Resumo Executivo

24 de abril de 2026

Escritórios Verdes: Práticas e Desafios do ESG

Fernando Pisa Pallas; Juliana Moletta

Resumo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.

A preocupação com as questões climáticas, ambientais e sociais intensificou-se nas últimas décadas, consolidando a sustentabilidade como um tema fundamental e estratégico para o mundo dos negócios. Organizações de diversos portes, desde grandes corporações até pequenos escritórios, buscam implementar práticas ambientalmente saudáveis que respondam às pressões por uma atuação mais responsável (Barbieri, 2023). No cenário brasileiro, esse conceito ganha relevância diante da urbanização acelerada e da crescente demanda por espaços corporativos que não apenas busquem a eficiência econômica, mas também garantam a responsabilidade ambiental e o bem-estar dos profissionais (IBGE, 2020). A adoção de diretrizes que equilibrem os pilares ambiental, social e de governança permite que os desafios globais sejam abordados de maneira holística, uma vez que esses aspectos estão profundamente interconectados. O conceito de escritórios sustentáveis surge, portanto, como uma alternativa viável e alinhada a esses princípios, visando minimizar o impacto ecológico por meio de tecnologias limpas e do uso racional de recursos (Irigaray e Stocker, 2022).

O pilar ambiental foca na redução do impacto ecológico, enquanto o pilar social prioriza a criação de espaços que promovam qualidade de vida, saúde e acessibilidade. Complementarmente, a governança enfatiza a transparência e a ética nas práticas empresariais (Irigaray e Stocker, 2022). Apesar dos avanços teóricos, a aplicação prática enfrenta barreiras significativas no Brasil, especialmente relacionadas à resistência a novas tecnologias e à percepção de custos elevados de investimento (Costa et al., 2021). No entanto, a sustentabilidade deve ser compreendida como um convite para um futuro equilibrado, incentivando escolhas que preservem recursos naturais e promovam o bem-estar coletivo. Escritórios que adotam tais diretrizes contribuem para a conscientização sobre o descarte adequado de resíduos e a redução do desperdício de materiais.

Estudos indicam que empresas com postura proativa em relação à sustentabilidade possuem maiores chances de atrair talentos de alto nível, uma vez que profissionais das novas gerações tendem a priorizar organizações que demonstram responsabilidade socioambiental. Além da atração de talentos, a implementação dessas práticas eleva a confiança de investidores e parceiros comerciais, gerando resultados financeiros positivos e fortalecendo a imagem institucional perante o mercado (Macedo et al., 2022). Antes de iniciar a transição para uma estrutura sustentável, é necessário que a organização avalie e aperfeiçoe seus processos internos para garantir a viabilidade das ações (Berwagner, 2017). A justificativa para o aprofundamento deste tema reside na necessidade de compreender se as ações promovidas pelas empresas estão sendo incorporadas à cultura organizacional e como são percebidas pelos colaboradores no cotidiano laboral.

A fundamentação metodológica deste estudo baseia-se em uma pesquisa descritiva de natureza quantitativa, utilizando o método survey para a coleta de dados primários. A pesquisa descritiva tem como finalidade expor as características de determinada população ou fenômeno, estabelecendo correlações entre variáveis e definindo a natureza dos dados coletados (Gil, 2017). Para garantir o rigor científico, o processo foi estruturado em três etapas distintas. A primeira consistiu em um levantamento bibliográfico exaustivo sobre sustentabilidade, pilares de governança e o conceito de escritórios verdes, identificando as principais tendências e desafios apontados pela literatura acadêmica. A análise de conteúdo permitiu construir inferências a partir das descrições e interpretações dos materiais coletados, fundamentando a base teórica necessária para a elaboração do instrumento de coleta (Krippendorf, 2012).

A segunda etapa envolveu a elaboração e aplicação de um questionário eletrônico estruturado, desenvolvido na plataforma Google Forms. O instrumento foi composto por 12 questões de fácil entendimento, mesclando perguntas abertas e fechadas. As quatro perguntas iniciais foram dedicadas ao perfil demográfico dos respondentes, incluindo sexo, idade, função e tempo de empresa, enquanto as 11 questões subsequentes focaram em ações de sustentabilidade e percepção sobre o ambiente de trabalho. Para assegurar a eficácia e a clareza das perguntas, foi realizado um pré-teste com um grupo de 10 pessoas, composto por cinco homens e cinco mulheres com idades entre 20 e 40 anos. Os participantes do pré-teste validaram o tempo médio de preenchimento em cinco minutos e elogiaram a facilidade de resposta, o que permitiu a manutenção do formato original para a aplicação definitiva.

O público-alvo da pesquisa foi delimitado a colaboradores ativos no mercado de trabalho, excluindo-se pessoas desempregadas ou sem remuneração oriunda de atividade laboral. A divulgação do link da pesquisa ocorreu via aplicativos de mensagens, e-mail e redes profissionais como o LinkedIn, alcançando aproximadamente 200 convidados em diversas regiões do Brasil, sem restrição geográfica. O questionário permaneceu disponível por um período de 15 dias, entre o final de julho e o início de agosto de 2025. A amostra final, obtida por conveniência e de caráter não probabilístico, totalizou 107 respondentes anônimos. Durante todo o processo, foram respeitadas as diretrizes da Lei Geral de Proteção de Dados, garantindo a privacidade e a anonimização das informações sensíveis. Um termo de consentimento livre e esclarecido foi vinculado ao início do formulário, assegurando que a participação fosse voluntária e consciente.

A terceira e última etapa metodológica compreendeu a coleta e o processamento das respostas. Os dados foram organizados e analisados com o auxílio de softwares de planilha eletrônica, permitindo a geração de estatísticas descritivas e a visualização clara das tendências observadas. A análise buscou reunir informações relevantes sobre a visão dos colaboradores, tratando-os como o principal cliente interno da organização. Essa abordagem é fundamental, pois o sucesso de qualquer estratégia de negócio depende de um ambiente de trabalho positivo e satisfatório, onde os profissionais se sintam valorizados e engajados com os valores da empresa. O estudo buscou, portanto, preencher uma lacuna no ambiente acadêmico, focando na percepção de quem vivencia as iniciativas de sustentabilidade no dia a dia, indo além dos indicadores de desempenho e relatórios corporativos tradicionais.

Os resultados obtidos revelam um perfil demográfico diversificado entre os participantes. Em relação ao gênero, 58% dos respondentes são do sexo masculino e 42% do sexo feminino. A presença de diversidade de gênero nas organizações é considerada um fator estratégico, pois contribui para a pluralidade de ideias e para a tomada de decisões mais inclusivas (Costa et al., 2024). No que diz respeito à faixa etária, observou-se que 29% dos participantes possuem entre 30 e 40 anos, seguidos por 26% na faixa de 41 a 50 anos. Os profissionais com idade entre 51 e 60 anos representam 17%, enquanto aqueles acima de 60 anos somam 15%. A menor parcela, de 13%, corresponde aos jovens entre 18 e 29 anos. Essa distribuição evidencia uma convivência geracional que pode ser fonte de aprendizado mútuo e inovação, desde que a cultura organizacional promova a integração e o respeito às trajetórias individuais (Barros et al., 2023).

O nível de instrução dos colaboradores é elevado, com 48% possuindo pós-graduação e 43% com graduação completa. O grau de mestrado foi identificado em 5% da amostra, enquanto o ensino médio e o doutorado representam 3% e 1%, respectivamente. Esse alto nível educacional influencia diretamente a capacidade de absorção e aplicação dos valores organizacionais, facilitando o engajamento com temas complexos como a sustentabilidade (Costa e Nogueira, 2024). Quanto aos cargos exercidos, a maioria dos respondentes atua como assistentes ou analistas (35%), seguidos por gerentes (17%), diretores (13%) e supervisores ou coordenadores (10%). Estagiários representam 3% da amostra, e 22% ocupam outros cargos não especificados. Essa variedade de funções permite uma visão abrangente de como as práticas de sustentabilidade permeiam os diferentes níveis hierárquicos da empresa.

Ao serem questionados sobre a importância da adoção de práticas de sustentabilidade sob a ótica do ambiental, social e governança, 65% dos colaboradores consideraram o tema muito importante, enquanto 29% classificaram como importante. Apenas 5% demonstraram neutralidade e 1% considerou pouco importante. Esses dados reforçam que a sustentabilidade não é apenas uma tendência passageira, mas um valor consolidado entre os profissionais. No entanto, a percepção sobre a preocupação real das empresas com questões ambientais apresenta nuances: 47% afirmaram que a empresa se preocupa claramente, mas 32% acreditam que essa preocupação ocorre apenas em certa medida. Outros 15% sentem que a organização não se preocupa muito, e 3% afirmaram que não há qualquer preocupação. Essa disparidade sugere que, embora o discurso corporativo esteja presente, a efetividade das ações ainda é questionada por uma parcela significativa da força de trabalho.

O incentivo à participação dos colaboradores em iniciativas sustentáveis também apresenta oportunidades de melhoria. Apenas 40% dos respondentes afirmaram que a empresa incentiva frequentemente a participação, enquanto 35% indicaram que isso ocorre apenas às vezes. Uma parcela de 13% relatou que o incentivo é raro e 11% afirmaram que ele não existe. O engajamento dos colaboradores é um fator crítico para o sucesso de qualquer estratégia de sustentabilidade, e a ausência de um incentivo claro pode comprometer a eficácia das ações propostas. Segundo dados de mercado, uma parcela considerável das empresas ainda carece de estratégias estruturadas para envolver seus profissionais em causas socioambientais (Amcham, 2024). No que tange ao bem-estar e desenvolvimento, 61% dos participantes percebem uma preocupação da empresa, mas 17% consideram essa atenção mediana e 11% acreditam que ela é insuficiente. O cuidado com o profissional está diretamente ligado à valorização do capital humano e à existência de práticas que favoreçam o desenvolvimento integral do indivíduo (Garcez et al., 2018).

A comunicação interna das metas de sustentabilidade e responsabilidade social é considerada clara por 61% dos colaboradores, enquanto 39% apontam falhas nesse processo. A transparência na comunicação é essencial para que os profissionais compreendam o propósito das ações e se sintam parte da jornada de transformação da empresa. No entanto, o sentimento de pertencimento à cultura de sustentabilidade ainda é limitado: apenas 34% se sentem plenamente engajados, enquanto a maioria (43%) sente-se apenas parcialmente engajada. Além disso, 15% afirmaram que a empresa não possui uma cultura clara sobre o tema e 10% não se sentem engajados de forma alguma. Esses resultados indicam que a criação de uma cultura organizacional sustentável exige mais do que a implementação de regras; requer a construção de um ambiente onde os valores sejam vividos e compartilhados genuinamente.

A percepção de que a adoção de práticas sustentáveis impacta positivamente a imagem da marca é compartilhada por 62% dos respondentes, que concordam totalmente com essa afirmação. Outros 28% acreditam que esse impacto ocorre em certa medida. Esse dado é relevante, pois demonstra que os colaboradores reconhecem o valor estratégico da sustentabilidade para a reputação da empresa perante clientes e sociedade. A gestão deve, portanto, integrar as dimensões ambiental, social e de governança por meio de iniciativas planejadas e contínuas, visando reduzir impactos negativos e garantir uma operação responsável (Laasch e Conaway, 2016). O compromisso ambiental e social é um dos principais motivadores para a adoção de práticas corporativas modernas, mas ainda há espaço para evolução por meio de inovações e políticas públicas direcionadas (Amcham, 2024).

Entre as ações práticas consideradas mais relevantes para o ambiente de trabalho, a coleta seletiva e a reciclagem foram as mais citadas (66%), seguidas pela redução do consumo de energia (60%) e pelo uso de materiais reciclados (50%). Outras ações mencionadas incluem programas de voluntariado (48%), redução do consumo de água (44%), presença de plantas e luz natural no escritório (35%) e incentivo ao transporte sustentável (29%). No contexto brasileiro, o índice de reciclagem ainda é baixo, o que reforça a importância de as empresas investirem em sistemas de economia circular para reintegrar materiais pós-consumo aos processos produtivos. A implementação de um escritório verde é percebida como um fator que impacta positivamente o bem-estar e a produtividade por 87% dos participantes. A inclusão de elementos naturais e o aproveitamento da luz solar contribuem para a redução do estresse e o aumento da criatividade (Grinde et al., 2009).

No cotidiano, os colaboradores já demonstram hábitos sustentáveis consolidados: 77% utilizam canecas e garrafas próprias para evitar o uso de plástico descartável e 77% afirmam fechar torneiras ao notar vazamentos. Além disso, 61% desligam as luzes ao sair das salas e 48% desligam monitores e equipamentos da tomada quando não estão em uso. A separação do lixo reciclável é praticada por 46% dos respondentes, enquanto 43% evitam realizar impressões ou cópias desnecessárias. O uso de plantas no ambiente de trabalho, além de estético, simboliza a integração harmoniosa com a natureza e auxilia na melhoria da qualidade do ar. A redução do uso de plásticos é urgente, dado o impacto ambiental devastador desse material nos ecossistemas globais (Jones, 2019).

As sugestões apresentadas pelos colaboradores para aprimorar as práticas organizacionais incluem o fortalecimento do engajamento interno por meio de grupos de trabalho e a adoção de padrões globais de transparência. No âmbito da sustentabilidade ambiental, foram sugeridas melhorias técnicas como a instalação de sensores de presença para economia de energia, o uso de fontes renováveis como energia solar e eólica, e a implementação de sistemas de monitoramento de consumo. No pilar social, destacam-se propostas de incentivo a estilos de vida saudáveis, como alimentação vegetariana, e a criação de políticas claras para o trabalho híbrido, que favoreçam o equilíbrio entre vida pessoal e profissional. A comunicação estratégica e o engajamento são essenciais para transformar valores abstratos em práticas cotidianas que fortaleçam a cultura organizacional e a imagem da empresa perante o mercado (Marchiori, 2010).

A análise da perspectiva dos funcionários contribui para que as empresas não apenas implementem programas isolados, mas garantam que a sustentabilidade seja uma vivência comum a todos. O termo escritório verde pode ser compreendido sob diferentes óticas, desde a gestão de edificações sustentáveis com compensação de carbono até o design de interiores pautado pela biofilia. Em essência, a ideia central é o compromisso com a preservação ambiental e a responsabilidade social. A utilização de ferramentas de diagnóstico de maturidade pode auxiliar as empresas a identificar lacunas e aprimorar suas práticas de governança e transparência. A sustentabilidade ecológica está diretamente ligada à sustentabilidade social e financeira, formando um ciclo que garante a longevidade e a relevância da organização no mercado competitivo atual.

Conclui-se que o objetivo foi atingido, uma vez que a pesquisa demonstrou que a sustentabilidade e as diretrizes de governança socioambiental são consideradas de alta relevância pelos colaboradores no ambiente de escritório. Os resultados evidenciaram que, embora a maioria das empresas já adote alguma forma de ação sustentável, ainda existe um desafio significativo no que tange ao engajamento pleno e à consistência das práticas percebidas. A conscientização dos profissionais é elevada, mas a transformação do discurso corporativo em hábitos genuínos na cultura organizacional requer estratégias de comunicação mais eficazes e incentivos diretos à participação ativa. A adoção do conceito de escritórios verdes mostrou-se uma tendência valorizada, com potencial para impactar positivamente a produtividade, o bem-estar e a imagem institucional. Portanto, o fortalecimento do pilar social e a transparência na governança são caminhos essenciais para que as organizações brasileiras consolidem sua jornada de sustentabilidade de forma autêntica e coerente com as expectativas de seus colaboradores.

Referências Bibliográficas:

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Barbieri, J. 2023. Gestão Ambiental Empresarial: Conceitos, Modelos e Instrumentos. 5ª ed. São Paulo: Saraiva Uni, 280 p.

Barros, D.; Hanashiro, D. 2023. O papel da cultura organizacional na discriminação etária: uma revisão sistemática da literatura. Matéria Convibra. Disponível em: https://convibra.org/publicacao/29085/ Acesso em: 29 Ago. 2025.

Berwager, A. 2017. Sociedades sustentáveis e as organizações. Educação Ambiental em Ação, Londrina, v. 14, n. 53, p.01-11.

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Costa, R. S., et al. 2021. Desafios e Oportunidades da Construção Sustentável no Brasil. Revista Brasileira de Sustentabilidade.

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Garcez, L.; Antunes, C.; Zarife, P. 2018. Bem-estar no trabalho: revisão sistemática da literatura brasileira. Aletheia, Canoas, v. 51, n. 1-2, p. 13–30,

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Grinde, B.; Patil, G. 2009. Biophilia: Does visual contact with nature impact on health and wellbeing? International Journal of Environmental Research and Public Health, 6(9), 2332-2343.

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Krippendorf, K. 2012. Content analysis: an introduction to its methodology. 3ed. Sage Publications. Thousand Oaks, CA, Estados Unidos.

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Macedo, P.; Rocha, P.; Rocha, E.; Tavares, G.; Jucá, M. 2022. O impacto do ESG no valor e custo de capital de empresas. Contabilidade Gestão e Governança. Brasília-DF, v. 25, n. 2, p. 159–175, 2022.

Marchiori, M. 2010. Comunicação e organização: reflexões, processos e práticas. São Caetano do Sul: Difusão Editora, 2010.


Resumo executivo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso da Especialização em Gestão de Negócios do MBA USP/Esalq

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