Resumo Executivo

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24 de março de 2026

Gestão ágil e inteligência emocional no atendimento oftalmológico

Amanda Rosa Heleno; Pedro Henrique Fabri Zanini

Resumo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.

A gestão da qualidade em serviços de saúde torna-se cada vez mais significativa no ambiente competitivo contemporâneo, no qual a excelência no atendimento representa um ativo estratégico fundamental para as instituições médicas (Campos, 2020). A busca por padrões elevados de serviço não é apenas uma meta operacional, mas uma necessidade de sobrevivência em um mercado onde a percepção do paciente define a reputação e a sustentabilidade da organização. No contexto brasileiro, dados fornecidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística indicam que 68% das reclamações registradas no âmbito da saúde possuem relação direta com a qualidade do atendimento, concentrando-se majoritariamente no primeiro contato estabelecido com o paciente (IBGE, 2022). Esse dado sublinha a importância crítica das equipes de recepção e front-office, que atuam como a porta de entrada e o primeiro filtro da experiência do usuário. No âmbito específico das clínicas oftalmológicas, a qualidade do serviço envolve uma combinação complexa entre competências técnicas e habilidades humanas, conforme evidenciado em estudos sobre a experiência do paciente em serviços oftalmológicos no Rio de Janeiro (Alves et al., 2019). A natureza sensível do atendimento oftalmológico, que muitas vezes lida com a ansiedade do paciente em relação à sua visão, exige um acolhimento que vá além da eficiência burocrática.

A qualidade do serviço prestado está intrinsecamente correlacionada ao envolvimento dos colaboradores, especialmente daqueles que mantêm contato direto e frequente com os pacientes. Pesquisas realizadas em ambientes hospitalares demonstram que melhorias, mesmo que modestas, no ambiente de trabalho e no suporte organizacional podem impactar significativamente a satisfação final dos usuários (Souza e Lima, 2020). No entanto, a motivação desses profissionais nem sempre está ligada exclusivamente a fatores financeiros. Dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos revelam que a desmotivação pode ocorrer mesmo em espaços de trabalho que oferecem benefícios atrativos, como salários competitivos e planos de saúde, devido a falhas em fatores organizacionais e na gestão de pessoas (DIEESE, 2023). Essa realidade foi observada em clínicas de médio porte, onde recepcionistas, apesar de contarem com auxílio-alimentação e participação em eventos, manifestavam descontentamento relacionado à sobrecarga e à falta de reconhecimento. A fundamentação teórica para a reversão desse cenário encontra suporte na eficiência de métodos ágeis aplicados à gestão de serviços de saúde (Costa Neto, 2018) e na utilização estratégica da inteligência emocional nas equipes de atendimento (Bergue, 2021). A implementação de uma liderança participativa é apontada como um fator capaz de elevar em até 40% o engajamento das equipes em ambientes de saúde (Oliveira e Silva, 2021). Portanto, a convergência entre gestão da qualidade, métodos ágeis e inteligência emocional constitui o alicerce para a melhoria do clima organizacional e, consequentemente, do atendimento ao paciente.

A importância de aprofundar o estudo sobre a gestão da qualidade em clínicas oftalmológicas de natureza privada reside na necessidade de preencher lacunas acadêmicas e apresentar soluções práticas adaptáveis. A redução das taxas de insatisfação dos pacientes é um desafio perene, e a análise dos fatores motivacionais das equipes de recepção permite a criação de planos de ação baseados em evidências científicas. O objetivo central concentra-se em aperfeiçoar os processos internos e consolidar a imagem da instituição como uma referência em atendimento humanizado e eficiente. Para que isso ocorra, é necessário compreender que a gestão da qualidade em saúde não se limita à conformidade com normas técnicas, mas abrange a percepção subjetiva de valor por parte do cliente e o bem-estar do colaborador que entrega o serviço. A excelência operacional deve ser acompanhada por uma cultura organizacional que valorize a comunicação assertiva e a autonomia responsável.

A metodologia adotada para a estruturação deste estudo foi multifacetada, iniciando-se com uma revisão sistemática da literatura como pilar fundamental, complementada pela análise rigorosa de fontes secundárias. O levantamento incluiu artigos científicos revisados por pares, relatórios técnicos de organizações especializadas e estudos de caso que detalham implementações e resultados práticos. A delimitação do problema e a formulação das hipóteses iniciais foram conduzidas por meio de uma pesquisa exploratória, método indispensável para aprofundar o conhecimento sobre temas com base teórica ainda em consolidação (Gil, 2017). A construção do referencial teórico e a coleta de dados subsequente ocorreram através de uma revisão bibliográfica minuciosa, focada em três eixos principais: fatores de desmotivação em equipes de atendimento, aplicação de métodos ágeis no setor de saúde e o impacto de treinamentos em competências socioemocionais. Para garantir a transparência e o rigor científico, a revisão sistemática aderiu ao protocolo Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses. As buscas foram realizadas em bases de dados renomadas, como SciELO, PubMed, Google Acadêmico e o Portal de Periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Os descritores utilizados incluíram termos como gestão da qualidade em saúde, métodos ágeis em serviços médicos, inteligência emocional no atendimento e liderança participativa em clínicas.

O processo de seleção dos estudos obedeceu a critérios de inclusão e exclusão rigorosos, priorizando publicações entre os anos de 2018 e 2023 que apresentassem aplicação prática em contextos similares ao de clínicas médicas. Inicialmente, foram identificados 18 artigos, dos quais seis foram selecionados após a triagem por relevância e qualidade metodológica. Foram aceitos apenas estudos empíricos com dados concretos ou casos de implementação detalhados. Em contrapartida, foram descartados textos meramente teóricos que não ofereciam dados mensuráveis ou que não possuíam relação direta com a temática da implementação prática e seus impactos. A pesquisa de campo foi conduzida ao longo de um período de oito meses, iniciando-se em janeiro de 2025, seguindo um cronograma estruturado para permitir a observação de variáveis relevantes e a análise detalhada dos dados. A estrutura de análise foi organizada em quatro etapas principais, fundamentadas nos grupos de processos estabelecidos pelo guia de gerenciamento de projetos do Project Management Institute (PMI, 2021).

A primeira etapa consistiu na revisão bibliográfica para a construção de uma base teórica sólida. Autores como Costa Neto (2018) forneceram o embasamento para a aplicação de métodos ágeis, enquanto Bergue (2021) ofereceu o alicerce para as sessões de inteligência emocional. A contextualização da experiência do paciente foi fundamentada em Alves (2019). A partir dessa análise, mapearam-se práticas e teorias relacionadas ao escopo, qualidade e comunicação no contexto da saúde, traduzindo conceitos acadêmicos em um plano de ação adaptado à realidade da clínica oftalmológica. A segunda etapa, focada no diagnóstico do cenário atual, utilizou entrevistas semiestruturadas com recepcionistas, telefonistas e enfermeiras. O objetivo foi identificar os principais pontos de insatisfação e desmotivação. A análise qualitativa revelou um cenário de desvalorização e sobrecarga percebida, onde, apesar dos benefícios materiais, a falta de reconhecimento e o excesso de tarefas impactavam negativamente o clima organizacional. Essa constatação serviu de base para as intervenções subsequentes, confirmando que a gestão precisava ir além dos benefícios financeiros para focar no engajamento e no bem-estar emocional.

Na terceira etapa, referente à implementação das ações, foram adotadas práticas de gestão de equipes inspiradas no método Scrum, sessões de autoconhecimento e inteligência emocional, além da adoção de uma liderança participativa. As reuniões diárias, conhecidas como Daily Scrum, foram implementadas com curta duração e foco no alinhamento de tarefas. Essa prática permitiu que a equipe de recepção resolvesse gargalos de forma ágil, identificasse prioridades e compartilhasse desafios de maneira transparente, fortalecendo o senso de colaboração. Paralelamente, as sessões de inteligência emocional foram projetadas para capacitar as colaboradoras a lidar com situações de estresse e conflito, tanto no relacionamento interpessoal quanto no atendimento ao paciente. A abordagem humanizada dessas sessões inspirou-se em modelos de comunicação segura, como o SACCIA (Hannawa, 2024), visando interações mais transparentes e empáticas. A liderança participativa alterou a postura da gestão, envolvendo a equipe nas tomadas de decisão e valorizando a opinião de cada membro, o que aumentou o sentimento de pertencimento.

A quarta etapa foi dedicada à avaliação dos resultados, utilizando uma abordagem multifacetada para validar a eficácia das intervenções. Empregaram-se indicadores de desempenho, feedbacks das colaboradoras e observação direta do clima organizacional. A combinação dessas frentes de análise garantiu uma avaliação robusta dos impactos. Além da mensuração imediata, a gestão de riscos foi aplicada para identificar possíveis obstáculos e pontos de resistência que pudessem comprometer o sucesso a longo prazo, como a falta de adesão contínua às novas práticas. Essa visão proativa assegurou que as melhorias não fossem apenas temporárias, estabelecendo um ciclo de aprimoramento contínuo. O uso da ferramenta Trello, estruturada com base no método Kanban, apoiou o gerenciamento visual do projeto, permitindo acompanhar o andamento das tarefas com clareza e priorizar as atividades de forma organizada.

A análise dos dados obtidos revelou melhorias significativas e mensuráveis, corroborando a hipótese de que práticas de gestão focadas em métodos ágeis e inteligência emocional trazem transformações substanciais. Os achados confirmaram que as intervenções atingiram não apenas as recepcionistas, mas geraram um impacto positivo em toda a equipe administrativa. No diagnóstico inicial, a avaliação da carga de trabalho pelas recepcionistas mostrou que 50% consideravam o volume de tarefas pesado e 33% o classificavam como muito pesado. Apenas 17% consideravam a carga adequada, e nenhuma colaboradora a classificou como leve. Quanto ao sentimento de valorização, apenas 18,2% sentiam-se valorizadas sempre, enquanto 63,6% sentiam-se valorizadas apenas às vezes e 18,2% raramente. Esses dados iniciais estabeleceram uma linha de base que evidenciava a necessidade urgente de intervenção na cultura de gestão da clínica.

O cruzamento de dados revelou uma correlação notável entre a qualidade da comunicação com a supervisão e o sentimento de valorização profissional. Colaboradoras que classificaram a comunicação como regular demonstraram uma percepção consistentemente baixa de valorização. Em contrapartida, aquelas que relataram uma comunicação boa ou muito boa sentiram-se significativamente mais valorizadas. Esse achado sublinha que a comunicação não é apenas um processo de troca de informações, mas uma ferramenta essencial de engajamento. A análise também indicou que a comunicação regular estava associada a uma menor percepção de liberdade para expressar opiniões. Das colaboradoras que avaliaram a comunicação como regular, três afirmaram nunca sentir liberdade para se expressar, duas raramente e quatro apenas às vezes. Já entre as que avaliaram a comunicação como muito boa, a totalidade afirmou sentir-se sempre à vontade para expressar opiniões e ideias.

Após a implementação das ações, os resultados pós-intervenção demonstraram avanços importantes. A melhoria na comunicação com a supervisão foi um dos pontos mais notáveis, com mais de 80% das participantes avaliando-a como boa ou muito boa. Especificamente, 53,8% classificaram a comunicação como muito boa e 30,8% como boa, enquanto apenas 15,4% a mantiveram como regular. Esse indicador sólido demonstra que as barreiras hierárquicas foram reduzidas e o fluxo de informações tornou-se mais eficiente. A introdução das reuniões diárias inspiradas no Scrum e os treinamentos de escuta ativa foram instrumentais para esse progresso. A maior liberdade de expressão contribuiu para que problemas fossem identificados e resolvidos de forma mais ágil, incorporando as sugestões da equipe na tomada de decisão.

A percepção de liberdade para expressar opiniões após as melhorias foi validada por dados quantitativos expressivos: 92,3% das colaboradoras afirmaram sentir-se significativamente mais à vontade para expressar suas opiniões e sugestões. Desse total, 54% concordaram totalmente com a afirmação de que o ambiente se tornou mais aberto, e 38% concordaram parcialmente. Apenas 8% discordaram parcialmente, e nenhuma discordou totalmente. Esse resultado reflete a criação de um ambiente de trabalho mais participativo, onde as profissionais se sentem ouvidas e respeitadas. A valorização profissional também apresentou um salto qualitativo: 76,9% das colaboradoras relataram ter se sentido muito mais valorizadas nos últimos quatro meses, enquanto 23,1% indicaram uma melhora leve. Não houve registros de ausência de mudança ou piora no sentimento de valorização.

A discussão desses resultados à luz da literatura revela que a adoção do framework Scrum proporcionou maior clareza e transparência nas responsabilidades individuais e coletivas. A redução da sobrecarga de trabalho percebida foi uma consequência direta da melhor organização das tarefas e do alinhamento diário, o que minimizou pontos de atrito e conflitos interpessoais. As iniciativas focadas no desenvolvimento da inteligência emocional capacitaram a equipe a lidar com situações desafiadoras, como o atendimento de pacientes insatisfeitos, de forma mais construtiva. O fortalecimento da coesão da equipe foi evidenciado por relatos de maior apoio mútuo e colaboração efetiva. A liderança participativa, ao incluir as recepcionistas no processo decisório, gerou um aumento tangível no comprometimento, refletindo-se na redução das taxas de absenteísmo e no incremento da proatividade na resolução de problemas.

Apesar dos avanços, observaram-se desafios inerentes ao setor de saúde privada. A escassez de estudos focados especificamente em clínicas particulares, visto que a maioria da literatura se concentra em hospitais públicos, exigiu adaptações constantes das práticas citadas por autores como Ferreira (2022). A sustentabilidade das intervenções requer um acompanhamento que ultrapasse os 12 meses, garantindo que as mudanças culturais se consolidem. Para assegurar a perenidade dos benefícios alcançados, a clínica estabeleceu um sistema de feedback contínuo, com avaliações mensais das práticas e processos. O monitoramento dos indicadores de satisfação dos pacientes também foi intensificado, visando verificar se as transformações internas se refletem em um atendimento mais humanizado e eficiente na percepção do usuário final.

A integração entre a gestão humanizada e os métodos ágeis provou ser a chave para transformar o ambiente de trabalho. A experiência prática demonstrou que a valorização do capital humano, por meio de práticas que fortaleçam a comunicação e a autonomia, é tão decisiva para o sucesso da organização quanto a eficiência técnica. O estudo deixa claro que a adoção dessas metodologias não é um modismo, mas uma estratégia essencial para instituições de saúde que desejam se destacar em um mercado competitivo. A continuidade das práticas e a expansão das intervenções para outras áreas da clínica são passos naturais para ampliar os benefícios. A valorização do colaborador reflete diretamente na qualidade do serviço prestado, criando um ciclo virtuoso de satisfação e eficiência operacional.

A análise detalhada das interações entre liderança e liderados revelou que a transparência nas decisões e a clareza nos objetivos são fundamentais para reduzir a ansiedade e o estresse no ambiente de saúde. O uso de ferramentas de gestão visual, como o Kanban, permitiu que cada membro da equipe visualizasse sua contribuição para o todo, aumentando o senso de responsabilidade e o orgulho pelo trabalho realizado. A inteligência emocional, trabalhada de forma sistemática, forneceu as ferramentas necessárias para que as colaboradoras pudessem gerenciar suas próprias emoções em momentos de alta pressão, resultando em um atendimento mais calmo e acolhedor para os pacientes. A redução dos conflitos internos, proporcionada por uma comunicação mais assertiva, liberou energia para que a equipe se concentrasse na melhoria contínua dos processos de atendimento.

Em suma, a transformação observada na clínica oftalmológica demonstra que a gestão da qualidade deve ser encarada como um processo dinâmico e centrado nas pessoas. A aplicação de conceitos de administração ágil e liderança participativa em um ambiente tradicional de saúde rompeu paradigmas e trouxe resultados concretos tanto para o clima organizacional quanto para a eficiência do serviço. A sustentabilidade dessas melhorias depende do compromisso contínuo da liderança em manter os canais de diálogo abertos e em investir no desenvolvimento constante das competências socioemocionais de sua equipe. A experiência relatada serve como um modelo aplicável a outros contextos de saúde, reforçando a ideia de que o bem-estar do colaborador é o alicerce para a satisfação do paciente.

Conclui-se que o objetivo foi atingido, uma vez que a implementação de práticas de gestão da qualidade, fundamentadas em métodos ágeis e inteligência emocional, promoveu uma melhoria significativa no clima organizacional e na percepção de valorização das colaboradoras na clínica oftalmológica. A redução das barreiras de comunicação e o fortalecimento da liderança participativa resultaram em um ambiente de trabalho mais harmonioso e engajado, com 92,3% da equipe sentindo-se mais à vontade para expressar opiniões e mais de 80% avaliando positivamente a comunicação interna. Esses avanços refletem-se diretamente na otimização do atendimento ao cliente, consolidando a importância de uma gestão humanizada e baseada em evidências para a sustentabilidade e excelência em serviços de saúde.

Referências Bibliográficas:

Alves, R. et al. 2019. Experiência do paciente em serviços oftalmológicos: um estudo no Rio de Janeiro. Revista Brasileira de Oftalmologia.

Alves, R. et al. 2019. Experiência do paciente em serviços oftalmológicos: um estudo no Rio de Janeiro. Revista Brasileira de Oftalmologia.

Bergue, S. T. 2021. Gestão de pessoas e inteligência emocional. São Paulo, SP, Brasil: Atlas.

Campos, A. C. 2020. Gestão da qualidade em saúde. Rio de Janeiro, RJ, Brasil: Guanabara Koogan.

Costa Neto, P. L. O. 2018. Administração ágil. São Paulo, SP, Brasil: Blucher.

Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos [DIEESE]. 2023. Pesquisa sobre condições de trabalho na saúde. São Paulo, SP, Brasil.

Gil, 2017 [Referência completa não encontrada no documento original]

Hannawa, A. F. 2024. Shared decision-making in an era of silo-based care (- or what it takes to tango). Journal of Patient Safety & Risk Management.

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística [IBGE]. 2022. Pesquisa Nacional de Saúde. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Oliveira, A.; Silva, F. 2021. Limites e Decorrências da Teoria das Necessidades Humanas de Abraham Harold Maslow. Caderno de Administração 2: 100-115.

Project Management Institute [PMI]. 2021. Um guia do conhecimento em gerenciamento de projetos (Guia PMBOK). 7. ed. Newtown Square, PA, EUA.

Souza, G. P.; Lima, M. J. 2020. Qualidade no atendimento em saúde pública. Cadernos de Saúde Pública.

Resumo executivo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso de MBA em Gestão de Projetos

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