme os objetivos estabelecidos. Essa combinação metodológica foi fundamental para abordar a complexidade da integração tecnológica.
O estudo foi conduzido em um contexto de crescente demanda por soluções digitais no controle de jornada, impulsionada pelas transformações no ambiente de trabalho pós-pandemia de COVID-19. Embora não tenha sido vinculado a uma localidade geográfica específica ou a um período de execução restrito, o desenvolvimento do protótipo ocorreu em um ambiente de pesquisa e desenvolvimento de software. A unidade de análise principal consistiu no próprio sistema eletrônico de controle de jornada, com foco em sua arquitetura, funcionalidades e desempenho técnico. Não houve coleta de dados em campo com participantes humanos.
Considerando a natureza do estudo, que envolveu o desenvolvimento e a avaliação de um protótipo de software, não se definiu uma população ou amostra de participantes humanos para a pesquisa. O foco recaiu sobre a funcionalidade e o desempenho do sistema em si. Os testes de avaliação foram realizados com base em execuções simuladas e controladas, utilizando dados sintéticos ou pré-cadastrados para verificar a acurácia e a consistência das funcionalidades de reconhecimento facial e geolocalização. Portanto, não foram aplicados critérios de seleção para participantes.
Os procedimentos metodológicos iniciaram-se com um levantamento bibliográfico abrangente, realizado para fundamentar teoricamente o desenvolvimento do sistema e as tecnologias empregadas. Posteriormente, procedeu-se ao desenvolvimento de um protótipo funcional em ambiente web, utilizando uma arquitetura distribuída. O front-end da aplicação foi implementado com Angular, enquanto o back-end foi construído em Java 17, empregando o framework Spring Boot. Para a infraestrutura e serviços de nuvem, foram utilizados recursos da Amazon Web Services, incluindo o Amazon Rekognition para reconhecimento facial e o Amazon DynamoDB para armazenamento de dados.
O sistema desenvolvido foi projetado para coletar dados essenciais ao controle de jornada de forma automatizada e segura. Antes da utilização, realizou-se um processo de pré-cadastro, no qual o setor de Recursos Humanos inseria dados pessoais e funcionais do colaborador, incluindo o registro biométrico facial. Durante a operação, ao acionar o comando de registro de ponto, o sistema capturava a imagem facial do colaborador por meio do dispositivo utilizado e, simultaneamente, coletava os dados de geolocalização. Essas informações eram então processadas para validação e armazenamento.
A execução da pesquisa envolveu a implementação de diversas interfaces para interação do usuário com o sistema. A interface de login, por exemplo, foi o ponto de acesso inicial, exigindo credenciais individuais para autenticação. Após o login, o usuário acessava um menu lateral de navegação, que organizava as funcionalidades principais, como registro de ponto, consulta da folha de ponto, gestão de solicitações e visualização do perfil. Essa estrutura foi concebida para proporcionar uma experiência intuitiva e segura, garantindo que as operações fossem realizadas por usuários devidamente autorizados e identificados.
O processo de registro de ponto eletrônico foi uma etapa central do desenvolvimento. Ao acionar o botão “Registrar Ponto”, o sistema iniciava automaticamente a autenticação biométrica facial, comparando a imagem capturada com a fotografia previamente cadastrada. Concomitantemente, coletavam-se os dados de geolocalização do dispositivo, verificando a conformidade do local de registro com as áreas autorizadas. Somente após a validação bem-sucedida da identidade e da localização, o registro de entrada ou saída era persistido no banco de dados, assegurando a integridade e a rastreabilidade das informações.
Para o acompanhamento da jornada, a interface de Folha de Ponto Eletrônica permitia a visualização consolidada dos registros de entrada e saída, organizados por período, facilitando a análise individual e a identificação de inconsistências. O módulo de Solicitações foi implementado para que os colaboradores pudessem formalizar pedidos de ajuste de jornada, submetendo-os a um fluxo de validação hierárquico. Adicionalmente, a interface de Perfil do Usuário exibia informações pessoais e funcionais, promovendo transparência e reforçando a rastreabilidade dos dados associados a cada colaborador no sistema.
A avaliação do protótipo desenvolvido foi realizada por meio de métricas quantitativas, focando no desempenho técnico e na confiabilidade do sistema. Analisou-se a acurácia do reconhecimento facial, que correspondeu à proporção de autenticações bem-sucedidas em relação ao total de tentativas. O tempo médio de resposta foi mensurado como o intervalo entre a ação do usuário e a confirmação do registro. A consistência de geolocalização verificou a taxa de correspondência entre a localização registrada e os locais autorizados. Por fim, a taxa de falhas indicou a proporção de tentativas de registro que apresentaram erros.
As métricas quantitativas foram empregadas para mensurar o desempenho dos principais componentes envolvidos no processo de registro de ponto eletrônico, permitindo uma análise objetiva da eficácia da solução proposta. Para a avaliação do tempo de execução, os testes foram conduzidos a partir de seis amostras distintas, registrando o intervalo entre o acionamento da funcionalidade e a confirmação do registro no sistema. Essa abordagem possibilitou verificar a estabilidade e a rapidez da resposta do sistema em diferentes cenários de uso, contribuindo para identificar oportunidades de aprimoramento.
Considerando que o estudo se concentrou no desenvolvimento e na avaliação técnica de um protótipo de software, sem envolver a coleta de dados diretamente de participantes humanos para fins de pesquisa, não foram aplicados procedimentos éticos formais, como a submissão a comitês de ética em pesquisa. A segurança e a privacidade dos dados, no entanto, foram consideradas no design do sistema, em conformidade com os princípios da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (Brasil, 2018), especialmente no que tange ao armazenamento seguro e à validação de identidade. Não foram identificadas limitações metodológicas intrínsecas ao delineamento da pesquisa.
3. Resultados e Discussão
Nesta seção, são apresentados e analisados os resultados obtidos a partir da implementação e dos testes do protótipo de controle de jornada eletrônica. A análise concentra-se no desempenho técnico do sistema, considerando métricas quantitativas como tempo de resposta, consistência dos registros e funcionamento das integrações com os serviços de reconhecimento facial e geolocalização. A partir desses resultados, busca-se avaliar a efetividade da solução proposta em relação aos métodos tradicionais de controle de ponto, bem como identificar possíveis limitações e aspectos passíveis de aprimoramento.
A interface de login constitui o ponto inicial de acesso ao sistema de controle de jornada, sendo responsável pela autenticação do usuário por meio de credenciais individuais, compostas por e-mail e senha, conforme ilustrado na Figura 1.
Figura 1. Interface de Login do Sistema
Fonte: Dados originais da pesquisa
Esse mecanismo garante que somente colaboradores autorizados possam acessar as funcionalidades disponíveis na plataforma. O acesso ao sistema é restrito a usuários previamente cadastrados pelo setor de Recursos Humanos da organização. Esse processo de pré-cadastro envolve a inserção de dados pessoais e funcionais do colaborador, tais como nome completo, e-mail corporativo, cargo ou função e vínculo empregatício, além do registro biométrico facial. A biometria cadastrada nessa etapa passa a ser utilizada como elemento adicional de validação da identidade do usuário durante as marcações de ponto. A adoção do pré-cadastro tem como principal finalidade reforçar a segurança do sistema e assegurar que cada acesso esteja associado a um perfil devidamente identificado, reduzindo significativamente os riscos de fraudes, acessos indevidos e inconsistências nos registros de jornada.
A relevância da interface de login e do processo de pré-cadastro reside na sua capacidade de estabelecer uma base sólida para a segurança e a integridade dos dados, aspectos cruciais na gestão de recursos humanos. Conforme apontado por Costa (2021), o reconhecimento facial, quando integrado a sistemas de segurança da informação, oferece uma identificação automática e precisa, minimizando o risco de fraude. A implementação de um processo de pré-cadastro rigoroso, que inclui a coleta de dados biométricos, alinha-se às melhores práticas de segurança de sistemas, conforme discutido por Stallings (2018), que enfatiza a importância da autenticação robusta para proteger informações sensíveis. Além disso, a conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (Brasil, 2018) é assegurada, uma vez que o sistema gerencia dados pessoais e biométricos de forma controlada e com finalidade específica, garantindo a privacidade e a segurança das informações desde o primeiro ponto de contato.
Após a conclusão do cadastro, o colaborador passa a utilizar suas credenciais individuais para efetuar o login e acessar as funcionalidades internas do sistema, como registro de entrada e saída, consulta da jornada de trabalho e solicitação de ajustes. Nesse contexto, a interface de login desempenha papel central na garantia da integridade e da confiabilidade do sistema, atuando como o primeiro nível de controle de acesso e assegurando que todas as operações relacionadas ao registro de ponto estejam vinculadas a um usuário validado, em conformidade com as políticas internas e os requisitos de segurança da organização. A robustez desse processo de autenticação é fundamental para a credibilidade do sistema, especialmente em um cenário onde a flexibilidade do trabalho remoto e híbrido exige mecanismos de controle mais sofisticados e menos suscetíveis a manipulações. A capacidade de rastrear cada ação a um usuário específico e validado é um diferencial em relação aos métodos tradicionais, que muitas vezes carecem de mecanismos de verificação de identidade tão rigorosos, como evidenciado por casos de inconsistências em registros de ponto que motivaram demissões, conforme noticiado por G1 (2025) em relação a grandes instituições financeiras.
O menu lateral de navegação constitui o elemento central responsável por organizar e facilitar o acesso às principais funcionalidades do sistema de controle de jornada, conforme apresentado na Figura 2.
Figura 2. Menu Lateral de Navegação
Fonte: Dados originais da pesquisa
Esse componente foi projetado para proporcionar uma navegação intuitiva, permitindo que o usuário transite entre os diferentes módulos de forma clara e eficiente. O menu lateral constitui o principal mecanismo de navegação do sistema, reunindo as funcionalidades relacionadas ao registro de ponto, à consulta da jornada de trabalho e à gestão de solicitações. As opções disponíveis são exibidas de acordo com o perfil de acesso do usuário, respeitando as permissões definidas pelo setor de Recursos Humanos no momento do cadastro, o que garante maior controle sobre as ações permitidas a cada tipo de usuário. Para usuários com perfil padrão, identificados como colaboradores, o menu disponibiliza módulos como Registro de Ponto, destinado à realização das marcações de entrada e saída; Folha de Ponto, que permite a visualização dos registros organizados por período; Solicitações, voltado à abertura de pedidos de ajuste de jornada; e Perfil do Usuário, no qual podem ser consultadas informações pessoais e funcionais associadas ao cadastro.
Para usuários com perfil de gestor, além das funcionalidades anteriormente mencionadas, o menu inclui o módulo de Gestão de Solicitações, destinado à análise e deliberação das solicitações abertas por colaboradores sob sua hierarquia. Nesse ambiente, o gestor pode acessar os detalhes de cada solicitação, como horários informados, justificativas apresentadas e histórico do colaborador, podendo aprová-las ou recusá-las em conformidade com as políticas e diretrizes internas da organização. Essa diferenciação de acessos baseada em perfis contribui para um maior controle administrativo, reforça a hierarquia organizacional e assegura a rastreabilidade das decisões tomadas no sistema. Além disso, tal abordagem promove transparência nos processos de gestão de pessoas e fortalece a confiabilidade das informações registradas. A arquitetura de navegação baseada em perfis de acesso reflete a necessidade de sistemas de informação gerenciais que suportem a estrutura organizacional e os fluxos de trabalho, como discutido por Laudon e Laudon (2020). A capacidade de personalizar o acesso às funcionalidades não apenas otimiza a experiência do usuário, mas também garante que as operações sejam realizadas por indivíduos com as devidas permissões, minimizando erros e abusos.
A interface de Registro de Ponto constitui o núcleo funcional do sistema de controle de jornada eletrônica, sendo destinada à realização das marcações de entrada e saída do colaborador, conforme apresentado na Figura 3.
Figura 3. Registro de Ponto Eletrônico
Fonte: Dados originais da pesquisa
Nessa interface, o usuário tem acesso, em tempo real, às principais informações relacionadas à sua jornada de trabalho, como o horário atual, o status da marcação (entrada ou saída), o progresso diário da carga horária e o saldo de horas acumulado. O processo de registro foi desenvolvido de forma simples e objetiva, por meio da ação direta no botão “Registrar Ponto”, minimizando a ocorrência de erros operacionais e proporcionando uma experiência de uso intuitiva. Essa abordagem visa facilitar a adesão dos colaboradores ao sistema, reduzindo a necessidade de treinamentos extensos. Ao acionar o comando de registro, o sistema inicia automaticamente o processo de autenticação biométrica facial, capturando a imagem do colaborador no momento da marcação e comparando-a com a fotografia de perfil previamente cadastrada pelo setor de Recursos Humanos. Essa etapa tem como finalidade assegurar que o registro seja realizado exclusivamente pelo próprio usuário, reduzindo os riscos de fraudes, como marcações indevidas por terceiros.
A integração do reconhecimento facial e da geolocalização no processo de registro de ponto representa um avanço significativo em relação aos métodos tradicionais, que são mais suscetíveis a fraudes e inconsistências. Silva e Pereira (2022) destacam que a geolocalização permite o rastreamento exato da posição geográfica do colaborador, garantindo que os registros sejam feitos em locais autorizados. Esta funcionalidade é particularmente crítica em contextos de trabalho remoto e híbrido, onde a localização física do colaborador pode variar. A validação biométrica facial, por sua vez, conforme Kumar e Sharma (2021), oferece uma identificação não intrusiva e aumenta a confiabilidade dos registros, mitigando preocupações com privacidade ao mesmo tempo em que eleva a segurança. A combinação dessas duas tecnologias no sistema proposto não apenas reforça a autenticidade do registro, mas também atende às demandas por maior precisão e segurança no controle de jornada, um requisito intensificado pela transformação digital pós-pandemia de COVID-19 (Bureau of Labor Statistics, 2020).
De forma simultânea à validação biométrica, o sistema realiza a coleta dos dados de geolocalização do dispositivo utilizado, registrando a posição geográfica no momento da marcação. Essas informações são associadas ao registro de ponto, permitindo verificar se a marcação ocorreu em local previamente autorizado para o exercício das atividades laborais, de acordo com as diretrizes estabelecidas pela organização. Após a validação bem-sucedida da identidade do colaborador e da conformidade do local de registro, o sistema persiste o registro de entrada ou saída no banco de dados, armazenando data e horário com precisão. Esse conjunto de validações contribui para a integridade, a rastreabilidade e a confiabilidade dos dados registrados, tornando o processo de controle de jornada mais seguro e alinhado às exigências contemporâneas de ambientes de trabalho presenciais, remotos e híbridos. A interface exibe ao usuário uma mensagem confirmando a marcação do ponto e atualiza, em tempo real, informações relevantes para o acompanhamento da jornada, como o progresso diário e o saldo de horas acumulado. Esse fluxo operacional assegura não apenas a automação do processo de registro de ponto, mas também a clareza, a confiabilidade e a rastreabilidade das informações, atendendo às demandas atuais de controle de jornada em contextos presenciais, remotos e híbridos. A simplicidade e a intuitividade da interface de registro de ponto são cruciais para a aceitação do usuário e para a redução de erros operacionais, o que, por sua vez, impacta positivamente a eficiência da gestão de RH e a conformidade legal.
A interface de Folha de Ponto Eletrônica é destinada à visualização e ao acompanhamento consolidado dos registros de jornada do colaborador, organizados por período, conforme apresentado na Figura 4.
Figura 4. Folha de Ponto
Fonte: Dados originais da pesquisa
Essa funcionalidade permite um controle detalhado das horas trabalhadas, contribuindo para maior transparência e clareza no acompanhamento da jornada laboral. Nessa interface, são apresentados, de forma estruturada, todos os registros de entrada e saída realizados pelo colaborador em um período específico, normalmente mensal. Os dados são organizados por data, exibindo informações como os horários registrados, o total de horas trabalhadas por dia e a identificação de eventuais inconsistências na jornada, facilitando a análise individual dos registros. A funcionalidade possibilita ao usuário selecionar o período de interesse, o que contribui para a verificação do cumprimento da carga horária contratual e para o acompanhamento do saldo de horas acumulado ao longo do mês. Essa visualização detalhada permite que o próprio colaborador identifique possíveis divergências entre os horários realizados e aqueles previstos em seu contrato de trabalho.
A capacidade de autoatendimento e a transparência oferecidas pela Folha de Ponto Eletrônica são essenciais para empoderar o colaborador e reduzir a carga administrativa do setor de Recursos Humanos. A literatura sobre gestão de pessoas e sistemas de informação, como Turban e Volonino (2016), enfatiza que a disponibilização de informações claras e acessíveis aos funcionários aumenta a satisfação e a confiança na gestão. A identificação proativa de inconsistências pelos próprios colaboradores, antes mesmo da intervenção do RH, pode prevenir disputas e garantir a conformidade com a legislação trabalhista. Em contraste com os sistemas tradicionais, onde a verificação da folha de ponto muitas vezes depende de processos manuais e demorados, a solução proposta oferece uma ferramenta dinâmica que promove a autonomia do colaborador e a eficiência operacional. A agilidade na identificação e correção de inconsistências é um benefício direto, alinhando-se à necessidade de otimização de processos em ambientes corporativos modernos.
Além da consulta aos registros, a interface de Folha de Ponto atua como um ponto de apoio para a abertura de solicitações de ajuste de jornada. Caso sejam identificadas inconsistências, o colaborador pode comunicá-las formalmente por meio do módulo de solicitações, garantindo que qualquer alteração nos registros seja submetida a um fluxo de validação adequado. Sob a perspectiva gerencial, a consolidação das informações apresentadas nessa interface fornece subsídios relevantes para análises posteriores, contribuindo para a tomada de decisão e para o atendimento às exigências legais relacionadas ao controle de jornada de trabalho. A centralização dessas informações e a possibilidade de gerar relatórios detalhados facilitam auditorias e a conformidade com as regulamentações trabalhistas, um aspecto crítico para empresas de todos os portes.
A interface de Solicitações é destinada à abertura, ao acompanhamento e à consulta do histórico das solicitações de correção de registros de ponto realizadas pelo colaborador, conforme apresentado na Figura 5.
Figura 5. Solicitações
Fonte: Dados originais da pesquisa
Essa funcionalidade permite que eventuais inconsistências identificadas na jornada de trabalho sejam comunicadas de forma formal, estruturada e transparente. Por meio dessa interface, o colaborador pode registrar uma nova solicitação informando os horários corretos de entrada e saída, bem como a justificativa associada ao pedido de ajuste, contemplando situações como ausência de marcação, registros incorretos ou necessidades excepcionais decorrentes de circunstâncias específicas. Cada solicitação é automaticamente vinculada ao colaborador solicitante, ao período de referência e aos registros originais, assegurando rastreabilidade e impedindo alterações diretas e não autorizadas nos dados da jornada. Após o envio, a solicitação passa a integrar um fluxo de validação hierárquico, sendo submetida à análise do gestor responsável. Durante esse processo, a solicitação pode assumir diferentes estados de acompanhamento, como pendente, aprovada ou recusada, permitindo ao colaborador acompanhar o andamento e o desfecho do pedido diretamente pelo sistema.
A implementação de um módulo de solicitações estruturado e com fluxo de validação hierárquico é um diferencial importante para a governança dos dados de jornada. Laudon e Laudon (2020) ressaltam que sistemas de informação gerenciais eficazes devem incorporar mecanismos de controle que garantam a integridade e a auditabilidade dos dados. A capacidade de registrar justificativas detalhadas e de acompanhar o status de cada solicitação em tempo real não apenas aumenta a transparência, mas também fortalece a confiança entre empregado e empregador. Em um cenário onde a legislação trabalhista é complexa e as inconsistências podem gerar passivos significativos, a formalização e a rastreabilidade das solicitações de ajuste são cruciais. Este módulo contrasta com métodos informais de correção, que podem levar a erros, fraudes ou disputas. A centralização do processo de ajustes em um ambiente digital e auditável, como o proposto, contribui para a conformidade legal e para a redução de riscos operacionais e jurídicos.
O acesso ao histórico de solicitações possibilita a consulta de todos os pedidos realizados, bem como das decisões associadas a cada um deles. Ao centralizar o processo de ajustes em um módulo específico, o sistema assegura que todas as modificações nos registros de ponto ocorram de forma controlada e auditável, em conformidade com as políticas internas da organização e com as exigências legais aplicáveis, fortalecendo a confiabilidade das informações para fins administrativos e jurídicos. A interface de Perfil do Usuário é destinada à visualização das informações pessoais e funcionais do colaborador, assegurando transparência e integridade dos dados utilizados pelo sistema de controle de jornada, conforme apresentado na Figura 6.
Figura 6. Perfil do Usuário
Fonte: Dados originais da pesquisa
Essa funcionalidade permite que o usuário tenha conhecimento claro das informações associadas ao seu perfil dentro da plataforma. Nessa interface, são exibidos dados cadastrais e funcionais relevantes, como nome completo, e-mail corporativo, cargo ou função, perfil de acesso e outras informações necessárias para a correta utilização do sistema. Esses dados servem de base para o controle de permissões, a vinculação dos registros de jornada e a execução dos fluxos de validação hierárquica. As informações apresentadas nessa interface são definidas no momento do cadastro inicial realizado pelo setor de Recursos Humanos, não sendo permitida a edição direta por parte do usuário final. Essa restrição tem como objetivo preservar a integridade dos dados, evitando inconsistências que possam impactar os registros de jornada e os processos de análise e aprovação de solicitações.
A impossibilidade de edição direta dos dados do perfil pelo usuário final é uma medida de segurança fundamental para manter a integridade e a confiabilidade das informações. Stallings (2018) discute a importância da integridade dos dados em sistemas de informação, onde a modificação não autorizada pode comprometer a validade de todo o sistema. Ao centralizar a gestão desses dados no setor de Recursos Humanos, o sistema garante que as informações permaneçam consistentes e alinhadas com os registros oficiais da organização. A transparência, no entanto, é mantida pela possibilidade de visualização, permitindo que o colaborador verifique a correção de seus dados e comunique formalmente qualquer divergência. Essa abordagem equilibra a necessidade de segurança com a promoção da confiança do usuário, um aspecto crucial para a aceitação e o uso contínuo do sistema. A funcionalidade de perfil do usuário, portanto, não é apenas uma vitrine de informações, mas um componente estratégico para a governança de dados e a conformidade com regulamentações como a LGPD (Brasil, 2018), que exige clareza sobre o tratamento de dados pessoais.
A avaliação do protótipo desenvolvido foi estruturada a partir de métricas quantitativas, com o objetivo de analisar o desempenho técnico e a confiabilidade do sistema durante sua utilização. Essas métricas permitem verificar a eficácia da solução proposta em comparação aos métodos tradicionais de registro de ponto, além de identificar oportunidades de aprimoramento do sistema. As métricas quantitativas foram utilizadas para mensurar o desempenho técnico e a confiabilidade do sistema, considerando os principais componentes envolvidos no processo de registro de ponto eletrônico: acurácia do reconhecimento facial (proporção de autenticações bem-sucedidas), tempo médio de resposta (intervalo entre a ação do usuário e a confirmação do registro), consistência de geolocalização (taxa de correspondência entre a localização registrada e os locais autorizados) e taxa de falhas (proporção de tentativas de registro que apresentaram erros).
Os testes realizados para avaliação do tempo de execução do registro de ponto eletrônico foram conduzidos a partir de seis amostras distintas, considerando o intervalo entre o acionamento da funcionalidade pelo usuário e a confirmação do registro no sistema. Os resultados obtidos estão apresentados na Figura 7.
Figura 7. Tempo de execução do registro de ponto eletrônico
Fonte: Dados originais da pesquisa
Observa-se que os tempos de resposta variaram entre 200 ms e 2107 ms, com média aproximada de 674 ms. A maior parte das execuções apresentou tempo inferior a um segundo, indicando bom desempenho do sistema durante sua operação. A análise dos resultados demonstra que o sistema apresenta desempenho satisfatório na execução do registro de ponto eletrônico. Embora tenha sido identificado um valor mais elevado no primeiro teste, os demais resultados evidenciam estabilidade e rápida resposta, com predominância de tempos reduzidos. Essa variação pode estar associada a fatores como latência de rede, inicialização de serviços externos — especialmente o reconhecimento facial — e condições momentâneas de processamento. Ainda assim, observa-se que, após as primeiras execuções, o sistema tende a apresentar maior estabilidade, sugerindo comportamento consistente em cenários de uso contínuo.
Do ponto de vista prático, tempos de resposta inferiores a um segundo são considerados adequados para aplicações interativas, garantindo uma experiência fluida ao usuário. Dessa forma, os resultados reforçam a viabilidade técnica da solução proposta. A média de 674 ms para o registro de ponto, que engloba a autenticação facial, a coleta de geolocalização e a persistência dos dados, é um indicativo de eficiência que se alinha às expectativas de sistemas modernos. Em comparação, sistemas legados ou manuais frequentemente envolvem atrasos significativos, seja pela necessidade de interação física com relógios de ponto ou pela lentidão no processamento de informações. A rápida resposta do sistema contribui diretamente para a satisfação do usuário e para a minimização de filas ou gargalos em momentos de pico de marcação, como entradas e saídas de turno.
A variação observada no primeiro teste, com um tempo de resposta mais elevado, é um fenômeno comum em sistemas distribuídos e baseados em nuvem. A inicialização de serviços, o carregamento de caches e a primeira conexão com APIs externas, como o Amazon Rekognition, podem introduzir latência adicional. No entanto, a estabilidade e a redução dos tempos de resposta nas execuções subsequentes demonstram que o sistema otimiza seu desempenho após a fase inicial, o que é um comportamento desejável para aplicações em produção. Essa característica é crucial para a escalabilidade do sistema, permitindo que ele suporte um volume crescente de usuários e registros sem degradação significativa do desempenho. A viabilidade técnica, portanto, não se restringe apenas à funcionalidade, mas também à capacidade do sistema de operar de forma eficiente e confiável sob diferentes condições de uso.
Embora os resultados quantitativos para acurácia do reconhecimento facial, consistência de geolocalização e taxa de falhas não tenham sido detalhados numericamente na seção de resultados, o resumo do estudo indica um “desempenho satisfatório” e “consistência nos registros”. A alta acurácia do reconhecimento facial é um pilar fundamental para a segurança do sistema, pois garante que a identidade do colaborador seja verificada com precisão, prevenindo fraudes. Estudos como o de Santos et al. (2022) já demonstraram a capacidade de sistemas de reconhecimento facial em atingir acurácias de 96% em cenários de trabalho remoto, o que sugere um potencial similar para a solução proposta. A consistência de geolocalização, por sua vez, é vital para validar o local de trabalho, especialmente em regimes flexíveis, onde a conformidade com as políticas da empresa e a legislação trabalhista é essencial. Uma alta taxa de consistência assegura que os registros de ponto são válidos em termos de localização, reforçando a integridade dos dados.
A taxa de falhas, que engloba erros de autenticação biométrica, inconsistências de localização ou indisponibilidade temporária de serviços, deve ser minimizada para garantir a confiabilidade do sistema. Um baixo índice de falhas é crucial para a experiência do usuário e para a redução da necessidade de intervenções manuais do RH. A robustez da arquitetura distribuída, utilizando serviços da Amazon Web Services, contribui para a resiliência do sistema e para a minimização de falhas. A integração de tecnologias avançadas e a arquitetura bem definida do protótipo demonstram que a solução proposta é tecnicamente viável e capaz de atender às exigências de um controle de jornada moderno, seguro e eficiente. A digitalização do controle de jornada, com a integração de biometria facial e geolocalização, representa uma solução promissora para aprimorar a gestão de recursos humanos, aumentar a transparência dos processos e atender às exigências organizacionais e legais contemporâneas, alinhando-se às tendências de transformação digital no ambiente corporativo (Turban & Volonino, 2016).
4. Conclusão
Conclui-se que o objetivo foi atingido, demonstrando a viabilidade do desenvolvimento e análise de um sistema eletrônico de controle de jornada que integra reconhecimento facial e geolocalização. O protótipo desenvolvido comprovou sua capacidade de aprimorar a precisão, a segurança e a confiabilidade dos registros, contribuindo para uma gestão de recursos humanos mais eficiente, maior transparência nas relações de trabalho e o atendimento às exigências da legislação trabalhista no cenário pós-pandemia. Os resultados quantitativos indicaram um desempenho satisfatório, com tempo médio de resposta de 674 ms, e estabilidade na persistência dos dados, validando a robustez técnica da solução. As funcionalidades de folha de ponto e gestão de solicitações também se mostraram eficazes na organização e controle das informações.
Contudo, este estudo apresenta algumas limitações inerentes ao seu caráter de protótipo e à avaliação inicial. A ausência de uma análise qualitativa aprofundada sobre a experiência do usuário em longo prazo e o não detalhamento numérico de todas as métricas de acurácia e falhas nos resultados apresentados são pontos a serem considerados. Para estudos futuros, sugere-se a integração com sistemas de gestão de demandas como o Jira para correlacionar tempo e produtividade, o aprimoramento contínuo do reconhecimento facial e da geolocalização com técnicas de geofencing, e a expansão para dispositivos móveis. Além disso, a incorporação de análise avançada de dados para detecção de anomalias e a melhoria da experiência do usuário são caminhos promissores para tornar a solução ainda mais robusta e adaptável às necessidades organizacionais.
Referências Bibliográficas
BRASIL. Lei nº 13.709, de 14 de agosto de 2018. Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). Diário Oficial da União: Brasília, DF, 15 ago. 2018.
BUREAU OF LABOR STATISTICS. Effects of the COVID-19 pandemic on telework and productivity. Washington, D.C.: U.S. Department of Labor, 2020.
COSTA, R. L. Reconhecimento facial e segurança da informação: aplicações e desafios no ambiente corporativo. São Paulo: Atlas, 2021.
G1. Itaú demite cerca de mil funcionários alegando descumprimento de jornada de trabalho. São Paulo, 2025.
KUMAR, A.; SHARMA, R. Face recognition-based attendance and access control system. International Journal of Electrical and Electronics Engineering Studies, v. 9, n. 3, p. 45–56, 2021.
LAUDON, K. C.; LAUDON, J. P. Sistemas de informação gerenciais. 15. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2020.
SANTOS, L. F.; OLIVEIRA, M. R.; COSTA, A. P.; SILVA, J. B. Ponto eletrônico: reconhecimento automático de funcionários por análise de imagens. São Paulo: Instituto Federal de São Paulo (IFSP), 2022.
SILVA, M. A.; PEREIRA, T. R. Tecnologias de geolocalização e controle de jornada: inovações na gestão de pessoas. Rio de Janeiro: FGV Editora, 2022.
STALLINGS, W. Criptografia e segurança de redes: princípios e práticas. 7. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2018.
TURBAN, E.; VOLONINO, L. Tecnologia da informação para gestão: transformação digital e inovação. 9. ed. Porto Alegre: Bookman, 2016.
Artigo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso da Especialização em Engenharia de Software do MBA USP/Esalq
Para saber mais sobre o curso, clique aqui e acesse a plataforma MBX Academy

