Resumo Executivo

05 de maio de 2026

Compensação e motivação no marketing multinível de colchões magnéticos

Lucas Serafim Rocha Kozuka; Danylo Augusto Armelin

Resumo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.

O setor de colchões magnéticos integra o mercado de produtos voltados para saúde, bem-estar e qualidade de vida, apresentando crescimento relevante no território brasileiro. Esse segmento recorre com frequência a modelos de venda direta e, especificamente, ao marketing multinível, que favorece a aproximação entre empresas e consumidores finais. Os colchões terapêuticos são apresentados como alternativas que contribuem para a melhoria do sono, auxílio na circulação sanguínea e alívio de dores crônicas. Santos e Rodrigues (2021) destacam que esse mercado movimenta valores significativos no Brasil, impulsionado tanto pelo apelo à saúde preventiva quanto pelo uso de estratégias de comercialização direta que eliminam intermediários tradicionais. A adoção desse modelo de vendas possibilita que distribuidores encontrem uma fonte de renda significativa, especialmente em regiões menos atendidas pelo varejo físico convencional. O formato aproxima fornecedores e clientes e, simultaneamente, abre espaço para o empreendedorismo individual em larga escala. Para Silva e Nascimento (2020), trata-se de um modelo que combina eficiência de distribuição com o desenvolvimento de redes pessoais, de modo que os resultados alcançados refletem tanto o esforço individual quanto o desempenho coletivo da rede.

Nesse contexto, o plano de compensação é considerado o eixo que sustenta o engajamento dos distribuidores independentes. De acordo com Coughlan et al. (2001), ele funciona como um sistema que organiza as regras de remuneração, permitindo que o desempenho individual e coletivo se reflita em ganhos financeiros proporcionais. Para além do aspecto puramente monetário, esse mecanismo cumpre papel fundamental de retenção e motivação, já que, conforme Ferrell et al. (2017), a forma como o plano é estruturado tem impacto direto sobre a produtividade e a permanência dos participantes no sistema. Como sistema de distribuição, o marketing de rede consolidou-se internacionalmente a partir do início do século XX. Marks (1995) aponta que as primeiras experiências estruturadas ocorreram nos Estados Unidos, expandindo-se nas décadas seguintes para diversos países. Ziglar (2001) observa que esse modelo possibilita ganhos tanto pelas vendas diretas quanto pela inclusão de novos distribuidores, sustentando a expansão contínua das redes por meio de níveis hierárquicos. Para Meira e Ghisi (2009), a principal vantagem estratégica desse formato reside na eliminação de intermediários, o que reduz custos operacionais e amplia o alcance da marca por meio do marketing de recomendação, fator decisivo para a difusão de produtos de alto valor agregado, como os colchões magnéticos.

Além do aspecto financeiro, o modelo relaciona-se à possibilidade de ganhos complementares, desenvolvimento pessoal e maior autonomia profissional. A flexibilidade de horários e as oportunidades de ascensão dentro da hierarquia da rede reforçam a atratividade para novos ingressantes (Silva, 2023). Nesse sentido, a motivação dos distribuidores não se restringe apenas aos resultados econômicos imediatos, mas envolve igualmente o reconhecimento e as recompensas simbólicas, aspectos que, conforme Chiavenato (2014), são determinantes para promover o engajamento e a permanência em longo prazo. Diante desse cenário, compreender a percepção dos distribuidores sobre o plano de compensação torna-se fundamental, já que ele reúne elementos como bonificações, incentivos, dificuldades enfrentadas e formas de reconhecimento. A análise detalhada de como essa estrutura influencia a motivação e a permanência oferece subsídios para o aperfeiçoamento estratégico das redes de vendas.

A fundamentação metodológica deste estudo baseia-se em um levantamento bibliográfico rigoroso que, conforme Gil (2008), utiliza materiais previamente publicados, como livros, artigos acadêmicos e documentos digitais para embasar a análise. O objetivo desse levantamento foi sustentar teoricamente a proposta de um plano de compensação eficiente para distribuidores de colchões magnéticos. Foram consultadas fontes em plataformas acadêmicas como Google Acadêmico, SciELO, Capes e ResearchGate. As palavras-chave utilizadas incluíram plano de compensação, marketing multinível, venda direta, distribuidores independentes e colchões magnéticos. Essas expressões foram aplicadas individualmente e em conjunto por meio de operadores booleanos como AND e OR, permitindo o refinamento dos resultados e a localização de publicações diretamente relacionadas ao tema. A investigação também se caracterizou como descritiva, pois analisou as características dos distribuidores e suas percepções sobre os planos vigentes. De acordo com Gil (2008), a pesquisa descritiva foca em caracterizar um grupo ou fenômeno específico, estabelecendo relações entre as variáveis observadas sem a interferência direta do pesquisador.

A abordagem adotada foi de natureza quantitativa, visando a coleta e análise de dados mensuráveis obtidos por meio de questionários estruturados. Para Silva e Menezes (2005), a pesquisa quantitativa distingue-se pelo emprego da quantificação tanto na coleta quanto na análise estatística, permitindo identificar padrões de comportamento, graus de satisfação e frequência de bonificações. O instrumento de coleta consistiu em um questionário estruturado com 36 questões, organizadas de maneira sistemática para serem respondidas sem intervenção. Segundo Lakatos e Marconi (2003), o questionário é eficiente na obtenção de informações padronizadas, possibilitando a mensuração precisa das percepções. O instrumento foi dividido em seis seções específicas. A primeira seção tratou da apresentação e anuência, garantindo o anonimato. A segunda seção coletou o perfil sociodemográfico, incluindo faixa etária, sexo, estado de residência, escolaridade e renda mensal média. A terceira seção explorou a atuação no marketing multinível e a motivação inicial. A quarta seção, composta por 12 questões, avaliou as percepções sobre o plano de compensação, abordando clareza das regras, justiça nas comissões, acessibilidade aos bônus e transparência das metas. A quinta seção reuniu quatro questões sobre desafios enfrentados e fidelização. Por fim, a sexta seção validou o instrumento quanto à clareza e objetividade.

Antes da aplicação definitiva, realizou-se um pré-teste com 25 distribuidores nos dias 07 e 08 de junho de 2025. Conforme Gil (2008), o pré-teste é essencial para verificar a compreensão das questões e a eficácia do instrumento. Os resultados indicaram que as perguntas estavam claras e adequadas, não havendo necessidade de ajustes significativos. A aplicação em larga escala ocorreu entre os dias 11 e 13 de junho de 2025, abrangendo uma amostra consolidada de 150 distribuidores atuantes em diferentes estados brasileiros. Utilizou-se uma amostragem não probabilística por conveniência, selecionando participantes acessíveis que atendessem aos critérios definidos. Segundo Sampieri, Collado e Lucio (2013), essa estratégia é adequada para estudos exploratórios e descritivos em contextos onde não há acesso a uma lista completa da população ou quando os participantes estão dispersos geograficamente. Para a análise dos dados, empregou-se a estatística descritiva, organizando os resultados em tabelas e gráficos para identificar tendências e frequências. De acordo com Marconi e Lakatos (2017), a estatística descritiva permite resumir os dados de forma clara, facilitando a interpretação das respostas sem a intenção de realizar inferências além da amostra estudada.

Os resultados obtidos com a participação dos 150 distribuidores revelam um perfil sociodemográfico diversificado. Verificou-se que a maior concentração de participantes está nas regiões Sul (35,3%), Sudeste (24,0%) e Centro-Oeste (19,3%). No Sudeste, destacam-se São Paulo com 12,7% e Rio de Janeiro com 11,3%. No Sul, o Paraná registrou 16,0% e Santa Catarina 11,3%, enquanto no Norte, o Pará representou 12,7% da amostra. Quanto ao gênero, observou-se uma predominância feminina, com 52% de mulheres e 48% de homens. Em termos etários, a maior proporção concentra-se na faixa entre 45 e 54 anos (28,7%), seguida pela faixa de 55 anos ou mais (23,3%) e de 35 a 44 anos (22,7%), caracterizando um público em idade economicamente ativa e madura. No que tange à escolaridade, 28% possuem superior incompleto, 26,7% completaram o ensino médio, 24,7% possuem superior completo e 20,7% detêm títulos de pós-graduação ou MBA. Esse nível educacional elevado sugere uma maior capacidade de interpretação das regras complexas dos planos de compensação.

Em relação à renda mensal, identificou-se que 45,3% dos participantes declararam ganhos acima de R$ 7.000,00, enquanto 30% recebem entre R$ 4.001,00 e R$ 7.000,00. Apenas 24,7% situam-se na faixa entre R$ 2.001,00 e R$ 4.000,00, e nenhum participante declarou renda inferior a R$ 2.000,00. Considerando o salário-mínimo vigente de R$ 1.518,00, as rendas superiores a R$ 7.000,00 equivalem a aproximadamente 4,6 salários-mínimos. Conforme Kotler e Keller (2012), essa faixa indica um poder aquisitivo elevado e maior capacidade de investimento no próprio negócio. Esse perfil de maturidade e estabilidade econômica, segundo Coughlan et al. (2001), aumenta a segurança na tomada de decisões dentro da rede. Las Casas (2009) argumenta que a escolaridade e a experiência acumulada influenciam diretamente as expectativas de ganhos e a busca por reconhecimento profissional. A distribuição regional evidencia a capilaridade do marketing multinível em áreas onde o varejo tradicional pode ser menos presente, conforme discutido por Silva (2023).

As motivações iniciais para o ingresso na atividade mostraram-se multifatoriais. A qualidade dos produtos foi citada por 46,7% dos distribuidores, seguida de perto pelos ganhos financeiros (45,3%) e pelo desenvolvimento pessoal (44,7%). O reconhecimento simbólico foi relevante para 38,0% dos respondentes, enquanto a indicação de conhecidos motivou 36,0%. Questões ligadas à saúde e à política da empresa foram mencionadas por 32,7% e 30,7%, respectivamente. Esses dados confirmam que a motivação no marketing multinível vai além do retorno financeiro imediato. Maslow (1954) indica que a motivação humana envolve aspirações elevadas de autorrealização. Ferrell e Hartline (2014) ressaltam o papel de elementos simbólicos, como o senso de pertencimento, no engajamento de longo prazo. Para Chiavenato (2014), a dedicação do indivíduo sustenta-se quando há uma percepção clara de retornos tanto materiais quanto intangíveis.

Quanto ao desempenho, os resultados indicaram heterogeneidade no atingimento de metas. Apenas 15,3% dos distribuidores afirmaram sempre atingir as metas e bonificações, enquanto 22,0% o fazem frequentemente e 21,3% às vezes. Uma parcela significativa relatou dificuldades, com 18,7% atingindo metas raramente e 22,7% declarando nunca tê-las alcançado. Robbins (2005) ressalta que a motivação aumenta quando o participante enxerga nitidez na relação entre esforço, desempenho e recompensa. Para Maximiano (2011), metas bem definidas e devolutivas regulares orientam o comportamento. Locke e Latham (2002) sustentam que metas específicas e desafiadoras elevam o comprometimento, desde que acompanhadas de monitoramento constante. O desenho do plano de compensação deve, portanto, equilibrar o desafio com a alcançabilidade para evitar a desmotivação dos grupos com menor constância.

A percepção de reconhecimento proporcionado pelo plano também foi investigada. Verificou-se que 37,3% sentem-se sempre reconhecidos, 32,7% frequentemente e 30,0% apenas às vezes. Não houve registros de distribuidores que nunca se sentem reconhecidos, o que é um dado positivo. Ferrell e Hartline (2014) apontam que o reconhecimento simbólico pode ser tão relevante quanto os incentivos financeiros. Kotler (2017) acrescenta que a sensação de justiça fortalece a lealdade à marca. Herzberg (1968) classifica o reconhecimento como um fator motivador intrínseco, capaz de gerar satisfação duradoura. A frequência de consulta aos critérios do plano revelou-se intermitente: 25,3% consultam frequentemente, 23,3% às vezes, 18,0% raramente, 16,7% sempre e 16,7% nunca. A ausência de uma revisão sistemática pode gerar lacunas de entendimento. Robbins (2005) afirma que a compreensão contínua das regras é condição para mitigar incertezas e sustentar a motivação.

O compartilhamento de informações sobre o plano com novos membros ocorre de forma irregular, com 30,0% realizando-o às vezes e apenas 20,7% sempre. Esse padrão sugere quebras na circulação da informação, comprometendo a previsibilidade dos resultados. Chiavenato (2014) destaca que a comunicação estruturada é central para a coesão da rede. No que tange à motivação para progredir na carreira, 32,0% sentem-se motivados frequentemente e 18,0% sempre, mas 28,7% raramente sentem esse estímulo. Pela lógica da expectativa-desempenho-recompensa, Robbins (2005) explica que a motivação cai quando os critérios não são claros ou parecem inviáveis. A observação de colegas sendo recompensados atua como incentivo coletivo, sendo percebida frequentemente por 36,7% e sempre por 34,7% dos respondentes. Ferrell e Hartline (2014) mostram que programas visíveis de reconhecimento, como rankings mensais, funcionam como incentivos de baixo custo e alto impacto.

A compreensão do plano é elevada, com 98% dos respondentes declarando conhecê-lo totalmente. No entanto, ao avaliar a clareza dos critérios em uma escala de 1 a 5, houve polarização: 26,0% atribuíram nota 4 e 22,7% nota 5, mas 18,0% deram nota 1 e 19,3% nota 2. Essa divergência sinaliza ambiguidades na relação esforço-recompensa para uma parcela da rede. Kotler e Keller (2012) mostram que a consistência informacional sustenta a credibilidade organizacional. No quesito justiça das comissões, a distribuição também foi bipolarizada, com 24,7% atribuindo nota 5 e 23,3% nota 2. Ferrell et al. (2017) relacionam a satisfação à percepção de equidade nos incentivos. A variedade de prêmios foi bem avaliada, com 30,7% dando nota 5, embora haja espaço para ampliação. Casas (2009) argumenta que portfólios múltiplos de recompensas atendem perfis motivacionais distintos e reduzem a monotonia.

A facilidade de atingir bônus recebeu avaliações equilibradas, com leve concentração nas notas 4 e 5, indicando que parte da rede considera os objetivos alcançáveis. Churchill e Peter (2003) defendem que metas desafiadoras, porém factíveis, sustentam o esforço. O reconhecimento simbólico recebeu notas altas, com 29,3% atribuindo nota 5 e 22,7% nota 4, confirmando sua importância. Entre os tipos de bonificação mais valorizados, os treinamentos lideraram com 42,7% das preferências em primeiro lugar, seguidos pelo reconhecimento (32,0%) e pelo dinheiro (29,3%). A participação nos lucros, viagens e prêmios materiais apareceram em posições secundárias. Kotler e Keller (2012) destacam que o investimento em habilidades eleva a produtividade e a fidelização. Herzberg (1968) trata o desenvolvimento contínuo como um fator motivador ligado ao crescimento pessoal.

A lealdade à empresa é predominante, com 52,0% afirmando que nunca pensaram em mudar de organização. Contudo, 27,3% já consideraram essa possibilidade e 20,7% já mudaram anteriormente. Chiavenato (2014) aponta que a permanência cresce quando há justiça nas regras. Robbins (2005) lembra que a rotatividade gera custos elevados e enfraquece a rede. Sobre a percepção de valorização, 45,3% sentem-se valorizados, mas 24,0% declararam não sentir essa valorização. As principais dificuldades enfrentadas incluem prospecção e fidelização de clientes (20,0%), formação e gestão de rede (16,7%) e logística e custos (14,7%). Porter (1989) explica que em mercados disputados a rivalidade comprime as margens. Mintzberg (2006) reforça que o suporte estruturado é fundamental para fortalecer as redes. Sugestões de melhoria incluíram benefícios adicionais (18,0%) e ajustes nos preços (9,3%), embora 28,0% não tenham proposto mudanças. A totalidade dos participantes (100%) recomendaria a empresa a novos membros, o que indica um nível excepcional de confiança no modelo, conforme os parâmetros de lealdade de Reichheld e Teal (2001).

Conclui-se que o objetivo foi atingido, uma vez que a análise dos planos de compensação no setor de colchões magnéticos permitiu identificar que a atratividade do modelo decorre de um equilíbrio entre recompensas financeiras e simbólicas. Verificou-se que elementos como a clareza das regras, a percepção de justiça nas comissões e a acessibilidade às metas de bônus são decisivos para sustentar o engajamento dos distribuidores, enquanto lacunas nesses aspectos estão associadas a uma menor lealdade e à intenção de saída. O estudo demonstrou que o reconhecimento público e os treinamentos contínuos são os fatores mais valorizados pela rede, funcionando como motores de motivação que superam, em termos de prioridade declarada, o ganho financeiro imediato. A proposta de um plano eficiente deve, portanto, integrar diretrizes que conciliem incentivos monetários com mecanismos de valorização profissional e suporte educacional constante. Apesar das limitações da amostra específica, os achados oferecem subsídios práticos para o aperfeiçoamento dos sistemas de remuneração no marketing multinível, contribuindo para a sustentabilidade e o crescimento das redes de vendas diretas no Brasil.

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Resumo executivo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso da Especialização em Marketing do MBA USP/Esalq

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