Resumo Executivo

04 de maio de 2026

Gestão de Stakeholders e Requisitos em Aplicativo de Crédito Rural

Kenedy Oliveira de Matos Cruz; Emilio Antonio Amstalden

Resumo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.

As feiras agropecuárias constituem ambientes de elevada importância estratégica para o setor financeiro nacional, pois reúnem produtores, fornecedores e instituições em um ecossistema propício à geração de novos negócios e ao fortalecimento de marcas. No contexto brasileiro, o crédito rural atua como o principal motor dessas interações, sendo essencial para o financiamento de atividades que sustentam a balança comercial. De acordo com dados do Boletim de Crédito Rural e Proagro (2024), o ano-safra 2023/2024 registrou a concessão de R$ 417,7 bilhões em recursos, o que representa um crescimento de 16,3% em comparação ao ciclo anterior. Esse volume financeiro expressivo é acompanhado por um endividamento dos beneficiários que, em maio de 2024, atingiu a marca de R$ 706,8 bilhões, correspondendo a 13,3% do total registrado no Sistema Financeiro Nacional. Tais cifras reforçam a necessidade de mecanismos ágeis para a captação de intenções de financiamento, desde o momento do plantio até a fase de comercialização.

Historicamente, a expansão das feiras ocorreu de forma acentuada entre as décadas de 1950 e 1980, conforme aponta Bauermann (2021), mas a relevância desses eventos permanece inalterada na contemporaneidade. A participação de instituições financeiras cooperativas nesses certames funciona como uma porta de entrada para operações de crédito, permitindo a coleta de dados de forma direta com um público altamente qualificado. Entretanto, a dinâmica das feiras exige soluções tecnológicas que permitam mobilidade aos colaboradores, superando as limitações de estandes fixos e processos manuais. Nesse cenário, o gerenciamento de partes interessadas surge como um fator determinante para o sucesso de projetos tecnológicos, garantindo que as ferramentas desenvolvidas atendam às expectativas operacionais e de negócio (Shinohara et al., 2024).

A fundamentação teórica que sustenta o desenvolvimento de soluções adaptativas enfatiza que os projetos devem responder prontamente a mudanças, envolvendo continuamente os atores envolvidos no processo. Segundo Salomé e Prado (2022), a gestão de escopo em ambientes de tecnologia exige uma interação constante para evitar o desalinhamento entre o que é desenvolvido e o que é efetivamente necessário no campo. O Project Management Institute (2021) reforça que o valor de um produto ou serviço é gerado quando as necessidades dos usuários são plenamente atendidas, sendo que esses indivíduos possuem a capacidade de influenciar ou ser influenciados pelos resultados do projeto. Portanto, a eficácia de um aplicativo voltado ao crédito rural depende intrinsecamente da compreensão profunda do papel dos stakeholders.

A adoção de metodologias ágeis tem se mostrado eficiente para promover esse engajamento. Práticas como reuniões frequentes e ciclos de feedback constantes favorecem a construção de um ambiente de confiança e satisfação (Figueiredo Filho, 2019). Por outro lado, a negligência no gerenciamento das partes interessadas em projetos de tecnologia pode resultar em requisitos incompletos, falhas técnicas e necessidade de retrabalho, comprometendo a entrega final (Silva e Costa, 2024). Apesar do avanço da digitalização, ainda persiste o desafio de alinhar requisitos técnicos com as demandas reais de usuários em ambientes dinâmicos. A ausência de um gerenciamento estruturado impacta negativamente a efetividade da captação de negócios e a organização dos dados coletados. Assim, o objetivo central desta análise consiste em avaliar o impacto do envolvimento das partes interessadas no levantamento de requisitos para a criação de um aplicativo de captura de intenções de financiamento em feiras agropecuárias, sob o patrocínio de uma instituição financeira cooperativa de âmbito nacional.

A metodologia aplicada para a compreensão deste fenômeno baseia-se em um estudo de caso qualitativo, que permite uma investigação aprofundada de fenômenos complexos dentro de seu contexto real (Cruvinel et al., 2023). A análise qualitativa foca na riqueza de detalhes e no diálogo entre os envolvidos, proporcionando uma visão holística sobre a definição do escopo e os impactos gerados (Silva et al., 2021). O estudo foi conduzido em uma instituição financeira cooperativista sediada em Brasília-DF, responsável pela gestão centralizada de produtos em nível nacional. A estrutura da organização é composta por 14 cooperativas centrais e 328 cooperativas singulares, que operam por meio de Pontos de Atendimento equivalentes a agências bancárias tradicionais. O projeto analisado concentrou-se no produto Crédito Rural e foi executado durante o primeiro semestre de 2024, utilizando uma abordagem adaptativa e iterativa para o lançamento da versão inicial no ciclo 2024/2025.

A coleta de dados estruturou-se em três pilares fundamentais: análise documental, questionário online e observação direta. A análise documental abrangeu o período de março a julho de 2024, incluindo agendas, atas de reuniões de definição de requisitos, especificações negociais, trocas de e-mails e registros em plataformas de comunicação como Microsoft Teams. Além disso, o histórico de movimentações de cards no software Jira foi examinado para rastrear a evolução das demandas técnicas. Essa diversidade de fontes documentais permitiu identificar registros formais sobre as decisões tomadas e as alterações de escopo ao longo do ciclo de desenvolvimento (Junior et al., 2021).

O segundo pilar metodológico consistiu na aplicação de um questionário online via Google Forms, direcionado a uma amostra intencional de 29 potenciais respondentes. A amostragem não probabilística foi selecionada com base no grau de envolvimento direto dos profissionais com o projeto, garantindo que as percepções coletadas fossem qualificadas e representativas (Campos e Saidel, 2022). O instrumento de pesquisa buscou avaliar como o envolvimento dos stakeholders influenciou a adaptação do escopo. Foram incluídas questões para a construção de uma Matriz de Poder x Interesse, visando classificar os atores de acordo com sua capacidade de influência e nível de conhecimento sobre os resultados (Project Management Institute, 2013). O alcance geográfico e a flexibilidade da coleta online permitiram a participação de colaboradores de diferentes regiões, respeitando as necessidades específicas da pesquisa (Bastos et al., 2023).

Complementarmente, a observação direta foi realizada por meio da participação ativa em reuniões e interações presenciais e remotas. Essa técnica possibilitou o registro de notas de campo sobre as dificuldades enfrentadas, as dinâmicas de grupo e as decisões críticas relacionadas à definição do escopo. As observações ocorreram nas dependências da instituição financeira e durante eventos externos, permitindo ao observador anotar impressões e vivências práticas sobre o uso da solução tecnológica (Filippo, 2011). Todo o processo respeitou as diretrizes éticas vigentes, garantindo o anonimato dos participantes e a obtenção do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido antes do início das entrevistas e coletas de dados.

Os resultados obtidos revelam que o projeto teve seu início formal em 12 de março de 2024, com uma reunião de kick-off que reuniu as áreas de Produtos de Crédito, Comercial de Agronegócios e Tecnologia. O objetivo estabelecido foi o desenvolvimento de um aplicativo para a captura de intenções em feiras, com prazo de entrega fixado para 01 de julho de 2024. Durante essa fase inicial, foram apresentadas as equipes técnicas, incluindo líderes, analistas de sistemas e designers de experiência do usuário. A necessidade de uma entrega rápida para o início da safra 2024/2025 impulsionou a adoção de um modelo de Produto Mínimo Viável, focado nas funcionalidades essenciais para a operação em campo.

A definição das funcionalidades do Produto Mínimo Viável incluiu uma plataforma mobile para captura de intenções, acesso via internet sem necessidade de redes privadas virtuais e integração com o sistema cadastral da instituição para recuperação automática de dados dos visitantes. Além disso, o aplicativo deveria validar se o visitante já possuía vínculo cooperativista e oferecer um fluxo otimizado para inserção rápida de dados, priorizando a agilidade no atendimento durante as feiras. Um portal web administrativo também foi previsto para que as cooperativas pudessem gerir e visualizar as intenções capturadas. Esse conjunto de requisitos foi refinado por meio de reuniões com cooperativas centrais, onde foram realizados levantamentos de benchmarking com soluções de mercado e identificadas as principais dores dos usuários finais.

À medida que o desenvolvimento avançava, novas rodadas de validação foram conduzidas para esclarecer dúvidas sobre a jornada do usuário e a regra de negócio para capturas de cooperados vinculados a diferentes unidades. Decisões críticas foram tomadas em relação aos produtos de crédito disponíveis, mapeamento de subprodutos e inclusão de funcionalidades complementares, como simuladores de crédito e envio de orçamentos. A definição de painéis de indicadores com rankings por colaboradores e métricas diárias de desempenho também foi integrada ao escopo, visando fornecer subsídios para a gestão comercial das cooperativas.

A validação prática ocorreu em eventos de grande porte, como a Agrishow 2024, realizada entre 29 de abril e 03 de maio em Ribeirão Preto-SP. A participação do time de tecnologia nesse evento evidenciou a necessidade de uma ferramenta extremamente ágil para a captação de leads frios, permitindo o registro rápido de dados mínimos para posterior tratamento pelo backoffice. Posteriormente, durante a AgroBrasília 2024, entre 20 e 24 de maio, um protótipo navegável de alta fidelidade foi testado por cinco funcionários de cooperativas no estande da instituição. Esse feedback direto em campo foi fundamental para ajustes finais na interface e no fluxo de navegação, utilizando ferramentas de design como o software Figma para o refinamento das jornadas.

O perfil dos participantes da pesquisa reflete a diversidade de áreas envolvidas no ecossistema cooperativo. Dos 17 respondentes que completaram o questionário, 29,41% pertenciam ao time de tecnologia, 23,53% a cooperativas centrais, 17,65% à área comercial de agronegócio e 17,65% a cooperativas singulares. Em termos de responsabilidade no projeto, 41,18% atuaram como usuários finais, enquanto 23,53% participaram das etapas de validação e testes. A amostra apresentou um equilíbrio de gênero, com 52,94% de mulheres e 47,06% de homens. A faixa etária predominante situou-se entre 25 e 44 anos, e o nível de escolaridade mostrou-se elevado, com 58,82% dos participantes possuindo pós-graduação ou MBA. Além disso, 41,18% declararam possuir alta experiência com projetos, o que confere credibilidade às avaliações realizadas.

A análise do engajamento demonstrou que o gerenciamento das partes interessadas foi percebido de forma positiva. A maioria dos participantes concordou que foi consultada durante o levantamento de requisitos e sentiu-se valorizada durante o processo de desenvolvimento. A comunicação dos objetivos e do escopo foi considerada clara pela maior parte da amostra, indicando que as práticas de transparência foram bem executadas pela equipe de projeto. No que diz respeito à percepção de valor, os dados indicam alta satisfação com o produto entregue. Os respondentes afirmaram que o aplicativo atendeu às expectativas de suas áreas e solucionou problemas críticos na coleta de intenções de financiamento. A percepção de que a ferramenta gera valor para o usuário final e possui alta probabilidade de adoção foi unânime entre os que manifestaram forte concordância.

A aplicação da Matriz de Poder x Interesse revelou uma concentração significativa de stakeholders no quadrante de gerenciamento próximo. Dos 17 respondentes, 11 foram classificados com alto poder e alto interesse, representando 64,71% do total. Esse resultado evidencia a criticidade do projeto e a necessidade de um engajamento ativo e colaboração constante. Outros cinco participantes foram alocados no quadrante de manter informados, possuindo baixo poder, mas alto interesse nos resultados. Apenas um indivíduo foi classificado no quadrante de monitoramento, com baixo poder e baixo interesse. Não foram identificados stakeholders no quadrante de manter satisfeitos (alto poder e baixo interesse), o que sugere que os principais tomadores de decisão estavam profundamente envolvidos com a temática do projeto.

A análise qualitativa reforçou que o envolvimento contínuo teve impacto direto na entrega de um produto funcional. Os ajustes iterativos permitiram que a área gestora e de negócios adaptasse a ferramenta conforme as demandas práticas surgiam. Em agendas realizadas em 28 de maio de 2025 com cooperativas centrais, os relatos destacaram a melhoria na organização das informações e a eliminação de controles manuais. A digitalização dos dados e a integração com sistemas oficiais reduziram drasticamente o volume de documentos físicos gerados durante as feiras. A praticidade do aplicativo permitiu que os funcionários circulassem pelos eventos e realizassem prospecções fora dos estandes, aumentando a capilaridade da atuação da instituição.

Essas percepções foram corroboradas pela observação direta realizada durante a Show Rural Coopavel 2025, em Cascavel-PR, entre 10 e 14 de fevereiro de 2025. O contato direto com os usuários finais em campo permitiu verificar a intuitividade da ferramenta e coletar sugestões para evoluções futuras. A agilidade na coleta de dados e a maior capilaridade da atuação foram pontos de destaque observados na prática. As evidências sugerem que a estratégia de envolver usuários operacionais desde as fases iniciais foi um diferencial para a aderência do produto às necessidades reais do campo.

Apesar dos resultados positivos, a análise identificou pontos de atenção para futuros projetos tecnológicos na instituição. A presença de algumas respostas neutras e discordâncias parciais em relação à satisfação final indica que o levantamento de necessidades pode ser ainda mais abrangente. Sugere-se a implementação de canais formais de comunicação com periodicidade definida e a criação de um repositório centralizado de decisões e evidências de validação. Além disso, a ampliação das rodadas de testes em campo com usuários de diferentes perfis e regiões pode mitigar riscos de desalinhamento em soluções de âmbito nacional. A adoção periódica da matriz de partes interessadas é recomendada para acompanhar mudanças de perfil ao longo do ciclo de vida dos projetos.

A discussão dos dados permite concluir que o engajamento estruturado potencializa a satisfação e a confiança no projeto. A comparação com a literatura de Figueiredo Filho (2019) e Silva e Costa (2024) confirma que a ausência de envolvimento adequado é um dos principais riscos para o sucesso de sistemas de informação. No caso estudado, a predominância de stakeholders no quadrante mais crítico da matriz exigiu um esforço substancial de gerenciamento, que foi recompensado pela alta percepção de valor e utilidade da ferramenta. As limitações do estudo residem no número reduzido de respondentes na fase de avaliação, o que sugere cautela na generalização dos resultados para todo o sistema cooperativo. No entanto, as práticas observadas servem como modelo para outras instituições financeiras que buscam otimizar seus processos de inovação tecnológica no agronegócio.

Conclui-se que o objetivo foi atingido ao demonstrar que o envolvimento ativo das partes interessadas impactou positivamente a definição de requisitos e a entrega de valor no desenvolvimento do aplicativo para feiras agropecuárias. A pesquisa evidenciou que a escuta ativa de usuários operacionais e a validação constante de protótipos em ambientes reais reduziram o retrabalho e garantiram a aderência da solução às demandas do crédito rural. Embora o estudo apresente limitações quanto ao tamanho da amostra, os resultados reforçam a importância estratégica da gestão de stakeholders para o sucesso de projetos adaptativos em instituições financeiras cooperativas. Recomenda-se que futuras investigações explorem o impacto do engajamento em outras fases do ciclo de vida dos projetos e analisem comparativamente diferentes estratégias de comunicação em contextos organizacionais complexos.

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Resumo executivo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso da Especialização em Gestão de Projetos do MBA USP/Esalq

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