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Pecege completa 20 anos gerando inovação em Piracicaba (SP)

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03 de outubro de 2023

Pecege completa 20 anos gerando inovação em Piracicaba (SP)

Soraia Fessel: entrevista
Renata de Gáspari Valdejão Almeida: texto

De programa de extensão dentro do campus da Esalq/USP a instituto de ensino à distância gerador de inovação, o Pecege tem uma trajetória de sucesso que já completou 20 anos. Descubra detalhes fascinantes a respeito da história desse instituto sem fins lucrativos de Piracicaba, no interior de São Paulo, assistindo à entrevista concedida por seu fundador, o professor Pedro Marques, e pelo CEO da organização, Daniel Sonoda, à jornalista Soraia Fessel.

Em 2023, o Pecege está comemorando 20 anos de uma história inspiradora, sobre um projeto que começou como um sonho em “outra vida” e se materializou numa instituição inovadora dedicada à educação. O início, em 2003, foi com a criação do grupo de extensão Pecege, o “Grupo do Pedro”, como era conhecido, que na época era o Programa de Educação Continuada e Gestão de Empresas, vinculado à Esalq/USP (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz/Universidade de São Paulo).

“Não tivemos um modelo”, contou o professor Pedro Marques, fundador do Pecege. “Montamos [o nosso] à medida que foram surgindo os problemas”, disse. Segundo o CEO da instituição, Daniel Sonoda, a principal característica do Pecege é ser uma instituição inovadora. “A inovação surge a partir dos desafios”, disse ele. “Nosso grande diferencial é que decidimos resolver os problemas e torná-los oportunidades.”

Sobre os entrevistados

Pedro Marques, Professor Titular Sênior da Esalq/USP. Graduado em engenharia agronômica (1973) e Mestre em Economia e Sociologia Rural pela (Esalq/USP); Ph.D. em Applied Economics pela University of Kentucky EUA (1982). Foi pesquisador da Embrapa, do CNPq e da Fapesp e professor na graduação e pós-graduação no Departamento de Economia, Administração e Sociologia Rural da Esalq/USP. Fundador do Pecege.

Daniel Sonoda, Engenheiro Agrônomo formado pela Esalq/USP. Tem Mestrado e Doutorado em Economia Aplicada e Pós-Doutorado em Zootecnia. É CEO do Pecege.

Quem publicou esse videocast

Renata de Gaspari Valdejão Almeida

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Palavras-chave: Alimentos com adição de proteína; Comportamento do consumidor; Consumo de suplementos proteicos; Influenciadores digitais; Marketing digital.

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Palavras-chave: Algoritmos preditivos; Business Intelligence; Ciência de dados; Distribuição de energia; Gestão operacional.

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Palavras-chave: Algoritmo baseado em árvores; Dados meteorológicos; Dependência temporal; Engenharia de atributos; Parque solar.

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Construiu-se uma arquitetura analítica para compreender e predizer o comportamento de compra de clientes de um provedor de cursos livres preparatórios. O objetivo foi integrar segmentação RFM, modelagem de transições por Cadeias de Markov e predição de propensão por Regressão Logística, Random Forest e Gradient Boosting, sob a estrutura do CRISP-DM. Utilizaram-se dados transacionais de 7.123 clientes de um provedor de cursos livres, abrangendo novembro de 2022 a janeiro de 2026. A metodologia CRISP-DM guiou a segmentação RFM, a modelagem de transições por Cadeias de Markov e a predição de propensão à compra por modelos supervisionados (Regressão Logística, Random Forest e Gradient Boosting), com validação temporal ‘out-of-time’. A segmentação RFM revelou quatro perfis, com o segmento Muito Recorrente (25% da base) concentrando 60,5% da receita. A Cadeia de Markov indicou uma tendência de degradação da base no longo prazo, com o segmento Baixa Aquisição projetado para crescer de 25% para 31,3% no equilíbrio. Os modelos supervisionados alcançaram AUC entre 0,811 e 0,826, demonstrando que o poder preditivo reside nas variáveis RFM, com a recência emergindo como preditor dominante. Concluiu-se que a integração dessas abordagens fornece subsídios concretos para decisões estratégicas de retenção, segmentação e priorização de clientes em contextos educacionais, destacando a necessidade de ações estruturadas para reverter a degradação da base e a importância da recência na predição de recompra.

Palavras-chave: Cadeias de Markov; CRISP-DM; Predição de propensão; Random Forest; Segmentação RFM.

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Palavras-chave: Deflated Sharpe Ratio; Diferenciação fracional; Finanças quantitativas; Meta-rotulagem; Sobreajuste em backtests.

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Método AHP-Gaussiano na seleção de fornecedores: conformidade em contratações públicas

A seleção de fornecedores em contratações públicas demandou instrumentos para ampliar a transparência e fortalecer a conformidade diante de riscos legais e reputacionais. O objetivo foi aplicar o método AHP-Gaussiano na seleção de fornecedores, com base em critérios quantitativos de integridade e capacidade operacional. A investigação, de natureza aplicada, documental e quantitativa, utilizou dados secundários do Cadastro Nacional de Empresas Inidôneas e Suspensas (CEIS), disponíveis no Portal da Transparência. Avaliaram-se dez fornecedores do segmento de limpeza e conservação, segundo seis critérios: recursos recebidos, sanções vigentes, contratos firmados, emendas parlamentares, serviços e participação em licitações. O método AHP-Gaussiano processou os dados, calculou os pesos dos critérios, agregou os desempenhos e gerou o ranking final das alternativas. Os resultados indicaram que o critério emendas parlamentares apresentou o maior peso relativo no modelo, seguido por participação em licitações e contratos firmados. A alternativa A4 foi a mais bem posicionada no ranking final, seguida por A5 e A6. Um teste de sensibilidade confirmou a coerência e robustez do modelo. Concluiu-se que o AHP-Gaussiano constituiu uma ferramenta adequada para apoiar a seleção de fornecedores no setor público, contribuindo para decisões mais consistentes, rastreáveis e alinhadas aos princípios de integridade e governança.

Palavras-chave: AHP-Gaussiano; Apoio multicritério à decisão; Conformidade; Contratações públicas; Fornecedores.

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Posicionamento de marcas globais de alimentação e a percepção do consumidor no mercado digital contemporâneo

A expansão de mercados globais impôs às marcas o desafio de superar a padronização digital e evitar a desconexão com consumidores de diferentes contextos culturais. O estudo analisou o posicionamento estratégico e a percepção das marcas McDonald’s, Starbucks e KFC no Brasil, França e Japão, buscando compreender como o tom de voz, a estética visual e os canais de comunicação foram moldados às preferências locais. A metodologia empregou um estudo de caso múltiplo com abordagem mista, que integrou a análise de conteúdo em perfis de Instagram e TikTok à aplicação de um formulário estruturado com 63 respondentes. Os resultados demonstraram contrastes significativos no posicionamento digital: no Brasil, a comunicação priorizou a expressividade e a proximidade emocional por meio de influenciadores; na França, o individualismo estético e o humor irônico predominaram como vetores de engajamento; e no Japão, a estratégia revelou uma comunicação de alto contexto, guiada pelo requinte visual, sazonalidade e uso de canais regionais como o aplicativo LINE. A pesquisa ratificou que 88,9% dos consumidores exigiram campanhas adaptadas, evidenciando a ressonância cultural como variável determinante para a sustentação do capital de marca. Concluiu-se que a eficácia do posicionamento digital dependeu do equilíbrio entre a identidade global e a localização profunda, tornando o consumo culturalmente relevante e autêntico.

Palavras-chave: Branding; Comportamento do Consumidor; Localização da Marca; Marketing Intercultural; Redes Sociais.

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