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Finanças

10 de dezembro de 2025

Avaliação econômico-financeira de hospitais filantrópicos paulistas no pós-pandemia

Autor: Eduardo Henrique Briciug Martinez Orientadora: Andreza Maria Luzia Baldo De Souza

Resumo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.

Este estudo avalia a situação econômico-financeira de seis hospitais filantrópicos de grande porte em São Paulo, analisando liquidez, rentabilidade e desempenho operacional entre 2019 e 2024. A análise evidencia a sustentabilidade das entidades em um cenário de pressões setoriais, fornecendo um diagnóstico para subsidiar decisões estratégicas e políticas públicas. A relevância da pesquisa ancora-se na importância das instituições filantrópicas para o Sistema Único de Saúde (SUS), responsáveis por uma parcela significativa dos atendimentos de alta complexidade (MS, 2023). A pandemia de COVID-19 impôs desafios aos sistemas de saúde (WHO, 2020), exacerbando fragilidades e criando um novo ambiente operacional e financeiro.

Mesmo antes da pandemia, hospitais filantrópicos já enfrentavam fragilidade econômica e gerencial (Portela et al., 2004). Respondendo por 37,6% das internações do SUS em 2000, essas entidades operam em um ecossistema complexo, dependendo de transferências governamentais e doações, o que exige transparência nas contas (Milani Filho, 2013). O pós-pandemia intensificou as pressões com novas variáveis como o aumento da judicialização na saúde suplementar (Wang et al., 2025), a volatilidade da taxa de juros (BACEN, 2025a) e do câmbio (BACEN, 2025b), e o crescimento dos custos operacionais, impulsionado pelo envelhecimento da população (SEADE, 2022) e pela expansão das coberturas obrigatórias (ANS, 2021).

A gestão hospitalar é uma atividade de alta complexidade, demandando competências para navegar em sistemas regulatórios e operacionais (Farias e Araujo, 2017). Inovações, escalada de custos e exigências regulatórias aumentam o desafio (La Forgia e Couttolenc, 2009; Spanos et al., 2024). Nesse cenário, a análise das demonstrações financeiras é indispensável para diagnosticar a condição das organizações de saúde (Assaf Neto, 2023). A questão central é identificar as condições econômico-financeiras dos hospitais filantrópicos paulistas após a pandemia.

A pesquisa justifica-se pela necessidade de compreender a resiliência e adaptação dessas instituições vitais. A análise da série histórica (2019-2024) oferece uma visão longitudinal das tendências de desempenho. A comparação com benchmarks do setor privado, como os dados do Instituto Assaf (2025) e os índices-padrão de Lira et al. (2021), posiciona o desempenho das entidades filantrópicas no contexto de mercado, avaliando se suas trajetórias seguem padrões setoriais.

O trabalho contribui com uma análise quantitativa robusta de um segmento frequentemente discutido, mas pouco analisado com rigor financeiro. Os achados podem informar gestores sobre vulnerabilidades e subsidiar políticas públicas para a revisão de modelos de financiamento. A análise dos indicadores de liquidez, rentabilidade, endividamento e eficiência operacional permite uma compreensão multifacetada da saúde financeira.

A metodologia é uma pesquisa exploratória quantitativa, com delineamento não probabilístico baseado em múltiplos casos. A amostra foi intencional, focada em seis instituições filantrópicas de grande porte em São Paulo, com informações financeiras publicamente acessíveis. A escolha priorizou entidades na Macrometrópole Paulista (Demanboro et al., 2019), sendo quatro na Região Metropolitana de São Paulo e duas no interior. A amostra incluiu três Santas Casas de Misericórdia com mais de 200 leitos. A coleta de dados utilizou fontes secundárias, como Relatórios de Atividades, DRE e Balanços Patrimoniais.

O tratamento dos dados focou em três eixos da análise financeira (Matarazzo, 2008; Marion, 2010): liquidez, rentabilidade e estrutura de capital. O período de análise, de 2019 a 2024, usou 2019 como linha de base pré-pandêmica para avaliar o impacto da crise sanitária, que distorceu resultados em 2020 e 2021. A seleção de indicadores seguiu Matarazzo (2008), utilizando um conjunto conciso: Liquidez Corrente (LC), Margem Líquida (ML), Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE), Margem EBITDA, Endividamento Total (ET), Imobilização do Patrimônio Líquido (IPL) e Resultado por Leito.

Na coleta, a ausência da conta de estoques em um terço das entidades inviabilizou o cálculo da Liquidez Seca, limitação também observada por Barbosa et al. (2021), reforçando o foco em indicadores com dados consistentemente disponíveis. A análise dos resultados foi estruturada em três etapas: apresentação descritiva da evolução dos indicadores; comparação com os índices-padrão de hospitais privados de Lira et al. (2021); e aplicação de testes estatísticos para comparar as médias da amostra com os dados do segmento de Serviços Médicos e Hospitalares do Instituto Assaf (2025).

Para a análise estatística, aplicou-se o teste de normalidade de Shapiro-Wilk às médias anuais dos indicadores (Favero e Belfiore, 2025). Em seguida, o teste t de Student para amostras independentes foi usado nos indicadores com distribuição normal para verificar se as diferenças entre as médias da amostra e as do mercado eram estatisticamente significativas (Larson e Farber, 2010). A pesquisa foi dispensada de submissão ao Comitê de Ética em Pesquisa (Resolução CNS nº 510/2016) por usar apenas dados públicos.

Os indicadores de liquidez revelaram resiliência, mas com sinais de alerta. A Liquidez Corrente (LC) apresentou média de 1,67 em 2019, caindo para 1,39 em 2023, mas mantendo-se acima de 1,0. O resultado indica que as instituições, na média, tinham folga para honrar compromissos imediatos, mas a tendência de queda sugere deterioração. A comparação com o Instituto Assaf (2025) mostrou comportamento similar ao do mercado, embora a recuperação filantrópica em 2024 tenha sido mais modesta. A entidade “D” foi preocupante, com LC consistentemente abaixo de 0,5, sinalizando grave risco de insolvência (Batrancea, 2021).

Os indicadores de rentabilidade mostraram alta volatilidade e tendência de deterioração. A Margem Líquida (ML) oscilou, com resultados negativos para algumas entidades entre 2020 e 2022. A média foi distorcida por resultados excepcionais da entidade “D”, mas a mediana revelou uma queda de 5,14% em 2019 para 2,4% em 2024. Essa redução de mais de 50% sinaliza pressão sobre as margens. O Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE) seguiu trajetória semelhante. Embora a média da amostra tenha fechado 2024 em 5,25%, acima do setor de mercado (2,84%), o desempenho foi impulsionado por poucas entidades, com tendência geral decrescente. A queda recorrente da rentabilidade pode indicar deterioração estrutural, exigindo gestão prudente da estrutura de capital (Dueñas Casallas et al., 2025).

A Margem EBITDA, apesar de ressalvas metodológicas (Madaleno et al., 2022), mostrou tendência ligeiramente negativa para a amostra, contrastando com a estabilidade nos dados da ANAHP (2025) para o setor privado. O Retorno sobre o Ativo (ROA) também apresentou queda em 2020 e 2021, com leve recuperação posterior, mas sem retornar aos níveis de 2019. A tendência decrescente conjunta do ROA e da LC é preocupante, pois o ROA influencia a liquidez corrente (Batrancea, 2021), sugerindo que a menor eficiência na geração de lucro pode estar contribuindo para o aperto da liquidez.

A estrutura de capital revelou alto endividamento. O Endividamento Total (ET) mostrou que, na mediana, o indicador permaneceu estável, mas em patamares superiores à faixa de segurança de 30% (Batrancea, 2021). Três das seis entidades (“A”, “B” e “C”) apresentaram curva ascendente de endividamento, atingindo seus maiores índices em 2023 e 2024, representando risco à perpetuidade do negócio. A Imobilização do Patrimônio Líquido (IPL) indicou que as entidades aplicaram parcela considerável de seus recursos próprios em ativos permanentes, o que pode aumentar a dependência de capital de terceiros para o capital de giro (Souza et al., 2009). Contudo, em comparação com o índice-padrão de Lira et al. (2021), os hospitais paulistas apresentaram resultado relativamente positivo.

O Resultado por Leito, indicador de eficiência operacional, teve seu melhor desempenho médio em 2021, após um 2020 com média negativa. A comparação com estudos anteriores (Souza et al., 2014; Bem et al., 2014) sugere que as entidades da amostra operam em uma faixa de rentabilidade por leito relativamente baixa. Enquanto estudos internacionais identificam um ponto ótimo de eficiência em faixas de receita intermediárias e altas, as instituições analisadas não alcançaram esses patamares, reforçando a necessidade de melhoria de processos para aumentar a rentabilidade.

A análise horizontal confirmou as tendências, mostrando que o passivo total das entidades cresceu 83,4% entre 2019 e 2024, aumento superior ao do ativo total (65,3%) e à inflação do período (33,47%), evidenciando o crescente endividamento. A receita líquida operacional cresceu 65,0%, superando a inflação, o que indica capacidade de repasse de custos ou aumento de volume, mas que não se traduziu em melhoria da rentabilidade, como visto na Margem Líquida.

A contextualização do período pandêmico aprofunda a discussão. Entre março de 2020 e junho de 2022, a suspensão de metas do SUS (Brasil, 2020) garantiu estabilidade de receitas, podendo ter mascarado dificuldades operacionais. Em paralelo, as operadoras de planos de saúde registraram resultados recordes em 2020 e 2021 devido à redução de procedimentos eletivos, revertendo para prejuízos em 2022 e só retornando aos patamares de 2019 no início de 2025 (ANS, 2025). Essa dinâmica setorial influenciou o ambiente financeiro das entidades.

A aplicação do teste t de Student, comparando as médias dos indicadores da amostra com os do mercado (Instituto Assaf, 2025), não encontrou diferenças estatisticamente relevantes ao nível de confiança de 95%. Este achado significativo sugere que as pressões do setor de saúde no período ocorreram de forma homogênea, afetando tanto entidades filantrópicas quanto empresas de capital aberto. A conclusão alinha-se a Veloso e Malik (2010), que também não identificaram diferenças substanciais no desempenho econômico-financeiro entre hospitais de naturezas jurídicas distintas, indicando que todas as organizações reagem de forma semelhante às pressões de mercado.

A avaliação econômico-financeira dos hospitais filantrópicos paulistas no pós-pandemia revela resiliência no curto prazo (liquidez corrente > 1,0), mas com fragilidades estruturais preocupantes. A queda da rentabilidade, o elevado e crescente endividamento e a modesta eficiência operacional constituem riscos para a sustentabilidade do modelo. A ausência de diferenças estatísticas em relação ao setor de mercado sugere que essas entidades estão expostas às mesmas pressões sistêmicas, mas com menor flexibilidade para reagir. A continuidade de suas operações dependerá de avanços na eficiência da gestão e na reestruturação dos modelos de financiamento.

As limitações do estudo incluem a demora na disponibilização de dados de 2024 e a falta de padronização contábil, que impediu a análise de indicadores do ciclo operacional. Ainda assim, os resultados fornecem um diagnóstico robusto e um alerta. Pelo exposto, conclui-se que o objetivo do trabalho foi atingido, ao avaliar a situação econômico-financeira dos hospitais e identificar suas vulnerabilidades no cenário pós-pandêmico. Sugere-se que pesquisas futuras explorem o impacto de novas tecnologias, como inteligência artificial e telemedicina, na eficiência econômica dessas entidades, e a influência das tabelas de remuneração do SUS em seus ciclos financeiros.

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Resumo executivo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso de Especialização em Finanças e Controladoria do MBA USP/Esalq

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