Perfil Comportamental
10 de dezembro de 2025
Impacto dos influenciadores digitais na educação financeira das gerações x, y e z
Autora: Ludmilla Gomes da Silva dos Anjos — Orientador: João Paulo Augusto Eça
Resumo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.
Este estudo examinou a associação entre a exposição a influenciadores digitais e os comportamentos de educação financeira e tomada de decisão nas gerações X, Y e Z. A pesquisa buscou responder quais efeitos são gerados pelos influenciadores na formação financeira e nas escolhas de investimento desses grupos geracionais. A investigação partiu da premissa de que o avanço tecnológico, acelerado pela pandemia da covid-19, consolidou as plataformas digitais como fontes centrais de conhecimento, inclusive em áreas complexas como finanças. Nesse cenário, o influenciador digital emerge como um agente capaz de moldar percepções e direcionar comportamentos de consumo e investimento.
A relevância da análise ancora-se no cenário brasileiro, marcado por uma insuficiência histórica em educação financeira formal (Carvalho e Scholz, 2019). Essa lacuna cria uma demanda por fontes alternativas de conhecimento, espaço que os influenciadores de finanças, ou “finfluencers”, têm ocupado. O crescimento de 3.7% no número de criadores de conteúdo sobre finanças e investimentos no segundo semestre de 2023 (ANBIMA, 2024) evidencia a expansão do nicho. A pesquisa se justifica também pelo posicionamento do Brasil como o segundo maior consumidor de mídias sociais do mundo, onde a categoria de finanças registrou um dos maiores crescimentos desde 2023 (comscore, 2024), indicando um ambiente propício para a influência digital.
A Teoria das Gerações forneceu o arcabouço para a segmentação da amostra, permitindo uma análise comparativa. A literatura define gerações como grupos que compartilham experiências socioculturais e desenvolvem visões de mundo distintas (Okros, 2020). Este estudo adota a classificação de Pokharel e Maharjan (2024), que define a Geração X (1965-1980), a Geração Y ou Millennials (1981-1996) e a Geração Z (1997-2012). Essa distinção é fundamental, pois cada coorte possui uma relação diferente com a tecnologia. A Geração Y desenvolveu-se em paralelo ao avanço tecnológico, enquanto a Geração Z é “nativa digital” (Palfrey e Gasser, 2011), o que influencia seus padrões de consumo de informação.
Estudos anteriores indicam a capacidade dos influenciadores de manipular comportamentos e decisões (Walzhofer et al., 2022), com pesquisas de Lou e Yuan (2019) e Yuan e Lou (2020) corroborando seu poder de persuasão. No campo financeiro, a complexidade dos produtos e a linguagem técnica tradicionalmente afastam os jovens (Koch, 2018). Contudo, a busca por informações gratuitas e acessíveis em redes sociais alterou esse cenário, especialmente após a pandemia, que impôs aos jovens a necessidade de maior compreensão sobre finanças pessoais (Regt et al., 2023). Esta pesquisa, portanto, alinha-se a sugestões de estudos como os de Andrade e Moura (2023) e Freitas (2021), que pedem mais investigações empíricas para avaliar os efeitos práticos dos influenciadores no comportamento de investidores.
Esta pesquisa contribui para a literatura ao analisar a interação entre influenciadores, educação financeira e as particularidades das gerações X, Y e Z. A análise busca não apenas identificar a associação, mas também compreender como cada grupo consome, interpreta e aplica as informações financeiras das mídias sociais. A investigação dos tipos de conteúdo de interesse, produtos de investimento, perfis de risco e percepção sobre a credibilidade dos influenciadores oferece um panorama detalhado de um fenômeno de alto impacto social e econômico, especialmente considerando a melhora na saúde financeira do brasileiro, que atingiu 56,7 pontos em 2024, o maior índice desde 2022 (BACEN, 2024).
Trata-se de um estudo descritivo, com o propósito de manifestar os atributos de uma população e definir as relações entre suas características (Vergara, 2009). A pesquisa é qualitativa, pois se debruça sobre uma realidade não inteiramente quantificável, permitindo uma análise profunda das percepções e experiências dos respondentes (Minayo et al., 2002). A combinação dessas abordagens permite mapear comportamentos e compreender as motivações e significados que os indivíduos atribuem às suas interações com o conteúdo financeiro digital.
A coleta de dados utilizou um questionário semiestruturado autoadministrado, desenvolvido com base em revisão de literatura. Segundo Gil (2010), o questionário consiste em perguntas respondidas diretamente pelo pesquisado, sem interferência do pesquisador. O instrumento incluiu perguntas fechadas, para facilitar a tabulação, e abertas, para capturar a complexidade das opiniões. A aplicação ocorreu on-line, via Google Formulários®, de 03 de agosto de 2025 a 8 de setembro de 2025.
Para a distribuição, utilizou-se a amostragem não probabilística Bola de Neve Virtual (Costa, 2008). O link foi compartilhado via e-mail e redes sociais, incentivando os participantes a repassá-lo. Antes da aplicação, um pré-teste foi realizado em 31 de julho de 2025 para identificar e corrigir ambiguidades ou problemas técnicos, garantindo a clareza do questionário final.
A partir de 98 respondentes iniciais, a amostra final foi delimitada. As quatro primeiras perguntas, incluindo o termo de consentimento, foram obrigatórias e eliminatórias. Os critérios de inclusão foram ser maior de 18 anos e usar redes sociais para acompanhar conteúdos de finanças. Após os filtros, a amostra foi consolidada em 66 respondentes válidos. A composição geracional foi de 43 indivíduos da Geração Y (1981-1996), 17 da Geração Z (1997-2012) e 6 da Geração X (1965-1980). O questionário foi estruturado em seis blocos com 31 perguntas, abrangendo dados demográficos, educação financeira, comportamento de investimento e uso de mídias sociais.
A análise dos dados revela um perfil de amostra predominantemente da Geração Y (65%), seguida pela Geração Z (26%) e Geração X (9%). Essa distribuição reflete a maior familiaridade das gerações mais jovens com plataformas digitais, onde a Geração Y se desenvolveu com a internet (Colet e Mozzato, 2019) e a Geração Z é nativa digital (Palfrey e Gasser, 2011). Quanto à renda mensal, 50% dos participantes situam-se na faixa de 0 a 3 salários-mínimos. A Geração Z concentrou-se na faixa de até um salário-mínimo, enquanto a Geração Y exibiu uma distribuição de renda mais ampla.
Quanto à escolaridade, a Geração Z predomina entre os com ensino médio completo, consistente com sua faixa etária. A Geração X é majoritária entre aqueles com ensino superior completo, com ou sem pós-graduação, distribuindo-se entre formações na área de finanças e outras. A Geração Y também apresenta nível educacional elevado, com parcela significativa possuindo pós-graduação, especialmente em áreas correlatas a finanças. Este fator educacional é relevante na análise do comportamento financeiro, como sugerido por Zhu e Xiao (2021), que associam a educação financeira à aquisição de ativos de risco.
Ao investigar os interesses em educação financeira, o tópico de maior interesse geral foi “Por que/como investir?”. Este foi o principal tema para a Geração Y, enquanto a Geração X focou em “Maneiras de economizar” e “Controle de gastos”. A Geração Z priorizou o “Controle de gastos”, refletindo sua fase inicial de vida financeira. Em investimentos, os produtos de renda fixa foram o maior foco para 70% da amostra, seguidos pelo mercado de ações (53%), padrão consistente entre as três gerações. O achado corrobora a observação de Regt et al. (2023) sobre o crescente interesse das gerações mais novas em finanças.
A pesquisa apurou que 62% dos respondentes realizam algum tipo de investimento. Os produtos mais citados são os de renda fixa, seguidos por fundos de investimento e ações. O principal objetivo declarado para os investimentos, independentemente da geração, foi a formação de uma “reserva financeira”. Quanto ao horizonte de tempo, a maioria classifica seus objetivos como de médio prazo, exceto a Geração X, que demonstrou preferência por objetivos de longo prazo, comportamento associado ao planejamento futuro (Guzman et al., 2019). A análise do perfil de risco revelou predominância do perfil moderado. Contudo, em um cenário hipotético de maior renda, os respondentes indicaram disposição para migrar para um perfil mais agressivo, sugerindo que a aversão ao risco pode estar atrelada a restrições de capital.
Um dos achados mais significativos é a influência direta dos “finfluencers” na tomada de decisão. Uma maioria de 84,8% dos respondentes afirmou já ter tomado alguma decisão financeira com base em conteúdos de redes sociais. As gerações Y e Z foram as que mais reportaram esse comportamento, alinhando-se aos resultados de Lucchese et al. (2024). As decisões variaram desde a adoção de práticas de controle de gastos (Geração Z) até a realização de investimentos mais arriscados (Geração Y). A Geração X demonstrou uma postura mais conservadora, aplicando os conhecimentos em estratégias de economia e investimentos de baixo risco.
A percepção sobre os influenciadores é ambivalente e reflete uma consciência crítica. Os principais motivos para acompanhar esses criadores são o acesso a conteúdo gratuito, vocabulário de fácil entendimento, conveniência e atualização constante. No entanto, as respostas abertas revelaram preocupação com a credibilidade e conflitos de interesse. Um respondente da Geração Y destacou que muitos influenciadores “tentam vender investimentos interessantes para eles, igual um gerente de banco”, optando por usar as informações para planejamento, mas assumindo o risco das decisões. A Geração X expressou preocupação com golpes, enquanto a Geração Z alertou para o risco de confiar em figuras que propagam uma imagem de ganhos fáceis.
Apesar das ressalvas, o impacto positivo foi reconhecido. Um participante da Geração Y, profissional do mercado, ressaltou a “suma importância do trabalho de influenciador de finanças” para democratizar o acesso à informação. Da mesma forma, um membro da Geração Z apontou que, em um país com alto endividamento e pouca educação financeira escolar, os influenciadores cumprem um papel social relevante. A análise sobre arrependimento mostrou que a Geração Z foi a que menos se arrependeu de seguir conselhos, possivelmente por suas decisões mais conservadoras. Na Geração Y, as opiniões se dividiram, com muitos afirmando que a cautela e a pesquisa adicional foram cruciais para evitar resultados negativos.
A pesquisa também revelou que, mesmo com outras fontes, 57,6% dos respondentes recorreriam primariamente a vídeos e publicações de influenciadores para aprender sobre um novo tópico financeiro. Instagram e YouTube foram as plataformas preferenciais para todas as gerações. Este dado reforça o papel central das mídias sociais como principal porta de entrada para a educação financeira para uma parcela significativa da população, superando, em preferência inicial, canais tradicionais como gerentes de banco.
A pesquisa examinou a associação entre a exposição a influenciadores digitais e os comportamentos de educação financeira e tomada de decisão entre as gerações X, Y e Z. Os resultados indicaram que os influenciadores desempenham um papel ambivalente, atuando como vetores de democratização do conhecimento financeiro e como fontes de risco potencial.
A análise geracional revelou perfis distintos: a Geração X mantém uma postura conservadora e pragmática, usando as redes para reforçar o controle de gastos e investimentos de baixo risco. A Geração Y, com maior escolaridade, demonstra maior apetite por risco e utiliza o conteúdo digital para embasar decisões de investimento mais complexas, embora com ceticismo. A Geração Z utiliza os influenciadores principalmente para aprender a gerir suas finanças pessoais, adotando uma postura cautelosa em relação a investimentos.
Conclui-se que o objetivo foi atingido, no qual expôs a associação entre a exposição a influenciadores digitais e os comportamentos de educação financeira, demonstrando que, embora as gerações X, Y e Z utilizem as redes sociais para complementar seu conhecimento, elas mantêm uma percepção crítica sobre os benefícios e riscos envolvidos.
Referências
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Resumo executivo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso de Especialização em Finanças e Controladoria do MBA USP/Esalq
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