21 de maio de 2026
Sustentabilidade no Papel e Celulose: a Percepção dos Colaboradores
Beatriz Geha Carvalho; Daniela Fontana
Resumo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.
A compreensão da lógica de acumulação do capital revela-se como o fator primordial para o esgotamento dos recursos naturais no cenário contemporâneo. No sistema capitalista, o Estado atua como o principal defensor da reprodução do capital, financiando políticas fiscais voltadas ao crescimento econômico e social, o que resulta na elevação do consumo e no aumento da oferta de produtos e serviços. Essa dinâmica torna-se contraditória quando o consumo desenfreado e o desemprego, gerados pelo controle da conjuntura econômica, elevam as despesas públicas acima das receitas, mergulhando o orçamento fiscal em crise (Sampaio, 1978). Diante dessa incapacidade estatal de conter danos sociais e ambientais, as forças de produção entram em colapso e a extração excessiva de recursos naturais manifesta-se em desastres ambientais ou crises reputacionais ligadas ao pilar social.
Desde a Conferência de Estocolmo, realizada em 1972, o alarmismo ambiental passou a integrar a pauta global, evoluindo posteriormente para o conceito de Desenvolvimento Sustentável. Esta definição considera não apenas os fatores econômicos, mas também os agentes sociais de desenvolvimento, buscando um crescimento contínuo e equilibrado (Moretto e Giacchini, 2006). Nesse contexto, as instituições são incentivadas a adotar medidas que mitiguem o impacto de suas operações nos âmbitos econômico, ambiental e social, os quais compõem os três pilares fundamentais da sustentabilidade (Elkington, 1997). A transparência dessas iniciativas perante os stakeholders, que representam as partes direta ou indiretamente afetadas pelas atividades corporativas, é garantida por meio de relatórios e formulários que expõem dados quantitativos e qualitativos sobre as práticas adotadas (Monteiro, Ribeiro e Lemos, 2017).
O setor de papel e celulose assume um papel de destaque na cadeia global de produção, sendo o Brasil o maior exportador mundial de celulose, com volumes que ultrapassam 18 milhões de toneladas comercializadas ao exterior (Ibá, 2024). O país detém vantagens competitivas significativas em tecnologia florestal, favorecidas pelo clima e solo que permitem um ciclo de corte entre cinco e sete anos, enquanto competidores na América do Norte, Europa e Ásia demandam entre 30 e 50 anos para o mesmo processo. Além disso, a capacidade do mercado interno de utilizar quase exclusivamente insumos provenientes de reflorestamento homogêneo garante uma matéria-prima de alta qualidade (Zeni, 1994). No entanto, a produção em alta escala exige reflexões profundas sobre os impactos ambientais, visto que o setor apresenta elevadas probabilidades de incidentes e degradação. A atividade demanda alto consumo de energia, planejamento financeiro rigoroso para contingências, geração de resíduos sólidos em larga escala e emissão de poluentes tóxicos no ar, terra e água, além de uma dependência total de fibras florestais naturais e recicladas (Nossa, 2002).
Para mitigar tais riscos, empresas líderes como Klabin e Suzano apresentam atuações robustas nos segmentos sociais e ambientais. A Klabin foca na redução de emissões de dióxido de carbono e na descarbonização por meio de estratégias de mitigação e adaptação climática, além de gerir recursos hídricos para a proteção de bacias hidrográficas e segurança de comunidades locais (Klabin, 2024). Suas práticas incluem o consumo inteligente de recursos naturais, uso de tecnologia para gestão de resíduos e planos de compensação de impactos sobre a biodiversidade. No âmbito social, a empresa promove o desenvolvimento local via agricultura familiar e busca aumentar a representatividade de minorias em cargos de liderança. Paralelamente, a Suzano documenta parcerias com instituições governamentais e não governamentais para impulsionar o desenvolvimento regional, realizando a restauração e o tratamento de 5,2 mil hectares de áreas danificadas (Suzano, 2024). A companhia investe na redução da desigualdade social por meio de programas comunitários, geração de receita local e manutenção de equipes especializadas em direitos humanos, além de sistemas inteligentes de gestão hídrica e fomento a pesquisas para a produção de celulose. Ambas as organizações alinham suas metas à Agenda 2030 e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável estabelecidos pelas Nações Unidas.
O detalhamento metodológico deste estudo fundamenta-se em uma abordagem exploratória, visando analisar o objeto de modo a desenvolver hipóteses e refletir novas percepções sobre a temática (Gil, 2002). A investigação estruturou-se a partir de levantamentos bibliográficos em artigos científicos, teses e obras consagradas para nortear a compreensão do modelo de produção capitalista e suas implicações no setor de papel e celulose. Complementarmente, utilizou-se a análise de dados secundários provenientes de documentação corporativa pública, especificamente os Relatórios de Sustentabilidade das empresas Suzano e Klabin publicados entre 2023 e 2024. Este mapeamento permitiu identificar as principais iniciativas voltadas ao meio ambiente e à comunidade, servindo de base para a confrontação com os dados primários coletados.
A coleta de dados primários ocorreu por meio de um levantamento de campo do tipo survey, aplicado para medir a percepção dos colaboradores das empresas do setor sobre as práticas sustentáveis vigentes. A utilização de métodos quantitativos justifica-se pela necessidade de uma mensuração pontual do objeto, garantindo uma análise sem desvios das informações coletadas (Dalfovo, Lana e Silveira, 2008). O instrumento de pesquisa consistiu em um questionário estruturado na plataforma Google Forms, composto por 14 questões, sendo 13 de múltipla escolha e uma aberta. As perguntas abordaram a caracterização do perfil da amostra e temas específicos de sustentabilidade, buscando compreender o engajamento do colaborador em relação às estratégias organizacionais, condições laborais e impactos ambientais (Meireles, 2024).
Para a mensuração das atitudes e percepções, aplicou-se a escala Likert de cinco pontos, variando desde a extrema concordância até a extrema discordância (Ludwig, Faiz, Souza e Guarnieri, 2015). Antes da aplicação definitiva, o questionário passou por um pré-teste com profissionais corporativos detentores de conhecimento prévio sobre responsabilidade social e sustentabilidade. A divulgação foi realizada através de redes sociais profissionais e aplicativos de mensagens instantâneas, direcionando-se especificamente a colaboradores de companhias de papel e celulose no Brasil. O período de coleta estendeu-se de 19 de maio de 2025 a 16 de setembro de 2025, garantindo um intervalo temporal adequado para a obtenção de uma amostra representativa.
O rigor ético da pesquisa foi mantido através da disponibilização de um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, assegurando o anonimato dos respondentes e o tratamento agregado dos dados. A primeira questão do formulário funcionou como um filtro obrigatório para confirmar se o respondente pertencia ao público-alvo, enquanto as demais questões eram facultativas, respeitando o livre arbítrio dos participantes. A amostra final foi composta por 42 respondentes, cujos dados foram processados para garantir a não identificação individual, conforme as diretrizes éticas para pesquisas que utilizam bancos de dados agregados e visam o aprofundamento teórico de situações profissionais.
A análise dos resultados inicia-se pela caracterização sociodemográfica da amostra, composta integralmente por colaboradores do setor de papel e celulose. Observa-se uma predominância masculina, com 53,7% de homens cisgêneros, enquanto as mulheres cisgêneros representam 46,3% do grupo. A faixa etária concentra-se majoritariamente entre 18 e 34 anos, abrangendo 97,6% dos participantes, o que indica uma força de trabalho jovem e potencialmente mais conectada às pautas contemporâneas de sustentabilidade. No que tange à raça e cor, 61,9% declararam-se brancos, 35,7% pardos e 2,4% pretos. Profissionalmente, a amostra é composta em sua maioria por Analistas ou Técnicos, que somam 81% do total, seguidos por estagiários e aprendizes com 9,5%, coordenadores ou supervisores com 4,8%, além de consultores e trainees, ambos com 2,4%. Quanto ao tempo de casa, 35,7% atuam na companhia entre um e três anos, enquanto 23,8% possuem entre três e cinco anos de vínculo, evidenciando um grupo com experiência intermediária nas organizações estudadas.
Ao investigar o conhecimento sobre o tema ESG, os dados revelam que 48% dos colaboradores possuem um bom entendimento sobre o assunto, enquanto 26% detêm conhecimento parcial. Apenas 14% afirmaram possuir conhecimento completo, e 12% declararam ter pouco contato com o termo. Esses diferentes níveis de aprofundamento podem estar atrelados ao tempo de engajamento na cultura organizacional e ao acesso aos materiais de divulgação de resultados, como os relatórios anuais. Quando questionados sobre as iniciativas específicas promovidas por suas empresas, 92,9% dos respondentes identificaram a promoção de programas e projetos sociais como a prática mais visível. A conservação e restauração de hectares foi reconhecida por 90,5%, e o uso de fontes de energia renováveis por 88,1%. Tais percepções convergem diretamente com os dados apresentados nos relatórios da Suzano e Klabin, que destacam justamente a preservação florestal e a matriz energética limpa como pilares estratégicos.
O impacto sentido pelos colaboradores em relação a essas iniciativas é significativo: 48% sentem-se bastante impactados e 22% totalmente impactados pelas ações de desenvolvimento social e sustentável. Entretanto, nota-se uma lacuna na comunicação interna, visto que apenas 21% dos participantes possuem conhecimento completo sobre o Relatório Anual de Sustentabilidade, enquanto 10% desconhecem totalmente o documento. Embora o relatório seja uma ferramenta essencial para a transparência e o cumprimento de metas de curto e longo prazo, sua circulação interna parece não atingir a totalidade do quadro funcional. Este cenário ocorre em um momento de transição regulatória, no qual a Comissão de Valores Mobiliários estabeleceu diretrizes para a divulgação de dados financeiros relacionados à sustentabilidade, visando harmonizar as práticas nacionais com os padrões internacionais de confiabilidade e transparência (CVM, 2023).
A importância de trabalhar em uma organização preocupada com impactos ambientais é quase unânime, com 95% de concordância total entre os respondentes. Esse dado reflete um sentimento de validação e contribuição individual para um propósito maior dentro da companhia. O engajamento é reforçado pelo fato de 83% dos colaboradores sentirem-se encorajados a participar de programas sociais ou voluntariado. No que diz respeito à cultura sustentável, 76% concordam totalmente que ela é incentivada ativamente nas operações diárias, influenciando as tarefas rotineiras e as relações interpessoais. A Suzano, por exemplo, capacitou cerca de nove mil colaboradores em 2024 com foco em cultura sustentável e segurança do trabalho, utilizando tecnologia avançada para monitoramento de riscos (Suzano, 2024). A Klabin também investe em programas de liderança e fóruns de discussão para análise de vulnerabilidades e agilidade em emergências (Klabin, 2024).
A percepção de alinhamento com a Agenda 2030 da ONU é elevada, com 83% de concordância total. As metas globais, que visam promover o desenvolvimento nos eixos econômico, social e ambiental, servem como guia para as estratégias corporativas (Silva, 2018). A Suzano estabeleceu 15 metas de longo prazo focadas no combate à crise climática, oferta de produtos renováveis e redução da pobreza, tendo auxiliado mais de 45 mil pessoas a superarem a linha da pobreza em 2024. Já a Klabin estruturou seus próprios objetivos de desenvolvimento sustentável, os KODS, que abrangem desde a tecnologia e inovação até a prosperidade das comunidades impactadas por suas fábricas. O investimento social da Klabin em 2023 incluiu o apoio a comunidades afetadas por desastres naturais e o fomento à educação em mais de 250 escolas, impactando milhares de professores e gestores.
As respostas abertas dos colaboradores reforçam a percepção de que os programas sociais e a conservação ambiental são os grandes diferenciais competitivos das empresas. Foram citadas práticas como o uso de utensílios recicláveis no cotidiano, a substituição de plásticos de uso único por materiais biodegradáveis e o estímulo ao trabalho remoto como forma de reduzir o impacto ambiental. A preservação de áreas nativas, muitas vezes em proporção quase igual às áreas de plantio para colheita, foi destacada como um compromisso real com a biodiversidade. Além disso, o investimento em bionegócios e o rigor nos critérios socioambientais para a cadeia de suprimentos demonstram uma governança robusta que transcende os limites físicos das unidades industriais.
A discussão dos dados evidencia que, embora o setor de papel e celulose seja historicamente identificado como poluidor, as empresas líderes têm conseguido transformar essa percepção junto ao seu público interno por meio de ações concretas e metas ambiciosas. O engajamento dos colaboradores como stakeholders é vital para o sucesso dessas práticas, pois eles atuam como agentes multiplicadores da cultura organizacional. Contudo, a limitação no conhecimento detalhado dos relatórios anuais sugere que as companhias precisam reforçar a comunicação interna para que todos os níveis hierárquicos compreendam as projeções e limitações das operações. O fortalecimento desse vínculo informativo permitirá que o colaborador acompanhe os resultados de suas próprias atividades e se sinta parte integrante da evolução sustentável da organização.
Conclui-se que o objetivo foi atingido, uma vez que as práticas sustentáveis das empresas Suzano e Klabin foram detalhadas e a percepção dos colaboradores foi mensurada com sucesso, revelando um alto nível de engajamento e conhecimento sobre as iniciativas ESG, apesar de lacunas na disseminação dos relatórios anuais. As evidências demonstram que a cultura sustentável está integrada às operações e é valorizada pelos funcionários, que reconhecem o papel social e ambiental das organizações, validando a importância do setor de papel e celulose no cenário do desenvolvimento sustentável brasileiro.
Referências Bibliográficas:
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Resumo executivo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso da Especialização em Gestão de Negócios do MBA USP/Esalq
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