Resumo Executivo

06 de maio de 2026

Marketing de conteúdo e decisão de compra em tecnologia jurídica B2B

Luísa Fragão da Silva; Laís Pardo Castilho

Resumo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.

O marketing digital consolidou-se como ferramenta estratégica para empresas que operam no modelo entre empresas, com especial relevância no segmento de tecnologia jurídica, em que decisões de compra exigem clareza técnica, confiança e aderência a problemas concretos do cotidiano forense. Nesse contexto, o marketing de conteúdo e a abordagem de múltiplos canais integrados tornaram-se pilares fundamentais para atrair atenção qualificada, educar o público e diferenciar propostas de valor, ao criar experiências consistentes ao longo de toda a jornada do cliente (Kotler, 2017). A literatura especializada destaca que a criação e a distribuição de materiais relevantes tendem a superar a publicidade interruptiva tradicional por promoverem uma conexão genuína com públicos específicos e elevarem os níveis de engajamento (Kotler, 2017). O marketing eficaz, nesse sentido, apoia-se em princípios de empatia e serviço, buscando compreender profundamente a visão de mundo do decisor para entregar valor percebido antes mesmo de qualquer transação financeira, mantendo uma coerência rigorosa entre a promessa feita na comunicação e a entrega efetiva do produto ou serviço (Godin, 2019). Em termos práticos, isso se traduz na produção de conteúdos que orientam escolhas, respondem dúvidas com objetividade e apontam próximos passos operacionais, sempre sustentados por evidências concretas. A perspectiva de integração de canais complementa esse quadro ao unir interações em ambientes virtuais e físicos, garantindo a continuidade da mensagem e do contexto, o que reduz atritos informacionais e facilita a tomada de decisão em ciclos de venda complexos (Assad, 2016).

Embora a aceleração digital recente seja amplamente reconhecida, as implicações operacionais para o setor jurídico exigem um olhar mais atento. Evidências setoriais indicam um crescimento expressivo do uso de conteúdo como um ativo estratégico, demandando programas editoriais orientados por diagnósticos precisos de dores, segmentação de público e posicionamento claro. No ambiente jurídico brasileiro, a adoção de tecnologias por escritórios e departamentos — voltadas à otimização de processos, gestão de informações, automação e conformidade — eleva a exigência sobre a qualidade do que é publicado. O decisor jurídico moderno busca utilidade aplicada, provas de valor e transparência absoluta. O modelo de negócios jurídico no Brasil passou por transformações significativas, tornando o tomador de decisão mais pragmático, menos vinculado ao formalismo tradicional e mais orientado por esclarecimentos técnicos e relacionamentos de longo prazo (Bom, 2020). Esse perfil favorece materiais que traduzem a complexidade jurídica em guias práticos, estudos de caso e análises aplicadas, ancorados em casos de uso reais como controle de prazos, governança de dados e produtividade sistêmica. A produção de conteúdo de qualidade configura-se, portanto, como o pilar central de posicionamento e geração de demanda (Bueno, 2015). Para empresas de tecnologia jurídica, a efetividade depende da combinação entre relevância temática, clareza didática e demonstração tangível de resultados. Formatos com maior tração incluem seminários online orientados a casos de uso, demonstrações de fluxos operacionais e artigos que traduzam mudanças regulatórias em ações práticas. A curadoria de canais deve priorizar ambientes de alta densidade profissional, nos quais a credibilidade é sensível ao rigor técnico e à utilidade percebida. A integração entre os pontos de contato torna-se crítica para a coerência narrativa: o que é prometido em mídias sociais deve encontrar continuidade em páginas de destino e interações comerciais, reduzindo dissonâncias e encurtando o ciclo decisório em compras que envolvem múltiplos influenciadores.

A investigação das percepções de tomadores de decisão acerca desses formatos e canais exigiu um delineamento metodológico rigoroso. Realizou-se um estudo de natureza aplicada, com abordagem quantitativa e caráter descritivo, adotando um corte transversal para mensurar as opiniões de profissionais do setor jurídico brasileiro. O emprego de um questionário estruturado mostrou-se a estratégia mais adequada para padronizar as respostas e permitir uma mensuração comparável em escala, viabilizando o alcance de um número significativo de respondentes com otimização de recursos e tempo (Gil, 2010). O universo da pesquisa compreendeu advogados, gestores jurídicos, consultores e outros perfis com influência direta ou indireta na decisão de compra de softwares e soluções tecnológicas. A amostragem foi do tipo não probabilística por conveniência, com o recrutamento dos participantes ocorrendo via redes profissionais, correio eletrônico e grupos especializados de discussão. Ao final do período de coleta, obteve-se uma amostra de 51 respostas válidas, respeitando critérios de inclusão como a idade mínima de 18 anos, a atuação profissional na área jurídica no Brasil e a concordância formal com os termos de consentimento. Respostas duplicadas ou incompletas foram rigorosamente excluídas para garantir a integridade da base de dados.

O instrumento de coleta foi desenvolvido na plataforma Google Forms, reconhecida por sua eficiência na organização de dados primários em pesquisas quantitativas (Gil, 2010). O questionário foi estruturado em quatro blocos fundamentais para garantir a profundidade da análise. O primeiro bloco dedicou-se ao perfil do respondente, coletando dados sobre formação acadêmica, cargo ocupado, tempo de atuação no mercado, área de especialidade e o grau de influência exercido nos processos de compra da organização. O segundo bloco investigou os canais e formatos de conteúdo mais consumidos, listando opções como LinkedIn, sites especializados, seminários online, newsletters, podcasts, blogs corporativos e redes sociais visuais. O terceiro bloco utilizou uma escala Likert de 5 pontos, variando de discordo totalmente a concordo totalmente, para capturar percepções sobre a qualidade do conteúdo, a credibilidade da fonte, o valor de materiais técnicos, a preferência por conteúdos em língua portuguesa alinhados à legislação nacional e a utilidade percebida de documentos mais densos, como livros digitais e relatórios técnicos. Por fim, o quarto bloco avaliou o impacto direto do conteúdo na decisão de compra, focando em aspectos de consideração de marca e na eficácia de formatos específicos, como demonstrações práticas e estudos de caso detalhados.

Antes da aplicação definitiva, o instrumento passou por um processo de pré-teste com três profissionais do público-alvo, o que permitiu avaliar a clareza das perguntas, o tempo médio de resposta e a funcionalidade da lógica de saltos entre as seções. Aprimoramentos pontuais na redação e no ordenamento das questões foram incorporados para evitar ambiguidades. A coleta preliminar ocorreu em um período de três dias, servindo como amostra piloto, enquanto a coleta final estendeu-se por 30 dias subsequentes. Todo o processo foi pautado por diretrizes éticas, assegurando o anonimato e a confidencialidade dos participantes, em conformidade com as normas que regem pesquisas com seres humanos no Brasil. Os dados coletados foram exportados para planilhas eletrônicas e submetidos a procedimentos de estatística descritiva, incluindo o cálculo de frequências, médias e proporções. Para explorar possíveis associações entre variáveis categóricas, previu-se a utilização de testes de independência, respeitando os pressupostos estatísticos necessários. As rotinas de tabulação e organização seguiram os procedimentos usuais de análise de dados primários para garantir a robustez dos achados (Prodanov, 2013).

A análise do perfil dos respondentes revelou uma predominância significativa de profissionais com vasta experiência na área jurídica. A maioria absoluta dos participantes indicou possuir mais de 12 anos de atuação profissional, seguidos por grupos com experiência entre oito e 12 anos, e uma parcela menor com menos de um ano de carreira. Essa concentração na senioridade é um dado relevante, pois indica que as percepções coletadas refletem a visão de profissionais que já vivenciaram diferentes ciclos de mercado e possuem um critério de avaliação mais apurado. Em termos de função, a amostra apresentou grande diversidade, abrangendo desde gestores jurídicos e advogados sócios até servidores públicos federais, auditores e consultores autônomos. Um ponto crucial identificado foi que uma parcela considerável desses profissionais exerce influência direta na decisão de compra de soluções tecnológicas em suas instituições, atuando como decisores principais, influenciadores técnicos ou participantes ativos da avaliação de viabilidade. Esse cenário é compatível com a teoria do processo de compra organizacional, que descreve a existência de múltiplos papéis e etapas informacionais distintas, gerando uma heterogeneidade de critérios ao longo da jornada de aquisição (Seth, 2001).

Quanto à frequência de busca por informações sobre tecnologia jurídica, observou-se uma grande variabilidade nas respostas. Enquanto alguns grupos realizam pesquisas diariamente ou quinzenalmente, outros o fazem de forma mensal ou apenas raramente. Essa heterogeneidade reforça a inexistência de um padrão único de consumo informacional e sugere que as empresas de tecnologia precisam desenvolver arquiteturas de conteúdo capazes de acomodar diferentes ritmos de aprendizagem e tomada de decisão. Do ponto de vista do comportamento organizacional, essa oscilação é esperada, sendo modulada por fatores como o risco percebido na contratação, a complexidade da solução tecnológica, incertezas regulatórias e o estágio do relacionamento com o fornecedor (Kotler, 1998). Em ciclos de venda complexos, as necessidades informacionais não são simultâneas entre os diferentes membros de uma organização, o que resulta em cadências de busca desiguais. Esse fenômeno torna-se ainda mais compreensível quando articulado ao contexto setorial recente, marcado por pressões crescentes por eficiência operacional e pela necessidade de modernização de dados frente ao impacto da inteligência artificial generativa (Thomson Reuters, 2025). Tais vetores criam picos de demanda informacional em janelas específicas, como durante avaliações de risco tecnológico ou revisões orçamentárias anuais.

Os canais de conteúdo mais consumidos pelos profissionais foram os sites especializados do setor jurídico e o LinkedIn, seguidos por seminários online e eventos virtuais. Recomendações de colegas e newsletters também apareceram como fontes complementares de relevância, enquanto blogs corporativos e redes sociais como o Instagram registraram menor adesão. Esse padrão indica uma clara preferência por ambientes de alta densidade profissional e interações que contam com algum nível de curadoria, onde a credibilidade da informação e o rigor técnico sustentam a decisão (Faustino, 2019). A centralidade do LinkedIn e de veículos especializados é coerente com o princípio da autoridade por utilidade, em que plataformas que privilegiam o repertório técnico e a discussão de casos reais tendem a reduzir as assimetrias de informação e elevar a confiança do comprador em soluções intangíveis (Lovelock, 2001). Sob a ótica da jornada do cliente, a primazia desses pontos de contato reflete a lógica de integração de canais, na qual a consistência da mensagem entre diferentes mídias diminui atritos e facilita a comparação entre alternativas de mercado (Kotler, 2017). Conteúdos descobertos em canais de autoridade funcionam como gatilhos de atenção, direcionando o tráfego qualificado para ativos de aprofundamento, como demonstrações técnicas e estudos de caso, onde ocorre a tangibilização do valor oferecido.

A menor tração de canais como o Instagram nesta amostra específica é consistente com o comportamento do cliente organizacional, que tende a privilegiar fontes percebidas como neutras ou validadas por pares em fases iniciais de busca (Seth, 2001). Quando o conteúdo provém de um canal proprietário da empresa, sua credibilidade passa a depender diretamente da prova de valor apresentada e do grau de serviço informacional entregue. Além disso, a natureza predominantemente textual e analítica do consumo de informações no meio jurídico favorece formatos que suportam argumentações densas e detalhamento técnico, o que pode limitar o apelo de mídias excessivamente visuais ou de alta cadência que careçam de lastro técnico. No plano gerencial, os resultados sugerem que a combinação entre redes profissionais e mídia especializada opera como uma camada de aquisição e qualificação inicial, enquanto seminários online e marketing por correio eletrônico atuam como mecanismos de nutrição e avanço no funil de vendas. Recomenda-se, portanto, alinhar o calendário editorial a uma rota de aprofundamento que comece pela descoberta em canais de autoridade e culmine na consolidação em ativos proprietários que contenham provas de desempenho e materiais específicos sobre a legislação brasileira.

As avaliações sobre a qualidade e relevância do conteúdo indicaram um consenso elevado quanto ao papel fundamental da credibilidade da fonte. Houve uma forte valorização de materiais técnicos e aplicados, padrão que se alinha à lógica de redução de risco em contextos de vendas entre empresas. Decisores organizacionais preferem informações verificáveis e orientadas ao desempenho, o que sustenta a progressão na jornada de compra e a formação de preferência por determinada marca (Kotler, 1998). Em mercados de soluções intangíveis, a tangibilização por meio de evidências concretas, como métricas de produtividade e demonstrações de uso, converte atributos abstratos em sinais visíveis de qualidade, mitigando incertezas (Pulizzi, 2016). A ênfase dos respondentes em utilidade aplicada e clareza didática reforça os princípios do marketing de conteúdo que privilegiam a entrega de valor antes da transação comercial (Godin, 2019). Conteúdos que traduzem a complexidade em orientações operacionais, como listas de verificação e manuais de melhores práticas, funcionam simultaneamente como serviço e prova de competência. No contexto brasileiro, essa preferência ganha robustez devido ao perfil pragmático do decisor, que valoriza a ausência de vieses promocionais explícitos e a adequação contextual dos materiais à realidade normativa do país.

A percepção de uma escassez relativa de conteúdo de alta qualidade no mercado sugere uma lacuna que pode ser explorada por meio de uma curadoria editorial rigorosa e da padronização terminológica. A adoção de guias de estilo e revisões especializadas contribui para elevar a legibilidade sem sacrificar o rigor técnico, aspecto crítico para a manutenção da credibilidade em ambientes digitais (Bueno, 2015). A coerência entre o que é prometido em chamadas curtas nas redes sociais e a profundidade efetiva do material entregue reduz dissonâncias cognitivas e aumenta a propensão do usuário a avançar no funil de vendas. A demanda destacada por demonstrações práticas e educação aplicada sobre ferramentas tecnológicas reforça o papel de formatos que combinam ensino e prova de valor. Estudos de caso que apresentam métricas de tempo, custo e redução de erros operam como mecanismos de prova social e aprendizagem acelerada. Integrar esses formatos a uma narrativa que articule claramente o problema, um plano de ação simples e o resultado desejado tende a aumentar a compreensão e reduzir a fricção em decisões que envolvem múltiplos influenciadores (Miller, 2019).

Os resultados indicaram que o conteúdo exerce um papel direto na consideração e na efetivação de compras de soluções de tecnologia jurídica. Materiais que tangibilizam benefícios por meio de comparativos de desempenho funcionam como sinais de qualidade que facilitam a escolha em mercados permeados por incertezas (Lovelock, 2001). A lógica narrativa também se mostrou determinante para o impacto persuasivo. Ao estruturar mensagens posicionando o cliente como o protagonista que enfrenta desafios e a empresa como o guia que oferece um plano prático, o conteúdo torna-se mais memorável e acionável (Miller, 2019). Em aplicações voltadas ao direito, narrativas que explicitam ineficiências operacionais ou riscos de conformidade, seguidas por demonstrações guiadas e checklists de implementação, ampliam a confiança e a predisposição ao contato comercial. Observou-se, ainda, que o impacto varia conforme o canal e o estágio da jornada. Canais de alta densidade profissional operam como gatilhos de atenção, enquanto ativos de aprofundamento sustentam a progressão até os pontos de conversão. Essa orquestração integrada reduz atritos informacionais e reforça a credibilidade, elemento central para públicos sensíveis ao rigor técnico (Bueno, 2015).

A preferência por materiais em português e alinhados à legislação brasileira, como a Lei Geral de Proteção de Dados, contribui para a relevância contextual e a redução de ambiguidades normativas. Esse fator é decisivo para o decisor jurídico, que busca esclarecimento técnico e transparência. A multiplicidade de papéis na compra organizacional ajuda a explicar por que diferentes formatos afetam momentos distintos da jornada, demandando cadências e profundidades variadas (Seth, 2001). Gerencialmente, o impacto do conteúdo decorreu menos da quantidade de peças produzidas e mais da coerência entre o problema do cliente, a proposta de valor e as evidências de desempenho apresentadas. Programas editoriais que combinam narrativas estruturadas com provas concretas aumentam a probabilidade de conversão ao criarem um ciclo de aprendizado contínuo baseado em métricas de engajamento qualificado (Pulizzi, 2016). Para consolidar esse impacto, recomenda-se a padronização de módulos de prova, como casos com métricas reais e respostas a dúvidas regulatórias frequentes, assegurando a consistência entre a promessa e a entrega (Godin, 2019).

As respostas em campo aberto evidenciaram uma demanda latente por conteúdos de alto teor aplicado, tais como análises aprofundadas de resolução de problemas específicos e atualizações sobre tendências tecnológicas. Essa preferência coaduna-se com a necessidade de tangibilização de valor em serviços intangíveis, onde indicadores de acurácia e redução de retrabalho operam como sinais de qualidade. Sob a ótica da gestão de risco, conteúdos verificados e confiáveis elevam a probabilidade de avanço no funil de vendas (Kotler, 1998). A articulação desses achados com o panorama global revela convergência com as tendências de mercado que destacam pressões por eficiência e o questionamento de modelos tradicionais de faturamento em favor de entregas orientadas a valor (Thomson Reuters, 2025). Nesse ambiente, mostram-se desejáveis conteúdos que ofereçam roteiros de adoção tecnológica e matrizes de priorização de investimentos, respondendo simultaneamente às demandas por redução de risco e justificativa de ROI. A recomendação prática é encadear esses conteúdos em jornadas coerentes, conectando a descoberta inicial a ativos de aprofundamento e culminando em provas de valor definitivas que sustentem a captura de resultados no pós-compra (Teixeira, 2019).

Conclui-se que o objetivo foi atingido, uma vez que se identificou que estratégias editoriais centradas em utilidade aplicada e prova de valor são eficazes para reforçar o posicionamento digital e sustentar a progressão na jornada de compra no setor jurídico B2B. A priorização de canais de alta densidade profissional, como o LinkedIn e veículos especializados, combinada a uma narrativa coerente e tecnicamente rigorosa, mostrou-se essencial para reduzir atritos informacionais e elevar a confiança do decisor. A localização dos conteúdos para a realidade normativa brasileira e a integração de formatos que tangibilizam benefícios, como estudos de caso com métricas e demonstrações práticas, consolidam a percepção de autoridade da marca. Gerencialmente, a eficácia do marketing de conteúdo depende do desenho de programas como sistemas integrados que mapeiam as dores do cliente e entregam promessas verificáveis, garantindo consistência entre o discurso e a prática operacional.

Referências Bibliográficas:

Assad, N. 2016. Marketing de conteúdo: como fazer sua empresa decolar no meio digital. Atlas, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Bom, B.P. 2020. Marketing Jurídico na Prática. Thomson Reuters Brasil, São Paulo, SP, Brasil.

Bueno, W.C. 2015. Estratégias de comunicação nas mídias sociais. Manole, Barueri, SP, Brasil.

Faustino, P. 2019. Marketing digital na prática: como criar do zero uma estratégia de marketing digital para promover negócios ou produtos. DVS Editora, São Paulo, SP, Brasil.

Gil, Antonio Carlos. 2010. Como elaborar projetos de pesquisa. Atlas, São Paulo, SP, Brasil.

Godin, Seth. 2019. Isso é marketing: para ser visto é preciso aprender a enxergar. Alta Books, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Kotler, P. 1998. Administração de marketing: análise, planejamento, implementação e controle. Atlas, São Paulo, SP, Brasil.

Kotler, P.; Kartajaya, H.; Setiawan, I. 2017. Marketing 4.0: do tradicional ao digital. Sextante, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Lovelock, C.; Wright, L. 2001. Serviços: marketing e gestão. Saraiva, São Paulo, SP, Brasil.

Miller, D. 2019. Storybrand: Crie Mensagens Claras e Atraia a Atenção dos Clientes Para sua Marca. Alta Books, São Paulo, SP, Brasil.

Prodanov, C.C.; Freitas, E.C. 2013. Metodologia do trabalho científico: métodos e técnicas da pesquisa e do trabalho acadêmico. 2. ed. Feevale, Novo Hamburgo, RS, Brasil.

Pulizzi, J. 2016. Marketing de conteúdo épico: como contar uma história diferente, destacar-se na multidão e conquistar mais clientes com menos marketing. DVS Editora, São Paulo, SP, Brasil.

Seth, J.N. 2001. Comportamento do cliente: indo além do comportamento do consumidor. Atlas, São Paulo, SP, Brasil.

Teixeira, M.V. 2019. Marketing digital. Pecege, Piracicaba, SP, Brasil.

Thomson Reuters. 2025. 2025 Report on the State of the US Legal Market. Thomson Reuters Institute; Georgetown University Law Center, Minneapolis, EUA.

Resumo executivo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso da Especialização em Marketing do MBA USP/Esalq

Para saber mais sobre o curso, clique aqui e acesse a plataforma MBX Academy

Quem editou este artigo

Mais recentes

Você também pode gostar

Quer ficar por dentro das nossas últimas publicações? Inscreva-se em nossa newsletter!

Receba conteúdos e fique sempre atualizado sobre as novidades em gestão, liderança e carreira com a Revista E&S.

Ao preencher o formulário você está ciente de que podemos enviar comunicações e conteúdos da Revista E&S. Confira nossa Política de Privacidade