Resumo Executivo

07 de maio de 2026

Gestão da Qualidade na Construção de Parques Eólicos

Maiara Roberti de Paula; Fabiano José Stocco de Campos

Resumo elaborado pela ferramenta ResumeAI, solução de inteligência artificial desenvolvida pelo Instituto Pecege voltada à síntese e redação.

A expansão da energia eólica tem se mostrado estratégica para a diversificação da matriz energética brasileira, contribuindo significativamente para a redução das emissões de gases de efeito estufa (INTE, 2025). Segundo dados da Empresa de Pesquisa Energética, a geração de energia elétrica por meio da fonte eólica representa 14,3% do total de energia elétrica gerada no Brasil em 2024, atingindo a marca de 107.654 GWh, o que consolida essa tecnologia como a segunda maior fonte de energia elétrica do país (EPE, 2025). Essa tendência de crescimento acelerado demanda soluções estruturadas para assegurar que os projetos de infraestrutura energética sejam conduzidos com níveis elevados de eficiência, segurança e qualidade técnica (SGS, 2025). Nesse cenário complexo, a construção de parques eólicos envolve múltiplas interfaces técnicas e logísticas, desde o transporte de componentes de grandes dimensões, como pás e naceles, até a execução de obras civis de alta complexidade em locais remotos (Letcher, 2023). Projetos de engenharia dessa magnitude exigem o equilíbrio rigoroso entre as variáveis de tempo, custo e qualidade, sendo esta última um fator determinante para a sustentabilidade e a viabilidade operacional do empreendimento a longo prazo (Kerzner, 2017). O controle da qualidade, portanto, não deve ser limitado a uma inspeção final após a conclusão das etapas, mas estruturado como parte essencial do planejamento estratégico e da execução sistemática de cada fase do projeto (Rumane, 2018).

A qualidade precisa ser compreendida como uma função estratégica integrada à cultura organizacional e aos processos decisórios das empresas do setor de energia (Paladini, 2012). Quando aplicada desde as fases iniciais de um projeto de construção, a gestão da qualidade permite prevenir falhas críticas, otimizar a alocação de recursos e assegurar a conformidade com requisitos técnicos e legais rigorosos. No setor eólico, essa abordagem é fundamental devido aos riscos estruturais associados a fundações de grande porte, estruturas metálicas sujeitas a fadiga e sistemas elétricos de alta tensão (Letcher, 2023). O Plano de Qualidade da Obra representa o principal instrumento para garantir que os padrões estabelecidos em normas técnicas e projetos executivos sejam seguidos durante todas as fases do empreendimento (Moreira, 2023). A padronização de processos por meio de planos de qualidade bem estruturados facilita o controle operacional, reduz significativamente a incidência de retrabalho e aumenta a confiabilidade das entregas técnicas (Slack et al., 2015). Em empreendimentos eólicos, esse plano atua também como um elemento de integração entre os diversos agentes envolvidos, incluindo projetistas, empresas contratadas, equipes de fiscalização e órgãos reguladores (Malhotra, 2011).

O gerenciamento da qualidade deve ser voltado primordialmente para a prevenção de falhas, o monitoramento contínuo dos processos e a capacitação técnica dos profissionais envolvidos (Juran e Godfrey, 2010). Aplicado diretamente a canteiros de obras, esse princípio demanda o uso sistemático de listas de verificação, planos de inspeção e ensaio, protocolos de aceitação de serviços e registros rigorosos de não conformidades. A ausência ou a fragilidade desses mecanismos compromete o desempenho técnico do projeto e pode gerar atrasos significativos e litígios contratuais onerosos (Sonarlabs, 2024). A implantação eficaz de um plano de qualidade requer também o engajamento das lideranças e a definição clara de responsabilidades em todos os níveis hierárquicos (Moreira, 2023). A gestão da qualidade deve estar baseada em dados confiáveis, metas objetivas e no ciclo de melhoria contínua (Campos, 2020). Em projetos com grande número de frentes de serviço simultâneas, a padronização aliada à melhoria contínua torna-se um diferencial competitivo essencial (Letcher, 2023). Além disso, a análise de riscos e o planejamento da qualidade são processos interdependentes, onde a identificação de riscos deve ser incorporada à definição dos controles de qualidade, permitindo ações preventivas alinhadas às ameaças mais críticas do projeto (Hillson, 2020). No caso da construção de um parque eólico, riscos como falhas em concretagens de fundações ou atrasos na entrega de componentes devem estar contemplados no plano de qualidade de forma proativa (Malhotra, 2011).

A metodologia adotada para o desenvolvimento deste estudo fundamentou-se em uma abordagem qualitativa e descritiva, utilizando a estratégia de pesquisa-ação para intervir e propor melhorias em um cenário real de construção. O objeto de análise foi uma organização de grande porte, sediada em São Paulo, com mais de 20 anos de atuação no setor de energia renovável e uma capacidade instalada superior a 5 GW. A coleta de dados ocorreu de forma simultânea à execução de um projeto eólico no Nordeste brasileiro, envolvendo observação direta estruturada, análise documental e a aplicação de ferramentas de gestão consagradas. A observação direta foi conduzida durante visitas técnicas sistemáticas às frentes de serviço, com foco no acompanhamento das rotinas de inspeção e nas interações entre os agentes da gestão da qualidade (Yin, 2015). Paralelamente, realizou-se a análise documental de registros técnicos, como planos de inspeção e ensaio, relatórios de não conformidades e cronogramas executivos (Gil, 2019). A abordagem qualitativa permitiu uma compreensão profunda dos fenômenos técnicos e organizacionais em um ambiente complexo de canteiro de obras (Minayo, 2012). Para a avaliação crítica das práticas, foram empregadas ferramentas como o diagrama de Ishikawa, a matriz de Gravidade, Urgência e Tendência e o plano de ação 5W2H, todas alinhadas às diretrizes do guia PMBOK (PMI, 2021).

O detalhamento dos procedimentos operacionais revelou que a construção do parque eólico foi dividida em cinco etapas principais: iniciação e planejamento, execução de obras civis, montagem eletromecânica, comissionamento e encerramento. Na fase de iniciação, o foco recaiu sobre a definição do escopo executivo e a elaboração do Plano de Qualidade da Obra inicial. Durante a execução das obras civis, as atividades concentraram-se em terraplanagem, fundações dos aerogeradores e infraestrutura elétrica de média tensão. A etapa de montagem eletromecânica envolveu a instalação física das torres, naceles e pás, exigindo precisão técnica elevada. O comissionamento consistiu na realização de testes funcionais e na energização dos circuitos para validação do desempenho técnico-operacional. Por fim, o encerramento tratou da consolidação das lições aprendidas e da transição para a operação comercial (PMI, 2021). Cada uma dessas etapas foi analisada minuciosamente para identificar lacunas entre o planejado e o executado, utilizando a triangulação de dados para garantir a consistência dos resultados encontrados em campo.

A análise documental do Plano de Qualidade da Obra revelou que, embora o documento estivesse formalmente estruturado, parte de seu conteúdo apresentava generalizações que não contemplavam integralmente as especificidades técnicas do empreendimento. Os planos de inspeção e ensaio anexos indicavam a realização de testes de resistência para concretos, mas não detalhavam os métodos para controle de compactação de solos, um serviço crítico para a estabilidade das fundações dos aerogeradores. Essa lacuna evidenciou um afastamento entre o planejamento da qualidade e as exigências práticas da obra, o que é considerado um ponto crítico, pois a qualidade deve ser planejada com base nas particularidades de cada projeto (Kerzner, 2017). Adicionalmente, observou-se que os critérios de aceitação técnica estabelecidos não estavam claramente alinhados com as rotinas operacionais das empresas contratadas, resultando em divergências na interpretação de parâmetros de tolerância durante a execução dos serviços civis. A padronização e a clareza nas especificações técnicas são essenciais para reduzir retrabalhos e aumentar a previsibilidade em projetos de engenharia (Slack et al., 2015).

A aplicação da ferramenta 5W2H no início do projeto permitiu mapear as principais decisões relacionadas à qualidade, revelando que responsabilidades por ensaios e periodicidade de inspeções estavam diluídas em documentos contratuais, dificultando o rastreamento de responsáveis. A ausência de clareza nos fluxos de comunicação compromete a eficiência da gestão, sendo necessária a atribuição explícita de papéis (Campos, 2020). Durante a fase de execução das obras civis, a observação direta identificou que o lançamento de concreto e a execução de valas em determinadas frentes não eram acompanhados por pessoal técnico especializado de forma contínua, resultando em falhas no preenchimento de registros de conformidade. A observação participante permitiu captar esses aspectos práticos que muitas vezes não são registrados formalmente (Minayo, 2012). Para aprofundar a compreensão desses problemas, o diagrama de Ishikawa foi utilizado para categorizar as causas das não conformidades, identificando falhas em métodos, materiais, mão de obra e medidas. No agrupamento de métodos, a falta de padronização na compactação de solo e a inexistência de protocolos específicos para controle de umidade foram apontadas como causas relevantes.

Em relação à mão de obra, identificou-se uma alta rotatividade das equipes operacionais e deficiência no treinamento técnico dos trabalhadores recém-contratados, que desconheciam as exigências de qualidade previstas no projeto. Esses fatores comprometeram a padronização das atividades e aumentaram a incidência de erros repetitivos. Na dimensão dos materiais, atrasos na entrega de concreto impactaram o cronograma e a sequência executiva, enquanto falhas na estocagem de materiais granulares em sub-bases afetaram a integridade dos serviços sob condições climáticas adversas. Quanto às máquinas, observou-se o uso de equipamentos de compactação inadequados para o tipo de solo predominante e a ausência de registros de manutenção preventiva. No campo das medidas, a falta de controle sistemático de tolerâncias dimensionais e de registros fotográficos das etapas críticas comprometeu a rastreabilidade das verificações. Eventos climáticos, como chuvas intensas, também impactaram a estabilidade de taludes e a continuidade dos serviços, evidenciando a necessidade de medidas preventivas mais robustas (Campos, 2020).

A priorização das ações corretivas foi realizada por meio da matriz de Gravidade, Urgência e Tendência, que apontou como prioridade máxima o estabelecimento de um protocolo específico para o controle de compactação de solo, devido ao seu impacto estrutural direto. A utilização dessa ferramenta auxiliou os gestores a alocar esforços de maneira objetiva em um ambiente com múltiplos pontos de atenção (Oliveira, 2020). Na etapa de montagem eletromecânica, a complexidade técnica da fixação das torres e instalação das naceles exigiu o cumprimento rigoroso dos manuais dos fabricantes. No entanto, a análise documental revelou lacunas no preenchimento de registros de torque e alinhamento, o que poderia comprometer a performance aerodinâmica das turbinas. A documentação completa e padronizada é um dos pilares da gestão da qualidade, especialmente em atividades que envolvem garantias contratuais de fornecedores internacionais (Slack et al., 2015). A observação direta mostrou variações nos métodos utilizados por diferentes equipes terceirizadas, aumentando a variabilidade dos resultados (Campos, 2020).

Para estruturar uma resposta a essas lacunas, o plano 5W2H foi aplicado com foco na padronização e rastreabilidade das atividades críticas, incluindo a revisão dos fluxos de aprovação de registros técnicos e a criação de protocolos para inspeções cruzadas entre equipes. A eficácia da gestão da qualidade depende do equilíbrio entre planejamento detalhado e capacidade de resposta às não conformidades (Juran e Godfrey, 2010). Na fase de comissionamento e testes, o objetivo foi validar a integridade funcional dos sistemas. Embora os testes estivessem sendo realizados, observou-se que nem sempre eram acompanhados de registros imediatos e consistentes, o que dificultava a identificação de possíveis desvios. A confiabilidade da gestão depende da completude dos registros operacionais (Slack et al., 2015). Constatou-se também a circulação de versões distintas de formulários de comissionamento, gerando divergências nos critérios de aceitação. A gestão eficaz exige o controle rigoroso das versões de documentos para evitar interpretações conflitantes em campo (Campos, 2020).

A etapa de encerramento formal do empreendimento incluiu a verificação final das entregas e a auditoria interna do sistema de gestão da qualidade. Verificou-se que a ausência de padronização em alguns registros de não conformidades dificultou a consolidação dos dados para fins de auditoria. A padronização documental é essencial para preservar a memória técnica dos projetos (Paladini, 2012). A observação direta durante a auditoria revelou fragilidades no tratamento de pendências técnicas e registros incompletos de retrabalhos. A captura de nuances do comportamento organizacional por meio da observação é fundamental para compreender os resultados reais do projeto (Minayo, 2012). Para apoiar o encerramento contratual, a matriz de Gravidade, Urgência e Tendência foi novamente utilizada para hierarquizar pendências, como ajustes em relatórios de alinhamento e correções em etiquetas de identificação elétrica. O encerramento é uma etapa crítica para internalizar aprendizados e institucionalizar boas práticas (Juran e Godfrey, 2010).

A sistematização das lições aprendidas com o apoio do 5W2H permitiu propor melhorias para projetos futuros, como a adoção de modelos de listas de verificação digitais e o reforço da qualificação técnica de terceiros. O encerramento de projetos deve incluir a captura de conhecimento como instrumento de maturidade organizacional (Kerzner, 2017). De forma geral, observou-se que a dissociação entre documentos de planejamento e a aplicação prática é um desafio recorrente na construção civil (Paladini, 2012). A necessidade de contextualização técnica do Plano de Qualidade da Obra em relação às especificidades de cada projeto é imperativa, pois planos genéricos perdem efetividade no ambiente operacional (Kerzner, 2017). A customização dos sistemas de qualidade de acordo com os riscos específicos de cada obra é uma estratégia de mitigação essencial (Campos, 2020).

A integração da gestão da qualidade com a gestão de pessoas e contratos mostrou-se um ponto de convergência necessário para o sucesso do empreendimento (Dinsmore e Cavalieri, 2012). Em ambientes com múltiplos atores e diferentes culturas operacionais, a falta de alinhamento nos critérios de qualidade pode gerar conflitos e ineficiências (Kerzner, 2017). As ferramentas analíticas aplicadas demonstraram ser eficazes para identificar desvios e fomentar reflexões críticas ao longo do ciclo de vida do projeto. Contudo, a efetividade dessas ferramentas depende diretamente do engajamento das equipes e da maturidade da cultura organizacional em relação aos padrões de qualidade estabelecidos (Paladini, 2012). A documentação técnica deve ser vista como um pilar da conformidade, onde a inconsistência nos registros prejudica a confiabilidade dos dados e a efetividade das auditorias (Slack et al., 2015).

A estruturação de repositórios de conhecimento institucional a partir das lições aprendidas contribui para o amadurecimento da gestão de projetos na organização (Kerzner, 2017). No entanto, a ausência de um processo sistemático de validação das informações finais pode limitar o potencial de reaproveitamento desses aprendizados. A qualidade deve ser definida desde a iniciação, integrando critérios técnicos, responsabilidades e comunicação clara entre todos os stakeholders. A execução demanda controles simples, repetíveis e auditáveis, enquanto o monitoramento requer registros consistentes e respostas rápidas a desvios detectados em campo. O Plano de Qualidade da Obra atuou como o eixo de integração entre as frentes de obra e a governança corporativa, sendo que ferramentas visuais e listas de verificação fortaleceram o controle cotidiano. A priorização objetiva favoreceu a tomada de decisão em ambientes com múltiplas interfaces técnicas.

Conclui-se que o objetivo foi atingido por meio do desenvolvimento de uma proposta estruturada de plano de qualidade que privilegia a prevenção de falhas, a clareza dos critérios técnicos e o aprendizado institucional. A aplicação das ferramentas de gestão permitiu identificar lacunas críticas na padronização e na rastreabilidade dos processos construtivos, fornecendo subsídios para a implementação de ações corretivas eficazes. A integração entre o planejamento estratégico da qualidade e a execução operacional demonstrou ser o fator determinante para garantir a conformidade normativa e a eficiência na construção do parque eólico. O modelo proposto reforça a importância da cultura de qualidade e da liderança ativa para a redução de retrabalhos e o aumento da maturidade organizacional em projetos de energia renovável.

Referências Bibliográficas:

Campos, V. F. 2020. Gerenciamento da qualidade: conceitos e técnicas. 3. ed. Indg Tecnologia e Serviços, Nova Lima, MG, Brasil.

Empresa de Pesquisa Energética [EPE]. 2025. ANUÁRIO ESTATÍSTICO DE ENERGIA ELÉTRICA 2025. Disponível em: <https://www.epe.gov.br/sites-pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/PublicacoesArquivos/publicacao-160/topico-168/anuario-factsheet.pdf>. Acesso em: 26 ago. 2025

Gil, A. C. 2019. Métodos e técnicas de pesquisa social. 7. ed. Atlas, São Paulo, SP, Brasil.

Hillson, D. 2020. Managing risk in projects. 4. ed. Routledge, New York, NY, EUA.

Instituto Brasileiro de Transição Energética [INTE]. 2025. Novas fontes renováveis serão mais da metade da matriz elétrica brasileira em menos de quatro anos, prevê ONS. Disponível em: <https://inte.org.br/novas-fontes-renovaveis-serao-mais-da-metade-da-matriz-eletrica-brasileira-em-menos-de-quatro-anos-preve-ons/>. Acesso em: 25 ago. 2025.

Juran, J. M.; Godfrey, A. B. 2010. Juran’s quality handbook: the complete guide to performance excellence. 6. ed. McGraw-Hill, New York, NY, EUA.

Kerzner, H. 2017. Gestão de projetos: as melhores práticas. 3. ed. Bookman, Porto Alegre, RS, Brasil.

Letcher, T. 2023. Wind Energy Engineering: A Handbook for Onshore and Offshore Wind Turbines. 2. ed. Academic Press, Londres, LDN, Inglaterra.

Malhotra, S. 2011. Selection, Design and Construction of Offshore Wind Turbine Foundations. INTECH, New York, NY, EUA.

Minayo, M. C. S. 2012. Análise qualitativa: teoria, passos e fidedignidade. Ciência & Saúde Coletiva. 17(3): 621–626.

Moreira, A. J. 2023. Plano da qualidade de obras – PQO: proposta de elementos para implantação de plano da qualidade de obras. Editora Dialética, São Paulo, SP, Brasil.

Paladini, E. P. 2012. Gestão da qualidade: teoria e prática. 2. ed. Atlas, São Paulo, SP, Brasil.

Project Management Institute [PMI]. 2021. Um guia do conhecimento em gerenciamento de projetos (guia PMBOK). 7ed. Project Management Institute, Newtown Square, PA, EUA.

Rumane, A. R. 2018. Quality Management In Construction Projects. 2. ed. CRC Press, Boca Raton, FL, EUA.

SGS. 2025. Project Certification. Disponível em: <https://www.sgs.com/en-br/services/project-certification>. Acesso em: 25 ago. 2025.

Slack, N. et al. 2015. Administração da produção. 4. ed. Atlas, São Paulo, SP, Brasil.

Sonarlabs. 2024. Improving Quality with Construction Inspection Checklists. Disponível em: <https://blog.sonarlabs.ai/resources/construction-inspection-quality-checklist>. Acesso em: Acesso em: 26 ago. 2025.

Yin, R. K. 2015. Estudo de caso: planejamento e métodos. 5. ed. Bookman, Porto Alegre, RS, Brasil.

Resumo executivo oriundo de Trabalho de Conclusão de Curso da Especialização em Gestão de Projetos do MBA USP/Esalq

Para saber mais sobre o curso, clique aqui e acesse a plataforma MBX Academy

Quem editou este artigo

Mais recentes

Você também pode gostar

Quer ficar por dentro das nossas últimas publicações? Inscreva-se em nossa newsletter!

Receba conteúdos e fique sempre atualizado sobre as novidades em gestão, liderança e carreira com a Revista E&S.

Ao preencher o formulário você está ciente de que podemos enviar comunicações e conteúdos da Revista E&S. Confira nossa Política de Privacidade