Imagem Impacto do projeto imprensa jovem no protagonismo estudantil e gestão democrática

27 de fevereiro de 2026

Impacto do projeto imprensa jovem no protagonismo estudantil e gestão democrática

Gabriela Rodrigues Silva; José Vaidergorn

Resumo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.

Esta pesquisa investiga o poder da educação midiática, por meio do projeto ‘Imprensa Jovem’, na formação de cidadãos críticos e engajados, com o incentivo de uma gestão escolar democrática. A investigação parte da experiência de implementação da iniciativa em uma escola estadual no extremo sul de São Paulo, inspirada no programa homônimo da rede municipal, que tem raízes no projeto-piloto Educom. Rádio (2001-2004). A hipótese central é que o projeto ‘Imprensa Jovem’ contribui para uma aprendizagem conectada à realidade dos estudantes, desenvolvendo autonomia, engajamento e protagonismo juvenil. Em um cenário de transformações sociais impulsionadas pela tecnologia, a educação escolar enfrenta o desafio de se adaptar a novas formas de pensar, agir e se relacionar.

A introdução de tecnologias digitais na vida dos estudantes, embora pareça um ambiente intuitivo, mascara desafios complexos, como o volume de informações e a necessidade de compreensão crítica dos conteúdos que consomem e produzem. A escola, como instituição de formação cidadã, precisa refletir as dinâmicas sociais e preparar os estudantes para a complexidade do mundo. Isso implica entender como as interações digitais repercutem nas práticas pedagógicas, exigindo novas habilidades de comunicação e análise crítica (Gómez, 2015). Compreender como os alunos reagem a essas transformações é central para o desenvolvimento de práticas educativas eficazes.

Estudantes contemporâneos, os “nativos digitais”, têm familiaridade com tecnologias, mas essa fluidez instrumental não garante habilidades analíticas para interpretar criticamente o que consomem. Segundo Buckingham (2016), a educação midiática é uma abordagem pedagógica essencial para preparar os jovens para a cultura digital, tornando-os mais reflexivos como produtores e consumidores de conteúdo. A educação midiática foca na capacidade de analisar, avaliar e criar mensagens em diversos formatos, promovendo uma cidadania digital ativa e consciente.

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) de 2017 incorporou competências relacionadas à cultura digital, incluindo o campo Jornalístico/Midiático. Apesar do avanço, a implementação da educação midiática nas escolas enfrenta desafios, da formação de professores à infraestrutura (Spinelli & Santos, 2019). Nesse contexto, o projeto ‘Imprensa Jovem’ é um objeto de estudo relevante, pois demonstra como a reflexão, a colaboração e a produção midiática podem transformar a participação dos jovens na sociedade, fortalecendo sua voz no ambiente escolar e comunitário.

O programa ‘Imprensa Jovem’ da rede municipal de São Paulo, inspiração para o caso estudado, foi criado em 2005 a partir do projeto-piloto Educom. Rádio, uma parceria entre a Secretaria Municipal de Educação e o Núcleo de Comunicação e Educação (NCE) da ECA/USP. A iniciativa buscava criar espaços de diálogo para mediar conflitos e violência escolar, usando a comunicação para construir uma cultura de paz (Costa, 2017). A educomunicação, que fundamenta o projeto, é o conjunto de ações destinadas a criar ecossistemas comunicativos abertos, garantindo a liberdade de expressão e a aprendizagem colaborativa. A implementação na escola estadual analisada ocorreu a partir de março de 2024, sob uma nova gestão focada em autonomia e protagonismo juvenil, utilizando redes sociais, revistas e vídeos para ampliar a comunicação com a comunidade.

Esta pesquisa é um estudo de caso de abordagem qualitativa e aplicada, articulando métodos teóricos e empíricos. O estudo foi conduzido em uma escola pública estadual de ensino médio no extremo sul de São Paulo, que atende 737 estudantes no ensino regular e duas turmas de ensino profissionalizante. A metodologia foi estruturada em três etapas complementares para garantir a triangulação dos dados. A primeira etapa consistiu em uma revisão bibliográfica para embasar os conceitos de educação midiática, educomunicação e protagonismo juvenil, com base em autores como Buckingham (2016), Soares (2011) e Spinelli e Santos (2019), alinhando os conceitos à Gestão Escolar.

A segunda etapa foi a coleta de dados empíricos por meio de análise documental e observação participante. Analisaram-se documentos como registros escolares, edições das revistas produzidas pelos estudantes e publicações nas redes sociais da escola. A observação participante ocorreu durante ações do projeto, permitindo acompanhar as dinâmicas de trabalho. Entre os eventos observados, destacam-se a cobertura da Feira dos Estados em maio de 2025; a produção de conteúdo para a campanha contra o abuso infantil em junho de 2025; a gravação de vídeos para avaliações institucionais; e a cobertura do 7° desfile cívico da Unidade Regional de Ensino Sul 3, com a colaboração de cinco equipes de “imprensas jovens”.

A terceira etapa envolveu a coleta de dados diretos com a comunidade escolar. Foram realizadas entrevistas semiestruturadas com dois funcionários (secretaria e limpeza), cinco professores, um coordenador pedagógico, dois vice-diretores e a diretora. Adicionalmente, uma pesquisa online anônima obteve a participação de 330 alunos do ensino regular e 16 membros ativos do projeto ‘Imprensa Jovem’, que responderam a formulários específicos. Essa abordagem mista capturou múltiplas perspectivas sobre o impacto do projeto.

Para o tratamento dos dados, os dados qualitativos, de entrevistas e respostas abertas, foram submetidos à Análise de Conteúdo (Bardin, 2011), envolvendo a categorização de percepções para identificar temas recorrentes. Os dados quantitativos, das questões objetivas, foram organizados em gráficos para facilitar a visualização de tendências. Com essa metodologia integrada, o estudo busca identificar os impactos do projeto ‘Imprensa Jovem’ na formação crítica dos estudantes e fomentar reflexões sobre o papel da gestão escolar no incentivo ao protagonismo juvenil pela educação midiática.

Os dados de 330 estudantes do ensino médio que não participam do projeto revelam uma percepção positiva sobre a iniciativa. A amostra foi distribuída entre as séries (33,3% do 1º ano, 35,8% do 2º e 30,9% do 3º), com 94,2% do turno diurno. Os resultados indicam alto conhecimento sobre o projeto (85,2%) e validação de sua relevância (87% o consideram importante), demonstrando sua presença consolidada no cotidiano escolar. A principal via de contato com as produções são as redes sociais (Instagram), seguidas por eventos escolares (44,2%), comentários de colegas (36,4%) e o mural da escola (34,8%). Contudo, 14,8% dos alunos afirmam nunca ter visto nenhuma produção, sinalizando uma oportunidade para ampliar a divulgação.

A percepção sobre o fomento ao protagonismo estudantil foi majoritariamente positiva, com a maioria reconhecendo a capacidade do projeto de estimular a autonomia. No entanto, 28,2% demonstraram desconhecimento sobre os objetivos do projeto, indicando a necessidade de fortalecer a comunicação institucional. Uma ambivalência surge ao comparar o reconhecimento do protagonismo com o desejo de participar de outras ações. Embora a maioria concorde que o projeto incentiva o protagonismo, isso não se converte automaticamente em maior engajamento em outras atividades. Este dado pode ser interpretado pelo contexto socioeconômico da escola; muitos estudantes conciliam estudos com trabalho ou responsabilidades domésticas. A média de frequência escolar de 78% corrobora a existência de desafios estruturais que impactam o engajamento dos alunos.

Os dados dos 16 membros e ex-membros do projeto ‘Imprensa Jovem’ oferecem uma visão interna. O perfil do grupo é dinâmico, com 56,3% dos participantes com menos de seis meses de atuação, refletindo rotatividade. Segundo a professora orientadora, essa rotatividade está associada a um critério interno de 80% de frequência escolar mínima para permanência, reforçando o compromisso acadêmico. Uma característica do grupo é a multifuncionalidade: todos exercem múltiplas atividades (redação, fotografia, edição), o que permite experimentar diferentes áreas da comunicação, ampliando seu repertório. Essa prática alinha-se à ideia de que a produção midiática conecta teoria e prática (Buckingham, 2016).

Os impactos na formação dos participantes são evidentes. A maioria (56,3%) afirmou que o projeto ajudou “muito” a compreender o funcionamento das mídias, enquanto 31,3% responderam que ajudou “um pouco”. Essa percepção se estende ao desenvolvimento de habilidades socioemocionais e cognitivas, com a maioria reconhecendo avanços em comunicação, pensamento crítico e trabalho em equipe. Os resultados reforçam o projeto como ferramenta de educação midiática que promove competências para o protagonismo. Apesar do impacto positivo, a maioria dos integrantes (62,5%) demonstrou incerteza sobre seguir carreira na área da comunicação, respondendo “talvez” à questão, o que sugere que a decisão profissional é um processo complexo.

A análise qualitativa das respostas abertas dos estudantes que não participam do projeto revela quatro eixos de avaliação positiva: desenvolvimento pessoal (relatos de que “ajudou a lidar com a timidez” e “ensina a trabalhar em equipe”); reconhecimento do protagonismo estudantil (“traz protagonismo”, “incentiva os alunos a seguirem seus sonhos”); importância institucional (a iniciativa “torna o ambiente escolar mais acolhedor”); e impacto social e formativo (o projeto “traz visibilidade para temas como racismo, depressão e diversidade”). As sugestões apontaram para a necessidade de maior inclusão e ampliação dos temas abordados.

As percepções dos membros do projeto corroboram sua valorização. Há um forte sentimento de reconhecimento, com comentários como “um projeto muito importante para nossa escola, está ganhando reconhecimento e merece muito mais”. Surgiram sugestões para ajustes na organização interna, como a criação de uma hierarquia mais definida. A orientadora esclarece que a ausência de hierarquia formal é uma escolha pedagógica para promover igualdade, mas reconhece que pode levar à acomodação de alguns. Críticas sobre a exclusão de determinados grupos foram interpretadas pela orientadora como reflexo da baixa proatividade de alguns estudantes, mas sinalizam a importância de reavaliar as estratégias de engajamento.

As entrevistas com a gestão escolar confirmam a relevância estratégica do projeto. Os gestores o consideram “ímpar” para a divulgação das ações e para dar voz aos estudantes. Um vice-diretor destacou que os participantes são “alunos engajados, que vestem a camisa da escola”. Em contraste, a diretora enfatizou o aumento do engajamento, do pertencimento e da participação dos alunos nas decisões, afirmando que eles “colaboram com a construção de uma escola mais democrática e participativa”. A gestão reconhece o papel das redes digitais na reorganização da comunicação e do poder social (Castells, 2005). Apesar do apoio, os gestores apontaram a necessidade de maior investimento em recursos materiais para fortalecer o projeto.

Os professores entrevistados destacaram o papel da ‘Imprensa Jovem’ no desenvolvimento integral dos estudantes, observando aumento no comprometimento, responsabilidade e autoestima dos envolvidos. Os docentes elogiaram o projeto por oferecer uma oportunidade para a aplicação de competências curriculares, como comunicação e uso crítico das mídias, alinhando-se ao conceito de educomunicação, que integra convivência e diálogo social (Soares, 2011). Um professor de filosofia ressaltou que o projeto favorece o protagonismo ao permitir que o estudante atue sobre o ambiente escolar, “entendendo a escola como uma comunidade”. Os funcionários relataram uma relação positiva com os membros do projeto, descrevendo-os como “educados, participativos e prestativos”, e mencionaram como marcante uma homenagem realizada pela ‘Imprensa Jovem’ aos setores invisibilizados da escola.

A análise dos dados demonstra o impacto multifacetado e positivo do projeto ‘Imprensa Jovem’. A iniciativa desenvolve competências midiáticas e digitais e promove habilidades socioemocionais como responsabilidade, colaboração e pensamento crítico. Os estudantes participantes demonstram maior engajamento, e o projeto se consolida como um canal de comunicação que fortalece a relação entre escola e comunidade. A experiência evidencia que o sucesso de tais iniciativas está ligado a uma gestão escolar democrática, que oferece suporte institucional e reconhece o valor do protagonismo juvenil. A articulação entre gestão, professores e estudantes é fundamental para criar um ecossistema comunicativo formativo.

A pesquisa confirma a hipótese de que a educação midiática, implementada de forma prática e colaborativa, potencializa a formação cidadã. O projeto ‘Imprensa Jovem’ transcende a função de atividade extracurricular, configurando-se como um exercício de cidadania e educação para a democracia. As sugestões e críticas coletadas indicam caminhos para o aprimoramento do projeto, especialmente na ampliação da inclusão e diversificação das pautas. Conclui-se que o objetivo foi atingido: demonstrou-se que o projeto ‘Imprensa Jovem’, articulado a uma gestão escolar democrática, potencializa a formação de jovens como cidadãos críticos e engajados por meio da educação midiática.

Referências:
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Resumo executivo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso de Especialização em Gestão Escolar do MBA USP/Esalq

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