14 de abril de 2026
Eficiência na gestão do tempo em PD&I na indústria automotiva brasileira
Daniel Souto de Souza; Paulo Mantelatto Pecorari
Resumo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.
Inovação define-se como a aplicação prática de uma solução inédita para a resolução de problemas específicos, podendo manifestar-se por meio da criação ou do aprimoramento de produtos, processos ou serviços. Essa dinâmica varia entre melhorias sutis, classificadas como incrementais, e transformações de alto impacto, denominadas disruptivas. Independentemente da escala, a inovação é essencialmente prática, sucedendo as fases de idealização e construção da solução (Kerzner, 2019). No ambiente industrial, o processo inovativo é frequentemente precedido por etapas rigorosas de pesquisa e desenvolvimento, formando o ciclo de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação [PD&I]. Esse encadeamento é vital em setores de intenso conteúdo tecnológico, como a indústria automotiva, onde a pesquisa gera novos conhecimentos que são convertidos em soluções tangíveis no desenvolvimento e, por fim, implementados na fase de inovação (De Negri, 2018).
A gestão de projetos de PD&I enfrenta desafios intrínsecos à integração dessas etapas. Enquanto projetos focados exclusivamente em desenvolvimento tendem a ser previsíveis e estruturados, as iniciativas de pesquisa e inovação lidam com altos níveis de incerteza, exigindo adaptabilidade constante. Conciliar essas características antagônicas demanda esforço gerencial para garantir o cumprimento do escopo, do tempo e dos custos (Kerzner, 2019). A literatura destaca a dificuldade de definir parâmetros precisos em projetos dessa natureza, o que leva à busca por métodos que integrem a gestão de riscos e a modularização de escopos para mitigar falhas (Alexander, 2002). No cenário brasileiro, a inovação enfrenta obstáculos adicionais, como a precariedade do ensino técnico, a baixa demanda por engenheiros no setor produtivo e investimentos em pesquisa abaixo da média internacional, resultando em um volume reduzido de produção científica e inovações (Turchi e Morais, 2017).
O gerenciamento do tempo em projetos, conforme as diretrizes clássicas, envolve a definição de atividades, o sequenciamento lógico, a estimativa de recursos e durações, além do desenvolvimento e monitoramento do cronograma (PMI, 2008). No entanto, em contextos de PD&I, essa disciplina torna-se abrangente e complexa, iniciando-se antes mesmo da criação do cronograma, com a escolha da metodologia de gestão. A literatura evoluiu da adaptação de modelos tradicionais para a incorporação de práticas ágeis e híbridas, visando aprimorar o tratamento de incertezas. Modelos híbridos buscam equilibrar o controle necessário em ambientes industriais com a flexibilidade exigida pela pesquisa (Cooper e Sommer, 2016). A eficiência na gestão do tempo depende, portanto, da capacidade organizacional de selecionar e adaptar métodos conforme o contexto estratégico e tecnológico (Lichtenthaler, 2020).
Fatores humanos e organizacionais também exercem influência direta na performance temporal. Liderança visionária, colaboração efetiva da equipe e a manutenção de um ritmo constante de execução são determinantes para o sucesso em projetos de alta novidade e prazos agressivos (Kach et al., 2012). Além disso, a gestão de cronogramas em PD&I exige técnicas quantitativas sofisticadas que superem as limitações de métodos tradicionais como o “Critical Path Method” [CPM] e o “Program Evaluation and Review Technique” [PERT], que podem gerar resultados subótimos ao ignorar a possibilidade de falha em atividades complexas (De Reyck e Leus, 2008). A integração de riscos ao planejamento, por meio de simulações estocásticas e análises de sensibilidade, torna os cronogramas mais confiáveis e responsivos às mudanças inerentes ao processo criativo (Grishunin et al., 2018).
A velocidade de desenvolvimento e a existência de tempo ocioso estruturado são dimensões críticas na gestão da inovação. Embora a rapidez seja frequentemente vista como o principal determinante do sucesso, sua efetividade pode ser reduzida em cenários de alta incerteza tecnológica (Kessler e Bierly, 2002). Competências tecnológicas sólidas são necessárias para que a velocidade se traduza em performance (Acur et al., 2010). Paralelamente, a criação de espaços de ociosidade criativa favorece os processos de socialização e externalização do conhecimento, fundamentais para a inovação (Richtnér et al., 2014). O tempo livre planejado, longe de representar ineficiência, atua como um estímulo à complexidade e à quantidade de iniciativas inovadoras (Agrawal et al., 2016). Diante desse panorama teórico, a presente investigação busca diagnosticar como a indústria automotiva brasileira trata a gestão do tempo em seus projetos de PD&I, identificando oportunidades de aprimoramento à luz das melhores práticas globais.
O percurso metodológico adotado para a investigação da eficiência na gestão do tempo iniciou-se com uma revisão bibliográfica sistemática, focada na identificação de técnicas avançadas de gerenciamento de projetos inovadores. A partir dessa base teórica, elaborou-se um instrumento de coleta de dados estruturado, precedido por um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido [TCLE], garantindo a conformidade ética e o anonimato dos participantes. O questionário foi desenhado seguindo recomendações rigorosas para minimizar vieses, utilizando linguagem clara e alternativas mutuamente excludentes (Krosnick e Presser, 2010). A estrutura do instrumento contemplou 21 questões fechadas, sendo 11 baseadas na escala Likert, organizadas em seis pilares fundamentais: identificação do perfil, percepção de inovatividade, metodologia de gerenciamento, fatores humanos, planejamento de cronogramas e gestão do tempo ocioso.
A coleta de dados foi realizada de forma digital e autoaplicável, utilizando a plataforma Google Forms com a função de coleta de e-mails desativada para assegurar o sigilo. A amostragem ocorreu por conveniência, focando em profissionais atuantes no setor automotivo brasileiro. A estratégia de divulgação envolveu abordagens individuais remotas com 416 profissionais e a publicação em 26 grupos virtuais especializados no setor. Esse esforço resultou na obtenção de 155 respostas, das quais 148 foram validadas após a aplicação de critérios de exclusão para garantir que todos os respondentes pertencessem ao grupo de estudo. O processo de análise dos dados foi conduzido de forma comparativa, confrontando as práticas declaradas pelas empresas com as evidências de eficiência encontradas na literatura científica.
O detalhamento operacional da pesquisa incluiu a análise da senioridade e do tempo de casa dos respondentes para contextualizar a profundidade das respostas. A maioria dos participantes ocupava cargos de nível intermediário, como analistas, engenheiros e especialistas, o que confere uma visão técnica e operacional sobre o dia a dia dos projetos. A predominância de profissionais de grandes empresas, com mais de 5000 funcionários, permitiu observar o comportamento de estruturas organizacionais complexas frente aos desafios da PD&I. A metodologia também considerou as limitações inerentes ao modelo de amostragem, reconhecendo que os resultados, embora representativos do grupo acessado, devem ser interpretados dentro dos limites da validade interna da amostra (Bornstein et al., 2013).
A fase de análise de dados priorizou a identificação de padrões na seleção metodológica e no tratamento de incertezas. Investigou-se não apenas qual método era utilizado, mas como as decisões sobre esses métodos eram tomadas dentro das organizações. A distinção entre tarefas rotineiras e criativas no planejamento do tempo foi um ponto de atenção especial, dado seu impacto na alocação de recursos (Brem e Utikal, 2019). O monitoramento de cronogramas foi avaliado quanto ao uso de métricas de valor agregado e à frequência de ajustes em resposta a imprevistos. Todo o processo foi orientado para diagnosticar o estado atual da indústria e propor melhorias que maximizem a eficiência temporal em projetos de alta complexidade tecnológica.
A caracterização da amostra revelou que 96% dos profissionais atuam em empresas de grande porte, com destaque para organizações que possuem mais de 5000 colaboradores, representando 68% do total. Quanto ao tempo de vínculo empregatício, observou-se uma distribuição diversificada, com 34% dos respondentes possuindo entre um e cinco anos de casa, enquanto 25% apresentam uma trajetória mais longa, entre 15 e 20 anos. No que tange à senioridade, 83% ocupam cargos técnicos intermediários, enquanto os níveis de liderança e diretoria somam 14%. O setor de engenharia de produto é o mais representativo, concentrando 81% dos participantes, seguido por pesquisa e desenvolvimento com 9%. Esse perfil indica que os dados refletem a realidade de grandes centros de engenharia, onde a gestão de projetos é uma atividade central e estruturada.
No âmbito das metodologias de gestão, os resultados evidenciaram um cenário heterogêneo. Apenas 27% das empresas aplicam metodologias de forma flexível, ajustando o modelo (tradicional, ágil ou híbrido) às características específicas de cada projeto. As metodologias híbridas são utilizadas por 29% do setor, enquanto os métodos tradicionais, baseados em planejamento sequencial e rígido, ainda persistem em 31% das organizações. A literatura adverte que o uso de métodos tradicionais em ambientes de PD&I pode resultar em uma gestão subótima do tempo, devido à dificuldade de lidar com as incertezas inerentes ao processo (Barreto Junior, 2007). A baixa adesão aos métodos puramente ágeis, que representam apenas 12%, pode estar relacionada às dificuldades de aplicar sprints em ciclos de desenvolvimento de produtos físicos e ambientes de pesquisa (Hidalgo, 2019).
O processo decisório sobre qual metodologia adotar também carece de maior colaboração. Apenas 37% das empresas realizam uma escolha baseada na avaliação conjunta entre equipe e gestores, considerando a complexidade e os objetivos do projeto. Em contrapartida, 63% das organizações utilizam critérios menos flexíveis, como a aplicação de uma metodologia padrão definida pela corporação ou decisões individuais do gestor. Essa rigidez metodológica contrasta com a percepção de adaptabilidade, já que 65% dos respondentes acreditam que suas empresas conseguem adaptar a gestão ao longo da execução em resposta a novas descobertas. No entanto, sem um critério estruturado de seleção inicial, essa adaptação pode ocorrer de forma reativa, prejudicando a eficiência global do cronograma.
Os fatores humanos e organizacionais apresentaram indicadores positivos. Mais de 70% dos participantes concordam que suas lideranças transmitem uma visão inspiradora e oferecem suporte ativo mesmo diante de riscos. A colaboração entre membros da equipe é vista como efetiva por 92% dos respondentes, o que favorece a integração de conhecimentos. Além disso, 80% afirmam que suas equipes conseguem manter um ritmo de execução consistente. Esses elementos são cruciais em contextos de PD&I, pois a liderança e a colaboração atuam como amortecedores para as pressões temporais, transformando restrições em vantagens competitivas (Kach et al., 2012). A manutenção do momentum do projeto é essencial para evitar perdas de foco e atrasos em cronogramas agressivos.
No planejamento de cronogramas, observou-se um avanço na prática de modularização, com 78% das empresas dividindo as entregas em partes replicáveis. Essa estratégia é recomendada para acelerar as entregas e reduzir riscos (Flyvbjerg, 2021). Contudo, a diferenciação entre tarefas criativas e rotineiras ainda é incipiente, sendo tratada de forma adequada por apenas 51% das organizações. A falha em distinguir esses tipos de atividades pode levar a uma alocação ineficiente de prazos, uma vez que tarefas criativas exigem maior autonomia e flexibilidade de agenda (Brem e Utikal, 2019). Outro ponto crítico é o tratamento das incertezas no cronograma: apenas 37% das empresas consideram riscos de forma estruturada ou com análise quantitativa. A maioria (63%) contempla incertezas de maneira superficial ou apenas em atividades críticas, o que aumenta a vulnerabilidade a atrasos imprevistos.
O monitoramento dos projetos revelou uma lacuna significativa no uso de métricas operacionais. Apenas 38% das empresas utilizam monitoramento contínuo e estruturado com indicadores como o valor agregado. Em 33% dos casos, o controle ocorre apenas em pontos fixos, os chamados “gates”, o que pode retardar a identificação de desvios. A literatura demonstra que técnicas de monitoramento estruturado são fundamentais para reduzir atrasos em ambientes incertos (Shtub, 1992). A falta de uma metodologia formal de acompanhamento contínuo limita a capacidade de resposta rápida da gestão, tornando o cronograma um documento estático em vez de uma ferramenta dinâmica de controle.
A relação entre velocidade e competência tecnológica foi validada pela percepção dos profissionais, com 76% de concordância sobre a importância do fortalecimento tecnológico para o sucesso dos projetos. No entanto, persiste a crença de que acelerar a execução garante o sucesso independentemente das incertezas, visão compartilhada por 63% dos respondentes. Essa percepção diverge das evidências científicas, que indicam que a rapidez isolada, sem o suporte de competências tecnológicas e gestão de riscos, não garante performance (Acur et al., 2010). O foco excessivo na velocidade sem a devida maturidade nos processos pode levar ao retrabalho e ao aumento de custos operacionais.
Um dos achados mais preocupantes refere-se à gestão do tempo ocioso. Cerca de 79% dos profissionais relataram que não há estímulo à ociosidade estruturada em suas empresas, sendo que 26% afirmaram não haver qualquer espaço para tempo livre e 53% indicaram que ele ocorre apenas de forma eventual e não planejada. Apenas 9% das organizações planejam o tempo livre como parte do processo de inovação. Essa ausência de incentivo contraria estudos que apontam o tempo ocioso planejado como um motor para a criação de conhecimento e para o aumento da complexidade das inovações (Richtnér et al., 2014; Agrawal et al., 2016). A pressão por ocupação total do tempo pode, paradoxalmente, sufocar a criatividade necessária para projetos de PD&I.
A percepção subjetiva de inovatividade das empresas é substancialmente mais positiva do que as práticas de gestão sugerem. Cerca de 80% dos participantes consideram suas empresas inovadoras em comparação aos concorrentes. Esse contraste indica que, embora as organizações entreguem resultados inovadores, há uma margem significativa para otimizar os processos internos de gestão do tempo. A eficiência poderia ser elevada se as lacunas identificadas — especialmente na seleção metodológica, no tratamento de incertezas e no estímulo à ociosidade — fossem endereçadas de forma estratégica. O diagnóstico aponta para um setor que domina a execução técnica, mas que ainda opera sob modelos de planejamento e controle que não exploram todo o potencial das metodologias modernas de gestão de projetos.
A análise integrada dos resultados sugere que a indústria automotiva brasileira possui uma base sólida em fatores humanos e colaboração, mas enfrenta desafios estruturais na formalização de processos de gestão de tempo para PD&I. A dependência de métodos tradicionais e a falta de monitoramento por métricas quantitativas indicam uma cultura de gestão ainda muito voltada para a previsibilidade do desenvolvimento, em detrimento da incerteza da pesquisa. Para elevar a eficiência, é necessário que as organizações adotem uma postura mais deliberada na escolha de modelos híbridos e na integração de riscos ao cronograma. A valorização do tempo ocioso estruturado deve ser encarada não como um custo, mas como um investimento na capacidade inovativa de longo prazo.
Conclui-se que o objetivo foi atingido, uma vez que o panorama da eficiência na gestão do tempo de projetos de PD&I na indústria automotiva brasileira foi devidamente mapeado, revelando um cenário de avanços significativos em aspectos humanos e modularização de escopos, porém com lacunas críticas no tratamento estruturado de incertezas, na seleção colaborativa de metodologias e no monitoramento contínuo por métricas operacionais. A investigação demonstrou que a eficiência é prejudicada pela persistência de modelos tradicionais rígidos e pela ausência de estímulo à ociosidade criativa, sugerindo que o aprimoramento da performance temporal do setor depende da transição para modelos de gestão híbridos e da integração sistêmica da análise de riscos ao planejamento, garantindo que a velocidade de desenvolvimento seja sustentada por competências tecnológicas e processos gerenciais adaptativos.
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Resumo executivo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso da Especialização em Gestão de Projetos do MBA USP/Esalq
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