08 de abril de 2026
Requisitos para Apps de Bem-Estar Espiritual Católico
Cleber dos Santos Rodrigues; Daniele Aparecida Cicillini Pimenta
Resumo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.
A expansão do acesso às tecnologias digitais promoveu transformações profundas nos modos de comunicação e interação humana, estabelecendo novos paradigmas para a vida social e individual. Embora tais tecnologias tenham ampliado as possibilidades de conexão global, a literatura científica indica um aumento paralelo de problemas relacionados à saúde mental, o que demanda a investigação de soluções tecnológicas capazes de contribuir efetivamente para a promoção do bem-estar emocional e espiritual. No cenário brasileiro, 89,4% da população possui acesso à internet por meio de dispositivos móveis, o que evidencia a onipresença dos smartphones no cotidiano (IBGE, 2023). Nesse contexto, a espiritualidade, especialmente sob a perspectiva cristã católica, é reconhecida como um importante fator de proteção à saúde mental e um promotor de resiliência psicológica (Gonçalves, 2024). A integração entre tecnologia e espiritualidade surge como um campo fértil para o desenvolvimento de ferramentas que auxiliem na manutenção do equilíbrio emocional, visto que a prática religiosa está associada a menores índices de depressão e ansiedade (Oliveira e Junges, 2012).
A relevância de investigar requisitos para aplicações voltadas ao público católico fundamenta-se na magnitude desse segmento demográfico. Aproximadamente 50,2% da população brasileira identifica-se como católica, o que totaliza cerca de 106,8 milhões de pessoas (IBGE, 2023). Existe, portanto, um mercado potencial significativo para aplicações digitais especializadas, desde que estas sejam fundamentadas em requisitos tecnicamente consistentes e empiricamente validados. A engenharia de software moderna estabelece que o sucesso de produtos digitais depende fundamentalmente da aplicação rigorosa de metodologias de elicitação e especificação de requisitos centradas no usuário (Pressman e Maxim, 2021). No contexto de aplicações voltadas ao bem-estar, essa abordagem torna-se crítica por envolver aspectos emocionais, psicológicos e espirituais que demandam tratamento especializado e sensibilidade no design da experiência.
Requisitos bem especificados devem ser corretos, não ambíguos, completos, consistentes, classificados por importância, verificáveis, modificáveis e rastreáveis (Sommerville, 2019). Estudos recentes demonstram que aplicativos de bem-estar mental possuem potencial significativo para gerar impacto positivo na saúde dos usuários, mas frequentemente falham devido a requisitos mal definidos ou desalinhados com as necessidades reais do público-alvo (Kumar e Garg, 2019). Na área específica da espiritualidade digital, as pesquisas indicam que os usuários valorizam a autenticidade, a simplicidade e a personalização, mas carecem de produtos que atendam adequadamente a essas expectativas de forma integrada (Sbardelotto, 2024). A lacuna teórica e técnica reside na falta de uma especificação detalhada que oriente o desenvolvimento de softwares que não apenas ofereçam conteúdo religioso, mas que proporcionem uma experiência de usuário voltada ao bem-estar integral.
O embasamento teórico para o desenvolvimento de tais soluções deve considerar a espiritualidade como uma dimensão humana que busca significado e propósito, muitas vezes expressa por meio de práticas religiosas estruturadas. A mediação digital dessas práticas não deve ser vista apenas como uma transposição de conteúdos analógicos para o ambiente virtual, mas como uma nova forma de vivência da fé que exige interfaces intuitivas e funcionalidades que respeitem o tempo e o espaço sagrado do usuário. A necessidade de silêncio, concentração e introspecção, elementos fundamentais da oração e da meditação, entra em conflito direto com a lógica de interrupções e notificações constantes das plataformas digitais contemporâneas (Ledger e Bailly, 2014). Portanto, a especificação de requisitos para um aplicativo de bem-estar espiritual deve priorizar a criação de um ambiente digital que favoreça a imersão e a tranquilidade.
A presente investigação caracterizou-se como um estudo de natureza aplicada, com abordagem exploratória e descritiva. A metodologia foi estruturada de forma predominantemente quantitativa, visando a obtenção de dados estatísticos robustos, complementada por elementos qualitativos para a análise de conteúdo das respostas abertas fornecidas pelos participantes. O processo metodológico foi dividido em três fases complementares: levantamento bibliográfico sistemático, coleta de dados primários por meio de questionário estruturado e análise comparativa de aplicativos existentes no mercado, técnica conhecida como benchmarking.
No aspecto bibliográfico, realizou-se entre os meses de maio e junho de 2025 um levantamento da literatura com ênfase em publicações recentes, a partir de 2019, utilizando bases de dados como Google Acadêmico e SciELO. Foram empregados descritores específicos, incluindo aplicativos para espiritualidade, tecnologia e espiritualidade, apps cristãos, bem-estar emocional e saúde mental. A seleção priorizou textos com abordagens metodológicas compatíveis com o escopo do projeto, focando em artigos que discutissem a integração entre tecnologia e experiências de espiritualidade. As informações extraídas dessa fase contribuíram para a formulação das perguntas do questionário e para a definição dos critérios de avaliação utilizados na análise comparativa dos aplicativos.
A coleta de dados primários ocorreu por meio de um questionário estruturado, desenvolvido inicialmente em editor de texto e posteriormente transposto para a plataforma Google Forms. O instrumento de pesquisa foi organizado em três seções principais. A primeira seção focou no perfil demográfico, coletando variáveis como sexo, faixa etária, escolaridade, religião e frequência de prática religiosa. A segunda seção investigou os hábitos tecnológicos dos participantes, incluindo o sistema operacional do smartphone, o tempo médio de uso diário do dispositivo e a experiência prévia com aplicativos de cunho religioso. A terceira seção constituiu o núcleo da elicitação de requisitos, utilizando questões de múltipla escolha para identificar funcionalidades prioritárias e a escala Likert de cinco pontos para mensurar o grau de concordância dos usuários com características específicas desejadas em um software dessa natureza.
A questão voltada aos recursos considerados mais importantes permitiu a seleção múltipla de sete funcionalidades predefinidas: orações guiadas, meditações direcionadas, calendário litúrgico, lembretes personalizados, acesso offline, ausência de anúncios e personalização de conteúdo. Além das opções fechadas, foi disponibilizado um campo aberto para que os respondentes pudessem indicar outras necessidades não antecipadas. Essa estrutura permitiu quantificar a demanda relativa de cada funcionalidade e capturar requisitos subjetivos. Para avaliar a intensidade das preferências, a escala Likert foi aplicada a cinco afirmações sobre características desejadas, o que se mostrou particularmente útil para identificar requisitos não-funcionais críticos relacionados à experiência do usuário e à usabilidade.
A população-alvo foi definida como usuários de smartphones com sistema operacional Android, maiores de 18 anos, com interesse declarado ou potencial em aplicativos de espiritualidade cristã. A amostragem adotada foi não-probabilística por conveniência, baseada na adesão espontânea. Para garantir a validade estatística, utilizou-se a fórmula para populações infinitas com nível de confiança de 95%, margem de erro de 5% e distribuição conservadora, o que resultou em uma meta de amostra mínima de 385 respondentes. A coleta foi realizada entre 15 de março e sete de junho de 2025, por meio da divulgação de convites em grupos temáticos de WhatsApp e Telegram voltados a discussões sobre espiritualidade cristã. Ao final do período, obteve-se um total de 574 respostas válidas, superando significativamente a meta inicial.
O tratamento dos dados quantitativos foi realizado por meio de análise estatística descritiva, utilizando recursos de filtragem para refinar, organizar e sintetizar as características da amostra. Foram calculadas médias e frequências para possibilitar uma compreensão geral dos resultados. Para as questões abertas, aplicou-se a técnica de análise de conteúdo (Bardin, 2016), que envolveu as etapas de pré-análise, exploração do material e categorização semântica das respostas. Esse processo permitiu identificar padrões nas sugestões dos usuários e transformar percepções subjetivas em requisitos técnicos objetivos. O estudo seguiu as diretrizes éticas da Resolução CNS nº 510/2016, garantindo o anonimato e a participação voluntária mediante aceitação do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido.
A terceira etapa metodológica consistiu no benchmarking de cinco aplicativos móveis voltados à espiritualidade cristã católica: Oração Play, Pocket Terço, Hallow, Liturgia Diária e Católico Orante. A seleção desses softwares baseou-se em critérios de popularidade na Google Play Store, volume de downloads, avaliações dos usuários e atualizações recentes, garantindo que a análise refletisse o estado da arte do mercado. A avaliação foi conduzida considerando funcionalidades oferecidas, interface, usabilidade, modelo de negócio e características técnicas. A triangulação entre os dados da literatura, as respostas dos usuários e a análise de mercado permitiu a especificação final dos requisitos seguindo a abordagem de Sommerville (2019) e os padrões estabelecidos pelo IEEE.
A caracterização da amostra revelou um perfil demográfico específico e engajado. Dos 574 participantes válidos, 68,3% pertencem ao sexo feminino, e a faixa etária predominante situa-se entre 30 e 49 anos, representando 52,1% do total. O nível de escolaridade é elevado, com 71,4% dos respondentes possuindo ensino superior completo ou pós-graduação. No que tange ao perfil religioso, 89,2% declararam-se católicos praticantes, sendo que 67,8% afirmaram participar de atividades religiosas ao menos uma vez por semana. Esse perfil reflete padrões documentados em pesquisas online sobre religiosidade, onde mulheres com maior nível de instrução apresentam maior propensão a participar de estudos acadêmicos e buscar ferramentas de auxílio espiritual (Sbardelotto, 2024).
Quanto aos hábitos de uso, confirmou-se a alta penetração de dispositivos Android (91,3%). Ao serem questionados sobre o uso de aplicativos de espiritualidade, 43,7% relataram uso regular, enquanto 31,2% manifestaram interesse em experimentar tais ferramentas pela primeira vez. No entanto, a frequência de uso diário entre os que já utilizam esses apps é de apenas 12,4%, enquanto 31,4% utilizam semanalmente. O uso mensal ou ocasional soma 56,2%, o que indica um baixo engajamento regular com as ferramentas disponíveis atualmente no mercado. Esse padrão sugere que os aplicativos existentes não conseguem integrar-se de forma eficaz à rotina devocional diária dos usuários, evidenciando uma oportunidade para o desenvolvimento de soluções que melhor atendam às necessidades de constância e hábito.
A elicitação de requisitos funcionais revelou uma hierarquia clara de prioridades. A ausência de anúncios emergiu como o requisito mais crítico, valorizado por 89,2% dos respondentes. Essa alta rejeição contrasta com os modelos de negócio predominantes no mercado de aplicativos móveis, que frequentemente dependem de publicidade. No contexto de práticas meditativas e de oração, interrupções publicitárias são percebidas como uma dessacralização da experiência e comprometem o estado de atenção necessário (Ledger e Bailly, 2014). O acesso offline foi o segundo requisito mais valorizado, com 83,4% de importância. Esse dado reflete as particularidades do contexto brasileiro, onde os custos de dados móveis são elevados e os ambientes de oração, como igrejas ou locais de retiro, muitas vezes carecem de conectividade estável.
As orações guiadas e as meditações direcionadas foram apontadas como requisitos centrais por 78,2% e 65,1% dos participantes, respectivamente. A análise das respostas abertas detalhou essa demanda, indicando uma forte preferência por conteúdos em formato de áudio com narrações profissionais que conduzam o usuário através da prática devocional. A personalização de conteúdo foi valorizada por 62,0% da amostra, abrangendo três dimensões principais: temática (seleção de intenções específicas), temporal (adaptação ao momento do dia) e progressiva (uma trajetória de aprofundamento espiritual ao longo do tempo). O calendário litúrgico, embora tradicional, foi citado por 45,3%, indicando que, para o bem-estar espiritual, o conteúdo dinâmico e guiado sobrepõe-se à mera consulta de datas e textos fixos.
A análise comparativa dos aplicativos existentes forneceu subsídios para entender as lacunas de mercado. O aplicativo Hallow destacou-se pela completude funcional e interface moderna, sendo o que mais se aproxima do ideal identificado na pesquisa. Contudo, apresenta limitações significativas para o usuário brasileiro, como o foco predominante no público anglófono e um modelo freemium restritivo, onde cerca de 90% do conteúdo é bloqueado para não assinantes. O Oração Play possui uma vasta biblioteca de áudios, mas sofre com uma interface desatualizada e a presença excessiva de anúncios. A Liturgia Diária da Canção Nova é bem avaliada pelos textos oficiais, mas carece de funcionalidades interativas e de áudio guiado. O Pocket Terço e o Católico Orante oferecem experiências especializadas, mas possuem escopo funcional limitado ou presença ocasional de publicidade que prejudica a experiência do usuário.
Com base na síntese dos dados, foram especificados 15 requisitos funcionais e oito requisitos não-funcionais. Utilizando o framework MoSCoW para priorização, os requisitos classificados como essenciais para um produto mínimo viável incluem: uma biblioteca de orações tradicionais em texto e áudio (RF001), meditações guiadas com duração entre cinco e 20 minutos (RF002), um terço interativo com contador automático de contas (RF003), um sistema de recomendação personalizada baseado no perfil do usuário (RF004) e um perfil configurável de preferências e intenções (RF005). Esses elementos formam o núcleo funcional que responde diretamente às demandas de ausência de anúncios, personalização e conteúdo guiado.
Os requisitos não-funcionais críticos focam na qualidade da experiência e na viabilidade técnica. A interface deve ser simples e intuitiva, adequada para diferentes níveis de letramento digital (RNF001), garantindo que usuários de todas as idades consigam navegar sem dificuldades. O acesso offline deve ser garantido para as funcionalidades principais (RNF002), permitindo o uso em locais sem internet. A ausência total de anúncios durante a prática espiritual é um requisito não-funcional de qualidade indispensável (RNF003). Tecnicamente, o software deve apresentar tempos de resposta inferiores a três segundos (RNF004), ser compatível com o sistema Android 8.0 ou superior (RNF005) e apresentar um consumo eficiente de bateria e memória (RNF006). A privacidade dos dados deve estar em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (RNF007) e o conteúdo deve possuir confiabilidade teológica, sendo validado por fontes oficiais da Igreja (RNF008).
A discussão sobre o modelo de negócio revela um desafio estratégico. Enquanto a ausência de anúncios é um requisito mandatório para os usuários, o desenvolvimento e a manutenção de um software de alta qualidade exigem recursos financeiros. Os dados coletados indicam que 51,9% dos participantes considerariam pagar por recursos premium ou realizar doações voluntárias. Isso sugere a viabilidade de um modelo freemium equilibrado, onde as funcionalidades básicas de oração sejam gratuitas e sem anúncios, enquanto conteúdos exclusivos ou séries de meditação avançadas sejam vinculados a uma assinatura ou contribuição. A disposição para o pagamento está diretamente atrelada à percepção de valor e à qualidade do conteúdo oferecido, especialmente no que diz respeito às narrações em áudio e à curadoria dos textos.
A integração de elementos de gamificação leve, como o acompanhamento de sequências de dias de oração (streaks) e lembretes personalizados, foi mencionada nas respostas abertas como uma forma de auxiliar na criação de hábitos saudáveis. No entanto, tais recursos devem ser implementados com cautela para não transformar a prática espiritual em uma obrigação mecânica ou gerar ansiedade por desempenho, o que seria contrário ao objetivo de promover o bem-estar. A personalização deve permitir que o usuário defina seus próprios horários e objetivos, tornando o aplicativo um companheiro silencioso na jornada de fé, e não uma fonte de notificações intrusivas.
A triangulação dos resultados demonstra que existe uma demanda reprimida por uma solução digital que combine rigor técnico de engenharia de software com sensibilidade pastoral e teológica. Os aplicativos atuais falham ou na usabilidade, ou no modelo de negócio, ou na profundidade do conteúdo. A especificação detalhada neste estudo fornece um roteiro claro para desenvolvedores e organizações religiosas que desejam criar ferramentas digitais de impacto social positivo. A ênfase no sistema Android justifica-se pela sua predominância no mercado brasileiro, garantindo que a solução seja acessível à maior parte da população.
As limitações deste estudo incluem a amostragem por conveniência, que pode ter atraído usuários já mais propensos ao uso de tecnologia, e a não realização de uma etapa de prototipagem e testes de usabilidade com usuários reais, devido a restrições de tempo. Pesquisas futuras podem expandir o escopo para o público evangélico, que também possui forte presença digital, e investigar requisitos específicos para diferentes faixas etárias, como idosos ou jovens, que podem ter necessidades de acessibilidade ou linguagens distintas. A validação dos requisitos aqui apresentados por meio de um protótipo funcional seria o próximo passo lógico para consolidar a especificação.
Conclui-se que o objetivo foi atingido, uma vez que a pesquisa identificou e especificou detalhadamente 15 requisitos funcionais e oito requisitos não-funcionais para um aplicativo de bem-estar espiritual cristão católico, fundamentando-se em uma amostra robusta de 574 usuários e em uma análise criteriosa do mercado. Os resultados evidenciaram que as prioridades absolutas dos usuários são a ausência de anúncios, o acesso offline e a oferta de conteúdos guiados em áudio, como orações e meditações. A análise comparativa demonstrou que, embora existam soluções de alta qualidade como o Hallow, persistem barreiras linguísticas e financeiras para o público brasileiro, enquanto os aplicativos nacionais carecem de modernização em suas interfaces e modelos de monetização. A especificação produzida, priorizada pelo framework MoSCoW, oferece uma base técnica sólida e empiricamente validada para o desenvolvimento de softwares que integrem tecnologia e espiritualidade de forma eficaz, contribuindo para a promoção do bem-estar emocional e espiritual em um contexto de crescente digitalização da vida cotidiana.
Referências Bibliográficas:
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Sommerville, I. 2019. Software Engineering. 10ed. Pearson Education, Boston, MA, USA.
Resumo executivo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso da Especialização em Engenharia de Software do MBA USP/Esalq
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